O Brasil amanheceu mais triste nesta sexta-feira (8). Faleceu, aos 66 anos, no Rio de Janeiro, o cantor, compositor e multi-instrumentista Arlindo Cruz, um dos nomes mais importantes da história do samba e do pagode. A notícia foi confirmada por sua esposa, Babi Cruz, e pela assessoria de imprensa do artista.

Arlindo enfrentava complicações de saúde desde 2017, quando sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) que o afastou dos palcos. Desde então, vivia em tratamento, cercado pelo carinho da família e dos fãs.

Carreira marcada por sucessos

Nascido no subúrbio carioca, Arlindo Cruz se consagrou como um dos maiores compositores do país, com centenas de músicas gravadas por artistas como Zeca Pagodinho, Jorge Aragão, Beth Carvalho e Fundo de Quintal – grupo do qual fez parte e ajudou a renovar o samba.
Canções como O Show Tem Que Continuar, Meu Lugar, Bagaço da Laranja e Trilha do Amor marcaram gerações e se tornaram hinos do gênero.

Além de cantor e compositor, Arlindo era também exímio instrumentista, com habilidade notável no cavaquinho. Sua obra ultrapassou fronteiras e influenciou músicos dentro e fora do Brasil.

Desmentidos recentes

A morte do sambista ocorre poucas semanas após boatos falsos circularem nas redes sociais. No fim de julho, familiares haviam desmentido informações sobre o falecimento, pedindo respeito e responsabilidade na divulgação de notícias.

Legado

O velório e sepultamento de Arlindo Cruz ainda não tiveram detalhes divulgados pela família.
Seu legado, no entanto, já está eternizado: mais de quatro décadas de carreira, centenas de composições e um amor incondicional pelo samba. Para os admiradores, Arlindo não se despede – apenas troca o palco terreno pela eterna roda de samba.

Texto e Foto: Divulgação

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