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	<title>Alckmin &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Alckmin diz que redução da jornada de trabalho é tendência mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 09:58:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[redução da jornada de trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da República em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente da República em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, assinou na noite desta segunda-feira (23) um acordo de cooperação com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) para promover e fortalecer as ações de combate a práticas desleais e ilegais no comércio exterior brasileiro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1679081&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1679081&amp;o=node"></p>



<p><strong>No evento, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, aproveitou a cerimônia de assinatura dos protocolos de intenções para pedir ao presidente em exercício que a discussão sobre o fim da escala 6&#215;1 seja adiada para o próximo ano, principalmente por este ser um ano de eleições.&nbsp;</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A gente precisa que essa discussão vá para 2027. Nós estamos abertos sempre a debater tudo. Só que em ano eleitoral as emoções, os sentimentos, as motivações, muitas vezes se conflituam com os interesses do país”, disse Skaf.</p>
</blockquote>



<p><strong>Em resposta, Alckmin defendeu a necessidade de mudanças na jornada de trabalho e destacou que isso vem acontecendo em todo o mundo.&nbsp;</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Há uma tendência mundial de você ter uma redução. Aliás, isso já vem acontecendo. Então, esse é um debate que não deve fazer corridas e deve ser aprofundado, já que você tem situações muito distintas dentro do próprio setor produtivo. Mas isso é uma tendência”, declarou o presidente em exercício.&nbsp;</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Defesa comercial</h2>



<p><strong>Ao lado do presidente da Fiesp, Alckmin assinou dois documentos: um protocolo de intenções sobre defesa comercial e outro sobre ambiente regulatório e que pretende combater a burocratização e promover a competitividade.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A cooperação com o setor produtivo na defesa comercial vai contribuir para fortalecer o comércio justo e promover um ambiente concorrencial mais equilibrado”, defendeu Alckmin.</p>
</blockquote>



<p>Segundo a Fiesp, o protocolo sobre defesa comercial tem por objeto estabelecer bases para a cooperação institucional entre o ministério e a Fiesp, com vistas à promoção do comércio justo e ao adequado uso pelo Brasil dos instrumentos de defesa comercial e de combate a práticas desleais e ilegais de comércio previstos na legislação nacional e internacional. Uma das ações previstas é a criação de uma calculadora de margem de dumping, além do compartilhamento de experiências e ferramentas técnicas.</p>



<p>O segundo protocolo trata mais especificamente sobre ambiente regulatório e tem por objetivo estabelecer bases para a cooperação institucional entre o ministério e a Fiesp, buscando promover a desburocratização, fortalecer e promover a competitividade e a qualidade regulatória no país, reduzir custos regulatórios e administrativos para empresas e sociedade e desenvolver ações para que reduzam barreiras e custos sistêmicos para empreender e investir no Brasil. Nessa proposta está prevista, por exemplo, a ampliação da digitalização dos serviços públicos e integração dos sistemas.</p>



<p>“Nós vamos tomar uma medida hoje formal, objetivando avançarmos e termos no Brasil, realmente, uma defesa comercial eficiente, para que a gente não possa permitir que os nossos setores e os nossos empregos sejam atacados de uma forma injusta”, disse Skaf na cerimônia de assinatura, que ocorreu durante a reunião da diretoria da Fiesp.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/CZsSDWvTGk2hDIii95mKcM9JDUg=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/02/23/pint4653.jpg.jpeg?itok=oILgbAWB" alt="São Paulo (SP), 23/02/2026 - Presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, ao lado do presidente da FIESP,  Paulo Skaf, durante cerimônia de assinatura de Acordo Antiduping na FIESP. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Geraldo Alckmin, ao lado do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, durante cerimônia de assinatura de Acordo Antiduping. Foto:&nbsp;<strong>Paulo Pinto/Agência Brasil</strong></h6>



<h2 class="wp-block-heading">Selic</h2>



<p><strong>Em fala à diretoria da entidade, Alckmin disse ainda estar confiante que o Comitê de Política Monetária (Copom) comece, já em sua próxima reunião agendada para março, a reduzir a taxa básica de juros (Selic), atualmente estabelecida em 15% ao ano.&nbsp;</strong>“Estamos confiantes de que na próxima reunião do Copom comece a redução da taxa de juros”, disse ele.</p>



<p>Segundo o presidente em exercício, isso deve ocorrer por causa da apreciação do real e da desinflação dos alimentos. “Nós devemos ter aí uma melhora”, acrescentou Alckmin, sobre sua expectativa de melhora na economia com a tendência de redução da taxa de juros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxação</h2>



<p>Aos empresários e industriais presentes à reunião da Fiesp, Alckmin voltou a falar hoje que considera positiva para o Brasil&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/tarifa-global-de-15-dos-eua-e-boa-para-o-brasil-diz-alckmin">a nova tarifa global de 15%</a>&nbsp;que foi estabelecida nesta semana pelo governo dos Estados Unidos.</p>



<p>A medida, que foi anunciada por Trump como uma resposta à decisão da&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-02/suprema-corte-dos-eua-derruba-tarifaco-imposto-por-trump">Suprema Corte de derrubar as tarifas</a>&nbsp;sobre produtos importados que haviam sido impostas globalmente por ele no ano passado, foi aplicada a todos os países e representa uma mudança em relação às tarifas anteriores, que variavam por nação.</p>



<p>“O país mais beneficiado no mundo [com essa decisão] foi o Brasil”, disse Alckmin, reforçando que o problema maior era quando os Estados Unidos haviam taxado apenas o Brasil.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O problema dos 10% + 40% [de taxas] era um problemão [para o Brasil]. Mas essa decisão de 15% não tem problema porque são 15% para nós e para o mundo inteiro. Agora, o país mais beneficiado no mundo foi o Brasil. Abre aí uma avenida em termos de voltar a ter um comércio exterior importante com os Estados Unidos”, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>Fonte: <strong>Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil</strong></p>
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