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	<title>Alergia grave: pesquisadores criam 1ª caneta de adrenalina brasileira &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Alergia grave: pesquisadores criam 1ª caneta de adrenalina brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 23:19:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Alergia grave: pesquisadores criam 1ª caneta de adrenalina brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativa é que a caneta chegue ao mercado custando cerca de R$ 400 Um grupo]]></description>
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<p>Estimativa é que a caneta chegue ao mercado custando cerca de R$ 400</p>



<p>Um grupo de pesquisadores brasileiros desenvolveu a primeira caneta de adrenalina autoinjetável do país. A medicação, quando disponibilizada nesse tipo de dispositivo, é aplicada pelo próprio paciente, em casos de reação alérgica grave e potencialmente fatal, quadro médico conhecido como anafilaxia.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1618893&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1618893&amp;o=node"></p>



<p>De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), a adrenalina figura atualmente como o único medicamento disponível no mercado capaz de tratar casos de anafilaxia. O modelo autoinjetável, entretanto, só pode ser adquirido no Brasil por importação, o que torna o custo extremamente elevado.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/GcoF7Y13u7IN6x78ipODStMUjTI=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/11/08/caneta_de_adrenalina.jpg?itok=dgo8yOJ0" alt="Rio de Janeiro 08/11/2024 - O pesquisador da Fiocruz e neurofisiologista Renato Rozental, fala sobre a primeira caneta de adrenalina autoinjetável desenvolvida por pesquisadores brasileiros.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></figure>



<p>O pesquisador da Fiocruz e neurofisiologista Renato Rozental&nbsp;fala sobre a 1ª&nbsp;caneta de adrenalina autoinjetável desenvolvida por pesquisadores&nbsp;brasileiros. Foto:&nbsp;<strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></p>



<p>O médico Renato Rozental coordena a equipe responsável pela caneta nacional. Em entrevista à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>, ele explicou que, apesar de ser o primeiro protótipo brasileiro, não se trata de uma “inovação radical”. “Você encontra essa caneta com facilidade na Europa, na América do Norte, na Ásia, na Oceania”.</p>



<p>“A grande pergunta é: por que demorou tanto tempo pra termos isso acontecendo no Brasil?”, questionou o pesquisador da Fiocruz.</p>



<p>Rozental lembrou que, desde 2018, com a quebra do monopólio, opções genéricas da caneta no mercado externo fizeram com que o preço do dispositivo caísse substancialmente. “Mas continuava exorbitante”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>“Pra quem tem seguro de saúde, caríssimo lá fora, o preço chega a US$ 100. Quem não tem seguro paga até US$ 700. No Brasil, pessoas que têm condições, por meio de processos de judicialização, conseguem importar, mas o preço ainda está nas alturas. Importar uma caneta por R$ 3 mil ou R$ 4 mil é algo fora da realidade brasileira.”</p>
</blockquote>



<p>“A maior parte da população brasileira, não apenas via Sistema Único de Saúde (SUS) mas também na rede privada, não tem acesso. O que fizemos foi estruturar, observando canetas já existentes no mercado. O processo é muito rápido. Começamos a conversar no ano passado e já temos um protótipo funcional agora.”</p>



<h2>Anvisa</h2>



<p>Rozental ressaltou que, há poucos meses, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fechou um acordo de bilateralidade com a agência norte-americana Food and Drug Administration (FDA). A proposta é agilizar a entrada, no Brasil, de medicamentos já aprovados nos Estados Unidos.</p>



<p>“A Anvisa teria acesso a esses resultados de forma direta, apesar de serem confidenciais. Isso facilitaria muito a aprovação de qualquer dispositivo no Brasil. É um processo que vamos discutir na semana que vem, em Salvador, onde teremos um representante da Anvisa que lida especificamente com isso”, disse, ao se referir ao debate agendado para a próxima sexta-feira (15) no Congresso Brasileiro de Alergia e Imunologia.</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>“Do nosso lado, teríamos condições de, em 11 meses, ter essa caneta de adrenalina pronta para distribuição no país. Mas vai depender dessa discussão na próxima semana, do reconhecimento e da liberação pela Anvisa. Não está nas nossas mãos.”</p>
</blockquote>



<h2>Anafilaxia</h2>



<p>À&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>, o presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), Fábio Chigres, alertou para um “aumento exponencial” de alergias no Brasil – incluindo casos de anafilaxia.</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>“Há 30 anos, em hospitais públicos especializados no tratamento de alergia, referência para esses casos, a gente via oito ou dez casos por ano de crianças com alergia a leite de vaca. Hoje, vejo isso em uma semana”.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/uf8nYc8ZlnQmikmiiHZualkbXxw=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/11/08/fabio_chigres.jpg?itok=9z-ivk4V" alt="Brasília (DF) 08/11/2024 - Fábio Chigres, presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai)." title="Fábio Chigres/Divulgação"/></figure>



<p>Fábio Chigres, presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia&nbsp;(Asbai). &#8211;&nbsp;<strong>Fábio Chigres/Divulgação</strong></p>



<p>Segundo ele, os alimentos figuram, no país, como a principal causa de alergia entre crianças – sobretudo leite e ovo. “Não é lagosta ou algo que se come eventualmente”, destacou.</p>



<p>“E essa criança com alergia alimentar fica muito mais exposta na rua do que quando está dentro de casa. Com isso, a qualidade de vida de toda a família fica muito ruim. Eles vivem esperando uma reação grave. Temos casos de crianças que caminham pela sessão de laticínios do mercado e têm reação”.</p>



<p>Já entre adultos, a principal causa de alergia, de acordo com Chigres, são medicamentos – sobretudo analgésicos e anti-inflamatórios, remédios que sequer exigem pedido médico no ato da compra. Antibióticos também respondem por um número considerável de casos de alergia na população adulta, além de alimentos como crustáceos e mariscos.</p>



<p>“No caso específico da anafilaxia, trata-se de uma reação alérgica muito grave e que se desenvolve rapidamente”, disse. “Essa reação causa choque anafilático, uma queda de pressão abrupta e muito grande, que faz com que o sangue não circule pelo corpo e não chegue ao cérebro. O organismo libera uma substância chamada histamina, que causa uma reação generalizada e pode afetar pele e pulmão, além de causar broncoespasmo e edema de glote, fechando as vias aéreas superiores.”</p>



<p>“A adrenalina reverte todos esses sintomas. Se eu começo a ter uma reação dessa e aplico a adrenalina, no prazo de um a cinco minutos, reverto quase totalmente o quadro de anafilaxia – ou permito que essa pessoa vá ao hospital completar o tratamento”, destacou Chigres.</p>



<p>“Não é só sobre o acesso à adrenalina. Preciso de um dispositivo que facilite o uso. E a caneta brasileira pode ser aplicada, na parte lateral da coxa, por uma pessoa que não tem formação em saúde.”</p>



<p>Segundo Chigres, a estimativa é que a caneta de adrenalina autoinjetável desenvolvida por pesquisadores brasileiros chegue ao mercado nacional custando em torno de R$ 400.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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