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	<title>ameaça de morte &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Portal IF3M &#8211; Lideranças indígenas pedem proteção contra retaliações de garimpeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 15:46:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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		<category><![CDATA[ameaça de morte]]></category>
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		<category><![CDATA[Indígenas Munduruku]]></category>
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					<description><![CDATA[Ameaças ocorrem normalmente após desmobilização de garimpos ilegais Atualmente, 18 líderes munduruku estão sob ameaça]]></description>
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<h3>Ameaças ocorrem normalmente após desmobilização de garimpos ilegais</h3>



<p>Atualmente, 18 líderes munduruku estão sob ameaça de morte, segundo levantamento dos próprios indígenas.&nbsp;Localizada no alto curso do Rio Tapajós, no Pará, a Terra Indígena (TI) Munduruku tem 2.382 mil hectares e é um dos três solos indígenas que concentram 95% do garimpo ilegal no país, juntamente com os territórios yanomami e&nbsp;kayapó. A área equivale a 2 mil campos de futebol. Na região, a atividade intensificou-se a partir de 2016.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1512337&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1512337&amp;o=node"></p>



<p>A recente desmobilização do&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-02/amazonia-garimpo-ilegal-em-terras-indigenas-subiu-1217-em-35-anos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">garimpo</a>&nbsp;em terras yanomami, em Roraima, aumenta o receio dos munduruku de que o problema se agrave ainda mais. Lideranças indígenas destacam que retaliações normalmente ocorrem após a retirada de garimpeiros.</p>



<p>Na semana passada, lideranças yanomami do Amazonas denunciaram a entrada de garimpeiros na região do&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-02/entidades-yanomami-denunciam-entrada-de-garimpeiros-no-pico-da-neblina" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pico da Neblina</a>, procedentes de Roraima.</p>



<p>Entre as lideranças ameaçadas que tiveram de deixar suas casas por pressão de criminosos está Maria Leusa&nbsp;Munduruku, coordenadora da Associação das Mulheres Munduruku Wakoborũn. Ela&nbsp;conta que tomou a decisão de se esconder para se manter em segurança, pela primeira vez, durante o governo de Jair Bolsonaro.</p>



<p>Desde 2018, sofre ameaças e já soma dois períodos em que teve que deixar tudo para trás. No primeiro deles, foi embora com o marido e os filhos. Da última vez, deixou o território com cerca de 35 pessoas de sua família.</p>



<p>Em maio de 2021, Maria Leusa, que se tornou liderança quando ainda estava no ensino médio, viu a casa dela, no município de Jacareacanga, sudoeste do Pará, ser incendiada por&nbsp;invasores da TI.</p>



<h2>Combate ao garimpo</h2>



<p>O Instituto Socioambiental (ISA) diz&nbsp;que, em maio de 2021, lideranças munduruku acionaram organizações parceiras para denunciar o incêndio à pequena aldeia indígena Fazenda Tapajós. Os autores do crime foram garimpeiros, que reagiram logo após a Operação Mundurukânia, que combatia&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2021-05/operacao-da-pf-investiga-garimpos-clandestinos-em-terras-indigenas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">garimpos clandestinos</a>&nbsp;na região.</p>



<p>A ação contou com agentes da Polícia Federal (PF), Força Nacional, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Fundação Nacional do Índio (Funai).</p>



<p>&#8220;Em março de 2021, depredaram a sede das associações, dentro do município de Jacareacanga e, em maio de 2021, queimaram e atacaram a aldeia da Maria Leusa. É necessária uma articulação mais bem feita nesse sentido, para que a gente possa salvaguardar nossas lideranças e seu território. A autodemarcação e a fiscalização são as duas ações mais importantes do movimento, por exemplo, na agenda deste ano &#8220;, relata a antropóloga Rosamaria Loures, que também atua como assessora do povo munduruku.</p>



<p>No que diz respeito à mineração ilegal, no fim&nbsp;de novembro&nbsp;de 2022, o Ministério Público Federal (MPF) solicitou à PF e ao Ibama informações sobre medidas de combate à atividade, na área&nbsp;da TI Munduruku que fica no sudoeste do Pará.</p>



<p>O MPF&nbsp;considerou&nbsp;os danos &#8220;um cenário dantesco&#8221;. Um mês antes, o MPF já havia reiterado pedido à Justiça Federal, para que a União, o Ibama e a Funai articulassem ação emergencial de enfrentamento ao garimpo.</p>



<p>De acordo com&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-02/cerca-de-28-das-pistas-de-pouso-na-amazonia-esta-em-area-protegida" target="_blank" rel="noreferrer noopener">levantamento do MapBiomas</a>,&nbsp;somente na TI Munduruku, há 21 pistas de pouso, o que acende o alerta para a presença de garimpeiros no local. A maioria delas (80%) está a uma distância de 5 quilômetros ou menos de algum garimpo.&nbsp;</p>



<h2>Operações</h2>



<p>Lideranças afirmam que, em seguida à repressão de crimes praticados em terras indígenas, há&nbsp;retaliação por parte dos criminosos, um aspecto que preocupa especialistas.</p>



<p>Para a antropóloga Rosamaria, a atuação de forças de segurança do governo deve ser contínua, e não apenas em operações isoladas.</p>



<p>&#8220;Acaba que essas operações que estão acontecendo na Mundurukânia [Vale do Tapajós] trazem, posteriormente, muitos problemas para as lideranças&#8221;, diz.</p>



<p>Segundo Maria Leusa, os ataques do ex-presidente Jair Bolsonaro aos indígenas dificultaram a resistência dos munduruku. &#8220;A primeira ameaça foi do próprio governo [Bolsonaro], quando ele falava que não ia&nbsp;demarcar nenhum centímetro de terra&#8221;, afirma a líder, que, em 2018, foi secretária de Assuntos Indígenas do município de Jacareacanga.</p>



<p>&#8220;E, depois, os invasores aproveitam esse discurso de maldade para tentar nos intimidar. Eles vão lá, entram com tudo, com escavadeira, usam os parentes com a corrupção, os nossos parentes que caem na ganância. Isso foi uma realidade bem triste. Muitos parentes foram para a ganância&#8221;, desabafa.</p>



<h2>Território</h2>



<p>De acordo com o ISA, além do assédio da cadeia da mineração ilegal, há&nbsp;<a href="https://acervo.socioambiental.org/acervo/documentos/o-cerco-do-ouro-garimpo-ilegal-destruicao-e-luta-em-terras-munduruku-resumo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pressões</a>&nbsp;por parte dos setores elétrico, para o funcionamento de hidrelétricas,&nbsp;e de transportes e infraestrutura, por causa&nbsp;da construção de hidrovias, ferrovias e portos. Essa realidade marcada pela violência faz com que lideranças equiparem as condições deles às&nbsp;de refugiados. Isso porque, ao saírem de suas terras, rompem contatos com parentes, têm acesso reduzido a alimentos que fazem parte de sua dieta e cortam a interação com seu espaço.</p>



<p>A TI é habitada por comunidades munduruku, apiaká e indígenas em isolamento voluntário. Junto com a TI Sai Cinza e a TI Kayabi, reúne cerca de 145 aldeias munduruku. Os munduruku estão&nbsp;ainda&nbsp;no Médio Tapajós, na TIs Sawre Muybu e Sawre Ba’pin, além das reservas indígenas Praia do Índio e Praia do Mangue. Um povo presente no Pará, no Amazonas e em&nbsp;Mato Grosso, que, geralmente, vive às margens de rios navegáveis.</p>



<p>O nome Mundurukânia se refere ao Vale do Tapajós, território mantido sob&nbsp;domínio dos munduruku desde o fim&nbsp;do século 18. Segundo o ISA, a população munduruku tem&nbsp;atualmente&nbsp;cerca de 14 mil pessoas.</p>



<p>Os munduruku receberam esse nome dos parintintins, povo rival. A denominação significaria “formigas vermelhas”, uma alusão ao perfil dos guerreiros munduruku, que atacavam em massa os territórios de adversários.</p>



<h2>Governo</h2>



<p><strong>A Agência Brasil</strong>&nbsp;procurou o Ministério da Justiça e Segurança Pública para saber sobre o modelo de operações de segurança em terras indígenas e aguarda retorno.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<p><strong>Leia mais:</strong></p>



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