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	<title>armas de fogo &#8211;  Portal IF3M</title>
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	<title>armas de fogo &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Polícia Militar do Amazonas apreende 1 tonelada de drogas e cinco armas de fogo em duas ocorrências no Rio Negro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 23:27:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Ações resultaram na prisão de cinco pessoas e apreensão de embarcação e equipamentos utilizados pelo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ações resultaram na prisão de cinco pessoas e apreensão de embarcação e equipamentos utilizados pelo crime organizado</p>



<p>A Polícia Militar do Amazonas (PMAM), por meio da Companhia de Operações Especiais (COE), apreendeu aproximadamente 1 tonelada de entorpecentes e cinco armas de fogo, durante duas ocorrências interligadas registradas no Rio Negro na segunda e terça-feira (23 e 24/02).</p>



<p>As ações foram realizadas de forma integrada com a Companhia Fluvial do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), da Polícia Federal, e com a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), da Delegacia Fluvial (Deflu) e Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SPP-AM), por meio do Gabinete de Gestão Integrada de Divisas e Fronteiras(GGI-F).</p>



<p>As ocorrências foram desencadeadas a partir de levantamentos de inteligência que indicavam que embarcações estariam saindo da região de fronteira, transportando armas de fogo e grande quantidade de entorpecentes, com provável destino à capital amazonense.</p>



<p>Durante monitoramento na região de Paricatuba, zona fluvial do município de Iranduba, as equipes da COE conseguiram interceptar uma embarcação do tipo lancha rápida. Os suspeitos ainda tentaram fugir, mas a equipe da COE realizou manobras táticas de acompanhamento, com utilização de sinais luminosos e sonoros, o que resultou na rendição da lancha.</p>



<p>Após varredura na embarcação, os policiais constataram a presença de armamento de uso restrito e prenderam cinco pessoas por associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo, entre elas três policiais militares.</p>



<p>O chefe do Estado-Maior Geral da PMAM, coronel PM Bruno Azevedo, destacou a ação integrada entre as Forças de Segurança e a importância de mais uma grande apreensão que mostra o compromisso do Sistema de Segurança Pública com a sociedade amazonense.</p>



<p>“Essa ação integrada com diversos órgãos da Segurança resultou na apreensão de mais de uma tonelada de entorpecente, cinco armas de fogo, entre eles, um fuzil 556, e a prisão de cinco infratores. A Polícia Militar reafirma o compromisso com a sociedade e não compactua com qualquer desvio de conduta, esses policiais já estão afastados e presos à disposição da Justiça”, declarou o coronel Azevedo.</p>



<p>Com o grupo, foram apreendidas quatro pistolas, um fuzil calibre 5.56mm, carregadores, munições, uma lancha, detector de metal, algemas, aparelhos celulares, balaclavas, capa balística, entre outros materiais.</p>



<p>Em desdobramento da ação, as equipes conseguiram localizar e apreender 1 tonelada de maconha skunk também no Rio Negro, em uma área de mata nas proximidades de Moura. Com o material apreendido nas duas ocorrências, o prejuízo estimado ao crime organizado é de R$ 21,3 milhões.</p>



<p>Investigações e resultado do trabalho integrado</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Todo o material apreendido e os cinco presos foram apresentados na sede da DRCO, que irá conduzir as investigações. O delegado-geral da PC-AM, Bruno Fraga, explicou que a polícia judiciária iniciou dois procedimentos referentes ao resultado da operação integrada.“Após o trabalho operacional, a droga foi apresentada no DRCO da Polícia Civil e dois procedimentos foram lavrados. Um em relação aos cinco participantes por associação ao tráfico com porte ilegal de armas de fogo. Continuamos as investigações para saber a origem e o destino dessa droga e eventualmente quem participa dessa associação”, afirmou o delegado-geral da PC.</p>
</blockquote>



<p>Com as ações registradas esta semana, o Sistema de Segurança Pública ultrapassa a marca de 11 toneladas de entorpecentes apreendidos em 2026. O secretário da SSP-AM, afirmou que o resultado alcançado já supera o montante apreendido no primeiro bimestre de 2025.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Mais uma tonelada de droga apreendida e tirada de circulação. Destaco aqui, o trabalho das instituições. Agradecer também a Polícia Federal, através da Ficco, que contribuiu nessa ação e destacar a coragem dos policiais militares envolvidos diretamente na ação. Somando-se a todas as apreensões desse ano já temos 11,2 toneladas apreendidas. No ano passado, no mesmo período, eram pouco mais de 7 toneladas. Então, estamos caminhando novamente para mais um ano de grandes resultados”, ressaltou o coronel Vinicius Almeida.</p>
</blockquote>



<p>FOTOS: Vitória Veras / PMAM</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Portal IF3M &#8211; Garimpo amplia conflitos entre povos yanomami</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 11:48:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[armas de fogo]]></category>
		<category><![CDATA[bebidas alcoólicas]]></category>
		<category><![CDATA[Conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[extração do ouro]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[Confrontos são amplificados com bebidas e armas A invasão do garimpo ilegal às terras&#160;no oeste]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Confrontos são amplificados com bebidas e armas</h3>



<p>A invasão do garimpo ilegal às terras&nbsp;no oeste de Roraima&nbsp;gerou não apenas problemas ambientais, sanitários e confrontos diretos entre garimpeiros e indígenas, mas também amplificou&nbsp;conflitos entre os próprios povos yanomami. Questões como a cooptação de jovens indígenas pela atividade de extração do ouro, a disseminação de&nbsp;bebidas&nbsp;alcoólicas&nbsp;e a proliferação de armas de fogo foram responsáveis pelo aumento da violência entre comunidades.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1510177&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1510177&amp;o=node"></p>



<p>“Os invasores contribuíram muito para crescerem mais os conflitos yanomami. Os garimpeiros levaram muitas armas de fogo para as comunidades. Ano passado, tivemos um problema muito grande em Xitei, onde adolescentes de 12, 13 e 14 anos beberam e mataram uns aos outros, com [revólver calibre] 38. Está muito tenso porque os garimpeiros armaram muito os yanomami”, diz Júnior Hekurari Yanomami, que preside Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Ye’kuana (Condisi-YY).</p>



<p>Segundo Júnior, entre as&nbsp;regiões&nbsp;onde a violência&nbsp;intertribal&nbsp;aumentou depois da chegada dos garimpeiros estão Tirei, Xitei e Homoxi. De acordo com ele, alguns dos invasores dão armas para os yanomami, inclusive, para que os indígenas façam a proteção ao garimpo contra comunidades que são contra a atividade de mineração do ouro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Missionário</h2>



<p>O&nbsp;padre italiano Corrado Dalmonego&nbsp;viveu 14 anos entre&nbsp;os yanomami&nbsp;da região do Rio Catrimani. Fluente na língua yanomami, a mais falada entre os povos originários do oeste de Roraima, o padre integra o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), entidade vinculada à Igreja Católica que lida com questões indígenas.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/LZUI07EmosYHnbpI8os8UCCDGW0=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/img_8168.jpg?itok=8hMuRM7o" alt="Boa Vista (RR), 12/02/2023, O missionário do Conselho Indigenista Missionário - CIMI, padre Corrado Dalmonego, fala sobre a questão dos indígenas yanomami.." width="840" height="560" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Missionário do Conselho Indigenista Missionário, padre Corrado Dalmonego viveu 14 anos entre os yanomami. &#8211;&nbsp;<strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong></h6>



<p>Também mestre em antropologia e cursando um doutorado na área,&nbsp;padre Corrado&nbsp;diz que&nbsp;o acesso dos yanomami a armas de fogo leva os conflitos a outro patamar.</p>



<p>“Existem comunidades com relação de aliança e outras com relações mais ou menos conflitivas, mas os conflitos entre as comunidades yanomami muitas vezes são resolvidos de forma não violenta. Diálogos tentam restabelecer conciliações. As ‘vinganças’ são muito limitadas, focadas para certas pessoas, que eles chamam de ‘unokai’, que eles traduzem para o português como criminoso, assassino. Então, muitas vezes os conflitos se resolvem em ações pontuais”, diz o padre.<br><br>“Se antes os ataques eram realizados com flechas disparadas de longe – e disparar uma flecha já demonstrava a coragem de uma pessoa –, com as armas de fogo e as munições que o garimpo oferece, isso provoca um aumento exponencial da violência”, enfatiza.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Choque de gerações</h2>



<p>Padre&nbsp;Corrado também chama a atenção para os conflitos dentro da própria aldeia, que são exacerbados pela presença do garimpo nessas terras.&nbsp;“O aliciamento que o garimpo traz, sobretudo, aos jovens, que se deixam aliciar mais facilmente ao garimpo, provoca conflitos internos nas comunidades, entre lideranças e jovens. E isso reverbera também em conflitos intercomunitários, entre comunidades [yanomami] diferentes que já vivem tensões”.</p>



<p>Tony Gino Rodrigues, pertencente à etnia macuxi, também nativa da região de Roraima, trabalhou 12 anos como agente de saúde nas terras yanomami. Para ele, as riquezas do garimpo atraem a atenção dos mais jovens, que querem, por exemplo,&nbsp;ter&nbsp;acesso a novas tecnologias como os aparelhos celulares (que eles vêem nas mãos de garimpeiros, mas também nas mãos daqueles que estão ali para ajudar, como profissionais de saúde).</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/Voil6PzcVPuEOenfgeTXNpJWqBs=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/img_8557.jpg?itok=FfWgMlfc" alt="Boa Vista (RR), 13/02/2023, A liderança indígena do povo macuxi, Tony Gino Rodrigues, fala sobre a questão dos indígenas yanomamis." width="839" height="560" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Liderança indígena do povo macuxi, Tony Gino Rodrigues, fala sobre a questão dos indígenas yanomami. &#8211;&nbsp;<strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong></h6>



<p>“Isso desperta o interesse de qualquer ser humano. A nova geração está interessada em obter aqueles bens que estão chegando. E qual é o processo mais fácil para conseguir um telefone? Pelo garimpo. E isso também vale para outros tipos de alimentação que eles vieram experimentando ao longo da vida, como o arroz, o sal, o açúcar, o café. Tudo isso, eu só posso adquirir com dinheiro. E, se eu não tenho um emprego, não consigo adquirir.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aparente riqueza</h2>



<p>Segundo&nbsp;o padre Corrado, o garimpo traz apenas uma “aparente riqueza”, que pode atrair alguns dos indígenas, já que eles recebem pagamento em ouro para prestar serviços aos garimpeiros, como carregar combustível pelos caminhos da floresta. No entanto, acabam gastando o ouro, com bebidas e prostituição, tudo a preço superinflacionado, nas ‘currutelas’, como se chamam os vilarejos construídos pelos garimpeiros perto dos locais de extração do minério.</p>



<p>A bebida alcoólica, consumida nas ‘currutelas’, por exemplo, acirra conflitos e tensões que são subjacentes, já que pode ser o estopim para novas brigas, com&nbsp;agressões e assassinatos.</p>



<p>“Você tem a contaminação do mercúrio, o desmatamento, a falta de alimentação em grande escala, porque as caças vão para mais distante.&nbsp;Hoje, a quantidade de garimpeiros dentro da floresta era quase a mesma quantidade de yanomami. Você quase dobra a quantidade de caça. Quando chega o garimpo, você deixa de cultivar, deixa de caçar, ou seja, você deixa&nbsp;o modo de vida tradicional para partir para uma vida que foi levada lá para dentro e que ninguém explicou como se comportar dentro desse meio”, explica Tony Rodrigues.</p>



<p>Júnior Yanomami vê um&nbsp;futuro difícil pela frente, mas tem esperança de remediar os estragos provocados pelo garimpo nas terras de seu povo. “É preocupante, e a gente vai&nbsp;ter&nbsp;muito trabalho para consertar esses conflitos que aconteceram [principalmente] nos últimos quatro anos, mas a gente vai consertar”, afirma Júnior.</p>



<p><em>*Colaborou Ana Graziela Aguiar, da&nbsp;<strong>TV Brasil</strong></em></p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<p>    </p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



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<p>Portal IF3M –&nbsp;<a href="https://portalif3m.com.br/2023/02/13/portal-if3m-indigenas-yanomami-mostram-impactos-sociais-graves-do-garimpo-ilegal/">Indígenas yanomami mostram impactos sociais graves do garimpo ilegal</a></p>



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