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	<title>COP27 &#8211;  Portal IF3M</title>
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	<description>Conectando a Amazônia ao Mundo</description>
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	<title>COP27 &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Portal IF3M &#8211; Lula vai propor que a COP30 seja na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2022 18:19:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Presidente eleito recebeu carta dos governadores da região O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3>Presidente eleito recebeu carta dos governadores da região</h3>



<p>O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, vai propor que a 30º edição da Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em 2025, seja na Amazônia. “Vamos falar com o secretário-geral da ONU [Organização das Nações Unidas, António Guterres] e vamos pedir que a COP de 2025 seja feita no Brasil, na Amazônia”, disse, hoje (16), durante participação na COP27, no Egito.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1493804&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1493804&amp;o=node"></p>



<p>“Acho muito importante que as pessoas que defendem a Amazônia, que defendem o clima, conheçam de perto o que é aquela região, para que as pessoas possam discutir a Amazônia a partir de uma realidade concreta e não apenas a partir de uma cultura através de leitura”, disse. Para Lula, tanto o estado do Pará quanto o do Amazonas estão aptos a receber a conferência internacional.</p>



<p>Nesta quarta-feira (16), na COP27, Lula recebeu uma carta de compromissos comuns do consórcio de governadores dos nove estados da Amazônia Legal. Durante a entrega do documento, foi o governador do Pará, Helder Barbalho, que pediu ao presidente eleito que fizesse a proposta de realização da COP30 no Brasil à cúpula da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>



<p>“Faço um pedido em nome do Consórcio de Governadores e dos povos da floresta. Peço que ofereça a Amazônia para sediar a COP30, para que possamos levar o planeta a debater a Amazônia conhecendo a Amazônia. Para que, mais do que conhecê-la pelas redes sociais, pela distância dos livros ou do acesso à informação pelas redes, conheçam a Amazônia e o seu povo, com o pé no chão, olhando para nós, de frente, e construindo conosco uma Amazônia viva com sustentabilidade e com justiça social aos povos da Amazônia”, disse Barbalho.</p>



<p>O governador destacou que o compromisso do presidente eleito com a questão ambiental ficou evidente com o fato de sua primeira agenda pública internacional envolver diretamente o tema. “Sua presença aqui é um gesto que leva o Brasil novamente ao patamar do protagonismo da agenda ambiental e da agenda climática. Acima de tudo, eleva o Brasil novamente à capacidade de ter interlocução e falar ao mundo. Esse é um ativo que colaborará para que o Brasil encontre soluções e encontre uma sociedade melhor e mais justa”, acrescentou.</p>



<h2>Convívio democrático</h2>



<p>Lula disse que conversará com governadores e prefeitos para que governem em comum acordo. Segundo ele, o Brasil voltará a conviver democraticamente com seus representantes, independentemente de partidos políticos e visões religiosas.</p>



<p>“Para acabar com a fome, com a miséria, com o processo de degradação que as florestas estão vivendo, com o sofrimento dos nossos indígenas, nós vamos ter de conversar muito e trabalhar juntos para que o Brasil seja motivo de orgulho ao mundo e não motivo de desespero como é hoje”, alertou o presidente eleito.</p>



<p>O combate ao desmatamento ilegal e o cuidado aos povos indígenas serão muito fortes durante seu governo, anunciou o presidente eleito. Para Lula, as riquezas da Amazônia devem ser exploradas, mas mantendo a floresta de pé.</p>



<p>“Se a Amazônia tem a importância que todos vocês e os cientistas dizem ter, nós não temos de medir nenhum esforço para que a gente consiga convencer as pessoas de que uma árvore em pé, uma árvore viva, serve mais do que uma árvore derrubada sem nenhum critério, sem nenhuma necessidade”, disse.</p>



<p>Para Lula, é precisa garantir recursos, de forma a ajudar as prefeituras a melhor desenvolverem um trabalho de base. “A gente não vai evitar queimada se a gente não tiver o compromisso dos prefeitos. É o prefeito que está na cidade; que sabe de quem é a terra; e que sabe onde começou [o fogo]. Não adianta ficar discutindo de Brasília. É importante pactuar e saber que os prefeitos vão ter recursos para que a gente possa cobrar deles alguma coisa”, completou.</p>



<p>O presidente eleito viajou para a COP27 a convite do presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sissi. Foi também convidado para integrar a comitiva do consórcio de governadores da Amazônia Legal. “Não poderia ter sido convite mais representativo do que um convite feito pelos governadores da Amazônia”, disse Lula.</p>



<p>Amanhã (17), Lula tem encontros com representantes da sociedade civil, grupos indígenas e com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres. Na sexta-feira (18), viaja para Portugal, já no retorno ao Brasil.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<p>     </p>
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		<title>Portal IF3M &#8211; COP27 inicia neste domingo discussões sobre mudanças climáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Nov 2022 13:36:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[COP27]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[Lideranças globais se reúnem até o dia 18 em Sharm el-Sheikh, no Egito Mundo &#8211;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3>Lideranças globais se reúnem até o dia 18 em Sharm el-Sheikh, no Egito</h3>



<p>Mundo &#8211; Começa neste domingo (6), em Sharm el-Sheikh, no Egito, a Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP27). O encontro reúne, até o dia 18 de novembro, representantes oficiais de governo e da sociedade civil para discutir maneiras de enfrentar e se adaptar às mudanças climáticas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1492459&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1492459&amp;o=node"></p>



<p>Os debates terão, como eixo principal, o novo relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que analisa vulnerabilidades, capacidades e limites do mundo e da sociedade para se adaptarem ao contexto de alterações climáticas que decorrem, em larga escala, da interferência humana no meio ambiente.</p>



<p>Organizada pelas Nações Unidas (ONU), a conferência ocorre em um cenário que abrange, também, uma crise de energia impulsionada pela guerra na Ucrânia. A entidade alerta que há dados que mostram, de forma cada vez mais clara, que “o mundo não está fazendo o suficiente para combater as emissões de carbono e proteger o futuro do planeta”.</p>



<p>A expectativa do secretário-geral da ONU, António Guterres, é de que a COP27, “a mais importante conferência anual sobre clima”, apresente, entre seus resultados “soluções climáticas que correspondam à escala do problema”.O presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, teve sua participação confirmada, após ter sido convidado pelos organizadores. Segundo o PT, ele integrará a comitiva do governador do Pará, Helder Barbalho, em nome do Consórcio de Governadores da Amazônia Legal.Histórico</p>



<p>As edições da COP tiveram início em 1992, durante a ECO-92: encontro organizado pela ONU no Rio de Janeiro, marcado pela adoção da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC).</p>



<p>De acordo com a ONU, na oportunidade os países participantes chegaram a um acordo visando diminuir as concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera, de forma a “evitar interferências perigosas da atividade humana no sistema climático”.</p>



<p>O tratado entrou em vigor em 1994. Desde então a ONU reuniu “quase todos os países” nas 27 edições das chamadas conferências das partes (as COPs). O documento original recebeu, ao longo dos encontros, vários acréscimos “para estabelecer limites juridicamente vinculativos para as emissões”. Atualmente, o documento é assinado por 197 países.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/V0s_isEJ-94vq-ssBvghJ6vUyMA=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2022-05-11t102127z_1040161515_rc2x4u9gz5jg_rtrmadp_3_ukraine-crisis-un.jpg?itok=IVlTsbZ4" alt="Antonio Guterres UN Secretary-General Guterres in Vienna" title="REUTERS/Lisa Leutner/Direitos reservados"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><strong>Secretário-geral da ONU, António Guterres, diz que a COP27 “a mais importante conferência anual sobre clima” &#8211; REUTERS/Lisa Leutner/Direitos reservados</strong></strong></figcaption></figure>



<h2>Kyoto, Paris e Glasgow</h2>



<p>Entre as extensões aplicadas ao documento original está o Protocolo de Kyoto, que foi incluído durante o encontro de 1997, estabelecendo metas como a de redução das emissões de gases de efeito estufa no período entre 2008 e 2012; e o estímulo à criação de formas de desenvolvimento sustentável visando a preservação do meio ambiente.</p>



<p>Uma outra ampliação do texto original foi o Acordo de Paris, em 2015. Nele os países signatários assumiram o compromisso de aumentar esforços para limitar o aquecimento global a 1,5°C acima das temperaturas pré-industriais; e de aumentar o financiamento da ação climática.</p>



<p>A COP26, em Glasgow (Escócia) no ano passado, marcou os cinco anos da assinatura do Acordo de Paris. A conferência deixou, entre seus legados, o Pacto do Clima de Glasgow, que “manteve viva a meta de conter o aquecimento global a 1,5 º C”.</p>



<p>“Avanços foram feitos para tornar o Acordo de Paris totalmente operacional, finalizando os detalhes para sua implementação prática. Também durante a COP26, os países concordaram em entregar compromissos mais fortes em 2022, incluindo planos nacionais atualizados com metas mais ambiciosas”, informa, por meio de seu site, a ONU – em meio ao alerta de que apenas 23 dos 193 países apresentaram seus planos até o momento.</p>



<p>Glasgow foi também marcado pelas “muitas promessas feitas dentro e fora das salas de negociação”, em relação a compromissos para zerar emissões (net-zero), proteção de florestas e financiamento climático.</p>



<p>Os países desenvolvidos concordaram em dobrar o financiamento para adaptação, em meio a reivindicações de outros países por mais “financiamentos de adaptação” que correspondam, de forma mais realista, aos valores que têm sido gastos por eles com mitigação.</p>



<p>De acordo com a ONU, a mitigação envolve tanto o uso de novas tecnologias e fontes de energia renováveis que tornam equipamentos antigos mais eficientes em termos energéticos, como a mudança das práticas de gestão ou de comportamento do consumidor.</p>



<h2>Expectativas</h2>



<p>Na atual edição da COP, a expectativa é de que os países participantes avancem nas negociações e deem início a um planejamento que garanta a implementação das promessas já feitas.</p>



<p>O encontro terá novamente como tema principal questões relacionadas ao financiamento climático, mecanismo por meio do qual países desenvolvidos podem garantir apoio aos mais vulneráveis.</p>



<p>“O Egito pediu uma ação completa, oportuna, inclusiva e em grande escala. De acordo com especialistas, além de revisar como implementar o Livro de Regras de Paris, a conferência também terá negociações sobre alguns pontos que permaneceram inconclusivos após Glasgow”, explica a organizadora do encontro (ONU).</p>



<p>Os pontos a serem debatidos incluem o financiamento de “perdas e danos” para que os países na linha de frente da crise possam lidar com as consequências das mudanças climáticas que vão “além do que podem se adaptar”; e o cumprimento da promessa de US$ 100 bilhões todos os anos para financiamento de adaptação destinado a países de baixa renda.</p>



<p>Também fazem parte das pautas de debate discussões técnicas sobre como mensurar as emissões feitas pelos países, “de forma prática, para que haja igualdade de condições para todos”.</p>



<h2>Compromissos</h2>



<p>A ONU vê no atual encontro condições para que as nações “capturem e avaliem seu progresso para aumentar a resiliência e ajudar as comunidades mais vulneráveis”. Para tanto, acrescenta, será necessário que os países participantes assumam “compromissos mais detalhados e ambiciosos nos componentes de adaptação de seus planos climáticos nacionais”.</p>



<p>As discussões da COP27 servirão de base para o primeiro Balanço Global, previsto para a COP28 em 2023, quando se avaliará o “progresso coletivo global” para a mitigação, a adaptação e a implementação do Acordo de Paris.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<p></p>



<p><strong>Leia mais:</strong></p>



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<p></p>
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		<item>
		<title>Portal IF3M &#8211; Brasil usará COP27 para atrair investimentos em energia verde</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2022/11/05/portal-if3m-brasil-usara-cop27-para-atrair-investimentos-em-energia-verde/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Nov 2022 21:38:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Joquim Leite]]></category>
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					<description><![CDATA[Intenção é mostrar o potencial do país na geração de energia limpa Brasil (BR) &#8211;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3>Intenção é mostrar o potencial do país na geração de energia limpa</h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" loading="lazy" width="1024" height="613" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/11/2022-01-13t135842z_1_lynxmpei0c0nk_rtroptp_4_climate-1024x613.jpg" alt="" class="wp-image-781" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/11/2022-01-13t135842z_1_lynxmpei0c0nk_rtroptp_4_climate-1024x613.jpg 1024w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/11/2022-01-13t135842z_1_lynxmpei0c0nk_rtroptp_4_climate-300x179.jpg 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/11/2022-01-13t135842z_1_lynxmpei0c0nk_rtroptp_4_climate-768x459.jpg 768w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/11/2022-01-13t135842z_1_lynxmpei0c0nk_rtroptp_4_climate.jpg 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Jamil Bittar</figcaption></figure>



<p>Brasil (BR) &#8211; O Brasil vai aproveitar a Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP27) para mostrar, ao mundo, o potencial que tem para a geração de energia limpa e barata. No caso, a chamada “energia verde”, termo adotado para a energia gerada de forma 100% renovável, de forma a não poluir o meio ambiente.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1492457&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1492457&amp;o=node"></p>



<p>A COP27 começa neste domingo (6) e reúne, até o dia 18 de novembro em Sharm El Sheikh, no Egito, representantes oficiais de governo e da sociedade civil para discutir maneiras para enfrentar e se adaptar às mudanças climáticas.</p>



<p>Os debates terão, como eixo principal, o novo relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que analisa vulnerabilidades, capacidades e limites do mundo e da sociedade para se adaptar às mudanças climáticas.</p>



<h2>Participação brasileira</h2>



<p>Segundo o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, a delegação brasileira buscará mostrar o potencial do país para a geração de energia verde. Em entrevista ao programa&nbsp;<em>A Voz do Brasil</em>, Leite disse que o encontro será uma boa oportunidade para atrair investidores estrangeiros interessados em explorar todo esse potencial.</p>



<p>“O Brasil, por características naturais e econômicas, é um potencial nesse setor”, disse o ministro. Segundo ele, o principal objetivo do Brasil na COP 27 será o de “levar a eles o Brasil das energias verdes”, para trazer “financiamento climático e acelerar toda essa economia verde junto com o setor privado”. “O que queremos é que o setor privado dê escala a uma nova economia verde, neutra em emissões até 2050”, disse.</p>



<p>Durante a entrevista, Leite disse que o potencial energético brasileiro para a geração de energia em terra firme, com usinas eólicas, solares e de biomassa é de 100 GW.</p>



<p>“Para entender o tamanho desse potencial, o Brasil produz atualmente 180 GW. É um volume bastante expressivo de energias renováveis e limpas que podemos transformar em hidrogênio verde e amônia verde para exportação”, disse o ministro, referindo-se a estes combustíveis que, por não serem danosos ao meio ambiente, têm despertado cada vez mais interesse no exterior.</p>



<h2>50 Itaipus</h2>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" loading="lazy" src="https://imagens.ebc.com.br/07mU3pmt8hEpO-FL_0N9z-Srocs=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/voz_do_brasil_joaquim_leite_mcajr_abr_2510221773.jpg?itok=34Cn5uEc" alt="Ministro do Meio Ambiente Joaquim Leite é o entrevistado do programa A Voz do Brasil" width="841" height="560" title="Marcello Casal JrAgência Brasil"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Ministro do Meio Ambiente Joaquim Leite disse que a COP27&nbsp;&nbsp;é boa oportunidade para atrair investidores estrangeiros &#8211;&nbsp;Marcello Casal JrAgência Brasil</strong></figcaption></figure>



<p>O ministro disse que há também as eólicas offshore, que são aerogeradores que podem ser instalados no mar. “Há um potencial de 700 GW, o que corresponde ao que seria gerado por 50 usinas de Itaipu. Isso mostra que o Brasil é o país das energias verdes, e que poderá fornecer energia verde para todo o mundo”, disse.</p>



<p>Os benefícios para o país vão além e envolvem toda uma cadeia de suprimentos e de indústrias que, ao se instalarem em território nacional, poderão aproveitar essa energia “verde e barata”. “Esse é o grande diferencial do Brasil, e essa vai ser a COP das energias verdes do Brasil”, disse citando que, a exemplo da eólica e da solar, a energia gerada a partir da biomassa, quando gerada a partir do lixo – tanto do campo como das cidades – também é considerada renovável.</p>



<p>Segundo o Ministério do Meio Ambiente, a matriz energética brasileira se destaca com um índice renovável de 84%, frente a 27% da média mundial. As matrizes solar e eólica bateram recordes de produção em 2022, respectivamente 14 GW e 22 GW. “Somadas, essas duas fontes são suficientes para fornecer energia limpa para mais de 40 milhões de brasileiros”, informa a pasta em nota publicada em seu site.</p>



<h2>Gestão de áreas no mar</h2>



<p>Joaquim Leite disse que, diante do alto volume de solicitações para a instalação de parques eólicos no mar, o governo tem atuado visando facilitar as autorizações, estabelecendo uma plataforma digital única de gestão de áreas no mar – o que pode aumenta o interesse externo em fazer investimentos no país.</p>



<p>“No Ibama, já temos aproximadamente 169 GW solicitados para a instalação de parques eólicos no mar. Esse volume de solicitações requerem uma plataforma única, porque não é apenas o Ibama que autoriza. Há vários outros órgãos, como das áreas de pesca, defesa. Precisávamos então agilizar esse processo para licenciamento dessas áreas. Já desenhamos uma portaria interministerial visando trazer toda uma estrutura digital para acelerar esses processos de concessão de áreas”, disse o ministro.</p>



<p>A instalação pode ser feita de forma barata em áreas rasas, comuns na Região Nordeste a 20 ou 30 quilômetros de distância da costa. “Poderemos instalar plataformas de cataventos no mar a uma distância que não atrapalhe o turismo. Além disso, essas plataformas melhoram a situação da fauna marinha. O Nordeste não tem uma fauna marinha abundante porque você não tem a proteção da sombra e essas estruturas trarão sombras no mar, aumentando a fauna marinha”.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" loading="lazy" src="https://imagens.ebc.com.br/ZHFOCquhU6PHrA_mwe-oPkDNEb0=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/placas_energia_solar_1.jpg?itok=6PXMkqpl" alt="Placas de energia solar instaladas para gerar eletricidade" width="840" height="559" title="Soninha Vill/GIZ"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Ministro dia que potencial energético brasileiro para a geração de energia em terra firme, com usinas eólicas, solares e de biomassa é de 100 GW. &#8211;&nbsp;Soninha Vill/GIZ</strong></figcaption></figure>



<h2>Manutenção barata</h2>



<p>Além do vento constante, o Nordeste brasileiro tem outra característica favorável a esse tipo de empreendimento: a baixa ocorrência de tempestades, o que, segundo o ministro, barateia a manutenção dos equipamentos, tornando esse tipo de empreendimento ainda mais atrativo.</p>



<p>“O mundo olha para essa oportunidade porque o Brasil é um país de vasta área costeira, importantíssimo porque não tem tempestade. Então você instala o aerogerador, com a certeza de que terá uma manutenção mais barata do que em outras regiões, como o Mar do Norte, na Europa, onde há tempestades constantes. O Brasil tem provavelmente o custo mais barato de energia eólica offshore”, argumentou o ministro.</p>



<p>Joaquim Leite disse que o investimento calculado por uma consultoria para explorar o potencial de 700 GW das eólicas no mar brasileiro é de R$ 1 trilhão.</p>



<p>“Isso tudo vai gerar receita, atividade econômica e uma energia barata, em um momento em que o mundo está preocupado com segurança energética. Então provavelmente as empresas vão se deslocar para o Brasil, porque aqui não falta energia limpa, além de termos a segurança de uma matriz plural de energia. Aqui poderão desenvolver indústrias com a garantia de que nunca faltará energia, e o que é melhor: energia limpa”, disse ele ao descrever o conteúdo a ser apresentado pela delegação brasileira na COP27.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



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