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	<title>Dengue &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Campanha de mobilização contra dengue nas escolas começa nesta segunda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 13:53:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A campanha Mobilização Nacional nas Escolas: combater o mosquito e promover saúde no território começa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Feed_Portal-IF3M-2025-02-03T095208.579.png" alt="" class="wp-image-18208" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Feed_Portal-IF3M-2025-02-03T095208.579.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Feed_Portal-IF3M-2025-02-03T095208.579-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Feed_Portal-IF3M-2025-02-03T095208.579-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Feed_Portal-IF3M-2025-02-03T095208.579-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasi</figcaption></figure>



<p>A campanha Mobilização Nacional nas Escolas: combater o mosquito e promover saúde no território começa nesta segunda-feira (3). Coordenada pelos ministérios da Educação (MEC) e da Saúde, a proposta é conscientizar sobre a urgência de enfrentar o mosquito&nbsp;<em>Aedes aegypti</em>&nbsp;e de prevenir todas as doenças transmitidas por ele.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1628861&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1628861&amp;o=node"></p>



<p>Em nota, o MEC informou que as atividades serão desenvolvidas ao longo de um período de dez semanas em todas as redes de ensino e também na rede de saúde. “Serão promovidas ações de alinhamento junto aos gestores do Programa Saúde na Escola para mobilização das redes nos territórios”.</p>



<p>&nbsp;“O objetivo é sensibilizar todos os estados e municípios que aderiram ao PSE [Programa Saúde na Escola] para a realização de atividades educativas e de aprendizagem integradas às temáticas do programa. Além disso, será disponibilizado um relatório detalhado com o monitoramento das ações registradas nos sistemas do Ministério da Saúde.”</p>



<p>A campanha foi dividida em quatro fases.</p>



<p>&#8211; Preparação: nas primeiras duas semanas, a gestão local do PSE vai planejar as ações na saúde e na educação. Haverá um incentivo para as redes realizarem vistorias nas escolas, a fim de identificar focos de criadouros do&nbsp;<em>Aedes aegypti</em>.</p>



<p>&#8211; Sensibilização: na terceira e na quarta semana, serão realizadas exposições dialogadas, rodas de conversa e demais atividades educativas para sensibilizar estudantes, professores e funcionários sobre a prevenção da dengue. Também serão distribuídos materiais informativos para conscientização.</p>



<p>&#8211; Engajamento: entre a quinta e a oitava semana, ocorrerão ações práticas nas escolas, incluindo atividades educativas interativas, como gincanas, teatros e jogos, que buscam envolver os estudantes de maneira lúdica na prevenção da dengue. A campanha será divulgada para a comunidade local por meio de mídias sociais, rádio, jornais e outros.</p>



<p>&#8211; Avaliação e encerramento: nas duas últimas semanas, serão analisados os dados epidemiológicos de cada Secretaria Municipal de Saúde sobre a notificação de casos de dengue e de focos do mosquito nos territórios de escolas participantes da mobilização. Também serão preparados os relatórios finais, com descrição de todas as atividades realizadas, os resultados obtidos e as lições aprendidas para orientar iniciativas futuras. </p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Informe da Prefeitura de Manaus aponta números de casos de dengue e outras arboviroses na capital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 12:44:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Informe Epidemiológico das Arboviroses, da&#160;Prefeitura de Manaus, aponta que o município não teve registro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-29T084254.582.png" alt="" class="wp-image-17925" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-29T084254.582.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-29T084254.582-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-29T084254.582-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-29T084254.582-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>O Informe Epidemiológico das Arboviroses, da&nbsp;<a href="https://www.manaus.am.gov.br/noticia/saude/informe-abovirose-manaus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prefeitura de Manaus</a>, aponta que o município não teve registro de novos casos confirmados de zika, oropouche e mayaro, dos dias 19 a 25 deste mês. A nova edição do levantamento, elaborada pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e divulgada nesta terça-feira, 28/1, relata 29 casos de dengue e dois de chikungunya confirmados no período, que corresponde à Semana Epidemiológica 4 de 2025.</p>



<p>O subsecretário municipal de Gestão da Saúde, Djalma Coelho, aponta que Manaus contabiliza, segundo o relatório da Semsa, 111 casos de dengue em 2025, confirmados dentre 284 casos suspeitos da doença, dos quais 79 seguem em investigação. Não há óbitos confirmados ou suspeitos pela arbovirose. Ele reitera o papel assertivo da população no combate ao Aedes aegypti, vetor da dengue, zika e chikungunya.</p>



<p>&#8220;O mosquito se cria em locais com água parada, mais comuns na época das chuvas, e a população precisa ficar atenta para inspecionar suas casas e eliminar esses focos, limpando calhas e ralos, removendo lixo dos quintais, vedando caixas d&#8217;água, entre outras medidas&#8221;, diz.</p>



<p>Djalma orienta ainda a população a vacinar crianças e adolescentes de 10 a 14 anos contra a dengue. A estratégia, ele aponta, complementa as ações da gestão municipal de prevenção e controle das arboviroses, que são conduzidas de forma permanente, com reforço nos períodos de maior ocorrência dessas doenças.</p>



<p>&#8220;A Qdenga, vacina utilizada na imunização contra a dengue em Manaus e em outras 1,3 mil cidades do país, protege contra os quatro sorotipos da doença. Aí se inclui o tipo 3, que ressurgiu no Brasil após 17 anos e que causa preocupação, porque é um dos mais virulentos&#8221;, explica.</p>



<p>Conforme o subsecretário, os jovens elegíveis para a vacinação devem receber duas doses da vacina, com intervalo de três meses. A vacina, ele observa, deve ser administrada de forma isolada, com 30 dias de intervalo das vacinas da febre amarela, varicela e tríplice viral, e de 24 horas, para as demais vacinas do calendário básico.</p>



<p>Djalma ressalta que a vacina é gratuita, sendo ofertada em mais de 60 salas gerenciadas pela Semsa, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A lista de unidades, endereços e horários de atendimento pode ser consultada on-line, no endereço&nbsp;<a href="http://manaus.am.gov.br/semsa/wp-content/uploads/sites/8/2024/08/SALAS-DE-VACINA-QDENGA-1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manaus.am.gov.br/semsa/wp-content/uploads/sites/8/2024/08/SALAS-DE-VACINA-QDENGA-1.pdf</a>.&nbsp;</p>



<p><strong>Mais números</strong></p>



<p>O total de casos de chikungunya em Manaus neste ano, segundo o informe epidemiológico da Semsa, é de quatro, confirmados dentre 18 casos suspeitos, dois deles ainda em análise. Não há registros de óbitos confirmados ou suspeitos pela arbovirose. O município também não registrou, neste ano, nenhum caso ou óbito decorrente de zika.</p>



<p>Ainda conforme o levantamento, até o momento, a capital não registra casos confirmados de oropouche ou mayaro, que são atestados por critério laboratorial, nem óbitos confirmados ou em investigação por essas doenças. O relatório não traz casos notificados das arboviroses, por não serem agravos de notificação obrigatória.</p>



<p>De periodicidade semanal, o Informe Epidemiológico das Arboviroses é elaborado pelas equipes da Semsa, a partir de dados disponíveis no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) e no Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL), do Ministério da Saúde. A publicação integra as estratégias da secretaria para monitoramento e vigilância epidemiológica das doenças transmitidas por mosquitos.</p>



<p><strong>Arboviroses</strong></p>



<p>As arboviroses são doenças virais, transmitidas aos seres humanos principalmente por mosquitos. Febre, dor de cabeça, dores musculares e manchas vermelhas na pele são alguns sintomas comuns associados a esses agravos, alguns dos quais podem causar complicações mais graves, capazes de levar à morte.</p>



<p>Entre os principais vetores das arboviroses estão o Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, e o Culicoides paraensis, mais conhecido como maruim ou meruim, transmissor de oropouche e mayaro.</p>



<p>O combate às doenças transmitidas por mosquitos abrange medidas preventivas, como a eliminação de focos de infestação e estratégias de controle vetorial, além da vacinação, como no caso da dengue.</p>



<p>— — —<br><strong>Texto &#8211;&nbsp;</strong>Jony Clay Borges / Semsa</p>



<p><strong>Fotos &#8211;&nbsp;</strong>Divulgação / Semsa</p>
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		<title>Prefeito de Manaus em exercício reforça alerta contra o Aedes aegypti e pede apoio da população em áreas de risco</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 18:19:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O prefeito de Manaus em exercício, Renato Junior, reforçou, na manhã desta terça-feira, 14/1, o]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-14T141700.751.png" alt="" class="wp-image-17127" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-14T141700.751.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-14T141700.751-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-14T141700.751-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-14T141700.751-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>O prefeito de Manaus em exercício, Renato Junior, reforçou, na manhã desta terça-feira, 14/1, o alerta contra a dengue na capital amazonense e pediu o apoio da população no combate aos focos do mosquito Aedes aegypti. De acordo com o último Informe Epidemiológico das Arboviroses, divulgado ontem, 13/1, 16 casos de dengue foram confirmados na semana de 5 a 11 de janeiro.</p>



<p>De acordo com Renato Junior, a atual gestão municipal tem investido em campanhas educativas e na intensificação de visitas domiciliares pelos agentes de saúde. Ele destaca o esforço dos servidores para atuar na linha de frente contra o mosquito.</p>



<p>“Esse mosquito não é apenas transmissor de dengue, sabemos o estrago que ele pode causar. Nós já estamos numa luta de gato e rato contra o mosquito Aedes aegypti, por conta dessas áreas que estão em amarelo e algumas até em vermelho. O prefeito David se antecipou e fez a união de ao menos 12 secretarias na penúltima semana de dezembro de 2024, para intensificar as ações, visando proteger a nossa população”, explicou Renato.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" loading="lazy" width="1024" height="682" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/8b5acbce-a7d9-4747-bdef-a8bceedaf20f-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-17128" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/8b5acbce-a7d9-4747-bdef-a8bceedaf20f-1024x682.jpeg 1024w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/8b5acbce-a7d9-4747-bdef-a8bceedaf20f-300x200.jpeg 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/8b5acbce-a7d9-4747-bdef-a8bceedaf20f-768x512.jpeg 768w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/8b5acbce-a7d9-4747-bdef-a8bceedaf20f-1536x1023.jpeg 1536w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/8b5acbce-a7d9-4747-bdef-a8bceedaf20f.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Na ocasião, uma comitiva da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) apresentou o resultado do 2º Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2024 e propôs ações emergenciais no enfrentamento às arboviroses transmitidas pelo mosquito, como dengue, zika e chikungunya.</p>



<p>A Semsa identificou que a zona Oeste é uma das zonas com indicador de risco em alerta. O relatório aponta 11 bairros em zona de risco para infestação do Aedes. Outros 32 bairros aparecem em “amarelo”, como zonas de médio risco.</p>



<p>“Aqui fica um apelo da Prefeitura de Manaus para a gente, enquanto cidadão, fazer a nossa parte. Vai ter locais que os agentes não vão conseguir entrar, só quem consegue entrar somos nós e a nossa consciência com relação à dengue”, afirma Renato Junior.</p>



<p>Medidas simples são eficazes para combater a dengue, como eliminar focos de água parada, onde o mosquito Aedes aegypti se reproduz. É importante tampar caixas d&#8217;água, limpar calhas, manter garrafas e recipientes virados para baixo, evitar acúmulo de lixo e descartar corretamente pneus e outros objetos que possam acumular água. É fundamental inspecionar vasos de plantas e recipientes regularmente, trocando a água ou utilizando areia para evitar o acúmulo. A colaboração da população é essencial, porque muitas áreas de risco só podem ser acessadas pelos próprios moradores.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Texto – Alessandra Taveira / Gabinete Vice-Prefeito<br>Fotos – Carlos Oliveira / Gabinete Vice-Prefeito, Dhyeizo Lemos / Semcom e Divulgação / Semsa</p>
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		<title>Prefeitura de Manaus alerta pais para vacinação de crianças e adolescentes contra a dengue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 19:01:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de&#160;Manaus&#160;faz um apelo aos pais de crianças e adolescentes de 10 a 14]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-08T145746.926.png" alt="" class="wp-image-16844" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-08T145746.926.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-08T145746.926-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-08T145746.926-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-08T145746.926-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>A Prefeitura de&nbsp;<a href="https://www.manaus.am.gov.br/noticia/saude/vacinacao-contra-dengue/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Manaus</a>&nbsp;faz um apelo aos pais de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos de idade, para que levem seus filhos a uma das 69 salas de vacina contra a dengue, para que seus filhos sejam protegidos contra as formas graves da doença. Seguindo as recomendações do Ministério da Saúde, a Semsa oferta o imunobiológico ao grupo de 10 a 14 anos de idade, que é mais vulnerável a desenvolver as formas graves da doença.</p>



<p>Dados da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) indicam que 93.154 pessoas desse segmento estão imunizadas desde o início da oferta da vacina, em fevereiro do ano passado, o que corresponde a 57,25% da meta de imunização, que compreende 162.708 crianças e adolescentes.</p>



<p>O esquema vacina da Qdenga compreende duas doses da vacina, obedecendo um intervalo de 90 dias entre a primeira e a segunda dose. A Semsa disponibiliza o imunizante em unidades de saúde que funcionam no horário regular, das 8h às 17h, e nas que atendem no horário ampliado, das 7h às 20h, e que funcionam aos sábados, das 8h às 12h.</p>



<p>A Clínica da Família Carmen Nicolau, situada na rua Nestor Nascimento, s/n, Lago Azul, na zona Norte, além do funcionamento em dias úteis, também atende o público aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 17h. Os endereços e horários de funcionamento das unidades pode ser conferido por meio do link:&nbsp;<a href="https://www.manaus.am.gov.br/semsa/unidades/vacinacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.manaus.am.gov.br/semsa/unidades/vacinacao/</a></p>



<p>O subsecretário municipal de Gestão da Saúde, Djalma Coelho, ressalta que se vacinar contra a dengue é uma estratégia eficaz para evitar que a doença evolua para os sintomas mais severos.</p>



<p>&#8220;O período chuvoso é sempre desafiador para a saúde pública, porque nessa fase aumenta a transmissibilidade de doenças por arboviroses e as síndromes gripais. Mas nesse cenário temos uma arma efetiva que aumenta a defesa do corpo para a infecção causada pela dengue. Precisamos valorizar essa conquista e por isso apelamos aos pais e responsáveis que vacinem seus filhos&#8221;, salienta o subsecretário.</p>



<p><strong>Orientação</strong></p>



<p>O subsecretário Djalma Coelho informa que as crianças e adolescentes que tiveram diagnóstico confirmados para dengue, precisam aguardar seis meses para iniciar o esquema vacinal.&nbsp; &#8220;Mas se a infecção acontecer depois desse usuário ter recebido a primeira dose, orientamos que se espere 30 dias a contar do desaparecimento dos sintomas para que a segunda dose seja recebida&#8221;, aconselha.</p>



<p>&#8212; &#8212; &#8212;&nbsp;</p>



<p><strong>Texto &#8211;&nbsp;</strong>Tânia Brandão / Semsa</p>



<p><strong>Fotos &#8211;</strong>&nbsp;Divulgação / Semcom</p>
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		<title>Dia D contra dengue promove ações de conscientização em todo o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 13:28:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O governo federal vai promover o Dia D de mobilização de ações de prevenção contra]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Feed_Portal-IF3M-2024-12-11T092628.407.png" alt="" class="wp-image-15711" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Feed_Portal-IF3M-2024-12-11T092628.407.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Feed_Portal-IF3M-2024-12-11T092628.407-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Feed_Portal-IF3M-2024-12-11T092628.407-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Feed_Portal-IF3M-2024-12-11T092628.407-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</figcaption></figure>



<p>O governo federal vai promover o Dia D de mobilização de ações de prevenção contra a dengue&nbsp;no próximo sábado (14).&nbsp;Em 2024, foram contabilizados, até agora, mais de 6,7 milhões de casos e 5.950 mortes por causa da doença. O sistema de saúde investiga se outros&nbsp;1.091 óbitos tiveram a doença como causa. Para se ter uma ideia, no ano passado, foram 1.179 mortes pelo vírus, um número cinco vezes menor.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1623263&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1623263&amp;o=node"></p>



<p>A proposta é realizar campanhas de&nbsp;conscientização e engajamento da população em todo o país para prevenir os focos do&nbsp;<em>aedes aegypti</em>, mosquito que transmite o vírus que causa a dengue.&nbsp;De acordo com o secretário adjunto de Vigilância em Saúde e Ambiente, Rivaldo Cunha, o momento, agora, é de prevenir. “Como estamos chegando no período em que as chuvas voltam a ocorrer com maior intensidade, este é o momento ideal para que o mosquito também aumente a sua proliferação”, explicou o especialista.&nbsp;</p>



<p>Ele diz que a série de ações de conscientização conta com a parceria de estados e municípios para divulgar a necessidade da população contribua com ações simples. Entre essas providências, está o de retirar de casa qualquer objeto que possa acumular água, ambiente que pode se transformar num foco de proliferação do mosquito Aedes aegypti. “Nós queremos chamar a atenção da população como um todo. Este é o momento de prevenir uma potencial epidemia que poderia acontecer em janeiro ou fevereiro”.</p>



<h2>Mudanças climáticas</h2>



<p>O secretário, que é médico e foi pesquisador da Fiocruz, alertou que as mudanças climáticas precisam ser levadas em conta porque a elevação da temperatura média ambiental, as chuvas e secas intensas, mexeram&nbsp;com a biologia do mosquito transmissor da dengue. “Isso aumenta a nossa preocupação. No ano de 2024, não houve uma única semana em que registrássemos um menor número de casos do que a mesma semana de 2023”, exemplificou.&nbsp;</p>



<p>Ele entende que há uma situação peculiar ao Brasil e outros países da América do Sul em que há intermitência no fornecimento da água para o uso doméstico. Esse cenário faz com que as famílias armazenem água para o dia a dia. “Nós temos observado que o armazenamento improvisado da água naqueles dias em que ela está disponível nas torneiras têm se transformado posteriormente em potenciais focos”.&nbsp;</p>



<p>Outra questão de vulnerabilidade tem relação com a coleta do resíduos sólidos deixados de forma irregular. “Quaisquer objetos, independentemente do tamanho, que possam acumular água, poderão se transformar num potencial foco de proliferação do mosquito. Desde uma tampinha de garrafa”.</p>



<h2>Epidemia</h2>



<p>No ano de 2024,&nbsp;Distrito Federal, Minas Gerais e Paraná foram as unidades federativas com as maiores incidências da doença.&nbsp; Rivaldo Cunha observa, em relação à geografia da doença, que os especialistas têm observado um lento e contínuo crescimento no número de casos registrados nas regiões Sudeste e Sul. “Isso evidentemente nos preocupa. Ainda é um crescimento não assustador. Há condições reais de que, a partir da nossa mobilização cidadã (&#8230;) possamos evitar uma nova epidemia”.</p>



<p>Em 2024, os picos ocorreram de fevereiro a maio, quando o país contabilizou mais de um milhão de casos por mês. O pior período foi março, com mais de 1,7 milhão de registros da doença. Neste ano, o maior número de pessoas diagnosticadas com dengue foi na faixa etária dos 20 aos 29 anos de idade. </p>



<p>Fonte: Agência Brasil </p>
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		<title>Portal IF3M &#8211; Entenda a diferença dos sintomas de dengue e de covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 14:10:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[Em meio a uma explosão de casos de dengue e o aumento de infecções por]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-66-1.png" alt="" class="wp-image-9936" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-66-1.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-66-1-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-66-1-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-66-1-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Fabio Rodrigues</figcaption></figure>



<p>Em meio a uma explosão de casos de dengue e o aumento de infecções por covid-19 no Brasil, sintomas como febre, dor de cabeça e mal-estar passaram a assustar e gerar muitas dúvidas. No atual cenário epidemiológico, é importante saber diferenciar os sinais de cada enfermidade.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1583283&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1583283&amp;o=node"></p>



<p>Em entrevista à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>, o infectologista do Serviço de Controle de Infecção do Hospital Albert Einstein, Moacyr Silva Junior, lembrou que, embora igualmente causadas por vírus, dengue e covid-19 são transmitidas de maneiras completamente diferentes. Enquanto a infecção por dengue acontece pela picada do mosquito&nbsp;<em>Aedes aegypti</em>, a infecção por covid-19 se dá por via aérea, por contato próximo a uma pessoa doente, como tosse ou espirro.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/b6rzCI70aBCjDgdCH8VRobfF9xI=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/02/28/infectologista_moacyr_silva_junior.jpg?itok=gZJMqU3e" alt="Brasília (DF) 28/02/2024 - Infectologista do Serviço de Controle de Infecção do Hospital Albert Einstein, Moacyr Silva Junior.
Foto: Moacyr Silva Junior/Arquivo Pessoal" title="Moacyr Silva Junior/Arquivo Pessoal"/></figure>



<p>Brasília &#8211; O infectologista do Serviço de Controle de Infecção do Hospital Albert Einstein, Moacyr Silva Junior &#8211;&nbsp;Foto&nbsp;<strong>Moacyr Silva Junior/Arquivo Pessoal</strong></p>



<p>“A transmissão da covid-19 acontece de pessoa para pessoa. É uma transmissão respiratória por tosse, expectoração, gotículas, contato de mão. Muitas vezes, a pessoa assoa o nariz, não higieniza as mãos e passa para outra pessoa. A dengue não, está relacionada ao mosquito mesmo. O mosquito pica uma pessoa infectada e, posteriormente, vai picar outra pessoa sã e transmitir o vírus de uma pessoa para outra, mas você tem o vetor.”</p>



<p>O infectologista explica a diferença básica nos sintomas das duas doenças:</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>“Quando a gente pensa em covid-19, o quadro é muito relacionado a um quadro respiratório ou de resfriado comum e dor no corpo. Já na dengue, geralmente, é um quadro mais seco. Esse quadro respiratório geralmente está ausente. Não vai haver infecção das vias aéreas superiores. É mais dor atrás dos olhos, dor no corpo, mal-estar. Não vai estar associado à coriza, tosse e expectoração.”</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/02/28/dengue-vs-covid.png" alt="arte_dengue-vs-covid" title="Arte/Agência Brasil"/></figure>



<h2>&nbsp;</h2>



<h2>Dengue</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/RoKMOA5a9_IYYkiQvIrmpO3N_Uo=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/31012024-124a7918.jpg?itok=M8UVPz3F" alt="Brasília, DF 31/01/2024 A ministra da Saúde, Nísia Trindade, visita a tenda de acolhimento e atendimento para casos suspeitos de dengue na cidade de Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal.  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/></figure>



<h6>Ministra da Saúde, Nísia Trindade, visita tenda de acolhimento e atendimento para casos suspeitos de dengue na cidade de Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal &#8211;&nbsp;<strong>Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</strong></h6>



<p>O Ministério da Saúde define a dengue como uma doença febril aguda, sistêmica, debilitante e autolimitada. A maioria dos pacientes se recupera, mas parte deles pode progredir para formas graves da doença.</p>



<p>A quase totalidade dos óbitos por dengue é classificada pela pasta como evitável e depende, na maioria das vezes, da qualidade da assistência prestada e organização da rede de serviços de saúde.</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>“Os sinais clássicos da dengue são febre, geralmente junto com dor no corpo, dor atrás dos olhos, mal-estar e prostração. É uma febre que chega a 38° ou 39°. Tudo bem associado”, explicou o infectologista.</p>
</blockquote>



<p>Após o período febril, entretanto, é preciso manter a atenção. Com o declínio da febre após os primeiros dias, alguns sinais classificados como de alarme podem estar presentes e marcam o início da piora do paciente.</p>



<p>“O agravamento da dengue acontece em torno do terceiro ao quinto dia, quando a febre desaparece. É interessante porque, geralmente, quando a febre desaparece, a gente acha que está melhorando. Mas, no caso da dengue, pode se um sinal de que a coisa pode piorar.”</p>



<p>“Nessa piora, os sinais de alerta são vômitos recorrentes, a pessoa não consegue se alimentar, fica bem desidratada, dor de barriga, surgem manchas pelo corpo. São sinais de gravidade. Então, no terceiro dia, caso a febre suma e a pessoa se sinta pior, vale procurar o posto de saúde para ser avaliada e verificar a gravidade.”</p>



<h2>Covid-19</h2>



<p>Já a covid-19 se caracteriza por uma infecção respiratória aguda causada pelo coronavírus SARS-CoV-2 e é classificada pelo Ministério da Saúde como potencialmente grave, de elevada transmissibilidade e de distribuição global.</p>



<p>A doença pode apresentar manifestações clínicas leves, quadros moderados, graves e até críticos.</p>



<p>A maioria dos casos são marcados pela presença de sintomas como tosse, dor de garganta ou coriza, seguidos ou não de febre, calafrios, dores musculares, fadiga e dor de cabeça.</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>“A covid pode não ter febre. O paciente vai apresentar um quadro de tosse, expectoração, dor de garganta, obstrução nasal associada à dor no corpo. Acompanhado ou não de febre”, explicou Moacyr Silva Júnior.</p>
</blockquote>



<p>“Felizmente, com a vacinação, a gente não está tendo mais casos graves de covid-19, com internação. A pessoa pode ficar em casa e tratar coma analgésicos e antitérmicos. Os sinais de gravidade são falta de ar que persiste, cansaço importante, frequência respiratória mais aumentada e uma febre que pode persistir, diferentemente da dengue. Nesses casos, o paciente deve procurar assistência médica.”</p>



<p>Em casos graves, classificados como Síndrome Respiratória Aguda Grave, há desconforto respiratório, pressão persistente no tórax ou saturação de oxigênio menor que 95% em ar ambiente, além de coloração azulada de lábios ou rosto. Nos casos críticos, há necessidade de suporte respiratório e internações em unidades de terapia intensiva (UTI).</p>



<h2>Automedicação</h2>



<p>Com os sistemas de saúde públicos e particulares sobrecarregados, o paciente, muitas vezes, opta por tomar medicamentos por conta própria. O infectologista alerta, entretanto, que a automedicação, apesar de ser vista como uma solução para o alívio imediato dos sintomas, deve ser feita com cautela para que não haja consequências mais graves – sobretudo em casos de dengue.</p>



<p>“Em relação à covid, particularmente, a dipirona e a lavagem nasal com soro fisiológico já ajudam e diminuem os sintomas até passar a fase. Já em relação à dengue, além do analgésico, que seria a dipirona, precisamos de uma hidratação bastante importante, algo em torno de três litros por dia de hidratação oral. Pode ser suco, água de coco e água. Associados à dipirona, para diminuir os sintomas de dor muscular. O que é contraindicado é o ácido acetilsalicílico, o AAS, que pode piorar os sinais de hemorragia caso o paciente evolua para dengue hemorrágica”, concluiu.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



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		<title>Portal IF3M &#8211; Brasil se aproxima de 1 milhão de casos prováveis de dengue</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2024/02/27/portal-if3m-brasil-se-aproxima-de-1-milhao-de-casos-provaveis-de-dengue/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2024 15:26:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Desde o início de janeiro, o Brasil já registrou 920.427 casos prováveis de dengue. O]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-49-1.png" alt="" class="wp-image-9882" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-49-1.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-49-1-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-49-1-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-49-1-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Paulo Whitaker</figcaption></figure>



<p>Desde o início de janeiro, o Brasil já registrou 920.427 casos prováveis de dengue. O país contabiliza ainda 184 mortes confirmadas pela doença e 609 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência da dengue no Brasil, neste momento, é de 453,3 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Os dados são do&nbsp;Painel de Monitoramento das&nbsp;Arboviroses, divulgados nesta terça-feira (27)&nbsp;pelo do Ministério da Saúde<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1583005&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1583005&amp;o=node"></p>



<p>Entre os casos prováveis, 55,3% são de&nbsp;mulheres e 44,7% de&nbsp;homens. A faixa etária dos 30 aos 39 anos segue respondendo pelo maior número de casos de dengue no país, seguida pelo grupo de 40 a 49 anos e de 50 a 59 anos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/NDFfziLdTvqwfZkjEMPheaZ9RAs=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/eliminar-criadouros_copy.jpg?itok=9D87FALK" alt="A melhor forma de combater a dengue é impedir a reprodução do mosquito. Foto: Arte/EBC" title="Arte/EBC"/></figure>



<p>A melhor forma de combater a dengue é impedir a reprodução do mosquito. Foto: Arte/EBC &#8211;&nbsp;<strong>Arte/EBC</strong></p>



<p>Já no&nbsp;<em>ranking</em>&nbsp;dos estados, Minas Gerais lidera em número absoluto de casos prováveis (311.333). Em seguida aparecem São Paulo (161.397), Distrito Federal (98.169) e Paraná (94.361).</p>



<p>Quando se considera o coeficiente de incidência, o Distrito Federal aparece em primeiro lugar (3.484,8 casos por 100 mil habitantes), seguido por Minas Gerais (1.515,8), Acre (828,7) e Paraná (824,6).</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



<p><strong>Leia mais:</strong></p>



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]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Portal IF3M &#8211; Informe epidemiológico da Prefeitura de Manaus atualiza números de casos de arboviroses</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2024/02/26/portal-if3m-informe-epidemiologico-da-prefeitura-de-manaus-atualiza-numeros-de-casos-de-arboviroses/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2024 19:28:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Prefeitura de Manaus]]></category>
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		<category><![CDATA[Zika]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Manaus atualiza o cenário de casos de dengue, zika, chikungunya e oropouche]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-42-1.png" alt="" class="wp-image-9861" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-42-1.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-42-1-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-42-1-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-42-1-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação / Semsa</figcaption></figure>



<p>A Prefeitura de Manaus atualiza o cenário de casos de dengue, zika, chikungunya e oropouche no município, ao divulgar a nova edição do Informe Epidemiológico das Arboviroses, nesta segunda-feira, 26/2. A publicação, elaborada pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), reúne dados relativos à Semana Epidemiológica 8, abrangendo os dias 18 a 24 de fevereiro de 2024.</p>



<p>A edição nº 8 do informe traz 27 novos casos de dengue, totalizando 1.113 casos confirmados da doença em 2024. Foram notificados 258 casos suspeitos, somando 5.664 neste ano, dos quais 2.523 seguem em investigação. Permanece em um o total de óbitos causados pela arbovirose, e outros três estão sendo investigados.</p>



<p>A publicação relata um novo caso de zika, registrado na última semana epidemiológica, chegando a seis o total de casos confirmados desde o início do ano. Outros 25 casos suspeitos estão sendo investigados, de um total de 42 notificados neste ano, dos quais três na última semana. Não há óbitos confirmados ou em investigação pela doença até o momento.</p>



<p>O total de casos de chikungunya em 2024 permanece em dois, sem registro de novos casos confirmados na última semana. Ao todo, 56 casos suspeitos da doença foram notificados neste ano, três deles no período de 18 a 24 de fevereiro, e 43 estão hoje em investigação. Não há registro de óbitos suspeitos ou confirmados pela doença.</p>



<p>O informe da Semsa Manaus contabiliza 26 novos casos de febre do Oropouche, totalizando 797 casos da doença, confirmados por critério laboratorial. Permanece em um o número de mortes decorrentes da arbovirose no município, com confirmação por critério laboratorial. Não há casos suspeitos ou óbitos em investigação. A publicação não indica casos notificados da doença, por não se tratar de agravo de notificação obrigatória.</p>



<p>A elaboração do Informe Epidemiológico das Arboviroses é de responsabilidade das gerências de Vigilância Epidemiológica, de Vigilância Ambiental e Controle de Agravos por Vetores, e do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde da Semsa. Os dados são oriundos do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), via Sinan-Online e Sinan Net, e do Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL), estando sujeitos a atualização.</p>



<p>Checklist</p>



<p>O enfrentamento das arboviroses, conforme o subsecretário de Gestão da Saúde, Djalma Coelho, requer adesão da população às medidas para combate à proliferação dos mosquitos vetores das doenças, entre eles o Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.</p>



<p>“Três em cada quatro criadouros de mosquitos estão nos quintais e dentro das residências, por isso todos devem fazer sua parte. Bastam poucos minutos por semana para eliminar os focos de água parada em casa, evitando que o mosquito prolifere e dissemine as doenças”, aponta.</p>



<p>Djalma assinala que o checklist semanal contra as arboviroses inclui medidas simples de prevenção, entre elas manter bem tampadas as caixas d’água, acondicionar pneus em local coberto, evitar o acúmulo de sucata e entulho a céu aberto, colocar areia nos pratos de vasos de plantas e limpar regularmente as calhas e ralos.</p>



<p>Medidas e vacinação</p>



<p>O subsecretário pontua que a Semsa Manaus vem reforçando, desde o início do período das chuvas, mais propício à reprodução dos mosquitos, as medidas de vigilância, prevenção e controle já realizadas de forma permanente.</p>



<p>Entre essas ações se inclui o controle vetorial mediante notificação dos casos, atuação de equipe da vigilância epidemiológica para investigação e busca ativa de contatos de pessoas com sintomas característicos das doenças.</p>



<p>“Na última semana demos início à vacinação contra a dengue, que é mais uma estratégia nesse enfrentamento. Nesse primeiro momento estão sendo imunizadas crianças de 10 e 11 anos, em mais de 170 salas de vacina distribuídas por toda a cidade”, informa Djalma Coelho.</p>



<p>Para receber o imunizante, orienta a gestora, as crianças devem estar acompanhadas de um dos pais ou de um responsável, em posse de documento oficial de identificação, Cartão Nacional de Saúde (CNS) ou CPF, e o cartão de vacina.</p>



<p>Fonte: SEMSA &#8211; Secretaria Municipal de Saúde</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



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		<title>Portal IF3M &#8211; Dengue no Rio tem número de casos seis vezes maior que o esperado</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2024/02/19/portal-if3m-dengue-no-rio-tem-numero-de-casos-seis-vezes-maior-que-o-esperado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2024 15:09:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[O boletim semanal Panorama da Dengue, divulgado sexta-feira (16) pela Secretaria de Estado de Saúde]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-86.png" alt="" class="wp-image-9694" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-86.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-86-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-86-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-86-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Fábio Rodrigues</figcaption></figure>



<p>O boletim semanal Panorama da Dengue, divulgado sexta-feira (16) pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), mostrou que o estado está com um número de casos prováveis de dengue seis vezes acima do limite máximo esperado para esta época do ano, de acordo com a série histórica dos últimos dez anos. Houve quatro óbitos confirmados: dois no município do Rio de Janeiro, um em Mangaratiba e um em Itatiaia.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1581600&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1581600&amp;o=node"></p>



<p>A análise mostrou&nbsp;ainda que a tendência de aumento na transmissão de casos se mantém pela nona semana consecutiva. De janeiro até 15 de fevereiro, foram registrados 41.252 casos de dengue em todo o estado, número equivalente a 80% dos casos notificados em todo o ano de 2023, quando o Rio de Janeiro teve 51.479 casos da doença.</p>



<p>Elaborado pelo Centro de Inteligência em Saúde (CIS) da SES-RJ, o boletim usa um modelo de cálculo epidemiológico conhecido como&nbsp;<em>nowcasting</em>, que leva em conta o atraso de inserção de dados no sistema de vigilância. O período analisado pelo boletim corresponde à Semana Epidemiológica 6 (SE 6), que vai de 04/02/2024 a 10/02/2024, incluindo o período de carnaval. Foram registrados nesse período 6.593 casos. Com base no modelo de análise, a secretaria estima que mais de 25 mil novos casos devem ser registrados para o período. Ou seja, cerca de 19 mil registros ainda devem entrar no sistema.</p>



<p>O Panorama da Dengue apresenta também o indicador Excesso de Casos (EC), que mostra quantas vezes o número de casos registrados excede o limite máximo considerado dentro do esperado para o momento atual. Por essa métrica, as regiões Metropolitana I &#8211; que inclui a capital e Baixada Fluminense &#8211; e Serrana são as que apresentam o maior excesso de casos (20 vezes e 5,6 vezes, respectivamente). Em seguida vêm as regiões Centro-Sul (EC = 4,7 vezes) e Baía de Ilha Grande (EC aproximado de 3 vezes), onde estão Angra dos Reis, Paraty e Mangaratiba.</p>



<p>Segundo a secretária de estado de Saúde, Claudia Mello, a pasta vem monitorando o crescimento da transmissão em todo o estado e oferecendo apoio aos 92 municípios, com treinamento de profissionais&nbsp;com os protocolos de diagnóstico e tratamento dos pacientes e envio de insumos, equipamentos e medicamentos para montagem de salas de hidratação nos municípios, entre outras ações.</p>



<p>“Mas é importante também que a população esteja junto conosco neste momento, com uma série de medidas para controlar e eliminar focos de dengue dentro de casa, onde ficam 80% dos criadouros do <em>Aedes aegypti</em>”, afirmou Claudia, em nota.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



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		<title>Portal IF3M &#8211; Vacina contra dengue: entenda por que idosos precisam de receita</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2024/02/07/portal-if3m-vacina-contra-dengue-entenda-por-que-idosos-precisam-de-receita/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2024 14:10:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Imunização]]></category>
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		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[A população idosa concentra, atualmente, as maiores taxas de hospitalização por dengue no Brasil. O]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-47.png" alt="" class="wp-image-9565" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-47.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-47-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-47-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Feed_Portal-IF3M-47-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação/Takeda</figcaption></figure>



<p>A população idosa concentra, atualmente, as maiores taxas de hospitalização por dengue no Brasil. O grupo, entretanto, ficou de fora da faixa etária considerada prioritária para receber a vacina contra a dengue por meio do&nbsp;Sistema Único de Saúde (SUS). Isso porque a própria bula da Qdenga estipula que o imunizante é indicado somente para pessoas com idade entre 4 e 60 anos. Ainda assim, em laboratórios particulares, o imunizante é aplicado em idosos, desde que seja apresentado pedido médico.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1579801&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1579801&amp;o=node"></p>



<p>A pergunta é: há risco para o idoso que recebe a vacina? Em entrevista à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>, o geriatra Paulo Villas Boas&nbsp;explicou que a bula da Qdenga não inclui pessoas acima de 60 anos porque não foram feitos estudos de eficácia nessa faixa etária. O membro do Comitê de Imunização da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia destacou, entretanto, que a dose foi liberada para toda a população acima de 4 anos pela Agência Europeia de Medicamentos e a Agência Argentina de Medicamentos.</p>



<p>“Em médio prazo, acredito que haverá uma discussão sobre a liberação da vacina contra a dengue para a população com mais de 60 anos”, disse. “No presente momento, os idosos não são elegíveis. Se a dose for utilizada na população com mais de 60 anos, mesmo que seja recomendada&nbsp;por um médico, é considerado o que a gente chama de prescrição&nbsp;<em>off label</em>, ou seja, que não consta na liberação oficial. Alguns medicamentos são prescritos assim porque há estudos que mostram benefício.”</p>



<p>“Existe essa possibilidade da prescrição&nbsp;<em>off label</em>. Mas o que está acontecendo no Brasil hoje em dia? Há uma demanda muito grande da população idosa com desejo de se vacinar contra a dengue. Porém, mesmo nas clínicas privadas, não se encontra mais a vacina. Como ela foi liberada, o próprio laboratório não está conseguindo suprir a demanda para o SUS. Temos uma previsão, até o final do ano, de um aporte de cerca de 6 milhões de doses. Então o laboratório provavelmente não vai conseguir suprir a demanda para clínicas privadas.”</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/NDFfziLdTvqwfZkjEMPheaZ9RAs=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/eliminar-criadouros_copy.jpg?itok=9D87FALK" alt="A melhor forma de combater a dengue é impedir a reprodução do mosquito. Foto: Arte/EBC" title="Arte/EBC"/></figure>



<p>A melhor forma de combater a dengue é impedir a reprodução do mosquito. Foto: Arte/EBC &#8211;&nbsp;<strong>Arte/EBC</strong></p>



<p>Villas Boas lembrou que os idosos são considerados grupo de risco para agravos decorrentes da infecção pela dengue. O maior número de óbitos, segundo o geriatra, acontece exatamente nessa faixa etária. Dados da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul, por exemplo, mostram que, no ano passado, das 11 mortes registradas pela doença, oito foram em pessoas com mais de 60 anos. Em 2022, 79% dos óbitos provocados pela dengue no estado também foram entre idosos.</p>



<p>“A gente sabe que os indivíduos idosos são portadores de doenças crônicas como hipertensão, diabetes, doença do coração. Muitos têm estado em imunossupressão, ou seja, quebra da imunidade. E esses são fatores de risco para complicações da infecção pela dengue. Por isso, acredito que a médio prazo, ou mesmo a curto prazo, teremos dados cientificamente robustos que indiquem a vacinação contra a dengue para essa população.”</p>



<p>O geriatra reforçou que não há risco iminente para idosos que, com a prescrição médica em mãos, recebem a vacina contra a dengue, mas destacou aspectos considerados importantes quando o assunto é a imunização de pessoas com mais de 60 anos, como um estado de perda de imunidade normal da idade, chamado imunossenescência, e a tomada de medicações que podem aumentar a imunodeficiência, como o uso crônico de corticoides e outros tratamento específicos.</p>



<p>“Se eventualmente esse indivíduo idoso desejar ser vacinado, é importante que ele converse muito bem com o médico que irá prescrever a vacina. Um bom contexto de saúde desse indivíduo idoso, para que ele possa receber a vacina com total segurança. A gente tem que lembrar que a Qdenga é uma vacina com vírus atenuado e não com vírus morto. Se o indivíduo estiver com a imunidade mais baixa, pode ter uma resposta ou reação vacinal maior, desenvolvendo efeitos colaterais inerentes à vacinação, como mal-estar geral e febre. Não vai desenvolver um&nbsp;quadro de dengue clássico. Mas pode ter uma série de efeitos colaterais, descritos na própria bula da vacina.”</p>



<p>Na ausência de uma dose contra a dengue formalmente indicada para idosos, Villas Boas ressaltou que a prevenção da doença nessa faixa etária deve ser feita por meio dos cuidados já amplamente divulgados para o combate ao mosquito&nbsp;<em>Aedes aegypti</em>: impedir o acúmulo de água parada; usar repelentes sobretudo pela manhã e no final da tarde, horários de maior circulação do&nbsp;<em>Aedes aegypti</em>; e utilizar roupas de manga longa e em tons mais claros.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/x6SbMOIniuY_7h-OPWC5T0r7ovY=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/protecao_copy.jpg?itok=XNQgjY2c" alt="Medidas de proteção individual para evitar picadas de mosquitos. Foto: Arte/EBC" title="Arte/EBC"/></figure>



<p>Medidas de proteção individual para evitar picadas de mosquitos. Foto: Arte/EBC &#8211;&nbsp;<strong>Arte/EBC</strong></p>



<p>“A prevenção da dengue para a população idosa é idêntica à prevenção da população em geral. Não há nada específico. São aquelas orientações que a gente cansa de ouvir e cansa de ver que as pessoas não fazem”, disse. “Tudo o que possa evitar o indivíduo de ser picado contribui”, concluiu. </p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



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