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	<title>emendas de relator &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Portal IF3M &#8211; STF considera orçamento secreto inconstitucional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2022 19:30:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por 6 votos a 5, Supremo entendeu que emendas de relator são ilegais Por 6]]></description>
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<h3>Por 6 votos a 5, Supremo entendeu que emendas de relator são ilegais</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/12/new-music-studio-1180-×-1080-px-1-16.png" alt="" class="wp-image-1878" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/12/new-music-studio-1180-×-1080-px-1-16.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/12/new-music-studio-1180-×-1080-px-1-16-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/12/new-music-studio-1180-×-1080-px-1-16-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/12/new-music-studio-1180-×-1080-px-1-16-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Marcello Casal/Agência Brasil</figcaption></figure>



<p>Por 6 votos a 5, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucionais as emendas de relator do Orçamento, as chamadas RP9, mais conhecidas por orçamento secreto. A corte finalizou hoje (19) o julgamento de ações dos partidos Cidadania, PSB, PSOL e PV, que entendem que as emendas RP9 são ilegais e não estão previstas na Constituição.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1499147&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1499147&amp;o=node"></p>



<p>Até o último dia 15, quando o julgamento&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2022-12/stf-suspende-julgamento-sobre-legalidade-do-orcamento-secreto" target="_blank" rel="noreferrer noopener">foi suspenso</a>, o placar era de 5 votos a 4 contra o orçamento secreto. A presidente do STF e relatora das ações, ministra Rosa Weber,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2022-12/presidente-do-stf-vota-contra-o-orcamento-secreto" target="_blank" rel="noreferrer noopener">votou pela inconstitucionalidade das emendas RP9</a>&nbsp; e foi seguida pelos ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Ela considerou que o modelo prejudica a distribuição de recursos, o direito dos parlamentares de participar do ajuste do Orçamento e a sociedade, por dificultar a obtenção de informações sobre a aplicação do dinheiro.</p>



<p>Já os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Nunes Marques votaram pela possibilidade da adoção das emendas, mas com a aplicação de formas proporcionais de distribuição e de fiscalização. E o ministro André Mendonça votou para manter as emendas de relator ao entender que a decisão política sobre o destino dos recursos orçamentários cabe ao Legislativo.</p>



<p>Após a suspensão do julgamento, o Congresso Nacional<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2022-12/congresso-nacional-aprova-novas-regras-para-orcamento-secreto" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;aprovou uma resolução</a>&nbsp;que muda as regras dos recursos distribuídos pelas emendas de relator para tornar esses repasses mais transparentes à sociedade.</p>



<p>Nesta segunda-feira (19), ao proferir seu voto, o ministro Ricardo Lewandowski disse que a medida apresentou avanços para “mitigar a enorme discricionariedade que o relator tem na distribuição dos recursos orçamentários”. Entretanto, para ele, as mudanças ainda não estão de acordo com os parâmetros constitucionais de transparência. Já o ministro Gilmar Mendes, último a votar, julgou as ações parcialmente procedentes e avaliou que, apesar da necessidade de se garantir mais transparência, não é possível simplesmente declarar inconstitucional a possibilidade de emendas de relator previrem despesas, restringindo-a a ajustes técnicos.</p>



<p>O apelido de orçamento secreto surgiu da ausência de identificação dos deputados e senadores que indicaram a aplicação de tais recursos. Assim, segundo críticos das RP9, as emendas são usadas pelo Executivo federal para cooptar deputados e senadores a votarem matérias de seu interesse em troca de alocações diretas para órgãos públicos. Os recursos previstos para 2023 estão em torno de R$ 19 bilhões.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<p> </p>
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