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	<title>Feminicidio &#8211;  Portal IF3M</title>
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	<title>Feminicidio &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Duas em cada 10 brasileiras já sofreram ameaça de morte de parceiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 15:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[No Brasil, duas em cada dez mulheres (21%) já foram ameaçadas de morte por parceiros]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-25T111149.742.png" alt="" class="wp-image-14993" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-25T111149.742.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-25T111149.742-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-25T111149.742-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-25T111149.742-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Freepick</figcaption></figure>



<p>No Brasil, duas em cada dez mulheres (21%) já foram ameaçadas de morte por parceiros atuais ou ex-parceiros românticos e seis em cada dez conhecem alguma que vivenciou essa situação. Em ambos os casos, as mulheres negras (pretas e pardas) aparecem em maior número. Os dados são da pesquisa Medo, ameaça e risco: percepções e vivências das mulheres sobre violência doméstica e feminicídio, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e pela empresa Consulting do Brasil.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1621139&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1621139&amp;o=node"></p>



<p>O levantamento mostra ainda que seis em cada dez mulheres ameaçadas romperam com o agressor, após a intimidação, sendo essa decisão mais comum entre as vítimas negras do que entre as brancas. A pesquisa, divulgado nesta segunda-feira (25), contou com o apoio do Ministério das Mulheres e viabilizado por uma emenda da deputada federal Luiza Erundina (PSOL-SP).</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>Embora 44% das vítimas tenham ficado com muito medo, apenas 30% delas prestaram queixa à polícia e 17% pediram medida protetiva, mecanismo que pode determinar que o agressor fique longe da vítima e impedido de ter contato com ela. Esses dados têm relação com outros citados pela pesquisa, o de que duas em cada três mulheres acreditam que os agressores de mulheres permanecem impunes e o de que um quinto apenas acha que acabam na prisão.</p>
</blockquote>



<p>Para a maioria das brasileiras (60%), a sensação de que os agressores não pagam pelo mal que fazem tem relação com o aumento dos casos de feminicídio. No questionário online, respondido, em outubro deste ano, por 1.353 mulheres maiores de idade, 42% das participantes concordaram com a afirmação de que as mulheres ameaçadas de morte imaginam que os agressores jamais vão colocar em prática o que prometem, ou seja, acham que a ameaça não representa um risco real de serem assassinadas por eles.</p>



<p>Ao mesmo tempo, há, no país, um contingente de 80% de mulheres avaliando que, embora a rede de atendimento às mulheres seja boa, não dá conta da demanda. Em relação a formas de enfrentamento à violência, proporção idêntica destaca as campanhas de estímulo a denúncias e as redes sociais como ferramentas poderosas.</p>



<p>Uma parcela significativa, também de 80%, pensa que nem a Justiça, nem as autoridades policiais encaram as ameaças e denúncias formalizadas com a seriedade devida. Também são maioria (90%) as respondentes com a opinião de que as ocorrências de feminicídio aumentaram nos últimos cinco anos.</p>



<h2>Duplo trauma</h2>



<p>A diarista Zilma Dias perdeu uma sobrinha em 2011. Não por causa natural, nem acidente. Camila foi morta, aos 17 anos, pelo ex-companheiro, de quem engravidou e tentava se desvencilhar. Como diversas vítimas, a jovem duvidava de que as agressões atingissem seu ponto máximo. Ambas as mulheres pretas.</p>



<p>Quase todas as respondentes da pesquisa, 89%, atribuem ao ciúme e à possessividade do agressor as causas por trás do feminicídio, quando envolve atuais ou ex-parceiros das vítimas. Para Zilma, foi o caso de sua sobrinha. Ela disse que ele chegou a trancá-la em casa e, como é típico nos casos de violência doméstica, tentou isolar a companheira, privando-a de todo convívio, inclusive o com familiares. O objetivo é fazer com que as mulheres fiquem sem ter a quem recorrer.</p>



<p>&#8220;Ela dizia que ele era mosca morta&#8221;, compartilha a pernambucana, para sinalizar que a filha de seu irmão nunca calculou realmente o risco que corria.</p>



<p>O assassino de Camila mudou-se de cidade onde vivia com ela. Depois de certo tempo, porém, ele retornou e ficou à espreita da ex-companheira. Quando a jovem passava por um cemitério, matou-a com 12 facadas, diante da filha dos dois, Raíssa. O homem, que tinha 25 anos, só foi localizado porque cometeu outro crime, de falsidade ideológica. Então, foi condenado a 13 anos por feminicídio.</p>



<p>A outra camada que revestiu de vulnerabilidade a vida de Zilma veio de uma desdita que ela mesma experimentou. Ela ficou seis anos sem poder abraçar alguém que gerou na barriga, mantendo contato somente por telefone. E também não resultado de nenhum acidente ou por causa do curso próprio da vida. Foi para se proteger de um agressor que não a matou, mas que assassinou a companheira que veio depois dela.</p>



<p>Hoje Zilma entende que a obediência que achava que devia ao parceiro era um valor construído culturalmente, algo incutido por ele na sua mente e que não tinha origem nem mesmo em sua família. Hoje, diz a trabalhadora doméstica, ela compreende que vivia em cárcere privado e que racionar comida para si, para não ser punida pelo marido, era um alerta escrito em letras garrafais. Ser proibida de ver os pais e de trabalhar não era normal.</p>



<p>O companheiro praticou contra ela, enquanto estiveram juntos, diversos tipos de violência. Da psicológica à patrimonial. Zilma não sabia nem sequer o sexo das bebês, pois não fez exame pré-natal, algo fundamental para verificar se a saúde da criança está em dia e detectar patologias graves precocemente.</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>&#8220;Eu não sabia a quem recorrer. Deus me livre chamar a polícia. Não contava nem à minha mãe que ele me batia. Quase todos os dias, ficava machucada. Grávida, apanhava. Ele chegou a ir ao médico comigo, eu estava toda machucada e já grávida de oito meses da minha primeira filha. Ele, do meu lado, me cutucando e o médico me perguntando &#8216;O que foi aquilo [os hematomas e ferimentos]?&#8217; Ele me proibiu de falar. Aí, eu disse &#8216;Eu caí&#8217;. Estava do meu lado me ameaçando&#8221;, recorda Zilma.</p>
</blockquote>



<p>Até terminar o relacionamento, algo que muitas vítimas temem, por medo de serem mortas, como mostra o relatório do Instituto Patrícia Galvão, Zilma aceitou os pedidos de perdão de seu agressor. A tentativa de esquecer os episódios de violência, em um relacionamento abusivo, e substitui-los por lembranças mais agradáveis &#8211; na maioria das vezes, poucas e do início da relação -, inclusive, despertadas intencionalmente pelo agressor é outra estratégia muito conhecida. Essa sequência de pedido de perdão, com agrados do agressor, recomeço das agressões, piora das agressões e agressão consumada se chama&nbsp;<a href="https://www.institutomariadapenha.org.br/violencia-domestica/ciclo-da-violencia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ciclo de violência&nbsp;</a>e explica por que muitas vítimas não conseguem quebrá-lo e abandonar o agressor.</p>



<p>A &#8220;gota d&#8217;água&#8221;, menciona a pernambucana, foi quando ele bateu nela, logo após aparecer com uma amante no portão de casa e ser questionado pela infidelidade. O casal teve duas filhas, sendo que uma morreu aos 15 anos, por um problema cardíaco. Na ocasião, uma delas tinha apenas um mês de idade. Zilma informou a ele que ia embora e seu então companheiro fez um estardalhaço, indo à casa dos sogros, ajoelhando-se e prometendo que mudaria de comportamento, que jamais ela sofreria agressões novamente.</p>



<p>De mala e cuia, chegou a uma das capitais e voltou a criar a filha porque sua mãe, que cuidava dela, faleceu. &#8220;A minha esperança é que ele fosse mudar, mudar, mas foi só piorando&#8221;, diz.</p>



<p>Tentar minar a autoestima de Zilma, outro ponto que se repete nessas histórias, não a abalou, já que estava determinada a partir. &#8220;Dizia que eu não ia conseguir criar minha filha, que eu ia pedir ajuda a ele. Nunca deu um leite a ela. E eu consegui, criei sozinha&#8221;, afirma.</p>



<p>Em 2014, outra sobrinha de Zilma entrou em contato com ela para contar uma novidade. O ex-companheiro da diarista havia matado sua então parceira e a esquartejado. O caso saiu em jornais locais. Ele foi condenado a cumprir 25 anos de prisão.</p>



<h2>Como encontrar informações e pedir ajuda</h2>



<p>A versão completa da pesquisa pode ser lida no&nbsp;<a href="https://agenciapatriciagalvao.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>site</em>&nbsp;do Instituto Patrícia Galvão</a>, onde&nbsp;também é possível encontrar dados sobre os diversos tipos de violência.</p>



<p>Há, ainda, diversas formas de pedir socorro, caso seja necessário. Entre elas, o telefone 180, específico para atender vítimas de violência doméstica, as delegacias especializadas no atendimento à mulher e a Casa da Mulher Brasileira, que tem dez unidades espalhadas pelo país (Campo Grande; Fortaleza; Ceilândia, no Distrito Federal; Curitiba; São Luís; Boa Vista; São Paulo; Salvador; Teresina; e Ananindeua, no Pará.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



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		<title>Portal IF3M &#8211; Procuradoria da Mulher acompanha em Minas Gerais detalhes da investigação do feminicídio da amazonense Clísia Lima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 12:26:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) esteve nesta semana no]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-11T082300.289.png" alt="" class="wp-image-14427" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-11T082300.289.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-11T082300.289-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-11T082300.289-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-11T082300.289-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p>A Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) esteve nesta semana no município Extrema (MG) para acompanhar os desdobramentos da investigação do feminicídio da amazonense Clísia Lima da Silva, de 35 anos, que foi encontrada morta no dia 30 de outubro, dentro da represa do rio Jaguari, em Piracaia (SP), na divisa com Minas Gerais.</p>



<p>Clisia Lima morava em Manaus e, antes da morte, residia em Bragança Paulista com o companheiro, Edson Fernando Cardoso, de 36 anos, que foi preso no dia 31 de outubro, em Extrema (MG). Ele é apontado como principal suspeito pela morte de Clisia. Edson está preso preventivamente e segue à disposição da Justiça.</p>



<p>Na missão no Sudeste, a Procuradoria da Mulher da Aleam integrou uma força-tarefa que reuniu policiais de Minas Gerais e São Paulo. Em nota à imprensa do Amazonas, a Superintendência de Polícia Técnico Científica de São Paulo informa que procedeu atividades periciais nas dependências do imóvel onde o casal residia. Foi constatado, por meio do composto químico luminol, a presença de sangue humano que havia sido lavado na tentativa de dificultar as investigações da polícia.</p>



<p>As autoridades policiais e seus agentes compareceram à central de monitoramento por câmeras de Extrema, onde foi apurado, por intermédio da gravação de inúmeros vídeos, o “mapa” ou trajeto utilizado pelo autor do crime, em seu veículo, para transportar a vítima da residência até a represa.</p>



<p>Conforme o relatório da investigação, o laudo concernente ao exame de corpo de delito constatou que a vítima suportou múltiplos ferimentos, em diversas partes do corpo e que foi arremessada na represa com as mãos e pés amarrados, caindo na água em decúbito ventral (posição anatômica em que o corpo está deitado de barriga para baixo, com a face e o abdômen voltados para o chão), ainda com vida.</p>



<p>Participaram da força-tarefa a coordenadora da Procuradoria da Mulher da Aleam, Akerna Chagas; uma das irmãs da vítima, Carla Lima; o chefe do 17º Departamento de Pouso Alegre (MG), Pedro Henrique Rabelo Bezerra; a delegada Regional de Pouso Alegre, Stela Pires Boczar; o delegado de Extrema (MG), Lucimário Carmo dos Santos; o inspetor da 1ª DRPC/Pouso Alegre (MG), Bruno da Silva Rosa; o subinspetor da 1ª DRPC/Pouso Alegre (MG), Daniel da Silva Gonçalves; o chefe de Cartório de Pouso Alegre (MG), Fernando Machado; e outros policiais locais.</p>



<p><strong>Agenda na Assembleia</strong></p>



<p>Na próxima segunda-feira, dia 11 de novembro, às 9h, Carla Lima, irmã de Clisia, terá agenda na Procuradoria da Mulher da Aleam. Ela vai falar com a deputada Alessandra Campelo pessoalmente para agradecer o apoio e se atualizar sobre os próximos passos do acompanhamento psicossocial e jurídico que está recebendo do órgão de proteção à mulher do Poder Legislativo do Amazonas.</p>



<p>Fonte: ALEAM</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



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