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	<title>Hepatites Virais &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Julho Amarelo: Amazonas prepara municípios para atendimento mais rápido a pessoas com hepatites virais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 21:53:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Capacitação da FVS-RCP e Ministério da Saúde fortalece o SUS e evita que pacientes precisem]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Capacitação da FVS-RCP e Ministério da Saúde fortalece o SUS e evita que pacientes precisem sair dos municípios para receber tratamento</p>



<p>O diagnóstico rápido e o acesso a tratamento completo para pacientes com hepatites virais no Amazonas foram os destaques da Oficina de Capacitação com Gestores e Profissionais de Saúde sobre a Linha de Cuidado das Hepatites Virais no Estado, realizada nesta segunda-feira (21/07), em Manaus. A iniciativa compõe a campanha “Julho Amarelo” voltada para a prevenção da doença no estado.</p>



<p>Promovida pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), instituição da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), em parceria com o Ministério da Saúde, a oficina marca um avanço na organização do cuidado com as hepatites virais no estado. O evento foi realizado no auditório da Escola Superior de Tecnologia da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).</p>



<p>A iniciativa reuniu 70 profissionais de saúde, entre gestores e coordenadores de Programas de Hepatites Virais de municípios prioritários para o fortalecimento da linha de cuidado das hepatites virais. A medida busca garantir que pessoas diagnosticadas com a doença tenham acesso ao tratamento completo mais perto de casa, sem precisar se deslocar até a capital do estado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A Secretária Executiva de Atenção Especializada e Políticas de Saúde da SES-AM, Laís Moraes, enfatiza a importância do trabalho em conjunto. “Nós estamos potenciando, organizando essa oficina para que haja um fortalecimento do entendimento sobre a necessidade de uma reorganização para alcançar os territórios, que estão em lugares mais remotos e comunidades com pouco acesso à disponibilidade do tratamento, à prevenção e educação em saúde”, disse Laís.</p>
</blockquote>



<p>A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, ressalta que a descentralização do cuidado visa o tratamento em tempo oportuno. “Ao construir e pactuar fluxos locais e reestruturar os processos de trabalho, o foco é a resposta às necessidades do paciente com intervenção rápida e adequada, evitando deslocamentos longos”, destaca a diretora-presidente.</p>



<p>A oficina faz parte das ações do Julho Amarelo, campanha nacional de enfrentamento às hepatites virais, e dá ênfase ao planejamento da assistência e vigilância em saúde com destaque para a prevenção da doença com base em estratégias adotadas pelo Ministério da Saúde.</p>



<p>Durante a programação, profissionais do Ministério da Saúde apresentaram temas como planejamento da linha de cuidado, articulação entre serviços, vigilância, prevenção e promoção da saúde. A expectativa é de que a partir da oficina os municípios fortaleçam a organização da rede local de atendimento para hepatites B e C, ampliando o diagnóstico precoce e garantindo o início rápido do tratamento.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A coordenadora do do Programa Estadual de Hepatites Virais da FVS-RCP, Vanieli Cappellesso, acrescenta que a linha de cuidados também visa o fortalecimento da continuidade do tratamento. “Com foco na eliminação da doença como problema de saúde pública, a oficina promove as estratégias de ampliação do diagnóstico, acesso ao tratamento e prevenção da transmissão”, reforça.</p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Vem muito a calhar esse treinamento para os gestores, visando melhorar os recursos de saúde dentro do estado e melhores indicadores para proporcionar saúde de qualidade para essa população”, acrescentou o diretor-presidente da Fundação de Medicina Tropical – Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), Marcus Vinitius Guerra.</p>
</blockquote>



<p>A presidente do comitê de HIV/Aids, IST e Hepatites Virais do Amazonas, Evalcilene Santos, enfatiza a importância do trabalho coletivo, envolvendo a Sociedade Civil. “É importante para que possamos acompanhar os funcionários de saúde e encaminhar as pessoas chegam até nós, e esperamos que os municípios do estado do Amazonas, que estão aqui presentes, se comprometam com o acolhimento e o cuidado dessas pessoas”, acrescenta.</p>



<p>Participando do evento, o médico Eldo Gato, do município de Careiro da Várzea (a 25 quilômetros de Manaus) destaca a importância da oficina para os profissionais do interior do estado. “Podemos discutir sobre as dificuldades mais comuns que os municípios enfrentam e nos aprimorar para diminuir cada vez mais os casos, prevenir e tratar”, pontua.</p>



<p>A oficina é fruto da parceria entre o Governo do Amazonas, por meio da SES-AM e FVS-RCP, com a Coordenação-Geral de Vigilância das Hepatites Virais do Ministério da Saúde.</p>



<p>A iniciativa também conta com apoio da FMT-HVD, da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) de Manaus e do Comitê de HIV/Aids, Infecções Sexualmente Transmissíveis e Hepatites Virais do Amazonas.</p>



<p>FOTOS: Letícia Araújo/FVS-RCP</p>
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		<title>Ação do ‘Julho Amarelo’ reforça importância do diagnóstico precoce das Hepatites Virais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 22:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Hepatites Virais]]></category>
		<category><![CDATA[Julho Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[Como parte da programação do “Julho Amarelo”, campanha de sensibilização para prevenção e controle das]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Como parte da programação do “Julho Amarelo”, campanha de sensibilização para prevenção e controle das Hepatites Virais promovida pela Prefeitura de Manaus, a Unidade de Saúde da Família (USF) Gebes Medeiros, bairro Jorge Teixeira, zona Leste, promoveu, na manhã desta quarta-feira, 16/7, uma ação educativa com distribuição de preservativos e a intensificação da oferta de teste rápido para Hepatites B e C.</p>



<p>A programação aconteceu também na USF Alfredo Campos, bairro Zumbi, zona Leste, com ações de prevenção e atividade física para a comunidade.</p>



<p>As Hepatites Virais são infecções que atingem o fígado e podem ser causadas pelos vírus A, B, C e D, mais comuns em Manaus, e pelo vírus tipo E, que podem causar fibrose, cirrose, câncer ou até ser necessário o transplante do fígado.</p>



<p>Entre janeiro a junho deste ano, Manaus registrou 116 casos de hepatites virais, entre 63 casos do tipo B, 49 do tipo C e quatro do tipo D. Também houve o registro este ano de 26 óbitos tendo as hepatites virais como causa básica.</p>



<p>A diretora do Distrito de Saúde (Disa) Leste, Rosangela Maria Castro da Silva, que acompanhou a programação nas duas unidades de saúde, reforçou a importância da população procurar as medidas de proteção contra as Hepatites Virais.</p>



<p>Dependendo do tipo, as Hepatites Virais podem ser transmitidas por relação sexual, compartilhamento de objetos perfurocortantes contaminados, por meio do consumo de água ou alimentos contaminados, e da mãe para o filho durante gravidez e parto (transmissão vertical).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Todas as unidades de saúde da zona Leste, estão intensificando no mês de julho a oferta dos serviços, incluindo dispensação de preservativos, vacinação contra hepatite A e hepatite B, e teste rápido. Também estão sendo promovidas ações educativas para orientar os usuários do serviço de saúde sobre os riscos de compartilhamento de objetos como lâminas de barbear ou equipamento de manicure”, afirmou Rosângela Castro.</p>
</blockquote>



<p>A enfermeira Elizete Azevedo, técnica responsável pela ação educativa e a testagem rápida na USF Gebes Medeiros, apontou a importância do teste rápido para o diagnóstico precoce das hepatites virais, que na fase inicial normalmente não apresentam sintomas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A oferta do teste rápido é feita na rotina de atendimento na rede municipal de saúde. Na USF Gebes Medeiros, cerca de 40 pessoas realizam o exame diariamente. A identificação precoce da doença, com o início imediato do tratamento, é essencial para evitar complicações graves, porque a gente sabe que a consequência da hepatite é intensa e pode levar ao óbito”, alertou a enfermeira.</p>
</blockquote>



<p>A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) disponibiliza o teste rápido em 204 Unidades de Saúde, tornando possível obter o resultado em 30 minutos, sem necessidade de encaminhamento médico.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Junto ao teste para hepatites B e C, é feito o exame para sífilis e HIV. O fluxo na unidade de saúde é por demanda espontânea, ou seja, não é necessário agendamento. A pessoa pode chegar na unidade de saúde, fazer a identificação na recepção para ser inserida no sistema e depois é encaminhada para a sala de coleta. Ou pode ser encaminhada depois do atendimento em consulta médica ou de enfermagem”, informou a enfermeira.</p>
</blockquote>



<p>A técnica do Núcleo de Controle de HIV/AIDS, IST e Hepatites Virais da Semsa, enfermeira Vanderlice Castro, explicou que um dos desafios no controle da doença é a obtenção do diagnóstico de forma precoce, já que ainda existem pessoas que se negam realizar o teste, e por isso a importância de campanhas educativas para a população.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Temos trabalhado muito a aceitação para o diagnóstico precoce junto à população, com campanhas e ações educativas. A orientação é que a pessoa procure realizar o teste regularmente nas Unidades de Saúde”, recomendou Vanderlice.</p>
</blockquote>



<p>De acordo com Vanderlice, também é essencial que o paciente diagnosticado com a infecção dê continuidade no tratamento, disponível no SUS, de forma adequada para evitar o avanço da doença, o que pode levar ao óbito.</p>



<p>Entre 2017 e 2024, Manaus registrou 339 óbitos, tendo as hepatites virais como causa básica.</p>



<p>“A hepatite C tem tratamento e cura. A hepatite B não tem cura, mas tem tratamento. Porém, qualquer tratamento é muito mais eficaz no caso do diagnóstico ser precoce, antes do desenvolvimento de complicações graves”, enfatiza Vanderlice Castro.</p>



<p><strong>Informações</strong></p>



<p>A dona de casa Sinara Santos, de 45 anos, moradora do bairro Jorge Teixeira, participou da ação educativa na USF Gebes Medeiros e disse que, apesar de ter informações sobre a doença, é fundamental que a população conheça mais sobre as Hepatites Virais.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Eu já sabia como é a transmissão da doença, mas tem gente que não sabe. Então é importante falar com a comunidade sobre a prevenção, a vacina e o uso de preservativo”, apontou Sinara Santos.</p>
</blockquote>



<p>A vacina que previne a hepatite A está disponível em unidades de saúde da Semsa com sala de vacina para crianças de 12 meses até 5 anos incompletos (4 anos, 11 meses e 29 dias); a vacina contra o tipo B também está disponível e pode ser administrada a todas as pessoas que não tenham sido vacinadas ou que não possuam comprovante de vacinação, fazendo parte do calendário vacinal desde a infância até a idade adulta.</p>



<p>Mesmo sendo uma doença silenciosa na maioria dos casos, quando estão presentes, os sintomas podem ser apresentados com: cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Texto &#8211; Eurivânia Galúcio/Semsa<br>Fotos – Divulgação/Semsa</p>
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