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	<title>IBGE &#8211;  Portal IF3M</title>
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	<description>Conectando a Amazônia ao Mundo</description>
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	<title>IBGE &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Prévia da inflação oficial de agosto recua 0,14%, diz IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 17:31:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Desconto na conta de luz, queda no preço dos alimentos e gasolina mais barata são]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Feed_Portal-IF3M-2025-08-26T132934.128.png" alt="" class="wp-image-32680" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Feed_Portal-IF3M-2025-08-26T132934.128.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Feed_Portal-IF3M-2025-08-26T132934.128-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Feed_Portal-IF3M-2025-08-26T132934.128-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Feed_Portal-IF3M-2025-08-26T132934.128-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p><strong>Desconto na conta de luz, queda no preço dos alimentos e gasolina mais barata são fatores que fizeram a prévia da inflação de agosto ficar negativa em 0,14%. Na média, o custo de vida das famílias ficou mais em conta.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1655803&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1655803&amp;o=node"></p>



<p>A constatação está no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial no país, divulgado nesta terça-feira (26) pelo&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ibge" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a>.&nbsp;</p>



<p>Em julho, o IPCA-15 tinha marcado 0,33%.</p>



<p><strong>O resultado de agosto é o menor desde setembro de 2022 (-0,37%) e a primeira deflação (inflação negativa) desde julho de 2023 (-0,07%)</strong>. Em agosto de 2024, o índice marcou 0,19%.</p>



<p><strong>Com o resultado conhecido nesta terça-feira, o IPCA-15 acumulado em 12 meses fica em 4,95%. Em julho, era 5,30%.</strong></p>



<p>O governo trabalha com a meta de manter a inflação oficial em 3% ao ano, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos, isto é, o máximo tolerado em 4,5%.<br><br><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&gt;&gt; Siga o canal da&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>&nbsp;no WhatsApp</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Bônus de Itaipu</h2>



<p>Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, quatro apresentam deflação na prévia de agosto.&nbsp;<strong>Destaque para a habitação, que viu os preços recuarem 1,13%, representando impacto de -0,17%, o maior impacto negativo dentre os nove grupos.</strong></p>



<p>O que mais puxou essa queda na inflação da habitação foi a conta de luz, que baixou 4,93%.&nbsp;<strong>De todos os 377 produtos e serviços apurados pelo IBGE, foi o preço da energia elétrica residencial que mais pressionou o IPCA-15 para baixo, com impacto de 0,20 p.p.</strong></p>



<p>A explicação está no chamado Bônus de Itaipu, desconto na conta que beneficiou 80,8 milhões de consumidores. Conforme adiantou a<strong>&nbsp;Agência Brasil, a<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/bonus-itaipu-dara-desconto-medio-de-r-1159-na-conta-de-luz-de-agosto">&nbsp;bonificação</a>&nbsp;compensou a bandeira tarifária vermelha 2, que adiciona R$ 7,87 na conta e luz a cada 100 Kwh consumidos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Alimentos</h2>



<p>O segundo grupo que mais ajudou a segurar a inflação foi o de alimentos e bebidas, que recuou 0,53% (impacto de -0,12 p.p.).&nbsp;<strong>É o terceiro mês seguido de deflação no preço da comida, depois de nove meses seguidos de alta.</strong></p>



<p>A alimentação no domicílio caiu 1,02% em agosto, com destaque para as quedas nos preços da manga (-20,99%), batata-inglesa (-18,77%), cebola (-13,83%), tomate (-7,71%), arroz (-3,12%) e carnes (-0,94%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Gasolina</h2>



<p><strong>O grupo dos transportes apresentou deflação de 0,47% na prévia de agosto, o que representa impacto de -0,10 p.p. no IPCA-15. O resultado foi impulsionado pelas quedas nas passagens aéreas (-2,59%), automóvel novo (-1,32%) e na gasolina (-1,14%).</strong></p>



<p>A gasolina é o subitem da cesta de consumo do brasileiro com maior peso, e a queda em agosto representou impacto de -0,06 p.p.</p>



<p>O conjunto de combustíveis recuou 1,18% em média, com deflação dos preços do óleo diesel (-0,20%), gás veicular (-0,25%) e etanol (-1,98%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Demais grupos</h2>



<p><strong>O grupo comunicação caiu 0,17% no mês, com impacto de -0,01 p.p. no IPCA-15. Os demais cinco grupos tiveram variações e impactos positivo ou nulo:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Despesas pessoais (1,09% e 0,11 p.p.)</li>



<li>Educação (0,78% e 0,05 p.p.)</li>



<li>Saúde e cuidados pessoais (0,64% e 0,09 p.p.)</li>



<li>Vestuário (0,17% e 0,01 p.p.)</li>



<li>Artigos de residência (0,03% e 0,00, p.p.)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Prévia e inflação oficial</h2>



<p>O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo.&nbsp;</p>



<p>A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa é&nbsp;feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 16 de julho a 14 de agosto.</p>



<p>Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente, o valor do mínimo é R$ 1.518.</p>



<p>O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). O IPCA de agosto será divulgado em 10 de setembro.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<p></p>
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		<title>Preços de alimentos caem e prévia da inflação de junho fica em 0,26%</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2025/06/26/precos-de-alimentos-caem-e-previa-da-inflacao-de-junho-fica-em-026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 16:38:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de nove meses seguidos de alta, os preços dos alimentos apresentaram queda em junho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Feed_Portal-IF3M-2025-06-26T122102.666.png" alt="" class="wp-image-27996" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Feed_Portal-IF3M-2025-06-26T122102.666.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Feed_Portal-IF3M-2025-06-26T122102.666-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Feed_Portal-IF3M-2025-06-26T122102.666-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Feed_Portal-IF3M-2025-06-26T122102.666-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</figcaption></figure>



<p><strong>Depois de nove meses seguidos de alta, os preços dos alimentos apresentaram queda em junho e ajudaram a fazer o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) – também conhecido como prévia da inflação oficial – fechar em 0,26%.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1648486&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1648486&amp;o=node"></p>



<p>Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse resultado representa o quarto mês seguido de desaceleração, ou seja, a inflação está perdendo força.</p>



<p>Veja o comportamento do IPCA-15 desde fevereiro, quando foi apurado o maior índice do ano:</p>



<p>Fevereiro: 1,23%</p>



<p>Março: 0,64%</p>



<p>Abril: 0,43%</p>



<p>Maio: 0,36%</p>



<p>Junho: 0,26%</p>



<p>O resultado de junho também deixa o IPCA-15 abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado (0,39%).&nbsp;<strong>No acumulado de 12 meses, o índice soma 5,27%.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Influências</h2>



<p>Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, sete apresentaram alta em junho.&nbsp;<strong>Além da alimentação, o outro grupamento com recuo nos preços foi educação (-0,02%)</strong>.</p>



<p><strong>Entre os que tiveram alta, a maior pressão veio da habitação, que subiu 1,08%, representando impacto de 0,16 ponto percentual (p.p.) no IPCA-15.</strong></p>



<p>&#8211; Habitação: 1,08%</p>



<p>&#8211; Vestuário: 0,51%</p>



<p>&#8211; Saúde e cuidados pessoais: 0,29%</p>



<p>&#8211; Despesas pessoais: 0,19%</p>



<p>&#8211; Artigos de residência: 0,11%</p>



<p>&#8211; Transportes: 0,06%</p>



<p>&#8211; Comunicação: 0,02%</p>



<p>&#8211; Alimentação e bebidas: -0,02%</p>



<p>&#8211; Educação: -0,02%</p>



<p><strong>O grupo habitação foi influenciado pelo subitem energia elétrica residencial – o que mais contribuiu para a inflação dentre todos os 377 produtos e serviços pesquisados pelo IBGE.</strong></p>



<p><strong>A conta de luz nos lares ficou 3,29% mais cara (impacto de 0,13 p.p.) por causa da incorporação da bandeira tarifária vermelha patamar 1,</strong>&nbsp;com a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/conta-de-luz-tera-bandeira-vermelha-em-junho-anuncia-aneel" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cobrança adicional de R$ 4,46 na fatura a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos</a>, que passou a vigorar em junho.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos negativos</h2>



<p>Dos quatro principais impactos negativos no índice, três são subitens do grupo alimentação:</p>



<p>Tomate: -7,24% (-0,02 p.p.)</p>



<p>Ovo de galinha: -6,95% (-0,02 p.p.)</p>



<p>Arroz: -3,44% (-0,02 p.p.)</p>



<p>As frutas ficaram 2,47% mais baratas.&nbsp;<strong>A cebola (9,54%) e o café moído (2,86%), por outro lado, subiram.</strong></p>



<p><strong>A deflação dos alimentos em junho é a primeira desde agosto de 2024, quando os preços tinham caído 0,80%.</strong>&nbsp;Desde então, foram nove meses de alta, tendo o pico sido atingido em dezembro (1,47%). Em maio, a elevação foi 0,39%.</p>



<p>A gasolina, subitem que tem o maior peso na cesta de preços apurada pelos pesquisadores, recuou 0,52%, tirando 0,03 p.p. do IPCA-15. O grupo combustíveis como um todo recuou 0,69%.</p>



<p>&#8211; óleo diesel (-1,74%)</p>



<p>&#8211; etanol (-1,66%)</p>



<p>&#8211; gasolina (-0,52%)</p>



<p>&#8211; gás veicular (-0,33%)</p>



<h2 class="wp-block-heading">O índice</h2>



<p>O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para mais ou para menos.&nbsp;</p>



<p>A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa e feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência.&nbsp;<strong>Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 16 de maio a 13 de junho.</strong></p>



<p><strong>Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.518.</strong></p>



<p>O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). <strong>O IPCA cheio de junho será divulgado em 10 de julho.</strong></p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Comissão de Habitação e Regularização Fundiária Urbana da CMM discute avanços e desafios em pautas relacionadas à moradia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 14:11:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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		<category><![CDATA[Câmara Municipal de Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro reuniu vereadores da CMM e representantes do poder público estadual A Câmara Municipal de]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feed_Portal-IF3M-2025-04-25T100825.661.png" alt="" class="wp-image-23037" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feed_Portal-IF3M-2025-04-25T100825.661.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feed_Portal-IF3M-2025-04-25T100825.661-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feed_Portal-IF3M-2025-04-25T100825.661-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feed_Portal-IF3M-2025-04-25T100825.661-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Encontro reuniu vereadores da CMM e representantes do poder público estadual</p>



<p>A Câmara Municipal de Manaus (CMM) realizou, nesta quinta-feira (24), mais uma reunião da 21ª Comissão de Habitação e Regularização Fundiária Urbana. O encontro reuniu vereadores que compõem a Comissão e representantes do poder público estadual com o intuito de discutir soluções para os desafios habitacionais da capital amazonense.</p>



<p>Entre as pautas debatidas, o destaque foi para o programa “Amazonas Meu Lar”, que visa ampliar o acesso à moradia em Manaus.</p>



<p>A reunião foi conduzida pelo presidente da Comissão, vereador Diego Afonso (União Brasil), e contou com a participação dos vereadores Allan Campelo (Podemos), Professora Jacqueline (União Brasil) e Rodrigo Sá (Progressistas).</p>



<p>Segundo Diego Afonso (União Brasil), os parlamentares tiveram a oportunidade de acompanhar de perto o andamento dos projetos habitacionais, além de identificar os principais desafios enfrentados nessa área.</p>



<p>“Tivemos acesso ao número de beneficiados pelo programa, informações sobre o subsídio, quem são as pessoas aptas a participar, além de discutirmos soluções para retirar famílias de áreas de calamidade e garantir dignidade a essas pessoas. Seguimos firmes nesse compromisso com a população”, afirmou o vereador.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="575" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/dd8d8a3d-1943-490e-bfce-d094ebf24824-1024x575.jpeg" alt="" class="wp-image-23038" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/dd8d8a3d-1943-490e-bfce-d094ebf24824-1024x575.jpeg 1024w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/dd8d8a3d-1943-490e-bfce-d094ebf24824-300x169.jpeg 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/dd8d8a3d-1943-490e-bfce-d094ebf24824-768x432.jpeg 768w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/dd8d8a3d-1943-490e-bfce-d094ebf24824-1536x863.jpeg 1536w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/dd8d8a3d-1943-490e-bfce-d094ebf24824.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O parlamentar também destacou que o tema seguirá em pauta, com novos desdobramentos previstos. “Realizaremos uma Audiência Pública para levar esse assunto ao plenário e debater, juntamente com os parlamentares e o poder público, melhorias habitacionais para a população”, complementou.</p>



<p>Estiveram presentes representantes de diversos órgãos governamentais, como a Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), a Secretaria de Estado das Cidades e Territórios (SECT) e a Superintendência de Habitação (Suhab).</p>



<p>A secretária da SECT, Renata Queiroz, ressaltou a importância do diálogo entre o governo e o município como fator essencial para promover melhorias na capital, com destaque para a área habitacional.</p>



<p>“Essas reuniões são extremamente importantes para que possamos discutir a viabilidade e as possibilidades de efetivar a regularização fundiária, especialmente em Manaus. A SECT atua como agente do Estado, e precisamos do apoio dos parlamentares municipais para avançarmos ainda mais nessa pauta&#8221;, explicou a secretária.&nbsp;</p>



<p>Dados</p>



<p>Um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022, apontou que pelo menos 15% da população reside em domicílios considerados precários.</p>



<p>Na CMM, os parlamentares buscam reverter essa realidade por meio de ações e políticas efetivas. A 21ª Comissão de Habitação e Regularização Fundiária Urbana segue empenhada em garantir dignidade e segurança para a população. Novas reuniões sobre o tema já estão previstas para acontecer em breve.</p>



<p>Texto e Fotos: Cleuton Silva/Dicom &#8211; CMM</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prefeitura de Manaus participa de capacitação do IBGE sobre dados do envelhecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 17:16:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Manaus, por meio da Fundação Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa (FMDPI),]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feed_Portal-IF3M-2025-04-02T131417.851.png" alt="" class="wp-image-21486" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feed_Portal-IF3M-2025-04-02T131417.851.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feed_Portal-IF3M-2025-04-02T131417.851-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feed_Portal-IF3M-2025-04-02T131417.851-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feed_Portal-IF3M-2025-04-02T131417.851-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>A Prefeitura de Manaus, por meio da Fundação Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa (FMDPI), participou, na terça-feira, 1º/4, de uma capacitação promovida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre os dados do envelhecimento na capital amazonense. O encontro, na sede do IBGE, reuniu técnicos da FMDPI com o objetivo de aprimorar o conhecimento e a utilização de estatísticas demográficas voltadas para a população idosa.</p>



<p>A capacitação teve como foco a apresentação e discussão de indicadores populacionais relacionados ao envelhecimento, contribuindo para a formulação de políticas públicas mais assertivas para os idosos de Manaus. Durante o encontro, os participantes tiveram acesso a informações detalhadas sobre a evolução demográfica da população idosa, além de projeções e desafios para os próximos anos.</p>



<p>O diretor-presidente da FMDPI, Eduardo Lucas, destacou a importância da qualificação dos profissionais para aprimorar as ações da prefeitura voltadas ao público idoso na capital.</p>



<p>“Os dados fornecidos pelo IBGE são essenciais para compreendermos melhor o cenário do envelhecimento em Manaus. Com essas informações, conseguimos planejar políticas públicas e iniciativas mais eficazes, alinhadas às reais necessidades da nossa população idosa”, afirmou o diretor-presidente.</p>



<p>A capacitação dos colaboradores da FMDPI integra o planejamento da gestão municipal para aprimorar o atendimento à população idosa, reforçando o compromisso de atuar com base em dados e evidências para garantir serviços cada vez mais qualificados e humanizados.</p>



<p>&#8212; &#8212; –</p>



<p>Texto e fotos &#8211; Fábio Simões / FMDPI</p>
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		<title>Equipes técnicas da prefeitura participam de capacitação com sistemas de geo e informação do IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 14:06:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Equipes técnicas da&#160;Prefeitura de Manaus, do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), participam de capacitação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-28T100522.335.png" alt="" class="wp-image-17871" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-28T100522.335.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-28T100522.335-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-28T100522.335-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-28T100522.335-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Equipes técnicas da&nbsp;<a href="https://www.manaus.am.gov.br/noticia/treinamento/capacitacao-informacao-geo-ibge/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prefeitura de Manaus</a>, do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), participam de capacitação e treinamento em geoprocessamento Quantum GIS (QGIS) e sistemas como o de Planejamento da Base Territorial (Sismap) e de Informações Geográficas da Base Territorial (SIGBT), realizado na sede da superintendência do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no Amazonas (IBGE-AM). Os treinamentos seguem até o final do mês de janeiro.</p>



<p>As diretorias de Planejamento Urbano (DPLA) e de Operações (Diop), que trata do licenciamento do sistema urbanístico da capital, estão participando do treinamento, recebendo ainda noções de gerenciamento em temáticas da Base Territorial.</p>



<p>A capacitação é coordenada pelo responsável pelo Cadastro Nacional de Endereços (Cnefe) do IBGE, David Benarros, e o curso visa ainda ampliar as informações, permitindo aos usuários manipulação, análise e interpretação de dados cartográficos, assim como administração de dados alfanuméricos e geográficos.</p>



<p>Conforme o cronograma do treinamento, os participantes estudam &#8220;Introdução à Cartografia&#8221;, &#8220;Introdução ao Sistema de Informação Geográfica (SIG)&#8221;, &#8220;Sensoriamento Remoto&#8221;, &#8220;Introdução ao QGIs&#8221; e &#8220;Sismap&#8221; e &#8220;SIGBT&#8221;.</p>



<p>Para o gerente de Informação e Geoprocessamento (GIG) do Implurb, Luiz Albuquerque, o curso é uma oportunidade ímpar de conhecer mais da ferramenta que é o QGIS, numa carga horária de 40 horas, dividido em quatro módulos. &#8220;Estamos agregando informações necessárias para melhorar nossa atuação no desenvolvimento da cidade, usando as ferramentas como soluções e aliadas no dia a dia, em um ambiente colaborativo. O sistema aumenta nossa carga de conhecimento com relação a banco de dados, coordenadas, topografia, cartografia, enfim, informações digitais que vão se somar à aplicação nas nossas rotinas&#8221;, completou Luiz.</p>



<p><strong>Patrimônio</strong></p>



<p>A gerente de Patrimônio Histórico (GPH), arquiteta e urbanista Landa Bernardo, lembrou que o QGIS é um software livre, com código fonte aberto, sendo uma multiplataforma de informação com possibilidade de edição e análise de dados de georreferenciamento, permitindo aos usuários analisar e editar informações espaciais e compilar dados.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Ele permite gerar mapas com várias camadas de conteúdo, usando diferentes projeções, e pode interagir com outras plataformas e extensões de arquivos que já são usados em análises junto ao Implurb. O IBGE já utiliza o programa desde os anos 2000 e a parceria neste treinamento, para o Implurb, vai ampliar ainda mais o conhecimento e capacitação da mão de obra, dando a oportunidade de conhecer e aplicar também esta plataforma nas nossas rotinas&#8221;, explicou a gerente.</p>



<p>&#8212; &#8212; &#8212;&nbsp;</p>



<p><strong>Texto &#8211;</strong>&nbsp;Claudia do Valle / Implurb&nbsp;</p>



<p><strong>Fotos –</strong>&nbsp;Divulgação / Implurb e IBGE&nbsp;&nbsp;</p>
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		<title>População indígena é mais urbana que rural, mostra Censo 2022</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2024/12/19/populacao-indigena-e-mais-urbana-que-rural-mostra-censo-2022/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 14:16:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Censo Demográfico 2022]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[População Indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[A população indígena no Brasil é mais urbana do que rural. É o que revela]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Feed_Portal-IF3M-78-1.png" alt="" class="wp-image-16111" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Feed_Portal-IF3M-78-1.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Feed_Portal-IF3M-78-1-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Feed_Portal-IF3M-78-1-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Feed_Portal-IF3M-78-1-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto:  Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil</figcaption></figure>



<p>A população indígena no Brasil é mais urbana do que rural. É o que revela o Censo Demográfico 2022. Nesta quinta-feira (19), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou&nbsp;novo recorte dos dados que envolvem os povos indígenas. Entre eles, há informações sobre a situação e localização de seus domicílios.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1624327&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1624327&amp;o=node"></p>



<p>De acordo com o Censo Demográfico, 53,97% dos indígenas residentes no Brasil em 2022 viviam em área urbana. Em números absolutos, são 914,75 mil indivíduos. De outro lado, 780,09 mil moravam em área rural, o que representa 46,03% do total.</p>



<p>No Censo Demográfico anterior, realizado em 2010, eram 324,83 mil indígenas em áreas urbanas (36,22%) e 572,08 mil em áreas rurais (63,78%). Entretanto, o IBGE já admitiu que o levantamento de 2022 contou com&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-08/censo-2022-brasil-tem-169-milhao-de-indigenas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aperfeiçoamentos no mapeamento</a>&nbsp;de localidades indígenas&nbsp;em todo o país.</p>



<p>Esse é um dos motivos que explica como a população total de indígenas cresceu 88,96% em 12 anos. Conforme&nbsp;divulgado no ano passado,&nbsp;o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-12/brasil-tem-169-milhao-de-indigenas-e-133-milhao-de-quilombolas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">salto foi</a>&nbsp;de 896.917 em 2010 para 1.694.836 em 2022.</p>



<p>Os novos dados divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (19) indicam que os aperfeiçoamentos adotados no último levantamento&nbsp;geraram um mapeamento mais aprofundado, sobretudo dos indígenas que residem em área urbana. Entre eles, o salto de 2010 para 2022 foi de 181,6%.</p>



<p>No recorte por regiões, o Sudeste destaca-se pelo maior percentual de população indígena residindo em situação urbana, com 77,25%. Na sequência, aparece o Nordeste com 62,3%. De outro lado, a população indígena rural se sobressai no Centro-Oeste (62,05%) e no Sul (58,2%). No Norte, há um equilíbrio: metade dos indígenas vive em área urbana e metade&nbsp;em ambiente rural.</p>



<p>O Censo Demográfico é a única pesquisa domiciliar que vai a todos os municípios do país. As informações levantadas subsidiam a elaboração de políticas públicas e decisões relacionadas com a alocação de recursos financeiros. O Brasil costuma realizar uma operação censitária a cada dez anos. O Censo 2022 deveria ter sido realizado em 2020, mas foi adiado duas vezes: primeiro devido à pandemia de covid-19 e depois por adversidades orçamentárias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Idade e gênero</h2>



<p>O novo recorte compartilhado pelo IBGE revela ainda que a população indígena urbana é&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/geral/audio/2023-10/censo-ibge-quantidade-de-idosos-mais-do-que-dobrou-de-1980-2022" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mais velha</a>&nbsp;do que a população indígena rural. Entre aqueles que residem em locais urbanizados, foi registrada uma idade mediana de 32 anos, três a menos do que os&nbsp;35 anos da população total do país. Já os indígenas que vivem em áreas rurais integram uma população bem mais jovem. A idade mediana apurada foi de 18 anos.</p>



<p>Outro dado que aparece na nova divulgação envolve o gênero dos residentes indígenas. Em áreas rurais, há predomínio da população masculina. São 105,71 homens para cada 100 mulheres. Nas zonas urbanas, a situação se inverte. São 90,25 homens para cada 100 mulheres, mais próximo da média nacional da população total que é de 91,97 homens para cada 100 mulheres.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Portal IF3M &#8211; Total de mulheres responsáveis por domicílios cresce, revela Censo</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2024/10/25/portal-if3m-total-de-mulheres-responsaveis-por-domicilios-cresce-revela-censo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2024 15:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CENSO]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Os homens são maioria (50,9%) entre as pessoas responsáveis pelas unidades domésticas no Brasil, com]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Feed_Portal-IF3M-2024-10-25T105613.034.png" alt="" class="wp-image-13675" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Feed_Portal-IF3M-2024-10-25T105613.034.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Feed_Portal-IF3M-2024-10-25T105613.034-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Feed_Portal-IF3M-2024-10-25T105613.034-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Feed_Portal-IF3M-2024-10-25T105613.034-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Tânia Rego/Agência Brasil</figcaption></figure>



<p>Os homens são maioria (50,9%) entre as pessoas responsáveis pelas unidades domésticas no Brasil, com um total de 37 milhões, mas a quantidade de mulheres, no entanto, está bem próxima (49,1%) e somou 36 milhões.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1616889&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1616889&amp;o=node"></p>



<p>Como mostrou a pesquisa Censo Demográfico 2022: Composição domiciliar e óbitos informados, os dados indicam uma mudança importante em relação a 2010, quando o percentual de homens responsáveis (61,3%) era significativamente maior que o de mulheres (38,7%).</p>



<p>Ainda segundo a pesquisa &#8211; divulgada no Rio de Janeiro nesta sexta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) &#8211; o percentual de mulheres nesta condição supera os 50% em 10 estados. Em Pernambuco, ficou em 53,9%, seguido de Sergipe 53,1%, Maranhão 53,0%, Amapá 52,9%, Ceará 52,6%, Rio de Janeiro 52,3%, Alagoas e Paraíba 51,7%, Bahia 51,0% e Piauí 50,4%.</p>



<p>Segundo o Censo 2022, havia cerca de 72 milhões 522 mil 372 unidades domésticas no Brasil. O número é 15 milhões a mais do que o anotado em 2010, quando existiam 57 milhões. A quantidade média de moradores ficou em 2,8 pessoas. Esse resultado é menor do que em 2000 (3,7 pessoas) e em 2010 (3,3). Entre as unidades domésticas, cerca de 72,3% têm até três moradores e 28,7% têm dois residentes.</p>



<p>O pesquisador, gerente de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE, Marcio Mitsuo Minamiguchi, explicou, na apresentação da pesquisa, que a denominação de pessoa responsável é dada a quem é indicado pelos moradores como tal.</p>



<p>“Em geral, o entrevistado se define como essa pessoa. Nos censos mais antigos tinha a categoria de chefe, hoje não existe mais, por isso as comparações em relação a chefe do passado não cabem aqui”, disse.</p>



<p>Já a unidade doméstica, segundo o gerente, é a denominação que se dá ao conjunto de pessoas que vive em domicílio particular cuja constituição se baseia em arranjos feitos pela pessoa, individualmente ou em grupos, para garantir para ela mesma alimentação e outros bens essenciais para sua existência.</p>



<p>“A formação dela se dá pela relação de parentesco ou de convivência com a pessoa responsável, no caso de cada domicílio particular a gente tem uma unidade doméstica. O termo unidade doméstica serve para diferenciar a questão, domicílio específico, que se refere muito às características de habitação, enquanto a unidade doméstica é mais na composição e relação das pessoas que vivem no local”, completou, destacando que os domicílios coletivos estão fora da avaliação de unidade doméstica.</p>



<p>“Os domicílios coletivos seguem outras regras diferentes como presídios, penitenciárias, conventos, hotéis e hospitais. São relações diferentes”, avaliou.</p>



<p>A pesquisa mostrou que também em 2022 mais da metade (57,5%) das unidades domésticas era formada por responsável e cônjuge ou companheiro (a) de sexo diferente. O resultado representa um recuo na comparação com o Censo 2010. Naquela época, era de 65,3%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mesmo sexo</h2>



<p>Uma outra mudança indicada na pesquisa é a das unidades domésticas compostas por pessoa responsável e cônjuge ou companheiro (a) do mesmo sexo, que atingiram 0,54% do total. Ainda que o percentual seja pequeno, o crescimento foi relevante em relação a 2010, quando era de 0,10%. Neste tipo de domicílio, o número subiu de 59.957 em 2010 para 391.080 em 2022.</p>



<p>O Distrito Federal é onde foram notadas as maiores proporções de unidades domésticas com pessoa responsável em união homoafetiva (0,76%). Na sequência ficaram o Rio de Janeiro (0,73%) e São Paulo (0,67%). Já as menores foram no Piauí (0,25%), no Maranhão (0,30%) e no Tocantins (0,31%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cor/raça</h2>



<p>Pela primeira vez, em 2022, um Censo mostrou, entre os responsáveis pelas unidades domésticas, que a proporção de pardos (43,8%) superou a de brancos (43,5%). Em 2010, as proporções de pardos eram 40,0% e as de brancos 49,4%.</p>



<p>“O perfil do responsável acompanha muito as mudanças observadas no total da população nos dois últimos censos, quando a gente observou também um aumento da população parda e preta em relação ao censo anterior. Isso também está representado aqui no perfil da pessoa responsável pelo domicílio. Pela primeira vez, observa-se que os pardos superam as pessoas brancas na quantidade de pessoas responsáveis pelos domicílios do Brasil”, afirmou.</p>



<p>“O perfil do responsável é mais velho em relação a 2010, é mais preto e pardo, mais feminino e em relação aos filhos, o número diminuiu”, resumiu.</p>



<p>O pesquisador informou, também, que o unipessoal &nbsp;cresceu. “Tem as pessoas que não se casam de fato. Tem essas tendências que existem tanto como mudanças comportamentais de formação de famílias e a outra face que as famílias tendem a diminuir com separação, viuvez, saída de filhos de casa. Tudo isso contribui para as mudanças nas proporções de unipessoais”, argumentou.</p>



<p>Na comparação do Censo de 2010 para o de 2022, a proporção de unidades domésticas com pessoa responsável, cônjuge e filho dos dois caiu de 41,3% para 30,7%. Na proporção de unidades com responsável, cônjuge e filho de um deles, a diferença é menor, passou de 8,0% para 7,2%. Em movimento contrário, a proporção de casais sem filhos cresceu de 16,1% em 2010 para 20,2% em 2022.</p>



<p>Outra informação da pesquisa é que &#8211; entre os residentes nas unidades domésticas &#8211; 3,9% eram netos, participação menor que a de 2010, quando era de 4,7%. No entanto, permanece maior que a de outros parentes ou conviventes. “Isso também é um indicativo de famílias mais multigeracionais, com mais gerações conviventes”, analisou.</p>



<p>A proporção de filho (a) do responsável e do cônjuge recuou de 25,0% em 2010 para 19,1% em 2022, mas houve aumento na proporção do filho (a) somente do responsável. Era de 10,9% e ficou em 11,6% em igual período.</p>



<p>Em 2022, a mais frequente do total entre as quatro espécies de unidades domésticas era a nuclear (64,1%). Na sequência estavam a unipessoal (18,9%), a estendida (15,4%) e a composta (1,5%). Em 2010, esses percentuais foram de 66,3%, 12,2%, 19,1% e 2,5%, respectivamente.</p>



<p>A única espécie de unidade doméstica que aumentou sua participação &#8211; desde o último Censo &#8211; foi a Unipessoal, que saiu de 12,2% para 18,9%. O crescimento foi demonstrado em todos os grupos etários.</p>



<p>As maiores concentrações de pessoas idosas, na faixa de mais de 60 anos, responsáveis pelas unidades domésticas, se concentraram nas unidades unipessoais (28,7%) e nas estendidas (21,7%). As unidades domésticas nucleares predominam em todos os grupos etários (64,1%), principalmente com responsáveis de até 17 anos (70,0%) e de 25 a 39 anos (75,8%). Na visão do IBGE, isso ocorre, possivelmente, por começarem a formar as próprias famílias.</p>



<p>As unidades estendidas são as que incluem outros parentes netos e sobrinhos. Já nas que têm enteados, madrastas e padrastos são nucleares.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estados</h2>



<p>O Rio de Janeiro é o estado onde houve as maiores proporções de unidades domésticas unipessoais (23,4%), ficando à frente do Rio Grande do Sul (22,3%) e do Espírito Santo (20,6%).</p>



<p>Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul também foram os estados mais envelhecidos. As menores proporções de unidades domésticas unipessoais estavam no Amapá (12,0%), Amazonas (13,0%) e Pará (13,5%). Esses estados estão também entre os mais jovens do país.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Composição</h2>



<p>Para o IBGE, a composição leva em consideração a condição no domicílio com a relação de parentesco ou de convivência dos moradores com a pessoa responsável.</p>



<p>“A análise da composição domiciliar inclui caracterizar a pessoa responsável pelo domicílio segundo a idade, cor ou raça, bem como a presença de cônjuge e de filho(s). Foi elaborada uma classificação de unidades domésticas em espécies. Desse modo, é possível conhecer o perfil das unidades domésticas segundo tamanho e composição”, informou o IBGE.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



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		<title>Portal IF3M &#8211; Capitais perdem espaço e economia fica menos concentrada, aponta IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 14:14:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capitais]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao longo dos últimos anos, a economia brasileira tem se mostrado menos concentrada, com grandes]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Feed_Portal-IF3M-69.png" alt="" class="wp-image-8719" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Feed_Portal-IF3M-69.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Feed_Portal-IF3M-69-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Feed_Portal-IF3M-69-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Feed_Portal-IF3M-69-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Marcello Casal</figcaption></figure>



<p><br>Ao longo dos últimos anos, a economia brasileira tem se mostrado menos concentrada, com grandes cidades perdendo importância no Produto Interno Bruto (PIB, todos os bens e serviços produzidos no país). Essa constatação é revelada pelo estudo PIB dos Municípios, divulgado nesta sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1572490&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1572490&amp;o=node"></p>



<p>O levantamento mostra que, em 2002, apenas quatro cidades &#8211; São Paulo (12,7%), Rio de Janeiro (6,3%), Brasília (3,6%) e Belo Horizonte (1,6%) &#8211; representavam cerca de um quarto do PIB nacional. Já em 2021, 11 cidades formavam esse grupo, correspondente a aproximadamente 25% da economia.</p>



<p>Em 2021, além de São Paulo (9,2%), Rio de Janeiro (4%), Brasília (3,2%) e Belo Horizonte (1,2%), entraram na lista Manaus (1,1%), Curitiba (1,1%), Osasco (SP) (1%), Maricá(RJ) (1%), Porto Alegre (0,9%), Guarulhos (SP) (0,9%) e Fortaleza (0,8%).</p>



<p>Em 2002, era preciso somar as riquezas de 48 cidades para se alcançar 50% do PIB. Em 2021, esse número saltou para 87, mostrando um país menos concentrado.</p>



<p>No outro extremo 1.383 municípios correspondiam a cerca de 1% do PIB nacional, em 2002. Em 2021, esse número caiu para 1.306, ou seja, a base da pirâmide ficou mais estreita, menos desigual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Capitais</h2>



<p>Outra forma de acompanhar a desconcentração se dá ao analisar o comportamento das capitais. Em 2002, elas eram 36,1% da economia. Em 2020, passaram a ser 29,7%, e em 2021, 27,6%, o menor índice desde que começou a pesquisa, em 2002.</p>



<p>De acordo com o IBGE, a desconcentração é uma tendência acentuada em 2020. As capitais concentram grande parte das atividades de serviços presenciais que sofreram medidas restritivas de isolamento durante a pandemia da covid-19.</p>



<p>Enquanto São Paulo é a capital mais rica, a tocantinense Palmas fecha a lista, com apenas 0,1% de participação no PIB nacional.</p>



<p>Um detalhe revelado é que no Pará, Espírito Santo e Florianópolis, a respectiva capital não é a cidade mais rica do estado. No Pará, Parauapebas apareceu à frente com participação de 18,9%; Canaã dos Carajás ocupou a segunda posição, com 13,3%; e Belém, ocupou somente a terceira posição com 12,7% do PIB estadual.</p>



<p>No Espírito Santo, o município de Serra ocupou a primeira posição com participação de 20%; e Vitória, a segunda, com 16,9%. Em Santa Catarina, Florianópolis apareceu na terceira posição, representando 5,5% do estado, atrás de Itajaí (11,1%) e de Joinville (10,5%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Evolução</h2>



<p>Dentre os 5.570 municípios brasileiros, São Paulo, com menos 3,5 pontos percentuais (p.p.), e Rio de Janeiro com menos 2,3 p.p., foram as cidades que mais perderam participação no PIB entre 2002 e 2021. No caso paulista, a influência se deu, principalmente, pela redução relativa de atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados. No caso fluminense, a queda aconteceu, sobretudo, em razão da diminuição de atividades imobiliárias e serviços de informação e comunicação.</p>



<p>Por outro lado, o maior ganho de participação no PIB nesse período ocorreu em Maricá, no litoral norte do Rio de Janeiro. Houve aumento de 0,9 p.p., devido à extração de petróleo e gás.</p>



<p>O segundo maior ganho foi de Parauapebas (0,5 p.p.), no Pará, impulsionado pela expansão da extração de minério de ferro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB per capita</h2>



<p>O IBGE analisou o PIB per capita dos municípios brasileiros, ou seja, o total da riqueza da cidade dividido pelo número de habitantes.</p>



<p>O ranking é liderado por Catas Altas, cidade mineira que fica a cerca de 60 quilômetros de Belo Horizonte. Com pouco mais de 5 mil habitantes, o município tem renda per capita de R$ 920.833,97. A atividade econômica que infla o PIB catas-altense é a extração de minério de ferro.</p>



<p>A mineração é o motor que impulsiona também os PIB per capita de Canaã dos Carajás (PA), segunda no ranking, e de outras três localidades mineiras, São Gonçalo do Rio Abaixo (3º), Itatiaiuçu (4º) e Conceição (6º).</p>



<p>Presidente Kennedy, no Espírito Santo, e Maricá e Saquarema, no Rio de Janeiro, ocupavam a quinta, sétima e oitava posições, respectivamente, devido à extração de petróleo e gás.</p>



<p>No Maranhão, três municípios tinham os menores PIB per capita em 2021: Santana do Maranhão (R$ 5,4 mil), Primeira Cruz (R$ 5,7 mil) e Matões do Norte (R$ 5,7 mil).</p>



<p>O IBGE aponta desigualdades regionais no PIB per capita. Enquanto a média nacional era de R$ 42,2 mil, o Nordeste tinha R$ 21,5 mil, seguido pelo Norte, com R$ 29,8 mil. As demais regiões estavam acima da média, com destaque para o Centro-Oeste, com R$ 55,7 mil. O Sul figurava com R$ 51,3 mil; e o Sudeste, R$ 52,5 mil.</p>



<p>Entre as capitais, o ranking é liderado por Brasília, Vitória e São Paulo. Já as últimas posições ficam com Belém e Salvador, que fecha a lista.</p>



<p>Os maiores valores do PIB per capita pertencem aos grandes centros urbanos do Centro-Sul e em regiões em que ocorre a combinação de atividade agropecuária significativa e pequena população, como a borda sul da Amazônia Legal, região central de Mato Grosso, sul de Goiás, leste de Mato Grosso do Sul, oeste baiano e no alto curso do Rio Parnaíba.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/ZeOYaQxZ1m4jcVwv5Nm5IId27Nw=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/ilustracao_pib_dos_municipios_-_elaboracao_ibge_copy.jpg?itok=oJJq9yt4" alt="Capitais perdem espaço, e economia fica menos concentrada, aponta IBGE. Foto: IBGE" title="IBGE"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Atividades</h2>



<p>O levantamento apresenta também um perfil dos municípios concentrados por atividade econômica. No setor de serviços – excluindo administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social &#8211; cinco cidades somavam quase um quarto do total dessa atividade no Brasil, em 2021: São Paulo, com 14,1%; Rio de Janeiro, com 4,5%; Brasília, com 3,3%; Belo Horizonte, com 1,6%; e Osasco, com 1,5%.</p>



<p>O analista de Contas Regionais do IBGE Luiz Antonio de Sá explica que a presença de Osasco na lista, superando outras capitais, é devido à “relevância de suas atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados, já que um dos maiores bancos do país [Bradesco] tem sua sede lá”.</p>



<p>A pesquisa mostra que 25% do PIB da agropecuária estava concentrado em 106 municípios, em 2021. Deles, 57 estavam no Centro-Oeste, ancorados, principalmente, na produção de grãos e algodão herbáceo. Os cinco maiores valores foram Sapezal (MT), Sorriso (MT), São Desidério (BA), Diamantino (MT) e Campo Novo do Parecis (MT), que, juntos, somavam 3,6% do valor adicionado bruto da agropecuária.</p>



<p>O número de municípios onde a agricultura era a atividade principal subiu de 1.049 para 1.272 de 2020 para 2021.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Maricá x São Paulo</h2>



<p>Pela primeira vez desde o início da série histórica do IBGE, em 2002, a cidade de São Paulo não foi campeã de participação na atividade industrial. O posto foi ocupado por Maricá, que concentrou 3,3% do PIB da indústria em 2021. A explicação está na extração de petróleo e gás.</p>



<p>Além de São Paulo, na segunda posição, com peso de 3,1%, teve destaque também o Rio de Janeiro, em terceiro (2,3%). Na quarta posição aparece Parauapebas (2%), ligado à extração de minério de ferro. Manaus (1,9%) fecha as cinco primeiras posições, impulsionada pelo polo industrial da Zona Franca.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/tILkVtXFbE5cj2C2EO9a6LBq9lo=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/img_5888.jpeg?itok=pfRSi3bN" alt="Capitais perdem espaço, e economia fica menos concentrada, aponta IBGE. Foto: Arte/EBC" title="Arte/EBC"/></figure>



<p>Capitais perdem espaço, e economia fica menos concentrada, aponta IBGE. Foto: Arte/EBC &#8211;&nbsp;<strong>Arte/EBC</strong></p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



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		<title>Portal IF3M &#8211; Em 2022, 10,9 milhões de jovens não estudavam, nem trabalhavam</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2023/12/06/portal-if3m-em-2022-109-milhoes-de-jovens-nao-estudavam-nem-trabalhavam/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2023 14:09:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[No ano passado, 10,9 milhões de jovens com idade entre 15 e 29 anos, o]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Feed_Portal-IF3M-2023-12-06T100454.644.png" alt="" class="wp-image-8544" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Feed_Portal-IF3M-2023-12-06T100454.644.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Feed_Portal-IF3M-2023-12-06T100454.644-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Feed_Portal-IF3M-2023-12-06T100454.644-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Feed_Portal-IF3M-2023-12-06T100454.644-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Paulo Pinto</figcaption></figure>



<p>No ano passado, 10,9 milhões de jovens com idade entre 15 e 29 anos, o correspondente a 22,3%, não estudavam, nem trabalhavam. É o menor valor absoluto da série histórica iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileira de Estatística e Geografia (IBGE). O dado consta da Síntese de Indicadores Sociais 2023: uma análise das condições de vida da população brasileira, divulgada nesta quarta-feira (6) pelo instituto.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1570635&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1570635&amp;o=node"></p>



<p>Anteriormente, o menor valor havia sido apurado em 2014 (11,2 milhões). O total de jovens vem se reduzindo na população brasileira. Em 2012, eram 51,9 milhões, que representavam 33,6% da população em idade de trabalhar. Entre 2012 e 2022, o número de jovens diminuiu 5,9%, somando 48,9 milhões de pessoas, em consonância com o processo de envelhecimento populacional no país.</p>



<p>Considerando exclusivamente esses dois anos, o total de jovens que não estudavam e não estavam ocupados caiu de 11,3 milhões, em 2012, para 10,9 milhões, em 2022, uma queda de 3,6%. Isto é, a diminuição do contingente de jovens que não estudam e que não estão ocupados foi inferior à do total de jovens e, por isso, a taxa do grupo nessa condição não foi a menor da série, embora tenha sido o menor em valor absoluto, em 2022. As menores taxas foram verificadas em 2012 (21,8%) e 2013 (22,0%), sendo a de 2022 (22,3%) a terceira menor taxa da série iniciada em 2012.</p>



<p>Em 2016 e em 2020, os percentuais de jovens que não estudam e não estão ocupados aumentaram e os de jovens ocupados diminuíram em decorrência das crises econômicas e da pandemia de covid-19. Em 2021 e em 2022, com o aumento dos jovens ocupados, o percentual de jovens que não estudam e não trabalham diminuiu.</p>



<p>Entre os 10,9 milhões que não estudavam, nem estavam ocupados, 43,3% eram mulheres pretas ou pardas; 24,3%, homens pretos ou pardos; 20,1%, mulheres brancas; e 11,4%, homens brancos.</p>



<p>No ano passado, 4,7 milhões de jovens não procuraram trabalho, nem gostariam de trabalhar. Nesse grupo de jovens, 2 milhões eram mulheres cuidando de parentes e dos afazeres domésticos.&nbsp;</p>



<p>O percentual de jovens nem-nem entre as mulheres (28,9%) é quase o dobro do observado entre os homens (15,9%). A condição nem-nem é a principal para mulheres de 18 a 24 anos (34,3%) e a segunda de 25 a 29 anos (33,8%). Para homens, a condição nem-nem é mais expressiva entre 18 e 24 anos (21,4%). Entre 15 e 17 anos, a maioria dos jovens de ambos os sexos está estudando.</p>



<p>Quanto menor o rendimento domiciliar, maior a taxa de jovens que não estudam e não trabalham.</p>



<p>Em 2022, a taxa nos domicílios com menores rendimentos (49,3%) era mais que o dobro da média (22,3%) e 7 vezes maior que os da classe com os 10% maiores rendimentos (7,1%). Em 2012, era cinco vezes maior. A extrema pobreza e a pobreza são elevadas (14,8% e 61,2%). Entre os jovens pobres que não estudavam, nem estavam ocupados, 47,8% eram mulheres pretas ou pardas.</p>



<p>“Os jovens, grupo de pessoas de 15 a 29 anos de idade, de acordo com o Estatuto da Juventude, enfrentam maior dificuldade de ingresso e estabilidade no mercado de trabalho, tendo em vista sua inerente inexperiência laboral, representando o grupo mais vulnerável aos períodos de crise econômica, especialmente entre os menos qualificados. Em compensação, quando as condições no mercado de trabalho estão desfavoráveis, os jovens tendem a permanecer mais tempo no sistema de ensino, adquirindo qualificações que contribuirão para reduzir essa vulnerabilidade no futuro. Isso ocorre quando o investimento público em educação torna atrativa a continuidade dos estudos a ponto de contrabalançar o aumento do desemprego, da inatividade e do desalento”, diz o IBGE.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mercado de trabalho</h2>



<p>O rendimento-hora da população ocupada branca (R$ 20,1) era 61,4% maior que o da população preta ou parda (R$11,8) em 2022. Por nível de instrução, a maior diferença (37,6%) estava no nível superior completo: R$ 35,30 para brancos e R$ 25,70 para pretos ou pardos.<br><br>Em 2022, 40,9% dos trabalhadores do país estavam em ocupações informais. A proporção de informais entre mulheres pretas ou pardas (46,8%) e homens pretos ou pardos (46,6%) superava a média, enquanto mulheres brancas (34,5%) e homens brancos (33,3%) tinham taxas abaixo da média.&nbsp;</p>



<p>Na população ocupada do país, os brancos eram 44,7%, e os pretos ou pardos, 54,2%. As&nbsp;atividades&nbsp;com menor rendimento médio tinham maior proporção de trabalhadores pretos ou pardos, como a agropecuária (62,0%), a construção (65,1%) e os serviços domésticos (66,4%).<br><br>Em 2022, o nível de ocupação dos homens alcançou 63,3% e o das mulheres, 46,3%. Essa&nbsp;desigualdade&nbsp;persistia, mesmo entre os trabalhadores com ensino superior completo: 84,2% para os homens e 73,7% para as mulheres.&nbsp;</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



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		<title>Portal IF3M &#8211; Consumo do brasileiro cresceu 2,89% em outubro, aponta Abras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 13:44:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O consumo nos lares brasileiros, medido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), registrou alta de]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Feed_Portal-IF3M-88.png" alt="" class="wp-image-8450" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Feed_Portal-IF3M-88.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Feed_Portal-IF3M-88-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Feed_Portal-IF3M-88-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Feed_Portal-IF3M-88-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Valter Campanato</figcaption></figure>



<p>O consumo nos lares brasileiros, medido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), registrou alta de 2,89% em outubro, na comparação com o mês anterior. Na comparação com outubro do ano passado, a alta é de 0,61%. No acumulado do ano, a alta é de 2,64%. O resultado contempla os formatos de loja atacarejo, supermercado convencional, loja de vizinhança, hipermercado, minimercado e&nbsp;<em>e-commerc</em>e. Todos os indicadores são deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1569786&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1569786&amp;o=node"></p>



<p>Segundo o vice-presidente da Abras, Marcio Milan, a alta pode ser atribuída à inauguração de novas lojas e promoções. “As atividades promocionais tradicionalmente se intensificam no segundo semestre, combinados com renda mais estável e a menor variação nos preços da cesta de abastecimento dos lares”, analisou Milan. De janeiro a novembro, entraram em operação 573 lojas, das quais 306 são novas e 267 reinauguradas. Os principais formatos de lojas são os supermercados (185) e os atacarejos (121).</p>



<p>Segundo a Abras, apesar da alta registrada no mês, as quedas nos preços foram expressivas de janeiro a outubro (-6,43%) e nos últimos 12 meses (-5,08%), influenciadas principalmente pelos preços do óleo de soja (-30,94%), do feijão (-23,12%), dos cortes bovinos do dianteiro (-12,61%) e do traseiro (-12,44%), do frango congelado (-9,55%), do leite longa vida (-6,10%). Os preços dessa cesta caíram de R$ 754,98 em janeiro para R$ 705,93 em outubro, variação de -6,43% equivalente a cerca de R$ 50.</p>



<p>De acordo com os dados da Abras, o valor da cesta de 35 produtos de largo consumo (alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza) teve alta de 0,10% em outubro na comparação com setembro.</p>



<p>Segundo o levantamento, as principais altas do mês foram batata (11,23%), cebola (8,46%), arroz (2,99%), carne bovina – corte traseiro (1,94%), açúcar refinado (1,88%), tomate (0,97%), extrato de tomate (0,83%), pernil (0,57%).</p>



<p>A maior retração em outubro foi registrada na cesta de lácteos com leite longa vida (-5,48%), queijos muçarela e prato (-1,14%), leite em pó&nbsp;(-0,87%), margarina cremosa (-0,60%).</p>



<p>Na cesta de produtos básicos, as principais quedas vieram do feijão (-4,67%), do óleo de soja (-1,77%), do café torrado e moído (-1,23%), da farinha de mandioca (-0,65%), da farinha de trigo (-0,56%).</p>



<p>Entre as proteínas que mantiveram a tendência de queda nos preços estão ovos (-2,85%), carne bovina &#8211; corte do dianteiro (-0,30%). As altas foram registradas na carne bovina &#8211; corte do traseiro (1,94%), pernil (0,57%), frango congelado (0,54%).</p>



<p>Na cesta de higiene e beleza, as principais quedas foram registradas no sabonete (-0,78%), xampu (-0,08%) e as altas no papel higiênico (+0,99%) e no creme dental (+0,22%). Em limpeza, houve recuo em sabão em pó (-1,03%), detergente líquido para louças (-0,42%), água sanitária (-0,04%).</p>



<p></p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



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