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	<title>Laboratório Ítalo-Brasileiro &#8211;  Portal IF3M</title>
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	<description>Conectando a Amazônia ao Mundo</description>
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	<title>Laboratório Ítalo-Brasileiro &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Delegação de Manaus participa de encerramento do Laboratório Ítalo-Brasileiro com diálogos sobre saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2025 11:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O 17º Laboratório Ítalo-Brasileiro (e não só) de Formação, Pesquisa e Práticas em Saúde Coletiva]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O 17º Laboratório Ítalo-Brasileiro (e não só) de Formação, Pesquisa e Práticas em Saúde Coletiva foi encerrado nesta sexta-feira, 28/2, com duas mesas redondas sobre saúde mental. As atividades foram realizadas no Instituto Gian Franco Minguzzi, ex-hospital psiquiátrico Francesco Roncati, em Bolonha. Representantes da Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), divididos em dois grupos, participaram dos dois diálogos.</p>



<p>Um foi pautado no enfrentamento do adoecimento e nos serviços e necessidades do setor, com os diálogos mediados pela chefe do Setor de Educação e Desenvolvimento Social da Cidade Metropolitana de Bolonha, Fabrizia Paltrinieri, e do professor e pesquisador da Universidade Federal do Semi-Árido, Ricardo Burg. O outro, conduzido pelo representante do Instituto Gian Franco Minguzzi, Luca Negrogno, e pelo professor pesquisador da Universidade do Rio de Janeiro, Emerson Merhy, esteve focado na história e em processos inovadores em saúde mental.</p>



<p>A programação trouxe a memória de Franco Basaglia, psiquiatra que promoveu, a partir dos anos de 1960, na Itália, abordagens revolucionárias no tratamento de pessoas com transtornos mentais. Basaglia é a principal referência do movimento brasileiro de luta antimanicomial, baseada na desospitalização e na substituição da internação em massa em hospitais psiquiátricos pelo cuidado em uma rede de serviços substitutivos.</p>



<p>O evento foi realizado durante cinco dias, de 24 a 28/2, em Bolonha, com atividades realizadas também em outros municípios na Emília-Romanha, região do Norte da Itália. Coordenado pela Rede Unida, associação internacional com sede no Brasil, e pela Emília-Romanha, o evento teve por objetivo a troca de experiências em saúde coletiva e o estudo de propostas de parceria para qualificar os sistemas de saúde pública nos dois países.</p>



<p>A vice-presidente da Rede Unida, Maria Augusta Nicoli, conduziu a abertura dos trabalhos no último dia de atividades citando a riqueza dos debates realizados ao longo da semana e as possibilidades de acordos bilaterais entre instituições do Brasil e da Itália. A próxima etapa é a elaboração de propostas que possam ser discutidas, aprovadas e implementadas a partir do interesse e da necessidade de cada parte.</p>



<p>“Esse é evento de extrema importância para a comunidade técnico-científica porque a colaboração entre os países e a troca de experiência entre eles ajuda na identificação daquilo que precisa melhorar e gera ideias e propostas inovadoras”, avaliou secretária municipal de saúde, Shádia Fraxe, que participou de toda a programação, tendo sido palestrante em duas ocasiões.<br></p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>“A experiência vivida na Itália trouxe alguns vislumbres de como podemos melhorar em relação à saúde do idoso, por exemplo. Mas aqui também tivemos a oportunidade de ensinar muito sobre a atenção primária, sobre as políticas públicas que nós aplicamos no Brasil, sobre como utilizar bem os recursos para ter um bom resultado e atender bem a população”, disse a secretária.</p>
</blockquote>



<p>Shádia destacou que os dias foram muito intensos em relação a conteúdo, com temas de extrema importância. “Hoje, no último dia, discutimos sobre saúde mental, que é um problema mundial, que tem crescido muito e para o qual nós precisamos discutir soluções que se adequem a cada região conforme o perfil da sua população”.</p>



<p>A secretária destacou que teve a oportunidade de demonstrar todo o serviço executado pelo município de Manaus em relação à atenção primária à saúde, principal porta de entrada da população para o sistema de saúde. “E a minha felicidade é que ficaram muito bem impressionados com tudo que viram pela dificuldade geográfica da nossa região, pelos fatores amazônicos e pelos desafios que a gente enfrenta para poder levar a saúde até os lugares mais remotos”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>Para o subsecretário municipal de Gestão da Saúde, Djalma Coelho, eventos como o Laboratório permitem o compartilhamento de modelos de trabalho para aprimoramento das práticas em saúde. “O que se encontra em outras cidades, estados e países nos ajuda a entender dentro de uma estrutura física todo o processo de trabalho que, muitas vezes, pode ser replicado em outros territórios. Com isso, podemos melhorar a eficiência na entrega dos serviços públicos à população. Além disso, oferece a possibilidade de adaptarmos à realidade de Manaus uma visão não só da integralidade do cuidado na atenção primária à saúde, mas de como ela está inserida dentro de uma rede assistencial”.</p>
</blockquote>



<p>A diretora da Escola de Saúde Pública (Esap), Karina Cerquinho, ressaltou a relevância do Laboratório Ítalo-Brasileiro para a educação permanente dos trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS). “A formação é contínua e a troca de experiências proporciona reflexão e diferentes olhares para os processos de trabalho”, afirmou.</p>



<p>Segundo Karina, conhecer as experiências de Bolonha e cidades vizinhas, discutir as diferentes categorias profissionais envolvidas, ver como trabalham juntas e como as formações se complementam fortalece os processos de reflexão no campo da educação em saúde. “Para as escolas, fica, ainda, a possibilidade de fortalecer o intercâmbio de residentes entre os dois países”.</p>



<p>O 17º Laboratório Ítalo-Brasileiro (e não só) de Formação, Pesquisa e Práticas em Saúde Coletiva contou com o apoio de diversas universidades e instituições, como a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e Ministério da Saúde brasileiro. Além de Manaus, participam diretamente das discussões os municípios brasileiros de Vitória, São Luís, Porto Alegre e Brasília e as cidades italianas de Bolonha, Parma e Modena.</p>



<p>— — —<br>Texto &#8211; Andréa Arruda/Semsa<br>Fotos &#8211; Divulgação Semsa</p>



<p>Publicado em &#8211; https://www.manaus.am.gov.br/noticia/saude/encerramento-do-laboratorio-italo-brasileiro/</p>
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		<title>Avanços da saúde de Manaus são apresentados durante programação do Laboratório Ítalo-Brasileiro, na Itália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 10:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Os avanços da saúde pública no município de Manaus, particularmente no que se refere à]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os avanços da saúde pública no município de Manaus, particularmente no que se refere à ampliação da cobertura da Atenção Básica em Saúde e à saúde rural, foram apresentados pela titular da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Shádia Fraxe, na mesa redonda “A Luta da Administração Pública no Brasil em Políticas Universalistas: Os Nós e Os Desafios”, realizada na tarde desta quinta-feira, 27/2, penúltimo dia do 17º Laboratório Ítalo-Brasileiro (e não só) de Formação, Pesquisa e Práticas em Saúde Coletiva.</p>



<p>O evento reúne desde a última segunda-feira, 24, gestores, técnicos e pesquisadores da saúde, além de representantes políticos dos dois países para a troca de experiências e elaboração de possíveis parcerias que permitam implementar ações, métodos e tecnologias nas áreas de promoção e assistência à saúde.</p>



<p>Shádia Fraxe contextualizou Manaus no cenário dos desafios amazônicos, com uma grande população concentrada na área urbana e a população rural distribuída de modo disperso em um território sujeito ao regime dos rios, e citou diversos avanços que permitiram que a capital amazonense ampliasse a cobertura de Atenção Primária à Saúde de 42% para 90% e que conquistasse por sete vezes consecutivas a liderança do ranking de saúde básica entre as capitais brasileiras.</p>



<p>Entre os pontos destacados pela secretária estão o uso de plantas medicinais por meio do programa Farmácia Viva, a articulação intersetorial para o combate a endemias como a malária, que segue como um grande desafio e o uso de tecnologias como o painel de bordo que permite a visualização em tempo real de dados epidemiológicos e de produção, e o funcionamento do prontuário eletrônico em todos os serviços de saúde, mesmo os das áreas ribeirinhas mais distantes.</p>



<p>“Só tenho como enxergar o que está acontecendo em tempo real em todos os distritos de saúde da minha cidade se eu tiver o monitoramento digital. Hoje eu tenho como saber, da minha sala de trabalho, por exemplo, se a grávida faltou à consulta de pré-natal e acionar um agente comunitário de saúde para ir até essa pessoa”, citou.</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>A secretária também expôs estratégias usadas pela Prefeitura de Manaus para enfrentar a Covid-19, no momento mais crítico da pandemia. Ela exibiu um vídeo mostrando um dos viradões realizados com pontos de vacinação drive-thru abertos por 36 horas ininterruptas, quando foram vacinadas mais de 88 mil pessoas. “Estabelecemos as medidas que o cenário requeria e acabamos sendo reconhecidos pelos resultados que alcançamos”, disse Shádia.</p>
</blockquote>



<p>O programa Leite do Meu Filho, o programa SOS Vida, a Corrida Manaus em Movimento, as unidades básicas fluviais, a base de endemias flutuante e o Samu fluvial foram outros destaques de Manaus, assim como as Unidades Móveis de Saúde da Mulher. “A cidade tem 11 mil km², o Estado é líder de câncer do colo do útero, precisamos chegar até as mulheres das áreas de vazio assistencial, do mesmo modo que usamos o georreferenciamento para identificar usuários de doentes crônicos que se acompanhados provavelmente não irão agravar suas condições de saúde”.</p>



<p>Shádia Fraxe dividiu a Mesa Redonda com a diretora administrativa da escola de Saúde Pública do Maranhão, Ana Lúcia Nunes, o secretário estadual de Saúde do Espírito Santo, Tyago Hoffmann, a deputada estadual do Rio Grande do Sul, Stela Farias, e com o delegado do Conselho da Região de Emília-Romana para Cooperação Internacional e Migração, Lucca Rizzo Nervo.</p>



<p>Ao concluir os trabalhos do dia, Lucca Rizzo disse que é necessário estabelecer colaboração cívica no lugar onde os serviços são prestados. “A cooperação internacional é fundamental para criar os instrumentos de apoio a cidades e comunidades no enfrentamento dos desafios mais ambiciosos”.</p>



<p>O delegado salientou que não é suficiente que cada um faça o seu trabalho, sendo mais importante que as ações sejam translocais, com o fortalecimento por meio da diversidade. “Demos um passo à frente com esse evento e temos que nos encarregar da defesa dos serviços públicos através da inovação, buscando a igualdade e integralidade da pessoa e das políticas, por meio de uma visão de conjunto”.</p>



<p>Lucca Rizzo também destacou que a Emília-Romana nasceu na Casa Cervi, onde a programação foi realizada. A Casa é sede do Instituto Fratelli Cervi e abriga auditório, museu e outros espaços dedicados à memória de resistência política da família Cervi. “Nesse contexto, o foco da nossa cooperação pode nos ajudar no que fazemos no território, mas com o olhar voltado para o mapa mundi”, afirmou.</p>



<p>A presidente do Instituto e ex-senadora italiana Albertina Soliano encerrou a programação com a entrega de uma muda de Amoreira, como representação simbólica da memória da família Cervi a Alcindo Antonio Ferla, coordenador geral da Associação Rede Unidade, que é a promotora do evento, em parceria com a Região Emília-Romana.</p>



<p>Na parte da manhã desta quinta-feira, foram realizadas exposições no eixo temático da construção de alianças com respeito às singularidades. A reunião de abertura tratou do tema “Cidade, território e rede de cuidado: promovendo espaços públicos próximos e desenvolvendo dispositivos-membrana para políticas públicas de bem viver&#8221;, com o objetivo de possíveis trabalhos colaborativos para o crescimento da responsabilidade social e da democracia. Também foram apresentados casos relacionados a práticas inovadoras de governança.</p>



<p>O 17º Laboratório Ítalo-Brasileiro (e não só) de Formação, Pesquisa e Práticas em Saúde Coletiva segue até essa sexta-feira, 28/2, com atividades concentradas na cidade de Bolonha.</p>



<p>— — —<br>Texto &#8211; Andréa Arruda/Semsa<br>Fotos &#8211; Divulgação/Semsa</p>



<p>Publicado em &#8211; https://www.manaus.am.gov.br/noticia/saude/avancos-da-saude-de-manaus/</p>



<p>–<br>SEMSA &#8211; Secretaria Municipal de Saúde<br>Assessora responsável: Andrea Arruda &#8211; (92) 99100-0777<br>E-mail: decom.semsa@gmail.com</p>
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		<title>Delegação de Manaus visita rede de cuidados em cidades do Norte da Itália, no terceiro dia de atividades do Laboratório Ítalo-Brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 01:17:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Conhecer as estratégias de saúde e qualidade de vida adotadas pela Região de Emília-Romana para]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Conhecer as estratégias de saúde e qualidade de vida adotadas pela Região de Emília-Romana para as áreas remotas e com baixa densidade populacional, foi uma das atividades de representantes da Prefeitura de Manaus no terceiro dia do 17º Laboratório Ítalo-Brasileiro (e não só) de Formação, Pesquisa e Práticas em Saúde Coletiva. A programação, realizada durante todo o dia, incluiu apresentações e visitas a serviços de saúde das províncias de Argenta, Portomaggiorre Codigoro e Goro, que se caracterizam pela existência de população escassa, idosa e de baixa renda per capita.</p>



<p>Em Argenta, profissionais de diferentes formações demonstraram a implementação de métodos, alguns recentes e apoiados em tecnologias digitais e inteligência artificial, para melhorar o alcance e o monitoramento de saúde das pessoas que vivem na região.</p>



<p>A Emília-Romana, região situada ao Norte da Itália, conta com uma área territorial de 2.600 km² e 339 mil habitantes, e vive uma tendência de crescimento, como ocorre no país como um todo. A densidade populacional média é de 129 habitantes por km², mas há localidades onde existem apenas 70 habitantes por km² e, além disso, o crescimento da população idosa é uma realidade.</p>



<p>A especialista em Medicina de Comunidade, Rita Marchi, enfatizou que o expressivo aumento da população maior de 65 anos na região tem um conjunto adicional de demandas, nelas incluídas as de saúde. “Uma das ferramentas usadas pelo sistema italiano são as ligações telefônicas para a população idosa, a fim de identificar variáveis que podem estar associadas à produção de saúde”, explicou. O método permitiu verificar que 14% das pessoas ouvidas passa mais de 20 dias com problemas de saúde, maior que a média nacional de 13%, sendo que os maiores percentuais estão entre as mulheres, entre os idosos com vulnerabilidade econômica e entre os idosos com condições crônicas ou deficiências.</p>



<p>Neste sentido, o país trabalha para que as unidades de saúde da rede de cuidados sejam locais de fácil acesso e de fácil reconhecimento pela população, com diferentes níveis de densidade tecnológica, e que também sejam lugares de integração do serviço, sobretudo do serviço sanitário, tendo, uma equipe que trabalha em conjunto para atender as necessidades das pessoas e que garanta continuidade assistencial.</p>



<p>Ao apresentar especificamente o modelo de Casas Comunitárias em áreas remotas, Marguerita Spatola e Carlotta Serenelli, que atuam na área de gestão de cuidados, defenderam que a essência do conceito de cuidado está na atenção primária, com a equipe multiprofissional e os médicos gerais, a assistência de enfermagem, serviços de diagnóstico, o uso de telessaúde, telemedicina, a inovação, a prevenção, e a integração social, inclusive as associações de voluntariado, muito comum na Itália, e a função da participação ativa da comunidade.</p>



<p>No que diz respeito à organização do serviço, os profissionais citaram a gestão dos modelos organizativos, da gestão dos diferentes profissionais, uma certa capacidade de melhoramento contínuo de atualização, o acesso a ações de continuidade e o monitoramento e avaliação dos resultados.</p>



<p>Uma das dificuldades apontadas nos debates se refere ao tempo de espera no Centro de Atendimento de Urgência, apontado como principal queixa da população.</p>



<p>Na segunda parte da programação, os participantes do evento visitaram a Casa de Comunidade de Parmaggiore e Ostellato e o Gabinete de Enfermeiros de Família e Comunidade de Codigoro, onde conversaram com profissionais locais e voluntários que integram a rede de cuidados.</p>



<p>A última etapa da agenda ocorreu na sede da Cooperativa de Pescadores de Goro, província considerada a mais remota da região de Emília-Romana.</p>



<p>Parma</p>



<p>A quarta-feira, 26/2, também foi dedicada a novos debates sobre envelhecimento como fase de vida e a atenção primária à saúde. secretária municipal de Saúde de Manaus, Shádia Fraxe, e o subsecretário municipal de Gestão da Saúde, Djalma Coelho, cumpriram compromissos em Parma.</p>



<p>Os dois gestores visitaram a Casa della Salute Langhirano, que oferece múltiplas clínicas integradas para condições crônicas e serviços diferenciais como atendimento ao estrangeiro e mediação cultural, aconselhamento familiar, psicologia clínica, dentre outros.</p>



<p>A secretária e o subsecretário também estiveram no Servizio Sanitario Regionale Emilia-Romagna, onde participaram de uma audiência pública do Conselho de Saúde de Parma, com a presença do prefeito Michele Guerra e do secretário de Saúde Antonio Nouvenne, entre outras autoridades.</p>



<p>“Estão sendo dias muito produtivos em que temos nos aproximado da realidade do sistema de cuidados à saúde da Itália, conhecendo o que é realizado aqui e apresentando o que nós fazemos em Manaus”, avaliou Shádia Fraxe. A secretária enfatizou a riqueza dos encontros com autoridades locais e trabalhadores da saúde para a elaboração de novos projetos capazes de aprimorar a saúde pública nos dois países, com a oportunidade de parcerias que valorizem as melhores práticas e o crescimento de ambos.</p>



<p>Shádia Fraxe destacou que um dos interesses da Região de Emília-Romana é a atuação do Agente Comunitário de Saúde (ACS) nos moldes adotados pelo Brasil. O ACS atua em um território delimitado e aproxima os serviços de saúde da comunidade.</p>



<p>Promovido pela Associação Rede Unida, organização internacional sediada no Brasil, e pela Região Emília Romana, o 17º Laboratório Ítalo-Brasileiro (e não só) de formação, pesquisa e práticas em saúde coletiva, foi aberto na última segunda-feira, 24/2, e segue até a próxima sexta-feira, 28/2.</p>



<p>O encontro reúne representantes de universidades e instituições brasileiras e italianas e conta, entre outros, com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e do Ministério da Saúde do Brasil. Além de Manaus, participam diretamente das discussões os municípios de Vitória, São Luís, Porto Alegre e Brasília, e os italianos Bolonha, Parma e Modena.</p>



<p>— — —<br>Texto &#8211; Andréa Arruda/Semsa<br>Fotos &#8211; Divulgação/Semsa</p>
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