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	<title>lesões diabéticas &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Prefeitura capacita profissionais de saúde para uso de sistema atualizado de atenção a lesões diabéticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 23:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[lesões diabéticas]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Manaus está capacitando profissionais de saúde para utilização da nova versão do]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Prefeitura de Manaus está capacitando profissionais de saúde para utilização da nova versão do Sistema Integrado de Atenção ao Pé Diabético (Siapd), voltado à gestão e acompanhamento de usuários com esse agravo na rede pública de saúde. O treinamento é conduzido pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e visa a implementação da ferramenta nas 37 unidades de referência para o atendimento de lesões diabéticas hoje em funcionamento na rede básica.</p>



<p>Participam da atividade 74 técnicos de enfermagem e enfermeiros das unidades de referência da Semsa, no serviço de curativo complexo de lesões diabéticas. A primeira turma, com servidores dos Distritos de Saúde (Disas) Sul e Oeste, ocorreu no Complexo de Saúde Oeste, no bairro da Paz, nesta terça-feira, 27/5. A segunda e última será na Unidade de Saúde da Família (USF) Prefeito Manoel Ribeiro, no bairro Cidade de Deus, zona Norte, na sexta, 30/5, com equipes do Norte e Leste.</p>



<p>Para a gerente do Núcleo de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Circulatórias e Diabetes, Phamela Costa, a versão atualizada do Siapd, desenvolvida em conjunto por profissionais da Gerência de Condições Crônicas e da Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) da Semsa, traz melhorias na segurança de dados, em atendimento à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), bem como no escopo das informações coletadas para acompanhamento de usuários com lesões diabéticas.</p>



<p>“Essa nova versão permite um registro mais detalhado, incluindo, por exemplo, informações sobre exames feitos pelo usuário e sobre a ferida e sua evolução, além de dados epidemiológicos, que vão nos subsidiar na gestão e monitoramento desse agravo na atenção primária”, aponta a gestora.</p>



<p>O analista de sistemas do DTI e um dos facilitadores do treinamento, Glenn Fonseca, relata que a atualização do Siapd é baseada em uma nova versão do Semsa Forms, desenvolvido pelas equipes do DTI em 2023. A plataforma, ele conta, evoluiu em versatilidade e recursos, sendo capaz de atender melhor às demandas por soluções digitais para suporte à gestão municipal do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p>“O sistema hoje consegue coletar dados tanto de usuários da saúde, a exemplo de consultas públicas, quanto das equipes da Semsa, como no caso do Siapd, com o cadastro, acompanhamento e transferência de usuários com lesões diabéticas”, explica o analista.</p>



<p>Com o novo Semsa Forms, complementa Glenn, o Siapd apresenta um fluxo aprimorado no acesso aos registros dos usuários e também conta com um sistema de painéis de dados (dashboard), com recursos como geolocalização e mapas de calor, para atender demandas específicas de diferentes gestores e profissionais usuários do sistema.</p>



<p>A enfermeira da Semsa, Laura Cecília Noronha, foi uma das primeiras a ter contato com a nova versão do Siapd, que foi implementada no final do ano passado, em fase piloto, na USF Dr. José Rayol dos Santos, onde ela atua, no Disa Sul, e na USF Alfredo Campos, no Disa Leste. Ela destaca que a ferramenta traz uma interface mais amigável e didática, além de recursos úteis para o acompanhamento dos usuários pelas equipes da atenção primária.</p>



<p>“Ela reúne dados importantes para o tratamento das lesões, como o tempo de existência da lesão e o histórico de diabetes do usuário, além de imagens das feridas. Também facilita visualizar o acompanhamento como um todo, por meio de painéis, de forma mais simples”, observa.</p>



<p>Implementação e ampliação</p>



<p>Na capacitação desta terça-feira, os profissionais da Semsa foram orientados sobre o manejo de dados no cadastro, acompanhamento, transferência e alta dos usuários por meio do Siapd. Os participantes receberam ainda logins e senhas individuais para acesso ao sistema, já disponível para utilização de forma efetiva pelas equipes nas unidades de referência da lesão diabética.</p>



<p>Ao longo das próximas semanas, eles serão acompanhados pelos técnicos distritais, que vão dar orientações adicionais e esclarecer dúvidas surgidas na prática do atendimento.</p>



<p>Phamela assinala que, após a implementação nos estabelecimentos de referência de atenção à lesão diabética, a Semsa prevê ampliar o uso do sistema para todas as unidades da rede de atenção primária.</p>



<p>“O usuário com lesão diabética pode ser acolhido e ter um primeiro atendimento em qualquer unidade de saúde da Semsa. A proposta é que em todas elas seja possível realizar o cadastro desse usuário no Siapd e sua transferência a uma unidade de referência, se necessário”, explica.</p>



<p>Sistema</p>



<p>O Siapd é um sistema interinstitucional desenvolvido pela Semsa Manaus e pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), em parceria com o Ministério Público do Amazonas (MP-AM). A ferramenta, criada em 2020, visa a atuação integrada das redes de atenção primária, da gestão municipal, e secundária, da estadual, na linha de cuidado das lesões diabéticas.</p>



<p>O sistema, conforme Phamela, possibilita acompanhar o atendimento dos usuários com ferimentos decorrentes do diabetes na rede pública de saúde.</p>



<p>“Por meio dele, conseguimos acompanhar todo o percurso terapêutico desse paciente com relação à lesão diabética, desde a sua entrada na rede de atenção primária até o encaminhamento à atenção secundária ou a eventual transferência a um hospital”, relata.</p>



<p>Complicações</p>



<p>As lesões diabéticas são caracterizadas por úlceras ou feridas nos membros inferiores, sendo uma das complicações mais comuns entre pessoas com diabetes mellitus.</p>



<p>As lesões podem evoluir, agravadas pela condição crônica, dificultando o tratamento ou mesmo podendo levar à perda do membro, com sérios impactos na qualidade de vida e bem-estar de usuários e famílias.</p>



<p>— — —<br>Texto &#8211; Jony Clay Borges / Semsa<br>Fotos &#8211; Divulgação / Semsa</p>



<p>Publicado em &#8211; https://www.manaus.am.gov.br/noticia/sistema/sistema-atualizado-de-atencao-a-lesoes-diabeticas/</p>
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		<title>Saúde municipal implementa melhorias em sistema de atenção a lesões diabéticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 19:36:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[lesões diabéticas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde municipal]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o objetivo de fortalecer as ações de prevenção e tratamento de lesões diabéticas na]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com o objetivo de fortalecer as ações de prevenção e tratamento de lesões diabéticas na Atenção Primária à Saúde (APS), a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), implementa uma atualização do Sistema Integrado de Atenção ao Pé Diabético (Siapd), voltado à gestão e acompanhamento de usuários com a doença na rede pública de saúde.</p>



<p>A versão atualizada do Siapd foi desenvolvida em conjunto pelas equipes da Gerência de Condições Crônicas e da Diretoria de Tecnologia de Informação (DTI) da Semsa, e traz, entre outras melhorias, interface aprimorada para uso pelos profissionais da APS, maior segurança dos dados dos usuários e coleta mais abrangente de informações sobre as lesões diabéticas.</p>



<p>A atualização já está em uso, em fase piloto, na Unidade de Saúde da Família (USF) Dr. José Rayol dos Santos, na área do Distrito de Saúde (Disa) Sul, e na USF Alfredo Campos, no Disa Leste, ambas unidades de referência na atenção a pessoas com lesões diabéticas na APS.</p>



<p>De acordo com a chefe do Núcleo de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Circulatórias e Diabetes, Phamela Costa, as melhorias trazidas na nova versão do SIAPD vão assegurar um processo de trabalho mais ágil para os profissionais das unidades da rede municipal de saúde.</p>



<p>“Com a atualização, os profissionais poderão realizar um registro mais rápido, eficaz e seguro da evolução das lesões, garantindo um acompanhamento aprimorado para a redução do risco de úlceras e amputações entre os usuários diabéticos”, relata a gestora.</p>



<p>O diretor de Tecnologia da Informação, Saymon Erickson, enfatiza o uso dos recursos digitais em prol da assistência em saúde. “A missão da TI é prover a atenção primária de recursos e ferramentas para facilitar a execução do trabalho e aumentar o alcance do atendimento para o cidadão em geral”, assinala.</p>



<p>Após a fase piloto nas unidades dos Disas Sul e Leste, explica Phamela, a atualização terá eventuais ajustes propostos pelas equipes de saúde, a serem consolidados na versão final do sistema.</p>



<p>“O objetivo é implementar o novo Siapd não só nas unidades de referência na atenção à lesão diabética, mas em todas as unidades da Semsa, que fazem o primeiro atendimento dos usuários e também o tratamento dos casos de menor gravidade”, antecipa.</p>



<p>Aprimoramento</p>



<p>Criado em 2020, o Siapd é um sistema interinstitucional desenvolvido pela Semsa Manaus e pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), em parceria com o Ministério Público do Amazonas (MP-AM), visando a atuação integrada das redes de atenção primária, da gestão municipal, e secundária, da estadual, na linha de cuidado das lesões diabéticas.</p>



<p>Uma das melhorias implementadas pela Semsa no sistema foi na entrada e atualização de dados, que passa a ser feita por meio do Semsa Forms. O uso da ferramenta, desenvolvida pela pasta para uma coleta mais ágil de dados nas ações da APS, proporciona maior segurança de informações pessoais, garantindo o direito dos usuários à privacidade, em atenção à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).</p>



<p>“O uso do Semsa Forms garante que todas as informações guardadas no sistema só podem ser acessadas por quem de direito, de uma forma mais rápida e muito mais segura”, reforça Saymon.</p>



<p>Outro aprimoramento na nova versão foi a inclusão de dados adicionais nos cadastros do Siapd , entre eles informações sobre a evolução da lesão diabética e sobre exames realizados pelo usuário, como o Índice Tornozelo-Braço (ITB) e a avaliação neuromotora.</p>



<p>“Com essas informações, as equipes de saúde podem ter um registro mais apurado da condição do usuário e realizar um melhor acompanhamento e tratamento da lesão”, aponta Phamela.</p>



<p>Atenção</p>



<p>A Semsa conta, atualmente, com 27 unidades de saúde de referência na atenção à lesão diabética. “Devemos ampliar esse total para 35 ainda neste ano, com a capacitação das equipes de oito novas unidades para atuar no atendimento desse agravo”, adianta a gestora.</p>



<p>As unidades da rede municipal de saúde trabalham ainda na prevenção das lesões diabéticas, mediante a oferta regular de cursos informais de autocuidado para usuários hipertensos e diabéticos, nos cinco Distritos de Saúde da secretaria, Norte, Leste, Oeste, Sul e rural.</p>



<p>Ainda neste mês, como parte das ações pelo Dia Mundial do Diabetes (14 de novembro), a Semsa vem reforçando a oferta de serviços, exames e atividades de educação em saúde nas unidades da rede municipal, com foco na prevenção e no cuidado com a doença.</p>



<p>Agravo</p>



<p>As lesões diabéticas estão entre as complicações mais frequentes entre pessoas com diabetes mellitus, sendo caracterizadas por úlceras ou feridas nos membros inferiores.</p>



<p>Agravadas pela condição crônica, as lesões podem evoluir, tornando o tratamento mais difícil ou até levando à perda do membro, com graves repercussões físicas, psicológicas e sociais na vida do usuário.</p>



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<p>Texto &#8211; Jony Clay Borges / Semsa<br>Fotos &#8211; Divulgação / Semsa</p>
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