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	<title>Manaus reduz 70% dos casos de dengue em cenário de médio risco para doenças transmitidas pelo Aedes aegypti &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Manaus reduz 70% dos casos de dengue em cenário de médio risco para doenças transmitidas pelo Aedes aegypti</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 01:15:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Manaus reduz 70% dos casos de dengue em cenário de médio risco para doenças transmitidas pelo Aedes aegypti]]></category>
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					<description><![CDATA[Manaus registrou 712 casos confirmados de dengue entre janeiro e 16 de junho deste ano,]]></description>
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<p>Manaus registrou 712 casos confirmados de dengue entre janeiro e 16 de junho deste ano, obtendo uma redução de 73% em comparação com o mesmo período de 2024, quando, entre janeiro e junho, houve confirmação de 2.325 casos da doença. Os dados são da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), que mantém monitoramento permanente das doenças transmitidas pelo Aedes e se prepara para a realização de mais um Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa).</p>



<p>O chefe da Divisão de Controle de Doenças Transmitidas por Vetores (DIVDTV/Semsa), Alciles Comape, explica que o LIRAa aponta as áreas da cidade de maior risco para surtos de dengue, zika e Chikungunya e as equipes técnicas intensificam, nesses locais, as ações de controle do mosquito Aedes aegypti para a prevenção das arboviroses.</p>



<p>O primeiro LIRAa de 2025, realizado em março, mostrou que o município apresenta médio risco para as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, cenário que vem sendo mantido em Manaus desde 2012.</p>



<p>“Com base no LIRAa realizamos visitas domiciliares em pontos mais vulneráveis, com ações de educação em saúde, bloqueio mecânico e químico com eliminação ou tratamento de depósitos que favorecem a proliferação do mosquito e aplicação de inseticidas para eliminação do mosquito adulto, especialmente nos locais com registro de notificação de casos suspeitos”, informa Alciles Comape.</p>



<p>Bairros Vulneráveis</p>



<p>O LIRAa é realizado periodicamente para o levantamento do índice de infestação do Aedes aegypti a partir da vistoria de imóveis selecionados por amostragem nos 63 bairros de Manaus. O resultado pode apresentar uma variação entre baixo, médio (compreende valores entre 1,0 e 3,9) ou alto risco.</p>



<p>Durante a vistoria, agentes de saúde realizam a identificação, eliminação e tratamento de criadouros do mosquito Aedes aegypti, com ações de educação em saúde e a coleta de larvas encaminhadas para análise em laboratório para identificação da espécie do mosquito. Também é feita a identificação dos tipos predominantes de depósitos que podem servir como criadouros do Aedes aegypti.</p>



<p>No LIRAa realizado no mês de março de 2025, foram vistoriados 26.334 imóveis em todos os 63 bairros, envolvendo 284 profissionais da Semsa, obtendo o índice médio de infestação para Manaus de 2,2%. Além disso, também foi obtido o índice em cada zona urbana do município: Oeste com índice de 3,6%; Leste, 2,9%; Sul, 1,6%; e Norte, 1,3%.</p>



<p>Os dados do LIRAa foram agregados às informações sobre a ocorrência de casos notificados de doenças transmitidas pelo Aedes (zika, chikungunya e dengue) e a Semsa elaborou um Mapa de Vulnerabilidade, identificando bairros considerados prioritários para a intensificação das ações de controle do mosquito no município de Manaus.</p>



<p>Com esse trabalho, foram identificados 22 bairros em Alta Vulnerabilidade para surtos e epidemias: Japiim, Parque 10, Presidente Vargas, Flores e Petrópolis (zona Sul); Tarumã, Santo Agostinho, Redenção, Alvorada, Dom Pedro, São Jorge, Compensa e Santo Antônio (zona Oeste); Cidade Nova e Colônia Terra Nova (zona Norte); Colônia Antônio Aleixo, Coroado, São José, Zumbi, Gilberto Mestrinho, Tancredo Neves e Jorge Teixeira.</p>



<p>Na categoria de Média Vulnerabilidade, estão os bairros: Cachoeirinha, Aleixo, Praça 14, Nossa Senhora das Graças, São Lázaro, São Geraldo, Distrito Industrial 1, Morro Liberdade, Educandos, Colônia Oliveira Machado, Raiz, São Francisco, Betânia e Centro (zona Sul); Tarumã Açú, Ponta Negra, Lírio do Vale, Nova Esperança, Planalto, Bairro da Paz, Vila da Prata, Glória e São Raimundo (zona Oeste); Cidade de Deus, Novo Aleixo, Colônia Santo Antônio, Novo Israel, Monte das Oliveiras, Nova Cidade, Santa Etelvina e Lago Azul (zona Norte); Mauazinho e Armando Mendes (zona Leste).</p>



<p>Com Baixa Vulnerabilidade, foram classificados oito bairros: Vila Buriti, Nossa Senhora de Aparecida, Chapada, Adrianópolis, Crespo e Santa Luzia (zona Sul); Puraquequara e Distrito Industrial 2 (zona Leste).</p>



<p>Depósitos</p>



<p>A Semsa também realizou o levantamento do Índice Breteau (IB), que indica o percentual de depósitos encontrados com focos de mosquitos, e que apresentou um índice de 3%. Na análise dos dados, os tipos de depósito que mais têm contribuído para a proliferação do Aedes aegypti, são os tipos lixo recipientes (D2), como garrafas, latas e ferro velho, representando 33,7% do total.</p>



<p>Em seguida, estão os chamados Tipo B (30,3%), que são os depósitos móveis, como vasos, frascos com água, pratos e bebedouros; e os depósitos Tipo A2 (19,8%), que são usados no armazenamento de água para consumo em nível de solo, como tambores, tonéis ou camburões, barris e tinas.</p>



<p>“A Semsa vinha realizando dois LIRAs a cada ano. Este ano, a ideia é realizar mais de dois, com o próximo previsto para iniciar dia 30 de junho”, explica Alciles Comape.</p>



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<p>Texto &#8211; Eurivânia Galúcio / Semsa<br>Foto &#8211; Divulgação / Semsa</p>
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