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	<title>médicos &#8211;  Portal IF3M</title>
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	<description>Conectando a Amazônia ao Mundo</description>
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		<title>Portal IF3M &#8211; Polícia do Rio investiga se médicos foram mortos por engano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Oct 2023 15:01:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a hipótese de que os três médicos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Feed_Portal-IF3M-5.png" alt="" class="wp-image-7571" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Feed_Portal-IF3M-5.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Feed_Portal-IF3M-5-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Feed_Portal-IF3M-5-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Feed_Portal-IF3M-5-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Tomaz Silva</figcaption></figure>



<p>A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a hipótese de que os três médicos tenham sido mortos por engano. Investigações preliminares mostraram que os assassinos podem ter confundido uma das vítimas com um desafeto do grupo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1559542&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1559542&amp;o=node"></p>



<p>Os suspeitos dos assassinatos dos médicos – ocorridos nesta quinta-feira (5) &#8211; seriam integrantes de um grupo criminoso que controla negócios ilícitos em comunidades da zona oeste do Rio.</p>



<h2>Suspeitos</h2>



<p>A polícia acredita ainda que o engano e a grande repercussão da notícia desagradaram lideranças do Comando Vermelho, facção à qual o grupo criminoso &#8211; suspeito de matar os médicos &#8211; estaria vinculado. As lideranças da facção teriam ordenado a morte dos assassinos dos médicos.</p>



<p>A hipótese foi levantada depois que a Polícia Civil encontrou, na madrugada desta sexta-feira (6), os corpos de quatro pessoas em dois carros. Dois dos mortos foram identificados como suspeitos de envolvimento com os assassinatos dos médicos. Outros dois ainda não foram identificados.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



<p><strong>Leia mais :</strong></p>



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		<title>Portal IF3M &#8211; Mais Médicos cria incentivos para fixar profissionais no interior do país</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2023/04/01/portal-if3m-mais-medicos-cria-incentivos-para-fixar-profissionais-no-interior-do-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Apr 2023 14:11:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Médicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Com 6 mil vagas anunciadas esta semana para o primeiro edital, o programa Mais Médicos&#160;aposta]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Food-Ads-Feed-Ad-Square3.png" alt="" class="wp-image-3607" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Food-Ads-Feed-Ad-Square3.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Food-Ads-Feed-Ad-Square3-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Food-Ads-Feed-Ad-Square3-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Food-Ads-Feed-Ad-Square3-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Marcelo Camargo AB</figcaption></figure>



<p>Com <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-03/saude-amplia-para-6-mil-numero-de-vagas-do-mais-medicos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">6 mil vagas anunciadas esta semana para o primeiro edital</a>, o programa Mais Médicos&nbsp;aposta em novos incentivos para atrair profissionais brasileiros e ampliar o acesso ao atendimento em saúde no país, principalmente nas regiões de extrema pobreza e vazios assistenciais.</p>



<p>Para especialistas ouvidos pela <strong>Agência Brasil</strong>, o programa é uma alternativa importante para que populações pobres e de áreas remotas tenham acesso garantido à saúde. Entidades médicas, entretanto, criticam a possível contratação de profissionais brasileiros formados no exterior e de estrangeiros sem a revalidação de diplomas.</p>



<p>Ao todo, 16 mil vagas serão abertas até o final deste ano para profissionais que serão responsáveis pela atenção primária em milhares de cidades brasileiras. As outras 10 mil oportunidades serão custeadas pelos municípios, mas garantirão às prefeituras menor custo, viabilização das contratações, maior agilidade na reposição do profissional e permanência nessas localidades.</p>



<p>Para tentar garantir a permanência do profissional em pequenos municípios, o governo pagará um incentivo de fixação que pode chegar a R$ 120 mil para o médico que ficar por quatro anos em áreas vulneráveis.</p>



<p>Na avaliação do médico Deivisson Vianna, um dos vice-presidentes da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), sistemas de saúde de todo o mundo têm políticas para garantir a presença de médicos em áreas remotas.</p>



<p>“Se existem rincões que não contam com atendimento médico, todos os sistemas nacionais de saúde do mundo que se prezem têm políticas de garantir o provimento de vagas nessas regiões. Países como Canadá e Inglaterra também têm política de incentivo para médicos estrangeiros para garantir atenção à saúde, caso o médico local não queira ir. Porque é isso [garantir atenção à saúde] que importa”, disse.</p>



<p>“Se houver lugares que os brasileiros não queiram ir, qual o problema de a gente estimular a ida de médicos com diploma feito fora do país, mas com a supervisão dos profissionais supervisores do Mais Médicos? Tem isso que pouca gente sabe: o programa tem toda uma rede de apoio das universidades. O profissional não fica solto.”</p>



<p>De acordo com o edital, podem participar profissionais brasileiros e intercambistas, brasileiros formados no exterior ou estrangeiros, que continuarão atuando com Registro do Ministério da Saúde (RMS). Os médicos brasileiros formados no Brasil têm preferência na seleção.</p>



<p>“[Nessa edição do programa] não foi necessário fazer acordo com Cuba, por exemplo. O número de médicos estrangeiros vai ser menor. Neste relançamento, ficamos contentes porque se ampliou o tempo do programa e dá bastante benefícios para o médico se fixar em locais de difícil provimento”, avaliou Vianna.</p>



<p>No atual formato, o tempo de participação no programa passa a ser de quatro anos, prorrogável por igual período, quando o médico poderá fazer especialização e mestrado. A bolsa é de R$ 12,8 mil, mais auxílio-moradia. Os brasileiros e estrangeiros formados no exterior que participarem do programa terão desconto de 50% na prova de revalidação do diploma, o Revalida, realizada pelo Ministério da Educação. Na última edição do Revalida, o valor da taxa de inscrição foi de R$ 410.</p>



<p>Levantamento feito pelo Ministério da Saúde aponta que 41% dos participantes do programa desistem de atuar nos locais mais remotos para irem em busca de capacitação e qualificação. Como incentivo, eles receberão adicional de 10% a 20% da soma total das bolsas de todo o período de permanência no programa, a depender da vulnerabilidade do município.</p>



<h2>Diplomas</h2>



<p>Entidades médicas consideram fundamental que profissionais com diplomas emitidos no exterior tenham seus conhecimentos revalidados no país &#8211; o que não é exigido atualmente pelo Ministério da Saúde no âmbito do programa.</p>



<p>Em entrevista à<strong> Agência Brasil</strong>, o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), César Eduardo Fernandes, admite que há áreas no país conhecidas como vazios assistenciais, onde o provimento de médicos é insuficiente. Ele acredita, entretanto, que o problema não se resolve por meio do envio de profissionais a esses locais, mas com atenção também à segurança e ao ambiente de trabalho.</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>“Faltam condições mínimas para a qualidade de vida do profissional e de sua família. Ele não se vê atraído [por aquela localidade]. Não se trata de questões salariais meramente. Claro que isso importa. Mas importam também as condições de trabalho oferecidas. Não adianta só mandar o médico com um estetoscópio no pescoço. Ele tem que estar acompanhado de uma equipe. Médico não exerce medicina sozinho.”</p>
</blockquote>



<p>Fernandes afirma que não é possível aceitar médicos sem que competências e habilidades estejam comprovadas. “Trazer médicos ao Brasil, sejam eles brasileiros formados no exterior ou de outras nacionalidades, sem comprovar suas competências não dá. Eles precisam revalidar seus diplomas. Sem isso, me parece uma temeridade. Ainda que fiquem sob a guarda de um programa educacional. Não podemos fugir desse debate.”</p>



<p>Por meio de nota, o Conselho Federal de Medicina (CFM) também criticou o novo formato do Mais Médicos. “Programas de alocação de profissionais em áreas de difícil provimento devem observar essa exigência legal [da revalidação do diploma] para reduzir os riscos de exposição da população a pessoas com formação inconsistente”. A entidade defende que uma melhor distribuição de profissionais pelo país depende de remuneração adequada e programas de educação continuada.</p>



<p>“O conselho entende que há necessidade de estímulos à adesão dos médicos graduados no Brasil para atuação em locais remotos. No entanto, não é admissível o fato de essa medida permitir que portadores de diplomas de medicina obtidos no exterior sem a devida revalidação atuem no país”, destacou a nota. “Entendemos que essa atenção deve ser de qualidade para que o paciente não seja exposto aos riscos da insegurança ineficácia.”</p>



<h2>Registro do Ministério da Saúde</h2>



<p>Professor do Departamento de Política, Gestão e Saúde da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Fernando Aith ressalta que os médicos do programa com diploma de outros países recebem uma certificação para atuar no Mais Médicos.</p>



<p>&#8220;Esses profissionais estão com o registro válido no Brasil, só não é o registro do Conselho Federal de Medicina [CFM]. Será um registro do Ministério da Saúde, que atesta uma qualidade de proficiência mínima desses profissionais. Vale dizer que não há risco à população na atual modalidade. O Revalida tem sua importância para validar diplomas obtidos fora do país, mas ele é muito criticado pelo excesso no exame&#8221;, afirma.</p>



<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, Aith afirmou que há uma contradição na exigência, por parte do CFM, de uma avaliação para revalidação de diplomas de outros países sem a obrigatoriedade de exames para médicos formados no Brasil.</p>



<p>&#8220;O médico que se forma no país não precisa de nenhum tipo de prova para começar a exercer sua profissão e a gente sabe que existem muitas universidades com qualidades duvidosas no país&#8221;, acrescenta.</p>



<p>A supervisão do programa é, segundo o especialista, uma das condições que permitem o exercício de médicos sem o Revalida ou de profissionais estrangeiros em vazios assistenciais.</p>



<p>&#8220;O programa foi estruturado de uma maneira que permite, por meio de supervisores, a identificação de um eventual médico que não é bem formado, seja para qualificá-lo melhor, seja para excluí-lo do programa em tempo hábil antes de causar maiores danos a população&#8221;, diz.</p>



<p>Para o professor, o programa&nbsp;terá um papel fundamental de mapear as condições de trabalho dos profissionais. Por outro lado, este não pode ser apontado como motivo para que médicos não atuem em regiões periféricas. &#8220;Esses médicos vão&nbsp;ter&nbsp;condições mais precárias do que a dos grandes centros, mas não é que faltem condições mínimas. Primeiro, existe todo um apoio financeiro para esses médicos se instalarem na cidade para onde estão indo, com estrutura para se assentarem com suas famílias, se for o caso&#8221;, aponta.</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>“Agora, dizer que uma cidade de interior não tem condições mínimas é dar uma banana para população brasileira que vive nesses lugares. Se não tem condição nenhuma para um médico viver, não tem condição mínima para um cidadão viver. Claro que não&nbsp;terão todas as tecnologias, o conforto e o apoio logístico-administrativo que ele teria em um grande centro. Mas são essas carências que o programa nos ajudará a identificar melhor e ir suprindo ao longo do tempo”, conclui.</p>
</blockquote>



<h2>Ministério</h2>



<p>Por meio de nota, o Ministério da Saúde informou que o programa “segue priorizando a participação de profissionais com CRM Brasil” conforme determina a legislação.</p>



<p>“Prova disso são os novos benefícios de medida provisória focados nesse perfil profissional. Para as localidades onde nenhum médico com registro profissional manifestar interesse em assumir a vaga, será feita a convocação de brasileiros formados no exterior e, se persistir a desocupação, serão convocados estrangeiros. A prioridade máxima é garantir acesso e assistência à população brasileira”, diz a nota.</p>



<p>Segundo a pasta, a previsão é de que até o fim de 2023, 28 mil profissionais estejam atuando em todo o país, principalmente nas áreas de extrema pobreza e vazios assistenciais. “Com isso, mais de 96 milhões de brasileiros&nbsp;terão a garantia de atendimento médico nos serviços da atenção primária, porta de entrada do SUS”, assegura a pasta.</p>



<p>O ministério também destacou que entre as principais razões para a rotatividade de profissionais está desistência de médicos que procuram formação. “Neste sentido, a estratégia vai ampliar o número de vagas de residência nas áreas prioritárias para o SUS e oferecer incentivos para quem fizer mestrado e pós-graduação em Atenção Primária à Saúde e Medicina da Família e Comunidade”.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



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		<title>Portal IF3M &#8211; Telemedicina foi usada por um terço dos médicos de SP e MA na pandemia</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2022/10/31/portal-if3m-i-telemedicina-foi-usada-por-um-terco-dos-medicos-de-sp-e-ma-na-pandemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2022 01:00:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pesquisa feita com 1.183 médicos dos dois estados Brasil (BR) &#8211; Uma pesquisa feita com]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3>Pesquisa feita com 1.183 médicos dos dois estados</h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" loading="lazy" width="1024" height="1024" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/10/new-music-studio-14-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-539" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/10/new-music-studio-14-1024x1024.png 1024w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/10/new-music-studio-14-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/10/new-music-studio-14-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/10/new-music-studio-14-768x768.png 768w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/10/new-music-studio-14.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Foto: Marcelo Casal Jr Agência Brasil – Arte IF3M Marketing</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Brasil (BR) &#8211; Uma pesquisa feita com 1.183 médicos dos estados de São Paulo e do Maranhão mostra que a telemedicina foi usada para consultas, durante a pandemia de covid-19, por cerca de um&nbsp;terço deles ou 30,6%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1491602&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1491602&amp;o=node"></p>



<p></p>



<p>O estudo, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e o Newton Fund, do Reino Unido, foi conduzido por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e da Queen Mary University of London (Reino Unido).</p>



<p></p>



<p>A pesquisa&nbsp;mostrou que a telemedicina foi mais frequentemente utilizada para conectar profissionais na discussão de casos clínicos (55%), em reuniões de serviço (48%) e na capacitação e atualização de conhecimentos (40%).</p>



<p></p>



<p>“Os múltiplos usos da telemedicina vieram para ficar. A tecnologia trouxe muitas vantagens, mas não se trata de uma panaceia. É preciso regular e monitorar. Para determinados usos e especialidades pode haver perda de qualidade com o online. O atendimento não presencial significa muitas vezes um atendimento de baixa qualidade”, destacou o professor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina (FM) da USP e autor do estudo, Mário César Scheffer.</p>



<p></p>



<p>Segundo a pesquisa, a telemedicina foi usada, durante a pandemia, predominantemente em áreas relacionadas ao covid-19 e em clínicas particulares e ambulatórios. Aproximadamente três quartos dos médicos em grandes hospitais relataram usar serviços de telemedicina (78,3%), seguidos por médicos que trabalham em clínicas privadas menores (66,4%).</p>



<p></p>



<p><em>* com informações da Agência Fapesp</em></p>



<p></p>



<p>Fonte: Por Agência Brasil – Rio de Janeiro</p>
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