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	<title>Mulher &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Polícia Civil do Amazonas intensifica ações de combate à violência psicológica e ao stalking contra mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 18:46:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Delegadas destacam a importância da Lei Maria da Penha, alertam para sinais de abusos e]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Feed_Portal-IF3M-2025-09-10T144504.397.png" alt="" class="wp-image-34094" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Feed_Portal-IF3M-2025-09-10T144504.397.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Feed_Portal-IF3M-2025-09-10T144504.397-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Feed_Portal-IF3M-2025-09-10T144504.397-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Feed_Portal-IF3M-2025-09-10T144504.397-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p><em>Delegadas destacam a importância da Lei Maria da Penha, alertam para sinais de abusos e orientam vítimas sobre canais de denúncia</em></p>



<p>No enfrentamento constante à violência contra a mulher, a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher (DECCM), intensifica as ações de conscientização sobre a violência doméstica, com ênfase na violência psicológica e na perseguição (stalking). Essas condutas, muitas vezes, antecedem agressões físicas e podem culminar em feminicídio. A iniciativa busca orientar a população sobre como identificar os sinais desses abusos e indicar os canais adequados para solicitar ajuda.</p>



<p>De acordo com a delegada Nathalia Oliveira, da DECCM Norte/Leste, é fundamental que as mulheres conheçam a Lei Maria da Penha, para compreenderem os crimes e denunciarem caso sejam vítimas de qualquer tipo de violência doméstica.</p>



<p>“Com as ações recentes em torno do Agosto Lilás, tanto na capital quanto no interior, houve aumento no número de denúncias e de registros de Boletins de Ocorrência (BO), além de maior solicitação de medidas protetivas por mulheres em situação de violência doméstica, psicológica ou perseguição”, detalhou a delegada.</p>



<p>Ela explicou que atitudes dos parceiros que envolvem humilhações, xingamentos e controle excessivo podem configurar violência psicológica. Ressaltou ainda que esse tipo de violência, assim como o stalking, geralmente ocorre de forma silenciosa e sem testemunhas, o que dificulta a comprovação.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="749" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image-106-1024x749.png" alt="" class="wp-image-34093" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image-106-1024x749.png 1024w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image-106-300x219.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image-106-768x562.png 768w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image-106.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>“Discussões entre casais são comuns. Contudo, quando passam a impor a forma de vestir ou restringir ações da parceira, configuram-se como crime. Esse tipo de violência costuma ocorrer de forma velada, o que dificulta a comprovação imediata”, afirmou Nathalia.</p>



<p>Segundo a delegada, registros de mensagens ofensivas em aplicativos, e-mails, ligações insistentes, bem como testemunhos de pessoas que tiveram conhecimento dos fatos, podem servir como provas, possibilitando a instauração de um Inquérito Policial (IP).</p>



<p>A delegada Grace Jardim, diretora de Comunicação da PC-AM, reforçou que a campanha de conscientização sobre os crimes previstos na Lei Maria da Penha não se limita à violência física. “Ela abrange também as violências psicológica, patrimonial, moral e sexual, que podem evoluir para situações mais graves, como o feminicídio”, destacou.</p>



<p>“O feminicídio é o crime extremo contra a mulher, que resulta na retirada de sua vida. É importante que não apenas as vítimas, mas também familiares e pessoas próximas estejam atentas, já que muitas mulheres não reconhecem a situação de violência por estarem em dependência emocional ou financeira. Casos de stalking, em que o agressor persegue e invade a privacidade da vítima, exemplificam situações que podem escalar para crimes mais graves”, ressaltou Grace.</p>



<p>Ela enfatizou ainda que a violência psicológica é uma forma de intimidação e ameaça que não deixa marcas físicas, mas causa sérios danos emocionais. “Um exemplo foi a prisão realizada em junho deste ano pela equipe da DECCM Sul/Oeste, em que um homem enviou mais de 100 mensagens para a vítima, mesmo ela já possuindo medida protetiva. Nesse caso, as diligências foram céleres porque a vítima reuniu provas, permitindo uma atuação eficaz da polícia”, disse.</p>



<p>Denúncias e registros de BO</p>



<p>As denúncias de crimes contra a mulher podem ser feitas pelo número 180, da Central de Atendimento à Mulher, e pelo 181, da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM). Também estão disponíveis os contatos (92) 98545-0808, disque-denúncia da DECCM Centro-Sul; (92) 99364-9797, da DECCM Norte/Leste, e (92) 98545-0808, DECCM Sul/Oeste.</p>



<p>O registro do Boletim de Ocorrência (BO) pode ser feito na delegacia mais próxima do local do fato ou diretamente na DECCM Centro-Sul, situada na avenida Mário Ypiranga Monteiro, conjunto Eldorado, bairro Parque Dez; na DECCM Norte/Leste, localizada na avenida Nossa Senhora da Conceição, bairro Cidade de Deus; e na DECCM Sul/Oeste, na rua Desembargador Filismino Soares, bairro Colônia Oliveira Machado.</p>



<p>No interior do estado, o registro pode ser feito nas Delegacias Interativas de Polícia (DIP) ou nas Delegacias Especializadas de Polícia (DEP).<br>O registro de ocorrências pode ser realizado pela Delegacia Virtual (Devir), disponível no endereço https://delegaciavirtual.sinesp.gov.br/.</p>



<p>Texto e Fotos: Lyandra Peres, Beatriz Sampaio e Divulgação/PC-AM</p>
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		<title>Comissão da Mulher da CMM inicia série de visitas a maternidades com ida à Moura Tapajóz</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 13:39:29 +0000</pubDate>
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<p>A Câmara Municipal de Manaus (CMM), por meio da&nbsp;<a href="https://www.cmm.am.gov.br/comissoes/18a-comissao-de-defesa-e-protecao-dos-direitos-da-mulher/">18ª Comissão de Defesa e Proteção dos Direitos da Mulher</a>, realizou, nesta quarta-feira (11 de junho), uma visita institucional à Maternidade Dr. Moura Tapajóz, localizada na zona Oeste da capital. A agenda marca o início de uma série de visitas às maternidades da cidade, com o objetivo de acompanhar de perto o atendimento oferecido às mulheres e verificar se os direitos garantidos em lei estão sendo efetivamente respeitados.</p>



<p>A visita contou com a participação da presidente da 18ª Comissão, Professora Jacqueline (União Brasil); das vereadoras Yomara Lins (Podemos), Thaysa Lippy (PRD); e do vereador João Paulo Janjão (Agir).</p>



<p>Durante a visita, os parlamentares conversaram com a direção da unidade e conheceram detalhes do funcionamento da maternidade, que é a única municipal em Manaus e atende também mulheres da região metropolitana e de municípios do interior do Estado.</p>



<p>A presidente da Comissão da Mulher, Professora Jacqueline (União Brasil), destacou que a visita foi proposta em abril e tem o propósito de compreender a realidade enfrentada por pacientes e profissionais.</p>



<p>“Viemos nos solidarizar com as mulheres e também com os profissionais de saúde. A maternidade realiza um trabalho importante no acolhimento de vítimas de violência sexual e no controle de natalidade, e queremos ampliar a divulgação desses serviços”, afirmou a parlamentar.</p>



<p>A vereadora também lembrou da existência de uma lei municipal, de sua autoria, que garante o direito à presença de acompanhantes durante o pré-parto e o pós-parto.</p>



<p>A vice-presidente da comissão, vereadora Yomara Lins (Podemos), reforçou a importância de conhecer o trabalho de perto.</p>



<p>“Aqui são realizados mais de dez partos por dia, e os profissionais atuam com muita dedicação. Há falhas, como em qualquer lugar, mas também há um serviço essencial de acolhimento às vítimas de violência que precisa ser reconhecido e fortalecido”, disse.</p>



<p>O vereador João Paulo Janjão (Agir) pontuou a importância da presença masculina na defesa dos direitos das mulheres.</p>



<p>“Conhecer essa realidade amplia a nossa visão como legisladores. Vimos de perto os desafios e também serviços como o de Atendimento a Vítimas de Violência Sexual (Savvis), que precisa ser mais divulgado. O papel do parlamentar é justamente ouvir a população e propor melhorias com base nessas experiências.”</p>



<p>Para a diretora da maternidade, Núbia Cruz, a visita dos vereadores é essencial para fortalecer o serviço e ampliar o diálogo com o Legislativo.</p>



<p>“Essas visitas mostram o que estamos entregando à população. Atendemos Manaus e o entorno com serviços que vão desde o parto humanizado até o acolhimento de vítimas de violência sexual, 24 horas por dia. Precisamos continuar ampliando a conscientização sobre esses atendimentos, que nem sempre são do conhecimento da população.”</p>



<p>A comissão anunciou que outras maternidades da cidade também receberão visitas semelhantes nos próximos meses. O objetivo é ouvir gestores, identificar gargalos e propor soluções para garantir um atendimento digno e humanizado às mulheres manauaras.</p>



<p><em><strong>Texto: Lidiane Castro/Dicom</strong></em></p>
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		<title>Sejusc e UNFPA promovem capacitação para agentes que atuam no atendimento a mulheres sobreviventes de violências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 15:05:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parceria visa qualificar ainda mais o atendimento do Estado O atendimento humanizado a sobreviventes de]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Feed_Portal-IF3M-2025-05-21T110226.685.png" alt="" class="wp-image-25105" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Feed_Portal-IF3M-2025-05-21T110226.685.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Feed_Portal-IF3M-2025-05-21T110226.685-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Feed_Portal-IF3M-2025-05-21T110226.685-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Feed_Portal-IF3M-2025-05-21T110226.685-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Parceria visa qualificar ainda mais o atendimento do Estado</p>



<p>O atendimento humanizado a sobreviventes de violência é um objetivo comum no Governo do Amazonas, por isso, a Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) estão capacitando agentes que atuam no atendimento direto a mulheres sobreviventes de violências, a fim de fortalecer a humanização e evitar revitimização.</p>



<p>De terça a quinta-feira (20 A 22/05), psicólogas, advogadas e assistentes sociais que atuam no Centro Estadual de Referência e Apoio à Mulher (Cream) e nas unidades do Serviço de Apoio Emergencial à Mulher (Sapem) discutem “Violência baseada em gênero: como garantir acesso e proteção integral às sobreviventes?”, no auditório da Sejusc, na zona centro-sul de Manaus.</p>



<p>A secretária executiva de Políticas para Mulheres, Syrlan Picanço, explica que a capacitação é para fortalecer as profissionais quanto ao empoderamento das mulheres e, principalmente, estabelecer um fluxo com serviço humanizado e o entendimento de cada violência.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-49-1024x768.png" alt="" class="wp-image-25106" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-49-1024x768.png 1024w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-49-300x225.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-49-768x576.png 768w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-49.png 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>“Nós temos o Sapem e o Cream, que são portas de entrada, em que essas mulheres podem ser encaminhadas de uma maneira espontânea ou elas mesmas indo buscar atendimento. O Sapem e o Cream são fundamentais para que essas mulheres sejam atendidas e acompanhadas quanto a essa situação de violência”, detalha a secretária.</p>



<p>Temas</p>



<p>O curso aborda, entre outros pontos, as normas legais de proteção e enfrentamento à violência baseada no gênero; prevenção e enfrentamento à violência de gênero; fluxo de referência; tráfico de pessoas; papel do SAVVIS e da rede de proteção.</p>



<p>A especialista em Violência Baseada no Gênero, Jaqueline Oliveira, do UNFPA, diz que o diferencial desta formação é que ela é focada em pessoas que já conhecem e vivem a realidade da violência de gênero todos os dias. “A ideia é a gente discutir desde o acolhimento, a avaliação das necessidades da rede, o encaminhamento e o encerramento destes casos. A discussão é minuciosa de como fazer esse acolhimento, quais são as necessidades, cada casa é um caso, ou seja, cada sobrevivente é uma sobrevivente” observa.</p>



<p>“O grande desafio que nós temos hoje é o trabalho para além dessa rede, que hoje é muito forte e consolidada no estado do Amazonas. A gente precisa ter um olhar holístico das outras pessoas que acompanham essa rede, ou seja, a gente precisa também chamar para cá a saúde, a educação, a justiça e outros equipamentos”, emenda a especialista.</p>



<p>Atendimento humanizado</p>



<p>Lidando com sobreviventes de violências diariamente, Ana Paula Lustosa, psicóloga do Cream, viu na capacitação a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos. Ela acredita que o curso é importante em todos os setores que trabalham com o público.</p>



<p>“Você precisa estar atento aos sinais quando você for receber essas pessoas. E, nesse caso específico, são mulheres, vítimas de violência doméstica. É preciso estar aqui junto em um grupo para pegar informações, porque assim, por mais que você tenha ali uma carga de atendimento, receba, atenda, tenha ideia de como encaminhar, é sempre bom acrescentar”, avalia a participante.</p>



<p>Fotos: Gabriel Machado e Suelen Gonçalves/Sejusc</p>
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		<title>Adjuto Afonso prestigia café da manhã beneficente do Lar das Marias e reforça apoio à instituição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 17:12:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No domingo (6/4), o deputado estadual Adjuto Afonso (União Brasil), 1º vice-presidente da Assembleia Legislativa]]></description>
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<p>No domingo (6/4), o deputado estadual Adjuto Afonso (União Brasil), 1º vice-presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), participou do café da manhã beneficente promovido pelo Lar das Marias, instituição referência no acolhimento de mulheres em tratamento contra o câncer que vêm do interior do Estado para Manaus e não têm onde se hospedar.</p>



<p>Grande apoiador da causa, o parlamentar destacou a importância do trabalho desenvolvido pela entidade, que à frente a médica oncológica Adelaide Portela, fundadora e diretora da instituição. Ele reforçou o compromisso em continuar contribuindo com ações que fortaleçam o atendimento humanizado às pacientes oncológicas, o que vem fazendo desde o seu primeiro mandato, direcionando emenda parlamentar para a manutenção dos trabalhos do lar.</p>



<p>“O Lar das Marias é um exemplo de solidariedade e acolhimento. Aqui, essas mulheres encontram não apenas um lugar para ficar, mas também apoio emocional, carinho e dignidade. É uma grata satisfação poder contribuir e estar presente nesta missão tão nobre”, afirmou Adjuto Afonso.</p>



<p>Durante o evento, que reuniu apoiadores, voluntários e representantes da sociedade civil, a diretora do Lar das Marias, Adelaide Portela, agradeceu o apoio constante do deputado. “O deputado Adjuto Afonso é um grande parceiro do Lar das Marias. Sua presença aqui e, mais do que isso, sua atuação junto à Assembleia Legislativa, têm sido fundamentais para que possamos continuar esse trabalho de amor e acolhimento. Nosso agradecimento é imenso”, disse.</p>



<p>O Lar das Marias acolhe, gratuitamente, mulheres em situação de vulnerabilidade que vêm do interior do Amazonas para a capital em busca de tratamento oncológico. A instituição oferece hospedagem, alimentação, transporte e suporte psicossocial, sendo mantida por doações e ações voluntárias.</p>



<p>Adjuto Afonso reforçou, ainda, que seguirá destinando emendas e articulando parcerias para garantir que o Lar das Marias continue sendo um porto seguro para tantas mulheres que enfrentam o desafio do câncer longe de casa.</p>



<p>Fonte: Aleam</p>
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		<title>Cileide Moussallem: a heroína das mulheres do Amazonas que pode assumir a liderança da ONU Mulher no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jan 2025 21:54:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasil – Cileide Moussallem, presidente da organização social “Virada Feminina do Amazonas”, tem chamado a]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Brasil –</strong> Cileide Moussallem, presidente da organização social “Virada Feminina do Amazonas”, tem chamado a atenção nacional e internacional por seu trabalho exemplar no apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade social na região amazônica. Seu nome agora está sendo cogitado para assumir a liderança da ONU Mulher no Brasil, uma oportunidade que reflete o impacto transformador de sua atuação junto às mulheres ribeirinhas, vítimas de abuso e outras em situação de extrema dificuldade. </p>



<p>Com mais de sete anos de trabalho intenso e silencioso, Cileide já alcançou mais de 4 mil mulheres no Amazonas, oferecendo suporte, capacitação e oportunidades para transformar vidas. Sua atuação é ainda mais admirável pelo fato de ela não ocupar cargo público ou mandato político. Mesmo sem os recursos ou apoio governamental, ela tem feito o que muitos políticos deveriam estar fazendo: cuidar da população mais vulnerável com comprometimento e empatia. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="865" height="1024" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/image-1.png" alt="" class="wp-image-16696" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/image-1.png 865w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/image-1-253x300.png 253w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/image-1-768x909.png 768w" sizes="auto, (max-width: 865px) 100vw, 865px" /></figure>



<p><strong>Um trabalho transformador no coração da Amazônia </strong></p>



<p>Cileide tem se dedicado a mulheres que muitas vezes são invisíveis aos olhos do poder público. Ribeirinhas, indígenas, vítimas de violência doméstica e mulheres em situação de pobreza extrema encontram em sua organização um refúgio e uma possibilidade de recomeço. Através de projetos de capacitação, apoio psicológico e iniciativas de geração de renda, ela tem devolvido a esperança a milhares de famílias no interior do estado. </p>



<p>“Eu sempre acreditei que a mudança começa por cada um de nós. Não podemos esperar que os governos façam tudo. Temos que agir agora, especialmente por essas mulheres que são a base de tantas famílias no Amazonas”, destacou Cileide em uma de suas entrevistas. Reconhecimento nacional e internacional Sua dedicação e os resultados de seu trabalho já a colocaram como uma referência nacional no que diz respeito à luta pelos direitos das mulheres. Recentemente, seu nome foi indicado para liderar a ONU Mulher no Brasil, uma organização global que promove a igualdade de gênero e o empoderamento feminino. </p>



<p>O convite, embora ainda não oficializado, representa um reconhecimento importante de sua contribuição à causa feminina no Brasil e, em especial, no Amazonas. A liderança de Cileide em um cargo de tamanha importância seria uma conquista histórica para o estado e um exemplo para todo o país. </p>



<p><strong>Fazendo o que muitos políticos não fazem </strong></p>



<p>Sem os recursos de um cargo público e sem mandato, Cileide Moussallem mostra que o verdadeiro compromisso com a população está em ações concretas e no amor ao próximo. Em tempos de descrédito com a política brasileira, sua história inspira e resgata a confiança de que ainda é possível promover mudanças significativas no país. </p>



<p>Cileide Moussallem não é apenas uma líder. Ela é a heroína das mulheres do Amazonas e, agora, pode se tornar uma figura de destaque no cenário internacional. </p>



<p>A possível nomeação de Cileide à ONU Mulher representa não apenas um marco em sua trajetória, mas também uma oportunidade para que as vozes das mulheres amazônidas ganhem ainda mais força no Brasil e no mundo. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="467" height="603" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/image-2.png" alt="" class="wp-image-16697" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/image-2.png 467w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/image-2-232x300.png 232w" sizes="auto, (max-width: 467px) 100vw, 467px" /></figure>



<p>Fonte: CM7 Brasil</p>
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		<title>Prefeitura promove ação na feira da Aparecida em combate à violência contra mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 12:47:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-27T084927.585.png" alt="" class="wp-image-15113" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-27T084927.585.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-27T084927.585-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-27T084927.585-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-27T084927.585-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc), realizou, nesta terça-feira, 26/11, uma ação de abordagem e sensibilização na feira da Aparecida, na zona Centro-Sul, em alusão aos 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher.</p>



<p>Durante a ação, a equipe da “Ycamiabas &#8211; Casa de Acolhimento para Mulheres”, distribuiu materiais informativos sobre os serviços de apoio disponíveis para mulheres que se encontram em situação de violência ou vulnerabilidade social, como assistência psicológica e jurídica.</p>



<p>“A feira da Aparecida é um local de grande movimentação e oferece uma oportunidade única para alcançarmos um número significativo de pessoas. Queremos que essas mulheres saibam que não estão sozinhas e que existem recursos disponíveis para ajudá-las”, explicou a coordenadora do equipamento, Gessilvia Lima.</p>



<p>Para a feirante Renata Sombra, ações como essa são essenciais em um contexto onde a violência contra a mulher ainda persiste como um problema social agravado pela desinformação.</p>



<p>“Essa mobilização é muito importante, pois muitas mulheres hoje em dia vivem aprisionadas, sem poder falar para alguém sobre os abusos que estão sofrendo. Muitas delas vivem uma dependência emocional de seus parceiros íntimos e acabam caindo em uma depressão. Por isso, iniciativas como essa, que promovem o acesso a recursos de apoio, se tornam cada vez mais essenciais”, concluiu.</p>



<p>– – –<br>Texto &#8211; Camili Vitória / Semasc<br>Fotos &#8211; Diego Lima / Semasc</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



<p>Leia mais:</p>



<p>Portal IF3M &#8211; <a href="https://portalif3m.com.br/2024/11/27/primeiro-dia-do-flim-2024-faz-homenagem-aos-70-anos-do-clube-da-madrugada-e-destaca-os-escritores-marcio-souza-e-milton-hatoum/">Primeiro dia do Flim 2024 faz homenagem aos 70 anos do Clube da Madrugada e destaca os escritores Márcio Souza e Milton Hatoum</a></p>



<p>Portal IF3M –&nbsp;<a href="https://portalif3m.com.br/2024/11/26/moura-tapajoz-reforca-valorizacao-do-servidor-e-premia-melhor-do-ano/">Moura Tapajóz reforça valorização do servidor e premia melhor do ano – &nbsp;Portal IF3M</a></p>
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		<title>Prefeitura de Manaus leva serviços gratuitos para mulheres indígenas na zona Leste</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2024/11/26/prefeitura-de-manaus-leva-servicos-gratuitos-para-mulheres-indigenas-na-zona-leste/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 11:36:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Semasc]]></category>
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					<description><![CDATA[No Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, celebrado nesta segunda-feira, 25/11,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-26T073346.772.png" alt="" class="wp-image-14996" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-26T073346.772.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-26T073346.772-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-26T073346.772-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-26T073346.772-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>No Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, celebrado nesta segunda-feira, 25/11, a&nbsp;<a href="https://www.manaus.am.gov.br/noticia/assistencia/servicos-gratuitos-mulheres-indigenas-zona-leste/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prefeitura de Manaus</a>, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc), levou a Unidade Móvel de Atendimento à Mulher até o bairro Colônia Antônio Aleixo, na zona Leste, para realizar uma ação de serviços gratuitos para as famílias da comunidade da Fé 3.&nbsp;</p>



<p><br>Com o apoio da associação de moradores Kokama da Aldeia Sumaúma Vermelha, foram oferecidos à população serviços de orientação jurídica, atendimento psicossocial, emissão da 2ª via da Certidão de Nascimento e Cadastro Único.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Garantir o acesso a esses serviços para as mulheres da comunidade, que muitas vezes se encontram em situação de vulnerabilidade, significa proporcionar meios para o desenvolvimento de sua autonomia e o fim de um possível ciclo de violência caso alguma delas esteja passando por isso&#8221;, destacou a diretora do Departamento de Enfrentamento à Violência contra a Mulher da Semasc, Marley Santos.&nbsp;</p>



<p><br>De acordo com Maria Ione Alves, cacique da associação, a iniciativa promove uma praticidade logística fundamental para as famílias da comunidade, que muitas vezes não possuem recursos ou informação para buscar seus direitos.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Temos muitas famílias que precisam de serviços como a emissão da 2ª via da Certidão de Nascimento, por exemplo, mas que não têm dinheiro ou que simplesmente não sabem aonde ir. Ter uma ação assim, perto de nossas casas, é algo que faz a diferença na vida de quem precisa&#8221;, afirmou.</p>



<p><br>A dona de casa Luzinete Oliveira, 48, aproveitou a oportunidade para realizar a inserção no Cadastro Único e elogiou a iniciativa. &#8220;Pertinho assim, tudo fica mais fácil mesmo&#8221;, disse.</p>



<p><strong>Cronograma da unidade móvel</strong></p>



<p>A ação realizada faz parte dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, promovida pela gestão municipal, em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM).</p>



<p><br>As próximas paradas da Unidade Móvel de Atendimento à Mulher estão programadas para o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Alfredo Nascimento, na zona Norte, nesta quarta-feira, 27/11, e no Centro Pastoral João Paulo 2, no bairro Jorge Teixeira, zona Leste, na quinta-feira, 28/11.</p>



<p>&#8212; &#8212; &#8212;</p>



<p><strong>Texto &#8211;&nbsp;</strong>Guilherme Pacheco/Semasc&nbsp;</p>



<p><strong>Fotos &#8211; </strong>Diego Lima/Semasc (em anexo)</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



<p>Leia mais:</p>



<p>Portal IF3M- <a href="https://portalif3m.com.br/2024/11/25/duas-em-cada-10-brasileiras-ja-sofreram-ameaca-de-morte-de-parceiros/">Duas em cada 10 brasileiras já sofreram ameaça de morte de parceiros</a></p>



<p>Portal IF3M –&nbsp;<a href="https://portalif3m.com.br/2024/11/25/sefaz-descredencia-empresas-que-declaravam-operacoes-inexistentes-para-nao-pagar-impostos/">Sefaz descredencia empresas que declaravam operações inexistentes para não pagar impostos</a></p>
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		<item>
		<title>Duas em cada 10 brasileiras já sofreram ameaça de morte de parceiros</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2024/11/25/duas-em-cada-10-brasileiras-ja-sofreram-ameaca-de-morte-de-parceiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 15:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicidio]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[No Brasil, duas em cada dez mulheres (21%) já foram ameaçadas de morte por parceiros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-25T111149.742.png" alt="" class="wp-image-14993" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-25T111149.742.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-25T111149.742-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-25T111149.742-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-25T111149.742-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Freepick</figcaption></figure>



<p>No Brasil, duas em cada dez mulheres (21%) já foram ameaçadas de morte por parceiros atuais ou ex-parceiros românticos e seis em cada dez conhecem alguma que vivenciou essa situação. Em ambos os casos, as mulheres negras (pretas e pardas) aparecem em maior número. Os dados são da pesquisa Medo, ameaça e risco: percepções e vivências das mulheres sobre violência doméstica e feminicídio, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e pela empresa Consulting do Brasil.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1621139&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1621139&amp;o=node"></p>



<p>O levantamento mostra ainda que seis em cada dez mulheres ameaçadas romperam com o agressor, após a intimidação, sendo essa decisão mais comum entre as vítimas negras do que entre as brancas. A pesquisa, divulgado nesta segunda-feira (25), contou com o apoio do Ministério das Mulheres e viabilizado por uma emenda da deputada federal Luiza Erundina (PSOL-SP).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Embora 44% das vítimas tenham ficado com muito medo, apenas 30% delas prestaram queixa à polícia e 17% pediram medida protetiva, mecanismo que pode determinar que o agressor fique longe da vítima e impedido de ter contato com ela. Esses dados têm relação com outros citados pela pesquisa, o de que duas em cada três mulheres acreditam que os agressores de mulheres permanecem impunes e o de que um quinto apenas acha que acabam na prisão.</p>
</blockquote>



<p>Para a maioria das brasileiras (60%), a sensação de que os agressores não pagam pelo mal que fazem tem relação com o aumento dos casos de feminicídio. No questionário online, respondido, em outubro deste ano, por 1.353 mulheres maiores de idade, 42% das participantes concordaram com a afirmação de que as mulheres ameaçadas de morte imaginam que os agressores jamais vão colocar em prática o que prometem, ou seja, acham que a ameaça não representa um risco real de serem assassinadas por eles.</p>



<p>Ao mesmo tempo, há, no país, um contingente de 80% de mulheres avaliando que, embora a rede de atendimento às mulheres seja boa, não dá conta da demanda. Em relação a formas de enfrentamento à violência, proporção idêntica destaca as campanhas de estímulo a denúncias e as redes sociais como ferramentas poderosas.</p>



<p>Uma parcela significativa, também de 80%, pensa que nem a Justiça, nem as autoridades policiais encaram as ameaças e denúncias formalizadas com a seriedade devida. Também são maioria (90%) as respondentes com a opinião de que as ocorrências de feminicídio aumentaram nos últimos cinco anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Duplo trauma</h2>



<p>A diarista Zilma Dias perdeu uma sobrinha em 2011. Não por causa natural, nem acidente. Camila foi morta, aos 17 anos, pelo ex-companheiro, de quem engravidou e tentava se desvencilhar. Como diversas vítimas, a jovem duvidava de que as agressões atingissem seu ponto máximo. Ambas as mulheres pretas.</p>



<p>Quase todas as respondentes da pesquisa, 89%, atribuem ao ciúme e à possessividade do agressor as causas por trás do feminicídio, quando envolve atuais ou ex-parceiros das vítimas. Para Zilma, foi o caso de sua sobrinha. Ela disse que ele chegou a trancá-la em casa e, como é típico nos casos de violência doméstica, tentou isolar a companheira, privando-a de todo convívio, inclusive o com familiares. O objetivo é fazer com que as mulheres fiquem sem ter a quem recorrer.</p>



<p>&#8220;Ela dizia que ele era mosca morta&#8221;, compartilha a pernambucana, para sinalizar que a filha de seu irmão nunca calculou realmente o risco que corria.</p>



<p>O assassino de Camila mudou-se de cidade onde vivia com ela. Depois de certo tempo, porém, ele retornou e ficou à espreita da ex-companheira. Quando a jovem passava por um cemitério, matou-a com 12 facadas, diante da filha dos dois, Raíssa. O homem, que tinha 25 anos, só foi localizado porque cometeu outro crime, de falsidade ideológica. Então, foi condenado a 13 anos por feminicídio.</p>



<p>A outra camada que revestiu de vulnerabilidade a vida de Zilma veio de uma desdita que ela mesma experimentou. Ela ficou seis anos sem poder abraçar alguém que gerou na barriga, mantendo contato somente por telefone. E também não resultado de nenhum acidente ou por causa do curso próprio da vida. Foi para se proteger de um agressor que não a matou, mas que assassinou a companheira que veio depois dela.</p>



<p>Hoje Zilma entende que a obediência que achava que devia ao parceiro era um valor construído culturalmente, algo incutido por ele na sua mente e que não tinha origem nem mesmo em sua família. Hoje, diz a trabalhadora doméstica, ela compreende que vivia em cárcere privado e que racionar comida para si, para não ser punida pelo marido, era um alerta escrito em letras garrafais. Ser proibida de ver os pais e de trabalhar não era normal.</p>



<p>O companheiro praticou contra ela, enquanto estiveram juntos, diversos tipos de violência. Da psicológica à patrimonial. Zilma não sabia nem sequer o sexo das bebês, pois não fez exame pré-natal, algo fundamental para verificar se a saúde da criança está em dia e detectar patologias graves precocemente.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Eu não sabia a quem recorrer. Deus me livre chamar a polícia. Não contava nem à minha mãe que ele me batia. Quase todos os dias, ficava machucada. Grávida, apanhava. Ele chegou a ir ao médico comigo, eu estava toda machucada e já grávida de oito meses da minha primeira filha. Ele, do meu lado, me cutucando e o médico me perguntando &#8216;O que foi aquilo [os hematomas e ferimentos]?&#8217; Ele me proibiu de falar. Aí, eu disse &#8216;Eu caí&#8217;. Estava do meu lado me ameaçando&#8221;, recorda Zilma.</p>
</blockquote>



<p>Até terminar o relacionamento, algo que muitas vítimas temem, por medo de serem mortas, como mostra o relatório do Instituto Patrícia Galvão, Zilma aceitou os pedidos de perdão de seu agressor. A tentativa de esquecer os episódios de violência, em um relacionamento abusivo, e substitui-los por lembranças mais agradáveis &#8211; na maioria das vezes, poucas e do início da relação -, inclusive, despertadas intencionalmente pelo agressor é outra estratégia muito conhecida. Essa sequência de pedido de perdão, com agrados do agressor, recomeço das agressões, piora das agressões e agressão consumada se chama&nbsp;<a href="https://www.institutomariadapenha.org.br/violencia-domestica/ciclo-da-violencia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ciclo de violência&nbsp;</a>e explica por que muitas vítimas não conseguem quebrá-lo e abandonar o agressor.</p>



<p>A &#8220;gota d&#8217;água&#8221;, menciona a pernambucana, foi quando ele bateu nela, logo após aparecer com uma amante no portão de casa e ser questionado pela infidelidade. O casal teve duas filhas, sendo que uma morreu aos 15 anos, por um problema cardíaco. Na ocasião, uma delas tinha apenas um mês de idade. Zilma informou a ele que ia embora e seu então companheiro fez um estardalhaço, indo à casa dos sogros, ajoelhando-se e prometendo que mudaria de comportamento, que jamais ela sofreria agressões novamente.</p>



<p>De mala e cuia, chegou a uma das capitais e voltou a criar a filha porque sua mãe, que cuidava dela, faleceu. &#8220;A minha esperança é que ele fosse mudar, mudar, mas foi só piorando&#8221;, diz.</p>



<p>Tentar minar a autoestima de Zilma, outro ponto que se repete nessas histórias, não a abalou, já que estava determinada a partir. &#8220;Dizia que eu não ia conseguir criar minha filha, que eu ia pedir ajuda a ele. Nunca deu um leite a ela. E eu consegui, criei sozinha&#8221;, afirma.</p>



<p>Em 2014, outra sobrinha de Zilma entrou em contato com ela para contar uma novidade. O ex-companheiro da diarista havia matado sua então parceira e a esquartejado. O caso saiu em jornais locais. Ele foi condenado a cumprir 25 anos de prisão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como encontrar informações e pedir ajuda</h2>



<p>A versão completa da pesquisa pode ser lida no&nbsp;<a href="https://agenciapatriciagalvao.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>site</em>&nbsp;do Instituto Patrícia Galvão</a>, onde&nbsp;também é possível encontrar dados sobre os diversos tipos de violência.</p>



<p>Há, ainda, diversas formas de pedir socorro, caso seja necessário. Entre elas, o telefone 180, específico para atender vítimas de violência doméstica, as delegacias especializadas no atendimento à mulher e a Casa da Mulher Brasileira, que tem dez unidades espalhadas pelo país (Campo Grande; Fortaleza; Ceilândia, no Distrito Federal; Curitiba; São Luís; Boa Vista; São Paulo; Salvador; Teresina; e Ananindeua, no Pará.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



<p>Leia mais:</p>



<p>Portal IF3M &#8211; <a href="https://portalif3m.com.br/2024/11/25/sefaz-descredencia-empresas-que-declaravam-operacoes-inexistentes-para-nao-pagar-impostos/">Sefaz descredencia empresas que declaravam operações inexistentes para não pagar impostos</a></p>



<p>Portal IF3M –&nbsp;<a href="https://portalif3m.com.br/2024/11/25/acidente-com-onibus-deixa-17-mortos-na-serra-da-barriga/">Acidente com ônibus deixa 17 mortos na Serra da Barriga</a></p>
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		<title>Ato público da prefeitura contra o feminicídio reúne mulheres no CSU do Parque 10</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 11:26:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CSU]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[A&#160;Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc),]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-21T072516.828.png" alt="" class="wp-image-14813" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-21T072516.828.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-21T072516.828-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-21T072516.828-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-21T072516.828-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>A&nbsp;<a href="https://www.manaus.am.gov.br/noticia/social/ato-publico-contra-feminicidio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prefeitura de Manaus</a>, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc), realizou, na tarde desta quarta-feira, 20/11, no Centro Social Urbano (CSU) do Parque 10, um ato público com o tema &#8220;Feminicídio Zero&#8221;, em alusão aos 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher.</p>



<p>Promovido no Dia Nacional da Consciência Negra, o evento reuniu autoridades, movimentos sociais e a comunidade para reforçar o compromisso no combate à violência contra a mulher, com foco na prevenção do feminicídio.</p>



<p>A primeira-dama da cidade de Manaus, Izabelle Fontenelle, esteve presente no ato e ressaltou a necessidade acerca da discussão em volta dos diferentes contextos que levam milhares de mulheres à morte todos os dias.</p>



<p>&#8220;O violentador começa a matar uma mulher por meio de atos vistos como menores, com uma violência que muitas vezes é psicológica. O maior dever da sociedade, em conjunto, é proteger a mulher e fazer com que ela saiba que não está sozinha, não apenas por ter amigos e familiares que a apoiam, mas por haver público que se une à sociedade em prol dela&#8221;, destacou.</p>



<p>O tema &#8220;Feminicídio Zero&#8221; reafirma o objetivo de erradicar esse crime brutal por meio da conscientização da sociedade, fortalecimento da rede de proteção e incentivo à denúncia por meio dos canais municipais, como os números 0800 092 1407 / 0800 092 6644 ou Disque 180.</p>



<p>Para a secretária Dermi Rayol, da Semasc, a programação da campanha é um dos diversos exemplos do &#8220;olhar diferenciado&#8221; que a gestão municipal tem tido ao trabalhar a garantia de direito das mulheres manauaras.</p>



<p>&#8220;É um dia muito importante para nós, já que mais uma vez nos colocamos na linha de frente da luta por qualidade de vida para meninas e mulheres em Manaus. Nesta gestão, inauguramos a primeira casa de acolhimento municipal para mulheres vítimas de violência e pretendemos ampliar ainda o enfrentamento a esse problema por meio de campanhas como essa&#8221;, explicou.</p>



<p>As atividades dos 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulheres, iniciadas oficialmente nesta quarta, seguem até o dia 10 de dezembro, data em que se comemora o Dia Internacional dos Direitos Humanos. De acordo com a subsecretária de Políticas Afirmativas para Mulheres e Direitos Humanos da Semasc, Graça Prola, um dos intuitos é desenvolver um processo de conscientização que atinja, principalmente, os homens da capital.</p>



<p>&#8220;Um de nossos maiores objetivos é ocupar esses espaços de maioria masculina para levar a mensagem do &#8216;Feminicídio Zero&#8217;, levar o combate à violência contra a mulher, levar informação e conscientização para o público masculino também é garantir vida plena para as mulheres de nossa cidade&#8221;, detalhou a subsecretária.</p>



<p><strong>Empreendedorismo</strong></p>



<p>Paralelamente ao ato, a 3ª Edição da Feira do Empreendedorismo Preto, também realizada com a parceria da prefeitura, no CSU, levou diversos empreendedores para apresentarem seus produtos à comunidade, como artesanato, vestuário, gastronômico, entre outros. Para o organizador do evento, o babalorixá José Manoel Leite, o empreendedorismo negro e o enfrentamento à violência contra a mulher são dois temas que andam lado a lado.</p>



<p>&#8220;Entendemos que o empreendedorismo pode salvar vidas, principalmente a vida de mulheres pretas que muitas das vezes dependem de seus agressores. Hoje é um dia muito importante para nós e estamos imensamente satisfeitos em poder receber o lançamento de uma campanha tão necessária&#8221;, afirmou Leite.</p>



<p>De acordo com dados da Central de Atendimento à Mulher, responsável pelo Disque 180, mais de 61% das denúncias referentes à violência doméstica tem como vítimas mulheres negras ou pardas.</p>



<p>O evento no CSU do Parque 10 demonstrou que, com parcerias e a união da comunidade, é possível avançar na luta contra o feminicídio e outras formas de violência.</p>



<p>– – –</p>



<p><strong>Texto &#8211;&nbsp;</strong>Divulgação / Semcom e Semasc</p>



<p><strong>Fotos &#8211;&nbsp;</strong>Diego Lima / Semasc</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Portal IF3M &#8211; Total de mulheres responsáveis por domicílios cresce, revela Censo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2024 15:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CENSO]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Os homens são maioria (50,9%) entre as pessoas responsáveis pelas unidades domésticas no Brasil, com]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Feed_Portal-IF3M-2024-10-25T105613.034.png" alt="" class="wp-image-13675" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Feed_Portal-IF3M-2024-10-25T105613.034.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Feed_Portal-IF3M-2024-10-25T105613.034-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Feed_Portal-IF3M-2024-10-25T105613.034-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Feed_Portal-IF3M-2024-10-25T105613.034-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Tânia Rego/Agência Brasil</figcaption></figure>



<p>Os homens são maioria (50,9%) entre as pessoas responsáveis pelas unidades domésticas no Brasil, com um total de 37 milhões, mas a quantidade de mulheres, no entanto, está bem próxima (49,1%) e somou 36 milhões.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1616889&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1616889&amp;o=node"></p>



<p>Como mostrou a pesquisa Censo Demográfico 2022: Composição domiciliar e óbitos informados, os dados indicam uma mudança importante em relação a 2010, quando o percentual de homens responsáveis (61,3%) era significativamente maior que o de mulheres (38,7%).</p>



<p>Ainda segundo a pesquisa &#8211; divulgada no Rio de Janeiro nesta sexta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) &#8211; o percentual de mulheres nesta condição supera os 50% em 10 estados. Em Pernambuco, ficou em 53,9%, seguido de Sergipe 53,1%, Maranhão 53,0%, Amapá 52,9%, Ceará 52,6%, Rio de Janeiro 52,3%, Alagoas e Paraíba 51,7%, Bahia 51,0% e Piauí 50,4%.</p>



<p>Segundo o Censo 2022, havia cerca de 72 milhões 522 mil 372 unidades domésticas no Brasil. O número é 15 milhões a mais do que o anotado em 2010, quando existiam 57 milhões. A quantidade média de moradores ficou em 2,8 pessoas. Esse resultado é menor do que em 2000 (3,7 pessoas) e em 2010 (3,3). Entre as unidades domésticas, cerca de 72,3% têm até três moradores e 28,7% têm dois residentes.</p>



<p>O pesquisador, gerente de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE, Marcio Mitsuo Minamiguchi, explicou, na apresentação da pesquisa, que a denominação de pessoa responsável é dada a quem é indicado pelos moradores como tal.</p>



<p>“Em geral, o entrevistado se define como essa pessoa. Nos censos mais antigos tinha a categoria de chefe, hoje não existe mais, por isso as comparações em relação a chefe do passado não cabem aqui”, disse.</p>



<p>Já a unidade doméstica, segundo o gerente, é a denominação que se dá ao conjunto de pessoas que vive em domicílio particular cuja constituição se baseia em arranjos feitos pela pessoa, individualmente ou em grupos, para garantir para ela mesma alimentação e outros bens essenciais para sua existência.</p>



<p>“A formação dela se dá pela relação de parentesco ou de convivência com a pessoa responsável, no caso de cada domicílio particular a gente tem uma unidade doméstica. O termo unidade doméstica serve para diferenciar a questão, domicílio específico, que se refere muito às características de habitação, enquanto a unidade doméstica é mais na composição e relação das pessoas que vivem no local”, completou, destacando que os domicílios coletivos estão fora da avaliação de unidade doméstica.</p>



<p>“Os domicílios coletivos seguem outras regras diferentes como presídios, penitenciárias, conventos, hotéis e hospitais. São relações diferentes”, avaliou.</p>



<p>A pesquisa mostrou que também em 2022 mais da metade (57,5%) das unidades domésticas era formada por responsável e cônjuge ou companheiro (a) de sexo diferente. O resultado representa um recuo na comparação com o Censo 2010. Naquela época, era de 65,3%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mesmo sexo</h2>



<p>Uma outra mudança indicada na pesquisa é a das unidades domésticas compostas por pessoa responsável e cônjuge ou companheiro (a) do mesmo sexo, que atingiram 0,54% do total. Ainda que o percentual seja pequeno, o crescimento foi relevante em relação a 2010, quando era de 0,10%. Neste tipo de domicílio, o número subiu de 59.957 em 2010 para 391.080 em 2022.</p>



<p>O Distrito Federal é onde foram notadas as maiores proporções de unidades domésticas com pessoa responsável em união homoafetiva (0,76%). Na sequência ficaram o Rio de Janeiro (0,73%) e São Paulo (0,67%). Já as menores foram no Piauí (0,25%), no Maranhão (0,30%) e no Tocantins (0,31%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cor/raça</h2>



<p>Pela primeira vez, em 2022, um Censo mostrou, entre os responsáveis pelas unidades domésticas, que a proporção de pardos (43,8%) superou a de brancos (43,5%). Em 2010, as proporções de pardos eram 40,0% e as de brancos 49,4%.</p>



<p>“O perfil do responsável acompanha muito as mudanças observadas no total da população nos dois últimos censos, quando a gente observou também um aumento da população parda e preta em relação ao censo anterior. Isso também está representado aqui no perfil da pessoa responsável pelo domicílio. Pela primeira vez, observa-se que os pardos superam as pessoas brancas na quantidade de pessoas responsáveis pelos domicílios do Brasil”, afirmou.</p>



<p>“O perfil do responsável é mais velho em relação a 2010, é mais preto e pardo, mais feminino e em relação aos filhos, o número diminuiu”, resumiu.</p>



<p>O pesquisador informou, também, que o unipessoal &nbsp;cresceu. “Tem as pessoas que não se casam de fato. Tem essas tendências que existem tanto como mudanças comportamentais de formação de famílias e a outra face que as famílias tendem a diminuir com separação, viuvez, saída de filhos de casa. Tudo isso contribui para as mudanças nas proporções de unipessoais”, argumentou.</p>



<p>Na comparação do Censo de 2010 para o de 2022, a proporção de unidades domésticas com pessoa responsável, cônjuge e filho dos dois caiu de 41,3% para 30,7%. Na proporção de unidades com responsável, cônjuge e filho de um deles, a diferença é menor, passou de 8,0% para 7,2%. Em movimento contrário, a proporção de casais sem filhos cresceu de 16,1% em 2010 para 20,2% em 2022.</p>



<p>Outra informação da pesquisa é que &#8211; entre os residentes nas unidades domésticas &#8211; 3,9% eram netos, participação menor que a de 2010, quando era de 4,7%. No entanto, permanece maior que a de outros parentes ou conviventes. “Isso também é um indicativo de famílias mais multigeracionais, com mais gerações conviventes”, analisou.</p>



<p>A proporção de filho (a) do responsável e do cônjuge recuou de 25,0% em 2010 para 19,1% em 2022, mas houve aumento na proporção do filho (a) somente do responsável. Era de 10,9% e ficou em 11,6% em igual período.</p>



<p>Em 2022, a mais frequente do total entre as quatro espécies de unidades domésticas era a nuclear (64,1%). Na sequência estavam a unipessoal (18,9%), a estendida (15,4%) e a composta (1,5%). Em 2010, esses percentuais foram de 66,3%, 12,2%, 19,1% e 2,5%, respectivamente.</p>



<p>A única espécie de unidade doméstica que aumentou sua participação &#8211; desde o último Censo &#8211; foi a Unipessoal, que saiu de 12,2% para 18,9%. O crescimento foi demonstrado em todos os grupos etários.</p>



<p>As maiores concentrações de pessoas idosas, na faixa de mais de 60 anos, responsáveis pelas unidades domésticas, se concentraram nas unidades unipessoais (28,7%) e nas estendidas (21,7%). As unidades domésticas nucleares predominam em todos os grupos etários (64,1%), principalmente com responsáveis de até 17 anos (70,0%) e de 25 a 39 anos (75,8%). Na visão do IBGE, isso ocorre, possivelmente, por começarem a formar as próprias famílias.</p>



<p>As unidades estendidas são as que incluem outros parentes netos e sobrinhos. Já nas que têm enteados, madrastas e padrastos são nucleares.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estados</h2>



<p>O Rio de Janeiro é o estado onde houve as maiores proporções de unidades domésticas unipessoais (23,4%), ficando à frente do Rio Grande do Sul (22,3%) e do Espírito Santo (20,6%).</p>



<p>Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul também foram os estados mais envelhecidos. As menores proporções de unidades domésticas unipessoais estavam no Amapá (12,0%), Amazonas (13,0%) e Pará (13,5%). Esses estados estão também entre os mais jovens do país.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Composição</h2>



<p>Para o IBGE, a composição leva em consideração a condição no domicílio com a relação de parentesco ou de convivência dos moradores com a pessoa responsável.</p>



<p>“A análise da composição domiciliar inclui caracterizar a pessoa responsável pelo domicílio segundo a idade, cor ou raça, bem como a presença de cônjuge e de filho(s). Foi elaborada uma classificação de unidades domésticas em espécies. Desse modo, é possível conhecer o perfil das unidades domésticas segundo tamanho e composição”, informou o IBGE.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



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