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	<title>nações unidas &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Crise climática é amplificadora de outras crises, alerta pesquisadora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 16:01:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Climática]]></category>
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					<description><![CDATA[O ano de 2025 iniciou com chuvas intensas no Sul e Centro-Oeste do país e]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-22T115851.152.png" alt="" class="wp-image-17545" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-22T115851.152.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-22T115851.152-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-22T115851.152-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-22T115851.152-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>



<p>O ano de 2025 iniciou com chuvas intensas no Sul e Centro-Oeste do país e estiagem no Nordeste, evidenciando, a cada ano&nbsp;mais, os efeitos da mudança climática. Com a crise, desigualdades também são acentuadas e novos desafios globais se impõem.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1627452&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1627452&amp;o=node"></p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" loading="lazy" src="https://imagens.ebc.com.br/iUtXpsmxrriXkf2GtRIDl8_d7cM=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/vac_abr1406232985.jpg?itok=yRqylCvg" alt="Brasília (DF), 14/06/2023 - A presidente da CAPES, Mercedes Bustamante, participa da solenidade que lança a  edição 2023 do Ciência é 10! (C10!)  Foto Valter Campanato/Agência Brasil." width="838" height="559" title="Valter Campanato/Agência Brasil"/></figure>



<h5>Pesquisadora da Universidade de Brasília Mercedes Bustamante.&nbsp;<strong>Foto:&nbsp;Valter Campanato/Agência Brasil</strong></h5>



<p>A urgência no enfrentamento à crise e a busca por soluções, temas centrais da 30ª Conferência sobre Mudança do Clima (COP30), que será realizada este ano no Brasil, são analisadas pela pesquisadora Mercedes Bustamante, da Universidade de Brasília (UnB).</p>



<p>Em entrevista exclusiva à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>, a&nbsp;colaboradora do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que a&nbsp;crise climática é uma amplificadora de outras crises.</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>&#8220;Ela vai contribuir para o agravamento de outras crises que nós já vivemos. Ela agrava a desigualdade, agrava o problema da fome, agrava o problema dos recursos hídricos, das migrações humanas, dos conflitos geopolíticos&#8221;, destaca.</p>
</blockquote>



<p>Na entrevista, ela aponta ainda alguns caminhos para amenizar as instabilidades e afirma que a primeira e mais urgente ação é&nbsp;trabalhar nas causas do aquecimento global.</p>



<p>A especialista destaca ainda a importância de&nbsp;acordos globais do clima, com o Acordo de Paris, adotado em 2015,&nbsp;durante a COP21, a 21ª Cúpula do Clima das Nações Unidas,&nbsp;em Paris. O principal objetivo do acordo&nbsp;é manter o aquecimento global do planeta abaixo de 2°C até o final do século e buscar esforços para limitar esse aumento até 1,5°C.</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>&#8220;Porque não adianta, por exemplo, o Brasil reduzir suas emissões [de gases do efeito estufa], se outros países não o fazem. É preciso que você olhe para o lado e a pessoa que está ao lado deve fazer o mesmo esforço que eu estou fazendo.&#8221;</p>
</blockquote>



<p>Leia, abaixo, os principais trechos da entrevista com a especialista:&nbsp;</p>



<p><strong>Agência Brasil:&nbsp;</strong>Quais são os efeitos das mudanças climáticas sobre os seres humanos?<br><strong>Mercedes Bustamante:&nbsp;</strong>Eu acho que a gente vai viver pior. O&nbsp;secretário-geral da ONU [António Guterres] fala isso muito bem. A crise climática é uma amplificadora de outras crises. Ela vai contribuir para o agravamento de outras crises que nós já vivemos. Ela agrava a desigualdade, agrava o problema da fome, agrava o problema dos recursos hídricos, das migrações humanas, dos conflitos geopolíticos. Nós construímos as nossas sociedades nos últimos 10 mil anos em um período em que o clima da terra tinha uma relativa estabilidade. Isso significa que a gente se organizou para contar com essa estabilidade climática. E agora que a gente entra nesse processo de transição, de instabilidade climática, estamos percebendo as consequências que isso vai ter para a forma como organizamos a nossa vida. Eu acho que o quadro mais crítico que a gente vê hoje é o aumento da desigualdade. Uma concentração de renda cada vez mais na mão de poucas pessoas. Isso nos torna ainda muito mais dependentes do fluxo de recursos para combater as ações da mudança do clima, mas também para encaminhar ações de adaptação, ou seja, como é que a gente pode fazer para reduzir os impactos daquilo que vem por aí. O que vemos com muita preocupação é que se não tiver uma vontade política, uma clareza, um engajamento de atores privados também, sobretudo aqueles que têm um controle maior da economia, realmente vamos entrar num período de muita instabilidade, muita insegurança.</p>



<p><strong>Agência Brasil:&nbsp;</strong>O que é preciso ser feito para amenizar essas instabilidades?<br><strong>Mercedes Bustamante:&nbsp;</strong>Eu acho que hoje precisamos contar com todas as soluções possíveis. É claro que a primeira ação importante é trabalhar nas causas do aquecimento global. Realmente é uma transição energética feita com seriedade, rapidez e robustez, que diminua a nossa dependência dos combustíveis fósseis. Acho que hoje realmente esse caminho de abrir mão das reservas de petróleo e investir muito fortemente em outras fontes de energia que não causem o aquecimento global é o dever de casa obrigatório para todas as economias, para todos os setores. Depois, nós temos opções que também passam pelas escolhas individuais, de consumo, de mobilidade, mas é o que eu sempre falo, o indivíduo, para que ele possa fazer as melhores opções, ele precisa das políticas públicas que pavimentem esse caminho. Quando a gente fala, por exemplo, de mobilidade urbana, de as pessoas abrirem mão dos seus veículos particulares, é que elas podem contar com um sistema público de qualidade, que funciona no horário, que é limpo, que é acessível, e isso é política pública. Quando você olha a questão de reduzir o risco pela construção de moradias em locais que são seguros ou que não são apropriados, significa que a política pública tem que desenhar moradias em locais que tenham atividade econômica ativa, porque não adianta você jogar as pessoas para longe, onde não tem atividade econômica, onde elas não vão ter emprego, saúde, trabalho. É necessário fazer esse planejamento das cidades. As cidades concentram um grande número de pessoas, o que significa que elas concentram problemas, mas podem ser também o foco de muitas das soluções. É preciso realmente repensar todo esse planejamento. E eu acho que os indivíduos fazem as opções a partir do momento em que veem alternativas que são viáveis e que são colocadas pelo poder público. Novamente, eu repito, que é muito importante, hoje, com a concentração de capital na mão de poucos, a responsabilidade do setor financeiro de apoiar as iniciativas que reduzam a crise climática. O mundo como um todo vai perder. A atmosfera é um bem comum global. Todo mundo precisa dela. Então, existe espaço para que todos os setores possam atuar. Agora, esse processo de coordenação, efetivamente tem que ser feito pelos governos, e não de forma isolada. É por isso que acordos globais do clima são tão importantes. Porque não adianta, por exemplo, o Brasil reduzir suas emissões [de gases do efeito estufa], se outros países não o fazem. É preciso que você olhe para o lado e a pessoa que está ao lado deve fazer o mesmo esforço que eu estou fazendo dentro do seu contexto.</p>



<p><strong>Agência Brasil:&nbsp;</strong>A mudança climática já tem efeitos efetivos, como o aumento da temperatura global. Quais as adaptações nas cidades são mais necessárias e urgentes?<br><strong>Mercedes Bustamante:&nbsp;</strong>Eu acho que o Brasil tem um dever de casa novamente para fazer com as suas áreas urbanas. A gente vem, desde 2011, sofrendo com esses eventos de chuvas extremas, e a missão primeira sempre é salvar vidas. Efetivamente, como é que a gente tira as pessoas dessas áreas de risco? Eu acho que esse é um ponto importante. Todas essas cidades que sofreram impactos [das chuvas], como o Rio Grande do Sul, que a gente vive ainda os efeitos, a Região Serrana do Rio de Janeiro, lá em 2011, é necessário olhar o processo de reconstrução. Essa reconstrução tem que ser nova. Vai reconstruir, mas vai reconstruir de uma outra forma talvez em outros lugares. É onde eu acho que ainda estamos precisando avançar muito mais no planejamento. Primeiro, tem que pensar, e se não acontecesse? Depois, acontecendo, como é que a gente vai lidar com essa situação? E pensar que se as pessoas retornam para os locais onde elas, e sucessivas gerações, vêm sofrendo com o mesmo tipo de catástrofe, é porque não tem alternativa. Eu acho que é preciso pensar muito rapidamente nisso. E outro ponto que eu acho que se precisa olhar, como no Brasil, é a agricultura, o setor que mais emite gases de efeito estufa, que envolve o desmatamento de florestas. É pensar que na conservação dos recursos naturais, o Brasil tem uma dupla oportunidade de olhar o problema da mitigação, de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e aumentar o sequestro desse gás. Ao mesmo tempo, a recuperação dessas áreas verdes, sejam elas urbanas, sejam na parte do campo, seja a conservação de áreas naturais, é também uma ação de adaptação. Então, a gente ganha pelos dois lados, se fizer uma gestão ambiental correta.</p>



<p><strong>Agência Brasil:&nbsp;</strong>Olhando para a política climática global, como você acha que as decisões de outros países, como as anunciadas pelo novo&nbsp;presidente dos Estados Unidos [<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-01/eua-vao-sair-novamente-do-acordo-de-paris-sobre-o-clima" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Donald Trump reafirmou a intenção de deixar o Acordo de Paris</a>], influencia no enfrentamento a essas crises?<br><strong>Mercedes Bustamante:&nbsp;</strong>Com certeza era muito melhor você ter o país que é o segundo emissor global de gases de efeito estufa junto nessa pauta. Reduzindo as emissões e combatendo os impactos da mudança climática. Agora, os Estados Unidos já saíram num outro momento do Acordo de Paris. É óbvio que esse segundo mandato de Donald Trump tem aspectos que são diferentes, mas hoje muitos aspectos da transição energética, iniciativas de empresas, que as companhias já fizeram, não vão voltar para trás. A gente ainda vai precisar entender o que realmente vai significar esse novo mandato do presidente [Donald] Trump. Mas&nbsp;que isso não seja uma carta branca para que os demais países também deixem de fazer os seus esforços, porque, novamente, os impactos vão ser distribuídos por todos os países, e vão afetar as populações mais vulneráveis desses países também. O que significa também mais combustível para conflitos sociais, para desgastes da classe política, para dificuldades que a gente já vem enfrentando. É preciso ter muita atenção a esse tema, como um tema que veio para ficar. Ele pode ter impulsos, onde você tem governantes que estão mais afeitos a essa agenda e outros menos, em outro momento, mas essa é uma agenda que não vai sumir. Ela está aí para nos acompanhar até o final do século ou mais.</p>



<p><strong>Agência Brasil: </strong> Tem mais algum ponto que você considera importante a gente destacar em relação à questão da mudança climática?<br><strong>Mercedes Bustamante: </strong>Eu acho que o tempo joga muito contra a gente nessa questão. Eu falo que essa é uma pauta que não vai sumir, mas é óbvio que quanto mais cedo tratarmos dela, melhor. Se o problema tivesse sido abordado 30 anos atrás, e não o foi porque as forças negacionistas se organizaram muito rapidamente, talvez a gente hoje estivesse em um outro patamar dessa discussão. Vamos esperar que as pessoas percebam que o senso de urgência é primordial para discutir essa questão também.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Portal IF3M &#8211; Prefeitura de Manaus participa de encontro da InRede com foco no planejamento urbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 23:35:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Manaus, via Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), vai participar do 9º]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-05T193317.456.png" alt="" class="wp-image-14164" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-05T193317.456.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-05T193317.456-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-05T193317.456-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-05T193317.456-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>A Prefeitura de Manaus, via Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), vai participar do 9º Encontro da Rede Brasileira de Institutos de Planejamento (InRede), que acontecerá em Brasília (DF), de 28 a 30 de novembro.<br>Entre as dinâmicas para o evento estão palestras, mesas-redondas, visitas técnicas, atividades, entre outras ações com o grupo da InRede.</p>



<p>O encontro vai dar continuidade aos trabalhos da rede, iniciada em 2022, com representantes de municípios de todas as regiões brasileiras buscando planejamento integrado e sustentável de cidades para fortalecimento dos institutos.</p>



<p>O encontro acontece em parceria com o Ministério das Cidades, Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) e Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GmbH (GIZ), Agência Alemã de Cooperação Internacional, além da plataforma ReDUS (Rede para o Desenvolvimento Urbano Sustentável).</p>



<p>Durante o evento, o diretor-presidente do Implurb, Carlos Valente, e o diretor de Planejamento Urbano, arquiteto e urbanista Pedro Paulo Cordeiro, vão participar de mesas-redondas sobre governança e planejamento; parcerias e oportunidades; o futuro das cidades, desafios e soluções; e da Assembleia Ordinária da InRede. Manaus ocupa o cargo de vice-presidência no grupo.</p>



<p>A abertura do encontro terá a presença do ministro das Cidades (MCID), Jader Barbalho Filho. As atividades contarão ainda com a presença de prefeitos, parlamentares, convidados internacionais, organizações parceiras e representantes de ministérios federais.</p>



<p>No dia 30, o 9º Encontro InRede terminará com visita técnica tendo como foco “Brasília em perspectiva – planejamento urbano e realidades sociais”.</p>



<p>“O encontro tem o objetivo de reunir tanto os institutos de planejamento ou as secretarias de planejamento, em conjunto com os parceiros, para colocar em pauta desafios e soluções para as cidades, visando justamente o futuro, alinhado com as agendas internacionais. E uma das pautas urgentes é a de mudanças climáticas, que estão batendo na nossa porta diariamente. E aqui, na nossa região, vivemos os extremos de grandes cheias recordes e ainda maiores secas nunca antes vistas nos últimos cem anos”, comentou Pedro Paulo Cordeiro.</p>



<p>Objetivo<br>O encontro nacional busca engajar novos municípios, promover a troca de experiências e o fortalecimento da cultura do planejamento urbano, com o compartilhamento de boas práticas nacionais e internacionais.<br>A InRede fortalece a cultura do planejamento urbano nos municípios brasileiros, promovendo não só a criação de novos institutos, mas também o debate e o protagonismo do planejamento urbano para melhor alinhamento com agendas globais, como a Agenda 2030 e a Nova Agenda Urbana.</p>



<p>O Implurb foi eleito para a vice-presidência do grupo de institutos. Desde o primeiro encontro da iniciativa, o ONU-Habitat e a GIZ estão nesta missão.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Texto – Claudia do Valle/ Implurb<br>Fotos – Divulgação</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



<p>Leia mais:</p>



<p>Portal IF3M – <a href="https://portalif3m.com.br/2024/11/05/portal-if3m-prefeitura-de-manaus-intensifica-limpeza-no-bariri-e-outros-pontos-da-capital/">Prefeitura de Manaus intensifica limpeza no Bariri e outros pontos da capital</a></p>



<p>Portal IF3M –&nbsp;<a href="https://portalif3m.com.br/2024/11/05/portal-if3m-servidores-da-assistencia-social-participam-de-capacitacao-sobre-programa-bolsa-verde/">Servidores da assistência social participam de capacitação sobre programa Bolsa Verde</a></p>
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		<title>Portal IF3M &#8211; Entenda: COP28 avalia ação de países contra aquecimento global</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2023/11/30/portal-if3m-entenda-cop28-avalia-acao-de-paises-contra-aquecimento-global/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 12:12:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2023 (COP28) começou nesta quinta-feira (30)]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Feed_Portal-IF3M-81-1.png" alt="" class="wp-image-8420" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Feed_Portal-IF3M-81-1.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Feed_Portal-IF3M-81-1-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Feed_Portal-IF3M-81-1-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Feed_Portal-IF3M-81-1-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Juca Varella</figcaption></figure>



<p>A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2023 (COP28) começou nesta quinta-feira (30) em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Reunindo representantes de cerca de 200 países e 70 mil pessoas, o encontro deve apresentar, pela primeira vez, um balanço global de como cada país está atuando para cumprir com o Acordo de Paris, quando as nações se comprometeram a limitar o aumento da temperatura da terra a 1,5º C acima dos níveis pré-industriais. &nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1569618&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1569618&amp;o=node"></p>



<p>Ou seja, pela primeira vez desde o Acordo de Paris, serão avaliadas as contribuições dos países para a redução do aquecimento da terra. A análise servirá de base para a COP30, em 2025, quando o Acordo de Paris completará 10 anos, e está prevista a adoção de novas medidas para mitigar o aquecimento da terra. &nbsp;</p>



<p>“A COP 28 faz uma revisão do que foi proposto nas edições passadas e verifica como cada país tem evoluído. Ela é uma prestação de contas de cada país”, explicou Pedro Côrtes, professor do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (USP). Segundo Côrtes, os acordos climáticos não punem os países que não os cumprem. &nbsp;</p>



<p>“É como se fosse um puxão de orelha só. Dizem: ‘vocês poderiam ter reduzido mais e não o fizeram’, e os representantes do país vão tentar explicar os motivos, mas o que a gente verifica é que países como Estados Unidos e China acabam não abraçando essas causas tanto quanto poderiam e deveriam”, destacou. &nbsp;</p>



<h2>Meta</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/CCDKa-1R4w8aMffIiaMvyUqkpvQ=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/karenoliveira.jpg?itok=nqohXe_U" alt="Brasília (DF) 29/11/2023 –  A Diretora de Políticas Públicas e Relações Governamentais da TNC Brasil, Karen Oliveira - Entenda a COP28 
Foto: Daniel Guedes/TNC Brasil /Divulgação" title="Daniel Guedes/TNC Brasil /Divulgação"/></figure>



<p>A meta de limite do aumento do aquecimento global poderá ser revista, diz Karen Oliveira,&nbsp;a diretora da TNC Brasil &#8211;&nbsp;<strong>Foto:</strong>&nbsp;<strong>Daniel Guedes/Divulgação</strong></p>



<p>Outra expectativa é a da reafirmação do compromisso assumido pelos países de manter a meta de aumento da temperatura em 1,5ºC em comparação aos níveis pré-industriais. A diretora de Políticas Públicas e Relações Governamentais da TNC Brasil, Karen Oliveira, ressaltou que existe um risco de essa meta ser revista. &nbsp;</p>



<p>“Infelizmente, este é um debate que está na mesa. Às vezes, os próprios textos das discussões sobre o clima usam o termo &#8216;preferencialmente&#8217; ao citar a necessidade de não passar a meta de 1,5ºC. Mas nós sabemos que não é uma questão de preferência, é uma questão obrigatória frente as consequências danosas das mudanças do clima”, afirmou. &nbsp;</p>



<p>Em relatório anual divulgado no último dia 20, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) informou que o mundo pode aumentar a temperatura em até 2,9ºC até 2100 se não houver mudanças nas políticas atuais. O número é quase o dobro do limite fixado pelo Acordo de Paris. O documento também registrou aumento de 1,2% da emissão de gases do efeito estufa entre 2021 e 2022. &nbsp;</p>



<p>“É a maior quantidade jamais registrada. Salvo o setor do transporte, todos os demais setores repuseram inteiramente as quedas de emissões causadas pela pandemia de covid-19 e agora já superam os níveis de 2019”, diz a Organização das Nações Unidas (ONU). &nbsp;</p>



<p>“O mundo está muito fora de rota para conseguir limitar o aumento da temperatura em 1,5ºC. Então, é preciso fazer muito mais, e isso passa pela eliminação dos combustíveis fósseis”, defendeu a coordenadora adjunta de Política Internacional do Observatório do Clima, Stela Herschmann. &nbsp;</p>



<p>Stela acrescentou que está em andamento uma articulação para prorrogar a produção de combustíveis fósseis por meio do uso de tecnologias que mitigam sua utilização, como a captura de carbono, que filtra os gases jogados na atmosfera e os armazena. “São tentativas dos produtores de petróleo de estender a vida útil de sua produção. O que os cientistas do mundo falam é que precisamos reduzir de maneira drástica as emissões. Não temos tempo a perder com essas soluções tecnológicas que não são viáveis economicamente e que não têm larga escala”, destacou. &nbsp;</p>



<h2>Crise Climática&nbsp;&nbsp;</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/RFDh9HUZxr3qoGuGrCSeirGleag=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/industry-aa-1752876.jpg?itok=pze4mvRp" alt="Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima – COP28. – Meio Ambiente; mudanças climáticas; poluição do ar; fumaça fábricas; chaminés; CO2. Foto: Ralf Vetterle/Pixabay" title="Ralf Vetterle/Pixabay"/></figure>



<p>COP28 avaliará ações contra aquecimento global &#8211;&nbsp;<strong>Ralf Vetterle/Pixabay</strong></p>



<p>As emissões de gases do efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2) e metano (CH4), são responsáveis pelo aquecimento da terra e impulsionam a atual crise climática, marcada por eventos extremos, como o calor excessivo, as secas prolongadas e as chuvas muito intensas.&nbsp;</p>



<p>Os gases do efeito estufa lançados na atmosfera vêm aumentando desde a Revolução Industrial (séculos 18 e 19), principalmente por meio da queima de combustíveis fósseis. &nbsp;Esta é uma das principais preocupações de cientistas, sociedades e governos que vêm mobilizando os encontros sobre o clima desde a Eco de 1992, que ocorreu no Rio de Janeiro. &nbsp;</p>



<p>No Acordo de Paris, em 2015, 195 países se comprometeram a combater o aquecimento global “em bem menos de 2º C acima dos níveis pré-industriais”, buscando limitá-lo a 1,5ºC. Já o Brasil se comprometeu a reduzir, até 2030, em 43% a emissão dos gases do efeito estufa em relação aos níveis de 2005.&nbsp;</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



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		<title>Portal IF3M &#8211; Pandemia de Aids pode acabar até 2030, diz Unaids</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jul 2023 14:03:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O fim da Aids é uma escolha política e financeira dos países e lideranças que]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Food-Ads-Feed-Ad-Square-97.png" alt="" class="wp-image-6075" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Food-Ads-Feed-Ad-Square-97.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Food-Ads-Feed-Ad-Square-97-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Food-Ads-Feed-Ad-Square-97-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Food-Ads-Feed-Ad-Square-97-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto : Arquivo/Agência Brasil</figcaption></figure>



<p>O fim da Aids é uma escolha política e financeira dos países e lideranças que estão seguindo esse caminho e estão obtendo resultados extraordinários, o que pode levar ao fim da pandemia de Aids até 2030. É o que mostra um novo relatório divulgado nesta quinta-feira (13) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (<a href="https://unaids.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Unaids</a>).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1543541&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1543541&amp;o=node"></p>



<p>O relatório &#8211; denominado&nbsp;<em>O Caminho que põe fim à Aids</em>&nbsp;&#8211; expõe dados e estudos de casos sobre a situação atual da doença no mundo e os caminhos para acabar com a epidemia de Aids até 2030, como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.&nbsp;</p>



<p>Segundo a entidade, esse objetivo também ajudará o mundo a estar bem preparado para enfrentar futuras pandemias e a avançar no progresso em direção à conquista dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.</p>



<p>O Unaids lidera e inspira o mundo a alcançar sua visão compartilhada de zero novas infecções por HIV, zero discriminação e zero mortes relacionadas à Aids. O programa atua em colaboração com parceiros globais e nacionais para combater a doença.&nbsp;</p>



<h2>Meta: 95-95-95</h2>



<p>Países como Botsuana, Essuatíni, Ruanda, República Unida da Tanzânia e Zimbábue já alcançaram as metas 95-95-95. Isso significa que, nesses países, 95% das pessoas que vivem com HIV conhecem seu&nbsp;<em>status</em>&nbsp;sorológico; 95% das pessoas que sabem que vivem com HIV estão em tratamento antirretroviral que salva vidas; e 95% das pessoas em tratamento estão com a carga viral suprimida.</p>



<p>Outras 16 nações, oito das quais na África subsaariana &#8211; região que representa 65% de todas as pessoas vivendo com HIV &#8211; também estão perto de alcançar essas metas.</p>



<h2>Brasil: 88-83-95</h2>



<p>O Brasil, por sua vez, também está no caminho, com suas metas na casa de 88-83-95. Mas o país ainda enfrenta obstáculos, causados especialmente pelas desigualdades, que impedem que pessoas e grupos em situação de vulnerabilidade tenham pleno acesso aos recursos de prevenção e tratamento do HIV que salvam vidas.</p>



<p>Na visão da Oficial de Igualdades e Direitos do Unaids Brasil, Ariadne Ribeiro Ferreira, o movimento em casas legislativas municipais, estaduais e no Congresso Nacional de apresentar legislações criminalizadoras e punitivas que afetam diretamente a comunidade&nbsp;LGBTQIA+, especialmente pessoas trans, pode aumentar o estigma. “Este movimento soma-se às desigualdades, aumentando o estigma e discriminação de determinadas populações e pode contribuir para impedir o Brasil de alcançar as metas de acabar com a Aids até 2030”, diz ele.&nbsp;</p>



<h2>Lideranças</h2>



<p>&#8220;O fim da Aids é uma oportunidade para as lideranças de hoje deixarem um legado extraordinariamente poderoso para o futuro&#8221;, defende a diretora executiva do Unaids, Winnie Byanyima.</p>



<p>&#8220;Essas lideranças podem ser lembradas pelas gerações futuras como aquelas que puseram fim à pandemia mais mortal do mundo. Podem salvar milhões de vidas e proteger a saúde de todas as pessoas&#8221;, acrescenta.</p>



<p>O relatório destaca que as respostas ao HIV têm sucesso quando baseadas em uma forte liderança política com ações como respeitar a ciência, dados e evidências; enfrentar as desigualdades que impedem o progresso na resposta ao HIV e outras pandemias; fortalecer as comunidades e as organizações da sociedade civil em seu papel vital na resposta; e garantir financiamento suficiente e sustentável.</p>



<h2>Investimentos&nbsp;</h2>



<p>O relatório do Unaids mostra, também, que o progresso rumo ao fim da Aids tem sido mais forte nos países e regiões com maior investimento financeiro. Na África Oriental e Austral, por exemplo, as novas infecções por HIV foram reduzidas em 57% desde 2010 e o número de pessoas em tratamento antirretroviral triplicou, passando de 7,7 milhões em 2010 para 29,8 milhões em 2022.</p>



<p>Com o apoio e investimento no combate à Aids em crianças, 82% das mulheres grávidas e lactantes vivendo com o HIV em todo o mundo tiveram acesso ao tratamento antirretroviral em 2022, em comparação com 46% em 2010, o que levou a uma redução de 58% nas novas infecções por HIV em crianças de 2010 a 2022, o número mais baixo desde a década de 1980.</p>



<h2>Marcos legais</h2>



<p>Segundo o relatório, o fortalecimento do progresso na resposta ao HIV passa pela garantia de que os marcos legais e políticos não comprometam os direitos humanos, mas os protejam. Vários países revogaram leis prejudiciais em 2022 e 2023, incluindo Antígua e Barbuda, Ilhas Cook, Barbados, São Cristóvão e Nevis e Singapura que descriminalizavam as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo.</p>



<h2>Financiamento</h2>



<p>O financiamento para o HIV também diminuiu em 2022, tanto de fontes internacionais quanto domésticas, retornando ao mesmo nível de 2013. Os recursos totalizaram US$ 20,8 bilhões em 2022, muito aquém dos US$ 29,3 bilhões necessários até 2025, afirma o documento.</p>



<p>O relatório expõe, no entanto, que existe agora uma oportunidade para acabar com a Aids na medida em que a vontade política é estimulada por meio dos investimentos em resposta sustentável ao HIV.</p>



<p>Esses recursos devem ser focados no que mais importa, reforça o Unaids: integração dos sistemas de saúde, leis não discriminatórias, igualdade de gênero e fortalecimento das redes comunitárias de assistência e apoio.</p>



<p>&#8220;Os fatos e os números compartilhados neste relatório não mostram que o mundo já está no caminho certo, mas indicam claramente que podemos chegar lá. O caminho a seguir é muito claro”, observa a diretora executiva do Unaids, Winnie Byanyima.</p>



<p>Fonte : Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



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		<title>Portal IF3M &#8211; &#8216;Nosso Centro&#8217; é ação da prefeitura que marca Dia Internacional dos Monumentos e Sítios</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2023/04/17/portal-if3m-nosso-centro-e-acao-da-prefeitura-que-marca-dia-internacional-dos-monumentos-e-sitios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 18:02:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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		<category><![CDATA[centro histórico e centro antigo]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[nações unidas]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[No Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, comemorado neste 18 de abril, a&#160;Prefeitura de Manaus&#160;tem]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Food-Ads-Feed-Ad-Square-70.png" alt="" class="wp-image-3909" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Food-Ads-Feed-Ad-Square-70.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Food-Ads-Feed-Ad-Square-70-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Food-Ads-Feed-Ad-Square-70-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Food-Ads-Feed-Ad-Square-70-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fotos : João Viana/ Semcom<br> </figcaption></figure>



<p>No Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, comemorado neste 18 de abril, a&nbsp;<a href="https://www.manaus.am.gov.br/noticias/patrimonio/nosso-centro-e-acao-da-prefeitura-que-marca-dia-internacional-dos-monumentos-e-sitios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prefeitura de Manaus</a>&nbsp;tem motivos para celebrar com a reabilitação promovida no centro histórico e centro antigo, reafirmando sua política de estímulo ao patrimônio edificado e especialmente ao cultural, que é a identidade do povo, sua memória e sua evolução. A data foi criada em 1982 e reconhecida pela&nbsp;Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura&nbsp;(Unesco).</p>



<p>Com o &#8220;Nosso Centro&#8221;, a gestão municipal tem realizado investimentos no território, tendo iniciado obras com o complexo de São Vicente – mirante Lúcia Almeida, casarão Thiago de Mello e o próprio largo de São Vicente. Também há o projeto aprovado e pronto para licitar o casarão de São Vicente.</p>



<p>A intervenção, cujo projeto é assinado pelo Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), vai se somar a um conjunto&nbsp;arquitetônico de grande relevância para a cidade, em razão da sua localização na rua Bernardo Ramos, uma das vias mais antigas da capital. Localiza-se em área de tombamento federal, na vizinhança de outros edifícios históricos, como o Centro&nbsp;Cultural&nbsp;Óscar Ramos, Museu da Cidade de Manaus, praça Dom Pedro II,&nbsp;Casarão&nbsp;da Inovação Cassina, Palácio Rio Branco, dentre outros.</p>



<p>Para a gerente de Patrimônio Histórico (GPH), do Implurb, arquiteta e urbanista Melissa Toledo, é importante conhecer que os monumentos são definidos por lei, por sua contextualização histórica, artística, cênica e própria monumentalidade.&nbsp;&#8220;Temos alguns monumentos na capital que são tombados pelo governo federal, como o Teatro Amazonas, o mercado municipal Adolpho Lisboa, o conjunto arquitetônico e paisagístico do porto de Manaus, o reservatório do Mocó. Os tombados pelo Estado, como a Faculdade de Direito, a igreja da Matriz, a igreja dos Remédios e o Palácio Rio Negro. E os sítios históricos, que são uma delimitação correspondente ao conjunto urbano pela Prefeitura de Manaus&#8221;, explicou Melissa.</p>



<p>A arquiteta contou que a capital tem dois grandes recortes históricos, associados ao desenvolvimento econômico vividos no &#8220;boom&#8221; do extrativismo da borracha, que criou a Belle Époque de Manaus; e o segundo momento, proporcionado pela criação da Zona Franca de Manaus (ZFM).</p>



<p>Entre 1892 e 1896, no governo de Eduardo Ribeiro, houve um recorte, cujo maior monumento foi a construção do Teatro Amazonas. &#8220;Quando se fala do conjunto sítios históricos, falamos de cidade. Enquanto prefeitura, Implurb e Gerência de Patrimônio Histórico, temos uma missão que é a valoração deste ambiente, seus monumentos e a cidade que ali está funcionando. Urbanamente, a cidade tem a materialização histórica. Tem o ciclo da borracha, tem a estagnação, e um segundo ciclo econômico muito importante, a zona franca&#8221;, comentou a gerente.</p>



<p>A cidade representa o segundo ciclo na sua morfologia, com as edificações ecléticas e as verticais, como o prédio da antiga sede da Receita Federal e o edifício Cidade de Manaus. &#8220;Nosso papel é visar a preservação e conservação dos monumentos, mas também é o de reabilitar. São áreas no Centro que reúnem várias atividades e é necessário congregar esses valores, que são sociais, econômicos, históricos, simbólicos, dentro de um Centro tradicional. Reabilitar é uma composição de atividades, habilitando novos espaços, reabilitando a partir de novas funções, de outros usos, de políticas públicas, de incentivos e iniciativas privadas, tendo como foco as múltiplas funções urbanas, mas preservando a historicidade em um mesmo fragmento urbano, que é o centro histórico e o centro antigo&#8221;, disse Melissa.</p>



<p>A arquiteta e urbanista destacou que o dia internacional serve de reflexão em relação aos sítios urbanos sobre o território municipal, sua infraestrutura instalada, os moradores, os visitantes, que convivem com fragmentos subutilizados e que precisam de reabilitação. &#8220;Esta renovação é promovida por funções sociais, que vão desde vocações com ênfase em cultura, dentro do lazer, de novos negócios e habitação. Buscando a expressão da função da cidade&nbsp;<em>versus</em>&nbsp;a preservação e conservação dos monumentos e sítios históricos. Estamos tendo isso com o &#8216;Nosso Centro&#8217;, que vai reabilitar uma área com obras, que vão abrir a paisagem para o natural, que é o rio Negro, reunindo funções de gastronomia, negócios, cultura, arte, entre outras&#8221;.</p>



<p><strong>Patrimônio</strong></p>



<p>A valoração do patrimônio edificado das cidades, no caso de Manaus, tem a memória visível e protegida por lei, por exemplo, como pelo Decreto Municipal 7.176/2004, que estabelece o setor especial das Unidades de Interesse de Preservação localizado no centro antigo de Manaus, listando imóveis, área portuária e praças públicas.</p>



<p>Fonte: Instituto Municipal de Planejamento Urbano</p>



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