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	<title>PNAB &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Exposição de artistas com deficiência visual contemplados pelo edital da Prefeitura de Manaus serão exibidas no ‘Carrossel du Louvre’ em Paris</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 18:37:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Artistas com deficiência visual e baixa visão estão quebrando barreiras e mostrando que as limitações]]></description>
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<p>Artistas com deficiência visual e baixa visão estão quebrando barreiras e mostrando que as limitações físicas não são um obstáculo para conquistar o mundo. Participantes do projeto &#8220;Arte com Toque: A Inclusão do Deficiente Visual na Pintura Artística&#8221; terão a oportunidade de expor suas obras no prestigiado “Carrossel du Louvre”, em Paris, no próximo mês de outubro.</p>



<p>O projeto foi contemplado pelo Edital Macro 002/2024, da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab), promovido pela Prefeitura de Manaus, por meio do Conselho Municipal de Cultura (Concultura), e representa um marco importante na valorização da produção artística da Amazônia e na sua internacionalização.</p>



<p>O presidente do Concultura, Tony Medeiros, destaca a relevância do projeto para a cultura local e sua contribuição para a inclusão no cenário artístico global.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-181-1024x768.png" alt="" class="wp-image-29961" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-181-1024x768.png 1024w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-181-300x225.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-181-768x576.png 768w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-181-1536x1152.png 1536w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-181.png 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>&#8220;Este projeto é uma grande conquista para a cultura amazônica e é um marco na promoção da inclusão no campo artístico. A exposição ‘Arte com Toque’ no Carrossel du Louvre não só coloca a arte da nossa região no centro do palco internacional, mas também revela o talento e a força criativa de artistas com deficiência visual”, afirmou o presidente da pasta.</p>



<p>A exposição reunirá 23 obras criadas por artistas com deficiência visual, todas inspiradas na fauna e flora amazônicas. As obras retratam o cotidiano e os elementos culturais da região, como a pescaria ribeirinha, o Encontro das Águas e a exuberante biodiversidade da Amazônia, proporcionando uma imersão sensorial na cultura local.</p>



<p>A idealizadora do projeto, a professora e artista visual Ceanny Oliveira, com mais de 30 anos de experiência, explica que a iniciativa nasceu de seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e reflete sobre a inclusão de pessoas com deficiência visual no universo da arte.</p>



<p>“Hoje nós temos a satisfação de ter um número significante de artistas de baixa visão e cegos produzindo obras inéditas, na qual terão a oportunidade de mostrar esse trabalho dentro de um espaço bem lindo, que é o Louvre. Então, eu fico muito feliz em fazer parte também, contando com eles, porque eles são os artistas, e fazendo com que todos possam ser aprimorados e assim mostrar que pessoas cegas e com baixa visão também pintam”, ressaltou a idealizadora do projeto.</p>



<p>Com uma variedade de estilos e técnicas, os artistas criam um diálogo sensorial, oferecendo ao público europeu uma interpretação única da biodiversidade e da identidade amazônica, revelando novos olhares sobre o ecossistema e a cultura da região.</p>



<p>Suzete Mourão, deficiente visual, é uma das artistas que representará o projeto em Paris. Para ela, levar a arte da Amazônia à Europa é uma honra e uma oportunidade de mostrar ao mundo o talento e a potência criativa dos artistas com deficiência visual.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-182-1024x768.png" alt="" class="wp-image-29963" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-182-1024x768.png 1024w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-182-300x225.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-182-768x576.png 768w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-182-1536x1152.png 1536w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-182.png 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>“A experiência que a gente está tendo é de satisfação, porque a gente pinta. Com esse projeto, desenvolvemos coisas que a gente achava que não conseguia. Espero que a gente seja bem recebida e que as pessoas vejam nossas telas, gostem e que aplaudam os nossos trabalhos. Graças a Deus apareceu esse projeto ‘Arte com Toque’ aqui, tirou muita gente que vivia em casa, sem fazer nada, e agora desenvolve esse trabalho que é muito bom, muito gratificante”, disse a artista.</p>



<p>Mais do que uma simples exposição, o “Arte com Toque” é uma ponte entre a arte contemporânea amazônica e o público europeu, ampliando a visibilidade de talentos regionais em um dos museus mais icônicos do mundo, o Louvre.</p>



<p>Sobre o projeto</p>



<p>O “Arte com Toque: A Inclusão do Deficiente Visual na Pintura Artística” foi idealizado por Ceanny Oliveira, professora indígena do povo munduruku, formada em Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam). A metodologia de ensino desenvolvida por Ceanny é voltada para a inclusão de pessoas com deficiência visual, ajudando-as a explorar e a criar por intermédio da pintura artística. O projeto conta com o apoio do Concultura e da biblioteca de Braille, onde acontecem as oficinas.</p>



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<p>Texto e fotos – Ismael Oliveira/Concultura</p>
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		<title>Espetáculo ‘Filha do Encontro das Águas’ estreia no Buia Teatro com sessões gratuitas</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 15:31:05 +0000</pubDate>
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<p>O palco do Buia Teatro, localizado na rua Dona Libânia, nº 300, no Centro, recebe, a partir do domingo, 20/7, o espetáculo “Filha do Encontro das Águas”. A montagem segue em temporada com mais quatro sessões nos dias 24, 25, 26 e 27 de julho. Idealizada e protagonizada pela atriz amazonense Lia Benacon, a obra foi contemplada pelo Edital nº 002/2024, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab), viabilizada pela Prefeitura de Manaus, por meio do Conselho Municipal de Cultura (Concultura).</p>



<p>O monólogo acompanha o percurso de uma jovem que, após viver na cidade de São Paulo, retorna a Manaus em busca de reconexão com suas raízes e identidade amazônica. O enredo destaca a força simbólica do Encontro das Águas, ícone natural da região, como metáfora de pertencimento e resistência cultural.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="682" height="1024" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-170-682x1024.png" alt="" class="wp-image-29673" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-170-682x1024.png 682w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-170-200x300.png 200w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-170-768x1153.png 768w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-170-1023x1536.png 1023w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-170-1024x1537.png 1024w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-170.png 1066w" sizes="auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px" /></figure>



<p>O presidente do Concultura, Tony Medeiros, ressalta a importância da proposta. “Iniciativas como essa reafirmam o valor da nossa cultura, fortalecem a arte local e promovem o reencontro do povo com as origens. Apoiar a produção artística amazônida é também um ato de preservação da memória e da identidade coletiva”, afirmou o presidente.</p>



<p>A peça é resultado de um processo artístico iniciado em 2020, ainda na Escola de Arte Dramática, da Universidade de São Paulo (USP). Em 2021, originou um curta-metragem e, em 2023, foi encenada, pela primeira vez, nas ruas da capital amazonense com apoio do edital Thiago de Mello. Agora, em 2025, ganha nova montagem nos palcos do projeto “Buia Ocupa”, que promove acesso gratuito ao teatro e valoriza artistas locais.</p>



<p>Segundo Lia Benacon, a obra é também um manifesto. “O espetáculo nasce como um grito de volta às origens. Em um tempo em que a distância ameaça apagar raízes, reencontrar-se com a ancestralidade é um ato de resistência”, destacou a atriz e idealizadora do projeto.<br>Os ingressos são gratuitos e podem ser reservados pela plataforma Sympla, no link: sympla.com.br/evento/filha-do-encontro-das-aguas</p>



<p>SERVIÇO:</p>



<p>Espetáculo &#8211; “Filha do Encontro das Águas”<br>Datas &#8211; 20, 24, 25, 26 e 27 de julho de 2025<br>Horário &#8211; 19h (recomenda-se chegar com antecedência)<br>Local &#8211; Buia Teatro, na rua Dona Libânia, 300, Centro<br>Entrada &#8211; Gratuita (sujeita à lotação)<br>Ingressos &#8211; sympla.com.br</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Texto – Ismael Oliveira/Concultura<br>Fotos &#8211; Divulgação </p>



<p></p>
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		<title>Contemplado pelo Edital Macro do Pnab, 2° Ciclo de Oficinas de Expressão Corporal e Danças Afro-brasileiras inicia nesta terça-feira, 29/4</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 22:35:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A partir desta terça-feira, 29/4, o auditório da Escola Estadual de Tempo Integral (E.E.T.I.) Maria]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feed_Portal-IF3M-2025-04-29T183210.926.png" alt="" class="wp-image-23366" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feed_Portal-IF3M-2025-04-29T183210.926.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feed_Portal-IF3M-2025-04-29T183210.926-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feed_Portal-IF3M-2025-04-29T183210.926-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feed_Portal-IF3M-2025-04-29T183210.926-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>A partir desta terça-feira, 29/4, o auditório da Escola Estadual de Tempo Integral (E.E.T.I.) Maria Rodrigues Tapajós, localizada na rua Goiânia, no bairro Redenção, zona Centro-Oeste, se torna palco do 2° Ciclo de Oficinas de Expressão Corporal e Danças Afro-brasileiras, realizado pelo projeto “Do Navio aos Baques nas águas, meu presente deixei”. As oficinas serão realizadas sempre no turno vespertino.</p>



<p>O projeto contemplado pelo Edital Macro nº 002/2024 – Setorial Dança, promovido pelo Conselho Municipal de Cultura (Concultura), por meio do Plano Nacional Aldir Blanc (Pnab), apresenta elementos da cultura afro e suas variadas expressões de danças.</p>



<p>O presidente do Concultura, Tony Medeiros, destaca a importância da oficina para a preservação e expansão da cultura afro. &#8220;O Concultura tem o prazer de apoiar iniciativas como esta, que não só celebram a nossa herança cultural afro-brasileira, mas também proporcionam um espaço de aprendizado e valorização para toda a comunidade. Este ciclo de oficinas é uma excelente oportunidade para fortalecer nossa identidade e dar visibilidade às danças tradicionais destes povos&#8221;, afirmou.</p>



<p>O evento é aberto para toda a comunidade e oferece uma imersão nas práticas corporais e nas tradições das danças afro-brasileiras, com o objetivo de promover o reconhecimento, a valorização e o fortalecimento das expressões culturais de matriz africana em Manaus. Os interessados em participar das oficinas podem se inscrever por meio do número (92) 99153-5579.</p>



<p>Otto Franco, idealizador do projeto, afirma que as oficinas são uma forma de trazer à tona a história do povo negro, com ênfase na resistência cultural que perdura até os dias de hoje. “Através da releitura do poema ‘Navio Negreiro’, de Castro Alves, buscamos fortalecer a consciência da nossa população jovem sobre a importância da cultura popular e das manifestações afro-brasileiras&#8221;, disse o artista.</p>



<p>As oficinas também marcam o início de um processo que se estende para ensaios semanais, realizados as terças-feiras e sábados, com apresentações programadas para o decorrer do ano na cidade.</p>



<p>Programação das oficinas</p>



<p>Terça-feira, 29/4: Expressão corporal, dança: Jongo e Samba de Roda, e Dança Marujada Bragantina<br>Quarta-feira, 30/4: Dança: Lundu Marajoara<br>Quinta-feira, 1º/5: Expressão corporal, capoeira e maculelê<br>Sexta-feira, 2/5: Expressão Corporal, Dança Maracatu<br>Sábado, 3/5: Composição cênica: Navio Negreiro e cortejo</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Texto &#8211; Ismael Oliveira/Concultura</p>



<p>Foto &#8211; Otto Franco/Projeto</p>
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		<title>Prefeitura de Manaus investe mais de R$ 5 milhões em projetos culturais por meio da Pnab</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 22:08:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160;A&#160;Prefeitura de Manaus, por meio do Conselho Municipal de Cultura (Concultura), em parceria com o]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Feed_Portal-IF3M-2025-03-13T180628.761.png" alt="" class="wp-image-20445" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Feed_Portal-IF3M-2025-03-13T180628.761.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Feed_Portal-IF3M-2025-03-13T180628.761-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Feed_Portal-IF3M-2025-03-13T180628.761-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Feed_Portal-IF3M-2025-03-13T180628.761-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>&nbsp;A&nbsp;<a href="https://www.manaus.am.gov.br/noticia/cultura/prefeitura-concultura-pnab-3/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prefeitura de Manaus</a>, por meio do Conselho Municipal de Cultura (Concultura), em parceria com o Ministério da Cultura (MinC), do governo federal, reforçou o investimento no setor cultural da cidade. Nos últimos quatro meses, foram destinados R$ 5,4 milhões a projetos culturais contemplados pelos editais nº 002/2024 (Macro), nº 003/2024 (LGBTQIAPN+) e nº 004/2024 (Hip-Hop), da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab).&nbsp;</p>



<p>O presidente do Concultura, Tony Medeiros, destacou a importância dos repasses para o fortalecimento da cultura local. E que o fomento financeiro reforça o compromisso da gestão municipal com a valorização da cultura e o incentivo a iniciativas que promovam a diversidade artística na capital amazonense.</p>



<p>&nbsp;&#8220;Esses recursos são fundamentais para impulsionar a produção artística em Manaus, garantindo apoio a diversos segmentos culturais e ampliando o acesso da população à arte. Nos próximos dias, divulgaremos o resultado final de mais seis editais da Pnab Manaus, e posteriormente iremos entrar na fase de habilitação e pagamento dos contemplados. Seguindo a determinação do prefeito David Almeida, estamos valorizando os artistas e fomentando a economia criativa da cidade&#8221;, afirmou o presidente.</p>



<p>No edital Macro da Pnab-Manaus, 171 projetos culturais foram aprovados, distribuídos entre as categorias de Artes Visuais, Audiovisual, Teatro e Circo, Dança, Literatura, Música, Cultura Popular, Cultura Étnica e demais linguagens. O investimento total nesses segmentos foi de R$ 4,7 milhões.</p>



<p>&nbsp;Já o edital LGBTQIAPN+ contemplou 15 projetos, totalizando R$ 300 mil em repasses aos vencedores. O edital Hip-Hop selecionou 26 projetos, com um aporte de R$ 400 mil destinado aos artistas desse movimento cultural.&nbsp;</p>



<p>Nos próximos dias, o Concultura irá divulgar o resultado final dos editais n° 005/2024 (Pontos de Cultura), n° 006/2024 (Projetos Continuados de Pontos de Cultura), n° 007/2024 (Subsídios e Manutenção de Ambientes Culturais), n° 008/2024 (Áreas Periféricas, Ribeirinhas e Povos Tradicionais), n° 009/2024 (Festivais Culturais) e n° 010/2024 (Mestras da Cultura).&nbsp;</p>



<p>Para mais informações sobre os editais da Pnab Manaus, os interessados podem entrar em contato pelo número (92) 98842-1013 e também pelo site do Concultura,&nbsp;<a href="http://concultura.manaus.am.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">concultura.manaus.am.gov.br</a>.</p>



<p>&#8212; &#8212; &#8212;</p>



<p><strong>Texto&nbsp;</strong>– Keize Pedrosa / Concultura&nbsp;</p>



<p><strong>Foto&nbsp;</strong>– Divulgação/ Concultura</p>
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		<title>Documentário &#8216;Vidas Trans&#8217; é lançado com apoio da Política Nacional Aldir Blanc, em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 18:07:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Contemplado no edital da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab), da&#160;Prefeitura de Manaus, por meio do]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-30T140540.903.png" alt="" class="wp-image-18065" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-30T140540.903.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-30T140540.903-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-30T140540.903-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-30T140540.903-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Contemplado no edital da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab), da&nbsp;<a href="https://www.manaus.am.gov.br/noticia/cultura/prefeitura-concultura-documentario/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prefeitura de Manaus</a>, por meio do Conselho Municipal de Cultura (Concultura), o documentário &#8220;Vidas Trans: amores, dissabores, arte&#8221; foi lançado, na quarta-feira, 29/1, no Museu Amazônico, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), no Centro, na data da celebração do Dia Nacional da Visibilidade Trans.</p>



<p>Além da exibição do documentário, foi realizada uma roda de conversa com os personagens do filme e os participantes do lançamento, proporcionando um espaço de diálogo aberto sobre o tema com o público. A obra, criada pelo jornalista, produtor cultural e proponente do projeto, Paulo Roberto Olímpio, traz à tona as histórias de seis pessoas transgêneras que vivem em Manaus, dando voz a essas narrativas e destacando suas experiências e desafios cotidianos.</p>



<p>Para o presidente do Concultura, Tony Medeiros, os editais de fomento à cultura são peças fundamentais para promover iniciativas de democratização, voltadas a projetos de impacto social. &#8220;A partir de trabalhos como este, é possível fortalecer o acesso à cultura, permitindo que mais pessoas se conectem com suas identidades e histórias. Além disso, os editais contribuem para o desenvolvimento de um cenário cultural mais plural e diverso, garantindo que diferentes expressões artísticas e culturais encontrem espaço e reconhecimento. A partir do apoio a projetos com impacto social, conseguimos não apenas promover a cultura, mas também transformar realidades e fomentar a inclusão social e a cidadania&#8221;, explicou o presidente.&nbsp;</p>



<p>De acordo com o produtor do projeto, Paulo Roberto Olímpio, o documentário surgiu por meio de pesquisas e reflexões a respeito da comunidade trans. &#8220;Em pleno século 21, as violências contra pessoas trans e travestis são uma realidade em nossa cidade. Por isso, este documentário surge como uma forma de acolher essas narrativas e dar protagonismo a esses cidadãos, contribuindo para o debate público, por meio da arte&#8221;, destacou o produtor.&nbsp;</p>



<p>&nbsp;O projeto foi um dos selecionados nos editais da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab), da Prefeitura de Manaus, por meio do Concultura, com o apoio do Ministério da Cultura (MinC) e do governo federal.&nbsp;</p>



<p>&#8212; &#8212; &#8212;</p>



<p><strong>Texto</strong>&nbsp;– Keize Pedrosa / Concultura&nbsp;</p>



<p><strong>Fotos</strong>&nbsp;&#8211; Paulo Roberto Olímpio/Divulgação</p>
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		<title>Governo do Amazonas realiza escuta pública sobre editais de Pontos e Pontões de Cultura da PNAB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 17:56:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Evento discute fomento às iniciativas culturais comunitárias previstas na Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) O]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-30T135430.204.png" alt="" class="wp-image-18056" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-30T135430.204.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-30T135430.204-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-30T135430.204-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-30T135430.204-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Evento discute fomento às iniciativas culturais comunitárias previstas na Política Nacional Aldir Blanc (PNAB)</p>



<p>O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, promoveu, na quarta-feira (29/01), uma escuta pública para debater os editais de Pontos e Pontões de Cultura, que serão lançados por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). O encontro aconteceu no Palácio da Justiça, Centro, zona sul de Manaus, com 57 pessoas participando presencialmente e 68 de forma remota, reunindo representantes da sociedade civil e agentes culturais.</p>



<p>O objetivo do evento foi ouvir sugestões e esclarecer dúvidas sobre os editais, buscando aprimorar o processo de fomento às iniciativas culturais comunitárias. A Política Nacional da Cultura Viva (PNCV), instituída pela Lei nº 13.018/2014, reconhece e valoriza o trabalho dos fazedores de cultura, oferecendo apoio financeiro por meio de Termos de Compromisso Cultural (TCCs), que estabelecem regras contratuais em projetos com a sociedade civil.</p>



<p>Pontos e Pontões de Cultura</p>



<p>Os Pontos de Cultura são entidades culturais sem fins lucrativos ou coletivos informais, que desenvolvem ações culturais em suas comunidades. Já os Pontões de Cultura têm como principal objetivo articular e promover o intercâmbio entre diferentes Pontos de Cultura, ampliando o alcance das iniciativas.</p>



<p>Ambos podem ser contemplados com recursos por meio de editais de fomento, prêmios, ações de formação e circulação. No entanto, apenas entidades culturais com CNPJ podem formalizar TCCs e receber apoio financeiro para projetos continuados.</p>



<p>A importância das escutas públicas</p>



<p>Segundo a assessora de Políticas Públicas Culturais da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Anne Paiva, as escutas públicas são essenciais para garantir que os editais reflitam as reais necessidades do setor cultural. “Esse diálogo é uma ferramenta importante para alinharmos as políticas públicas às demandas dos fazedores de cultura. Já tivemos uma primeira rodada de escutas, mas novas consultas foram necessárias para atender às solicitações da classe artística”, explicou.</p>



<p>A escuta também trouxe reflexões importantes dos participantes. Para André Cavalcante Pereira, fotógrafo e ativista socioambiental que participou pela primeira vez das escutas, os pontos culturais são fundamentais para a democratização da cultura. “Os pontos culturais são essenciais para que a cultura chegue de forma efetiva a toda a cidade”, destacou.</p>



<p>Nora Hauswehr, artista e agricultora, apontou a necessidade de maior reconhecimento da transversalidade cultural em projetos como os editais. “A ancestralidade na agricultura como parte da cultura está se perdendo, e precisamos resgatar essa conexão cultural no Brasil”, ressaltou. Ela também reforçou a importância de ampliar o acesso às iniciativas, “Espero que possamos ampliar os pontos de cultura diversificada no Amazonas para atender melhor às demandas locais”, opinou,</p>



<p>Anne Paiva explicou os motivos da nova rodada de discussões. “Fizemos essa nova rodada de escutas porque recebemos respostas na consulta pública que apontaram a necessidade de discutir novos pontos em conjunto”, afirmou. A assessora também destacou o papel da sociedade civil nesse processo. “A participação social é a base da Política Nacional Cultura Viva, envolvendo agentes culturais e suas conexões”, enfatizou.</p>



<p>Próximo encontro</p>



<p>As discussões sobre os editais da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) seguem nesta quinta-feira (30/01), com escutas públicas de editais voltados para Espaços Culturais e Pesquisa e Patrimônio Histórico.</p>



<p>A participação pode ocorrer presencialmente no Palácio da Justiça ou virtualmente, por meio de links disponibilizados nos perfis oficiais da Secretaria de Cultura (@culturadoam) e do Conselho Estadual de Cultura (@conec.am).</p>



<p>Texto e Foto: Alonso Júnior / Secretaria de Cultura e Economia Criativa</p>
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		<title>Prefeitura realiza pagamento de R$ 700 mil para contemplados nos editais da Política Nacional Aldir Blanc, em Manaus</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2025/01/28/prefeitura-realiza-pagamento-de-r-700-mil-para-contemplados-nos-editais-da-politica-nacional-aldir-blanc-em-manaus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 18:41:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Manaus, por meio do Conselho Municipal de Cultura (Concultura), deu início, nesta]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-28T143944.928.png" alt="" class="wp-image-17913" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-28T143944.928.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-28T143944.928-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-28T143944.928-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Feed_Portal-IF3M-2025-01-28T143944.928-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>A Prefeitura de Manaus, por meio do Conselho Municipal de Cultura (Concultura), deu início, nesta terça-feira, 28/1, ao pagamento dos artistas vencedores nos editais nº 003/2024, na categoria LGBTQIAPN+, e nº 004/2024, na Hip-Hop, da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab), em Manaus.</p>



<p>No edital da categoria LGBTQIAPN+, 15 projetos foram selecionados, totalizando R$ 300 mil a ser distribuído entre os vencedores. Já o edital de Hip-Hop contemplou 25 projetos, com um total de R$ 400 mil a ser pago aos artistas selecionados. Ao todo, serão repassados R$ 700 mil para os 40 projetos contemplados nos dois editais, com a previsão de pagamento até sexta-feira, 31/1.</p>



<p>O diretor-presidente do Concultura, Tony Medeiros, ressaltou o compromisso da gestão municipal com os artistas e fazedores de cultura, destacando o apoio contínuo ao setor. “Hoje, iniciamos o pagamento dos vencedores nas categorias LGBTQIAPN+ e Hip-Hop. Até o final do mês, todos os 40 projetos contemplados nesses dois editais da Pnab-Manaus receberão seus pagamentos, permitindo que os artistas possam dar andamento às suas atividades. A gestão do prefeito David Almeida tem o compromisso de valorizar os artistas e trabalhadores da cultura em todas as áreas, garantindo o reconhecimento e o fomento contínuo às políticas públicas culturais”, afirmou o presidente.</p>



<p>Os editais nº 003/2024 – LGBTQIAPN+ e nº 004/2024 – Hip-Hop fazem parte da Pnab de fomento à cultura, da Prefeitura de Manaus, realizado pelo Concultura, com o apoio do Ministério da Cultura, do governo federal.<br>– – – –<br>Texto – Clara Gonçalves / Concultura</p>



<p>Fotos &#8211; Divulgação / Concultura</p>
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		<title>G20 Social impulsiona articulação global de vítimas da crise climática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 13:17:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<category><![CDATA[MAB]]></category>
		<category><![CDATA[PNAB]]></category>
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					<description><![CDATA[Vítimas dos efeitos da crise climática de diferentes partes do mundo estarão reunidos no Brasil]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-13T091144.331.png" alt="" class="wp-image-14541" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-13T091144.331.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-13T091144.331-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-13T091144.331-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Feed_Portal-IF3M-2024-11-13T091144.331-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<p>Vítimas dos efeitos da crise climática de diferentes partes do mundo estarão reunidos no Brasil durante a realização do G20 Social para avançar&nbsp;na construção de um movimento internacional. O objetivo é criar uma organização que atue&nbsp;de forma articulada em debates considerados centrais, como a garantia de direitos de populações vulneráveis e a necessidade de uma transição energética justa. É o que explicou Sônia Mara Maranho, integrante do Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), em entrevista concedida à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1619230&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1619230&amp;o=node"></p>



<p>O G20 Social será de&nbsp;14 a&nbsp;16 de novembro no Rio de Janeiro. É uma&nbsp;inovação&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-12/g20-social-sera-marca-da-gestao-do-brasil-frente-do-grupo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">instituída&nbsp;pelo governo brasileiro</a>. O país preside o G20 pela primeira vez desde 2008, quando foi implantado o atual formato do grupo, composto pelas 19 maiores economias do mundo, bem como a União Europeia e mais recentemente a União Africana. Nas presidências anteriores, a sociedade civil costumava se reunir em iniciativas paralelas à programação oficial. Com o G20 Social, essas reuniões foram integradas à agenda oficial construída pelo Brasil.</p>



<p>Boa parte da programação do G20 Social é composta por atividades&nbsp;propostas e executadas por diferentes organizações. O MAB, junto com outras entidades, está envolvido&nbsp;na preparação de duas delas, ambas no dia 14 de novembro. A primeira, às 11h, abordará o tema da Transição Energética Justa, Soberana e Popular para o Desenvolvimento Sustentável da Humanidade. A outra, às 14h, se intitula Crise Climática: Desafios das Populações Atingidas e o Acesso à Políticas Públicas.</p>



<p>Ao final da programação, um documento síntese do G20 Social deve ser apresentado&nbsp;e, em seguida, entregue aos governos de todas as nações na Cúpula dos Líderes do G20, evento nos dias&nbsp;18 e 19 de novembro, encerrando a presidência brasileira. O país será sucedido pela África do Sul.</p>



<p>De acordo com Sônia, as duas atividades que o MAB lidera&nbsp;são encaradas pelo movimento também como uma preparação para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 30), que reunirá líderes globais na cidade de Belém em novembro de 2025, e para um encontro internacional dos atingidos que está sendo programado para acontecer alguns dias antes. Na entrevista à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>, a ativista avaliou que a instituição do G20 Social revela uma intenção de se estimular a participação popular, mas considerou que ainda há limitações.</p>



<p>Sônia destacou a importância das lutas populares. Ela citou a mobilização frente aos rompimentos das barragens da Samarco, que causou 19 mortes e impactos em Mariana (MG) e em toda a bacia do Rio Doce em 2015, e da Vale, que matou 272 pessoas na cidade de Brumadinho (MG) em 2019. Também tratou como referência a Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens (PNAB), que foi&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-11/lei-aprovada-no-congresso-fixa-direitos-para-atingidos-por-barragens" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aprovada&nbsp;pelo Congresso Nacional</a>&nbsp;no ano passado incorporando reivindicações populares.</p>



<p>A integrante do MAB manifestou ainda preocupação com as&nbsp;violações de direitos envolvendo novas&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-09/relatorio-indica-conflitos-envolvendo-transicao-energetica-e-mineracao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">frentes de exploração mineral</a>. Mencionou o exemplo do lítio, que tem sido frequentemente apontado como fundamental para a transição energética devido à sua demanda para a produção de baterias. Confira a entrevista:</p>



<p><strong>Agência Brasil</strong>:&nbsp;Quais temas estarão no centro das intervenções do MAB durante o G20 Social?</p>



<p><strong>Sônia Mara</strong>:&nbsp;São duas mesas autogestionadas que estamos construindo de forma coletiva. Uma delas é sobre a transição energética justa e o MAB vai apresentar na mesa uma análise do ponto de vista dos atingidos por barragens. Iremos discutir a questão da soberania, da participação da sociedade na construção de um projeto de desenvolvimento sustentável e soberano. E na outra vamos debater estratégias diante da crise climática. O que chamamos de crise climática é a crise de um sistema que interfere no clima como um todo. É uma crise internacional.</p>



<p>No Brasil, já existem diversas mobilizações chamando atenção para a necessidade de mudanças. Tivemos reações diante das cheias no Rio Grande do Sul e diante das chuvas intensas em Guarulhos, na grande São Paulo. Isso para citar locais onde já existem bases de atingidos organizadas fazendo luta, apresentando suas pautas, discutindo com os governos municipais e estaduais e também com o governo federal.</p>



<p>Esperamos que a mobilização cresça. Temos as cheias que acontecem no Nordeste no final do ano e que geralmente não são devidamente noticiadas. Em Minas Gerais, devido aos rompimentos das barragens que ocorreram em Mariana e em Brumadinho, toda vez que chove, diversas cidades ficam embaixo d&#8217;água. O Rio Paraopeba e o Rio Doce estão assoreados de minério e lama e as enchentes se tornaram mais frequentes. No Norte, acompanhamos o que vem acontecendo, sobretudo em Rondônia. Com a falta de chuva, os rios estão secando. Isso interfere no transporte da região Amazônica. Interfere na produção das famílias nas várzeas, no acesso à água e à alimentação, no acesso à saúde. Tudo isso depende dos rios.</p>



<p>Os riscos existem mesmo nos grandes centros urbanos. Em Belo Horizonte, sempre que chove forte, ruas do centro se alagam porque o rio que passava ali está todo encanado, cimentado. Então quando tem tempestade, ele verte para cima, engole carros. A forma como estão estruturadas as nossas cidades é um problema que é agravado com o aumento da pobreza, que leva à ocupação de lugares que deviam ser de preservação ambiental. Os territórios mais vulneráveis vão sendo ocupados pelas populações que não têm para onde ir. Então nós precisamos repensar toda a forma de organização do processo habitacional, dos cuidados com os rios, com a fauna e com a flora, enfim, com a natureza como um todo.</p>



<p><strong>Agência Brasil:</strong>&nbsp;O G20 Social será também um momento para avançar na articulação com as organizações internacionais que também estão pautando essas discussões?</p>



<p><strong>Sônia Mara</strong>:&nbsp;Estamos avançando na construção de um movimento internacional dos atingidos. Não são só atingidos por barragens. São atingidos da crise climática. Os debates que estamos propondo no G20 integram também uma preparação para a COP-30. E para o nosso encontro internacional dos atingidos, que vai ser em novembro do próximo ano, antes da COP-30. A gente vai reunir os atingidos dos cinco continentes. Estamos construindo uma estratégia de organização para fazer a luta. Vimos agora&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2024-11/governo-espanhol-declara-valencia-area-gravemente-afetada-por-temporal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o que&nbsp;aconteceu na Espanha</a>. As imagens mostraram um cenário muito parecido com o que aconteceu no Rio Grande do Sul.</p>



<p>Os tornados, principalmente nas ilhas do Caribe, têm sido também cada vez mais fortes. Cuba acabou de enfrentar um dos maiores da sua história. Tivemos recentemente rompimentos de barragens na Ásia e na África. Nós estamos vivendo um momento de vulnerabilidade da sociedade em todo o mundo, diante do processo de exploração desenfreado de um sistema capitalista que se apropria de todos os recursos naturais. E nós entendemos que os próprios atingidos desse sistema é que são os sujeitos capazes de construir propostas tanto o nível nacional como internacional, através de um processo de organização e de participação.</p>



<p><strong>Agência Brasil:</strong>&nbsp;Com a crise climática e a ocorrência de chuvas cada vez mais intensas, a segurança das barragens se torna alvo de novas preocupações?</p>



<p><strong>Sônia Mara:&nbsp;</strong>Antes, a gente costumava falar da segurança das barragens. Hoje, a gente fala da segurança dos atingidos. Existem barragens construídas há 20 ou 30 anos e que, ao longo de todo esse tempo, gerou diversos impactos. E o que vemos são populações vulneráveis, mal indenizadas ou não indenizadas, que não tiveram&nbsp;seus direitos respeitados. Há pessoas vivendo em zonas onde não deveria morar ninguém. As empresas não mostram nenhuma responsabilidade com a questão ambiental e social. Em Minas Gerais, temos várias barragens que estão em nível 2 e 3 de emergência conforme a classificação da Agência Nacional de Mineração. Em muitos locais, não foram dadas condições dignas para as famílias saírem.</p>



<p>No mês passado, em Barão de Cocais, as sirenes da barragem da Vale tocaram por engano e mobilizou toda a comunidade. Gerou um grande transtorno, traumas nas crianças. Depois pediram desculpa, disseram que foi sem querer. As populações estão muito vulneráveis perto dessas barragens e também perto dos rios que estão cada vez mais assoreados. Há um sofrimento grande.</p>



<p>As pessoas cresceram em uma comunidade pacífica e, de repente, em todo lugar para onde elas olham passa a ter uma placa indicando rota de fuga. Elas vivem com medo. As empresas organizam treinamentos com a população para lidar com possíveis rompimentos. Isso acelera ainda mais o medo nas pessoas. A chuva era um sinal de energia, de coisa boa, e hoje traz preocupações e gera sentimentos negativos.</p>



<p><strong>Agência Brasil</strong>:&nbsp;Qual a importância de levar para o G20 as pautas das populações atingidas?</p>



<p><strong>Sônia Mara:</strong>&nbsp;É um espaço de visibilidade, um espaço para trocar experiências com outros países e também com as organizações no Brasil. A crise climática é um tema novo dentro da preocupação mundial. Hoje está todo mundo preocupado, mas até ontem não era assim. Então, ainda estamos construindo um processo de luta e de organização popular para enfrentar as consequências da crise.</p>



<p>Sem dúvida nenhuma, é também um espaço para se posicionar diante dos governos, que precisam olhar com seriedade para o processo de reorganização dos territórios. Vou te dar o exemplo do Rio Grande do Sul, onde praticamente todos os municípios foram afetados pelas chuvas do início do ano. Muitos lugares estão se tornando áreas fantasmas. As famílias não vão mais voltar, as famílias não querem mais viver lá. Abandonaram os locais. Então o governo tem que pensar uma forma participativa de como conduzir a reconstrução. Esse é um ponto importante. É preciso que os atingidos da crise climática sejam respeitados, que o processo de recuperação ocorra de forma construtiva.</p>



<p>Não é só uma questão de dinheiro. Dinheiro é importante. Mas é também uma questão de participação social. Do contrário, os municípios usam o dinheiro para outras finalidades. O recurso não chega para os atingidos e os problemas não são solucionados. E sabemos que isso acontece em todo o mundo.</p>



<p><strong>Agência Brasil:</strong>&nbsp;Você percebe uma abertura entre os países do G20 para incorporar as pautas dos atingidos?</p>



<p><strong>Sônia Mara:</strong>&nbsp;As conquistas que nós tivemos no Brasil no último período, com o governo atual, servem como uma referência internacional. Nessa semana, tivemos por exemplo, reuniões com representantes do governo da Colômbia. Eles estavam interessados em ouvir os atingidos por barragem no Brasil, alguns parlamentares e representantes do Ministério de Minas e Energia, para entender como foi construída a PNAB.</p>



<p>A Colômbia está pensando em elaborar um legislação similar, porque ela tem hoje o terceiro maior potencial hídrico da América Latina e já possui muitas barragens. Posso dizer que há esse diálogo com países que possuem governos mais à esquerda, dispostos a construir marcos regulatórios, leis, órgãos e fundos que ofereçam repostas para a questão dos atingidos.</p>



<p><strong>Agência Brasil:&nbsp;</strong>A discussão em torno de crimes ambientais como os ocorrido em Brumadinho e Mariana podem ser levados à mesa das potências do G20?</p>



<p><strong>Sônia Mara</strong>:&nbsp;Para conseguir chegar numa mesa de debate com as grandes empresas e os governos, a gente precisa ter correlação de força. Se não, você é isolado, é cooptado, é exterminado. Veja que ninguém foi condenado pelas tragédias em Mariana e em Brumadinho. Isso acontece porque não existe na atual correlação de força uma participação social na grandeza necessária para amedrontar as empresas e todas as instituições que deveriam fazer a lei valer.</p>



<p>Veja também que os acordos que estão sendo feitos não são suficientes para repor aquilo que se perdeu em todo esse tempo. Já são nove anos em Mariana. Em janeiro, vamos para os seis anos em Brumadinho. As empresas conseguem ter uma força diante dos governos que ela impõe a não participação dos atingidos na elaboração dos acordos e o não julgamento dos culpados. E ela ainda se coloca como o órgão que vai cuidar das suas próprias vítimas. Isso é muito ruim. Quando o próprio criminoso cuida de suas vítimas, ele cria critérios excludentes, não vai reconhecer os direitos, não vai fazer o que é o correto diante de todos os danos causados.</p>



<p>Enfim, eu não sei se nós vamos conseguir chegar onde gostaríamos, para apresentar as proposta que nós temos para que o Brasil e o mundo enfrentem a crise ambiental e garantam uma transição energética justa. Mas nos cabe aproveitar os espaços para continuar fazendo a luta e mostrar as contradições no sistema.</p>



<p>Eu acho que a abertura do governo brasileiro para construirmos o G20 Social revela uma intenção de estimular a participação popular. Ainda assim, ela não tem o peso que nós gostaríamos. Não garante que a gente consiga dialogar com o mesmo poder com as empresas e com os governos. Mas as forças populares vão colocar a sua avaliação e a sua crítica e vão apresentar suas propostas diante de tudo que está colocado hoje nesse sistema que está colapsado.</p>



<p>A exploração da forma como está sendo feita hoje vai acabar atrasando o desenvolvimento das nossas nações. Os danos e as consequências recaem sobre a classe trabalhadora, que sustenta todo processo de produção que é construído socialmente, recaem sobre os mais pobres, os negros, as mulheres, os povos indígenas, os quilombolas e assim por diante. São esses sujeitos que estão se organizando pra fazer parte de um processo de mudança.</p>



<p><strong>Agência Brasil:</strong>&nbsp;A mineração é uma atividade econômica com forte presença de empresa multinacionais, que atuam em diferentes países. Não por acaso, o processo de reparação da tragédia ocorrida em Mariana&nbsp;chegou à&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2024-11/caso-samarco-novo-acordo-pode-afetar-acao-inglesa-agenda-nao-muda" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Justiça inglesa</a>, onde atingidos processam a BHP Billiton, que possui sede em Londres e é uma das acionistas da Samarco. Como os países podem se preparar melhor para oferecer respostas satisfatórias diante desse cenário?</p>



<p><strong>Sônia Mara:</strong>&nbsp;As populações precisam ser ouvidas. Os atingidos não são contra o desenvolvimento. O problema é que as decisões são centralizadas e tudo virou mercadoria. Como vamos pensar assim em uma transição energética justa? Os recursos naturais continuam sendo mapeados por essas empresas em todo o mundo.</p>



<p>Em Minas Gerais, por exemplo, as famílias do Vale do Jequitinhonha estão agora sofrendo com a exploração do lítio. É uma exploração sem nenhuma responsabilidade, sem cuidado com os atingidos. Só que antes, as empresas chegavam e determinavam quem era atingido e quem não era. E adotava as medidas que julgava suficiente. Hoje, nós temos a PNAB. Ainda precisamos fazer ela sair do papel, entrar em vigor de&nbsp;fato. E a partir dela, trazer justiça para os atingidos.</p>



<p>A luta em defesa dos atingidos também precisa ser globalizada. Uma empresa como a BHP Billiton precisa ser julgada e precisa cumprir com a sua responsabilidade. Ela precisar arcar com o crime que cometeu. Da mesma forma, empresas brasileiras que cometerem crimes em outros países também precisarão responder por eles. Eu acho que aqui entra o debate da soberania que a gente precisa construir entre as nações e entre os governos. Novas políticas e marcos regulatórios precisam ser construídos para que o povo seja respeitado. Eu não posso ir para um outro país e cometer um crime. Nenhuma pessoa pode fazer isso, uma empresa também não pode. Não dá pra aceitar que não aconteça nada como uma empresa que tem o lucro em primeiro lugar, que não indeniza, que mata, que continua minerando, que continua se apropriando dos territórios.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



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