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	<title>Proteção ao Tucunaré &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Turismo sustentável: Nova lei de Proteção ao Tucunaré deve impulsionar a pesca esportiva no Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 22:57:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Proteção ao Tucunaré]]></category>
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<p>Objetivo é a recuperação das espécies e o fortalecimento da pesca esportiva como atrativo turístico</p>



<p>Poucos dias antes de comemorar um ano, a Lei n.º 6.647 de 15 dezembro de 2023, que estabelece normas, procedimentos e incentivos à pesca do Tucunaré, uma das espécies de peixes mais conhecidas da fauna aquática amazônica e peixe-símbolo da pesca esportiva no estado, sofre importantes alterações.<br>A sanção da lei pelo governador Wilson Lima, no dia 28 de novembro, determina que três subespécies específicas:Tucunaré-açu (Cichla temensis), Tucunaré-vazoleri (Chicla vazoleri) e Tucunaré-pinima (Cichla pinima) não podem ser pescados comercialmente no estado em nenhum período do ano.</p>



<p>Os pescadores esportivos, que já têm o tucunaré como símbolo de sua atividade, devem adotar a modalidade pesque e solte, na qual o recurso pesqueiro capturado deve ser devolvido vivo ao ambiente de captura. As medidas devem favorecer a recuperação da espécie e, consequentemente, aumentar a presença nos rios, fortalecendo o segmento de pesca esportiva.<br>De acordo o secretário de Estado da Produção Rural (Sepror), Daniel Boges, engenheiro de pesca e pescador esportivo, o segmento é um importante vetor econômico que garante recursos para muitas famílias amazonenses, principalmente do interior do estado.<br>“A curto prazo a Lei traz benefícios à espécie. Em médio e longo prazo o benefício é para pescas esportivas e para o turismo em todo o nosso estado. Com o repovoamento dos nossos rios com tucunarés, a pesca esportiva vai crescer e trazer desenvolvimento aos nossos agricultores, que nas entressafras se dedicam à pesca esportiva”, enfatizou Borges.</p>



<p>Apesar de já possuir legislação de proteção ao tucunaré (todas as subespécies), que já proibia a captura e o abate do tucunaré durante o período de reprodução, que vai do dia 1º de janeiro até 15 de março e nas áreas de conservação como Rio Negro, Paraná da Eva, Lago do Puraquequara, Lago Tarumã-Açu, Lago do Tarumã-Mirim, Rio Cueiras e Lago Apuaú, algumas subespécies necessitavam de um cuidado ainda maior.</p>



<p>O defeso deste ano começou no dia 15 de novembro e vai até 15 de março de 2025, estratégia adotada para garantir tempo para a reprodução e crescimento dos peixes.<br>A força e a tenacidade da espécie é um atrativo para o público cada vez maior dessa modalidade de diversão. A dificuldade por ele imposta aos pescadores valoriza a sua captura, isso tudo, sem falar no sabor da carne, que ao longo das décadas também causou muitos problemas ao Cichla SPP.</p>



<p>Fomento à Pesca Esportiva</p>



<p>Percebida como uma promissora matriz econômica, a pesca esportiva amazonense já garante emprego e renda para muitas famílias, conhecedoras das curvas sinuosas dos rios amazônicos, entradas e saídas dos lagos e igarapés. Seja conduzindo os pescadores esportivos, a maioria turistas, ou atendendo as equipes em terra firme, nas pousadas ou restaurantes, é cada vez maior a contribuição econômica que a atividade garante aos amazonenses.</p>



<p>Além da proteção de três subespécies de tucunaré, a sanção do Governador Wilson Lima reconhece o crescimento e importância da Pesca Esportiva, criando um Fundo Estadual de Incentivo à Pesca Esportiva (Feipe), que vai implementar ações destinadas a uma adequada gestão de incentivo e promoção do turismo de pesca esportiva, de forma a garantir um desenvolvimento integrado e sustentável e a elevação da qualidade de vida da população, além de fomentar compensações pelas restrições ao abate de peixes.</p>



<p>Fotos: Divulgação/Sepror</p>
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