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	<title>transição 2022 &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Portal IF3M &#8211; Reconstrução do ministério é primeira tarefa na área da cultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Dec 2022 15:39:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Margareth Menezes será a ministra da Cultura no governo Lula A valorização e promoção da]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3>Margareth Menezes será a ministra da Cultura no governo Lula</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/12/new-music-studio-1180-×-1080-px-6-13.png" alt="" class="wp-image-2053" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/12/new-music-studio-1180-×-1080-px-6-13.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/12/new-music-studio-1180-×-1080-px-6-13-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/12/new-music-studio-1180-×-1080-px-6-13-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/12/new-music-studio-1180-×-1080-px-6-13-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Antonio</figcaption></figure>



<p>A valorização e promoção da cultura como peça central na construção da identidade nacional estão entre as prioridades do governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, que toma posse no próximo&nbsp;domingo&nbsp;(1º). Para isso, segundo o relatório final do Gabinete de Transição, a reconstrução do Ministério da Cultura (MinC), extinto em 2019, é essencial.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1500621&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1500621&amp;o=node"></p>



<p>A recriação do MinC já consta no organograma do novo governo com&nbsp;a cantora e compositora Margareth Menezes como ministra e&nbsp;Márcio Tavares como secretário executivo.&nbsp;</p>



<p>Durante o governo de Michel Temer (2016-2018), o&nbsp;Ministério da Cultura chegou a ser fundido ao da Educação, mas protestos fizeram com que a pasta fosse recriada. Em 2019,&nbsp;no primeiro ano da gestão Jair Bolsonaro (2019-2022), ela voltou novamente a ser extinta.</p>



<p>Na avaliação do Grupo Técnico (GT) de Cultura do Gabinete de Transição, a área foi um dos principais alvos de &#8220;desmonte&#8221; no governo Bolsonaro, perdendo recursos e cargos. Ao anunciar a confirmação de Margareth Menezes no&nbsp;ministério, em&nbsp;13 de dezembro, o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, disse que honraria o compromisso de reconstruir e fortalecer o setor cultural.&nbsp;</p>



<p>Com mais de 40 anos de carreira, a cantora integrou o grupo de trabalho de cultura no Gabinete de Transição e é um dos principais nomes da música baiana e do carnaval de Salvador. Sua atuação também inclui a liderança de iniciativas para fortalecer blocos afro e a música pop baiana e&nbsp;a fundação da associação Fábrica Cultural, que busca impulsionar negócios e fomentar a cultura na Península de Itapagipe, em Salvador.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" loading="lazy" src="https://imagens.ebc.com.br/1YVx5UJYUUc8iyH1Ek7lKo8f64E=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/lula-ministros2_mcamgo_abr_221220221818-11.jpg?itok=w5HToMAO" alt="O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, e a futura ministra da Cultura, Margareth Menezes, durante anúncio de novos ministros que comporão o governo." width="839" height="559" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/><figcaption class="wp-element-caption">O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, e a futura ministra da Cultura, Margareth Menezes, durante anúncio de novos ministros que comporão o governo. &#8211; <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong></figcaption></figure>



<p>Após confirmar que aceitaria o cargo de ministra, Margareth Menezes anunciou Márcio Tavares, coordenador executivo do GT de Cultura no Gabinete de Transição, como o futuro secretário executivo do ministério. Tavares é secretário nacional de Cultura do Partido dos Trabalhadores e coordenou o plano de governo da chapa Lula-Alckmin para o setor.</p>



<p>Além dos dois, o GT de Cultura contou com a participação de nomes como o cineasta Kleber Mendonça Filho, a atriz Lucélia Santos, o ex-ministro da cultura Juca Ferreira, o ex-diretor-presidente da Agência Nacional do Cinema, Manoel Rangel, o cantor gospel Kleber Lucas, o poeta Antônio Marinho, as deputadas federais Áurea Carolina (PSOL-MG), Benedita da Silva (PT-RJ) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e os deputados federais Marcelo Calero (PSD-RJ) e Túlio Gadelha (Rede-PE).</p>



<h2>Últimos anos</h2>



<p>Durante o governo Bolsonaro, o órgão que assumiu o lugar do MinC foi a Secretaria Especial de Cultura, que teve seis titulares ao longo dos quatro anos. Entre eles,&nbsp;o dramaturgo Roberto Alvim, que foi demitido depois de um vídeo publicado nas redes sociais com referências a um discurso nazista de Joseph Goebbels; a atriz Regina Duarte, que deixou o posto por relatar &#8220;saudade da família&#8221;, segundo Bolsonaro; e o ator Mário Frias, que permaneceu no posto de junho de 2020 a março de 2022 e foi eleito deputado federal por São Paulo.&nbsp; A secretaria iniciou o governo vinculada ao Ministério da Cidadania, mas foi transferida para o Ministério do Turismo ainda 2019.</p>



<h2>Cenário</h2>



<p>Segundo o relatório final do gabinete de transição, houve uma perda de 85% no orçamento da administração direta da cultura desde 2016, e de 38% no da administração indireta. O Fundo Nacional de Cultura (FNC), principal mecanismo de financiamento governamental do setor, teve seu orçamento reduzido em 91% nesse período.</p>



<p>Durante o governo Bolsonaro, o documento aponta um retrocesso de 20 anos na execução orçamentária ligada à cultura, com uma redução de tamanho que levou a Secretaria Especial da Cultura a&nbsp;ter&nbsp;um&nbsp;terço dos cargos que existiam no MinC em 2016.</p>



<p>&#8220;Além da drástica redução de tamanho, a Secretaria virou as costas para a área cultural, cancelando editais, extinguindo políticas, descontinuando projetos, reduzindo sistematicamente o seu orçamento, perseguindo servidoras/es, sucateando instituições e publicando atos normativos autoritários que violam direitos e a diversidade cultural&#8221;, diz o relatório final da transição.&nbsp;</p>



<p>O cenário de redução de apoio orçamentário à cultura se agravou com a pandemia de covid-19, que fez com que o faturamento do setor ficasse próximo de zero, ameaçando 300 mil empresas e 5,5 milhões de trabalhadores ligados à área, que respondia por até 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2019.&nbsp;</p>



<p>Soma-se a&nbsp;essas dificuldades a redução da participação social, acrescenta o relatório, que descreve que, dos 25 colegiados associados às políticas culturais, 10 foram extintos,&nbsp;três estão paralisados ou aguardando composição, 1 está ativo, mas com problemas na formalização e na composição, e apenas 11 (41%) estão em funcionamento.</p>



<p>&#8220;É inegável o papel que a Cultura deverá&nbsp;ter&nbsp;durante o novo governo, seja como área fundamental de apoio e estímulo à diversidade de manifestações culturais do povo brasileiro; seja como meio para propiciar o mais amplo acesso aos bens e serviços culturais; seja, enfim, como instrumento indispensável ao fomento da produção cultural e à promoção de uma economia da cultura, como parte da estratégia de retomada de desenvolvimento sustentável do país&#8221;, conclui o relatório.</p>



<h2>Propostas</h2>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" loading="lazy" src="https://imagens.ebc.com.br/Ri1c_0LtaRAGCeM9nVs_EyQ_pE0=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/01-saltimbanco1.jpg?itok=bvER7sEE" alt="Circo Teatro Saltimbanco / Divulgação" width="840" height="631" title="Circo Teatro Saltimbanco / Divulgação"/><figcaption class="wp-element-caption">Circo Teatro Saltimbanco / Divulgação &#8211; <strong>Circo Teatro Saltimbanco / Divulgação</strong></figcaption></figure>



<p>Além de recriar o ministério, o novo governo&nbsp;deve rever atos da gestão anterior na área cultural. O gabinete de transição recomenda a revogação do Decreto 10.755 de 2021, que regula o fomento a ações culturais via mecanismo de incentivo fiscal em âmbito federal. A proposta é substituí-lo por uma nova regulamentação.&nbsp;</p>



<p>O relatório final sugere ainda a revisão de uma série de portarias e instruções normativas, que incluem normas para prestação de contas e avaliação de resultados de projetos culturais financiados por meio do mecanismo de Incentivo Fiscal do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). Entre as medidas que devem ser revistas também está a Portaria SEFIC/SECULT/MTUR 604/2021, que proíbe que projetos financiados via Lei Rouanet utilizem linguagem neutra.</p>



<p>A ministra Margareth Menezes&nbsp;celebrou em sua conta no Twitter, no último dia 26, a votação no Congresso Nacional que garantiu recurso orçamentário para a reconstrução do Ministério da Cultura e para viabilizar as Leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc 2.</p>



<p>&#8220;Em 2023, a cultura e as artes&nbsp;terão orçamento garantido e contarão com a recriação do MinC, com estrutura adequada para voltar a impulsionar o setor com toda a sua diversidade&#8221;, comemorou a ministra. &#8220;É, verdadeiramente, o começo de um novo ciclo para a cultura desse país! Vitória da cultura, vitória do Brasil!&#8221;</p>



<p>A Lei Paulo Gustavo prevê o repasse de R$ 3,8 bilhões para ações emergenciais no setor cultural em todo o país, que virão do superávit financeiro do Fundo Nacional de Cultura. Já a Lei Aldir Blanc 2 previa repasses anuais de R$ 3 bilhões da União a estados e municípios para ações no setor cultural durante cinco anos. As duas leis foram vetadas pelo presidente Jair Bolsonaro, mas os vetos foram derrubados pelo Congresso Nacional.&nbsp;</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<p> </p>
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		<title>Portal IF3M &#8211; Lula anuncia cinco ministros do futuro governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Dec 2022 17:14:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Demais nomes serão apresentados após a diplomação O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3>Demais nomes serão apresentados após a diplomação</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/12/new-music-studio-1180-×-1080-px-5-3.png" alt="" class="wp-image-1537" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/12/new-music-studio-1180-×-1080-px-5-3.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/12/new-music-studio-1180-×-1080-px-5-3-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/12/new-music-studio-1180-×-1080-px-5-3-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2022/12/new-music-studio-1180-×-1080-px-5-3-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Marcelo Carmago/Agência Brasil</figcaption></figure>



<p>O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva anunciou os cinco primeiros ministros do futuro governo. Os nomes foram apresentados no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília, onde está instalado o gabinete de transição.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1497692&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1497692&amp;o=node"></p>



<p>Segundo Lula, alguns nomes foram antecipados para que possam montar as equipes. “Preciso que algumas pessoas comecem a trabalhar para montar a estrutura do governo e para que o governo comece a funcionar”, disse.</p>



<p>Os futuros ministros serão os seguintes:</p>



<p>Casa Civil: Rui Costa, governador da Bahia até dezembro<br>Fazenda: Fernando Haddad, ex-ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo<br>Defesa: José Múcio Monteiro, ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e ex-ministro de Relações Institucionais<br>Justiça e Segurança Pública: Flávio Dino, senador eleito pelo Maranhão e ex-governador do estado<br>Relações Exteriores: Mauro Vieira, ex-chanceler e embaixador do Brasil na Croácia</p>



<p>Os demais ministros serão anunciados na próxima semana, após a cerimônia de diplomação de Lula e do vice-presidente eleito Geraldo Alckmin. Originalmente, a equipe do futuro governo só seria anunciada após a diplomação, mas Lula decidiu antecipar alguns nomes após a aprovação no Senado da&nbsp;<a href="https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=9216186&amp;ts=1670535489598&amp;disposition=inline" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição</a>.</p>



<p>Após anunciar os nomes, Lula disse que todos os ministros, até agora, são homens e prometeu mais diversidade na apresentação dos próximos cargos, a partir da semana que vem. “Vai chegar uma hora em que vocês vão ver mais mulheres do que homens e muitos afrodescendentes”, declarou.</p>



<p>O adiantamento dos nomes pretende desfazer impasses no Ministério da Defesa e agilizar as negociações na tramitação da PEC da Transição na Câmara dos Deputados. Na semana passada, Lula disse que estava com “80% do ministério na cabeça”, mas informou que a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2022-12/equipe-economica-tera-autonomia-mas-eu-que-fui-eleito-diz-lula" target="_blank" rel="noreferrer noopener">montagem definitiva da equipe dependia de negociações</a>.</p>



<p>Em alguns casos, os futuros titulares começaram a visitar os ministérios que comandarão. Ontem (8) pela manhã, Haddad reuniu-se com o ministro da Economia, Paulo Guedes.</p>



<p>Em relação ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, Lula disse que pretende desmembrar a pasta no futuro, mas que, no primeiro momento, Flávio Dino concentrará as duas pastas. Segundo ele, caberá ao futuro ministro reestruturar as carreiras da Polícia Rodoviária Federal e reduzir a interferência política nas forças de segurança.</p>



<p>Em rápido discurso após ser confirmado no cargo, Dino informou&nbsp;ter&nbsp;indicado a Lula o delegado Andrei Rodrigues para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal. Segundo o futuro ministro, Rodrigues tem experiência em investigações sobre a Amazônia, participou de diálogos com estados e municípios e atuou nos esquemas de segurança da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.<br><br>Em relação à indicação sobre os futuros comandantes militares, Lula informou que o novo ministro da Defesa conversará com os nomes sondados para fazer os convites. Ao sair do CCBB, Múcio informou que pretende reunir-se com o atual presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, e os atuais comandantes das Forças Armadas na próxima semana.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<p><strong>Leia mais:</strong></p>



<p>Portal IF3M – <a href="https://portalif3m.com.br/2022/12/10/portal-if3m-bolsonaro-participa-de-cerimonia-na-escola-naval-no-rio/">Bolsonaro participa de cerimônia na Escola Naval no Rio</a></p>
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		<title>Portal IF3M &#8211; &#8220;Isso é uma corrida de revezamento&#8221;, diz Alckmin sobre transição </title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2022/11/22/portal-if3m-isso-e-uma-corrida-de-revezamento-diz-alckmin-sobre-transicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 21:33:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Ele afirmou não haver pressa para anúncio de futuros ministros O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3>Ele afirmou não haver pressa para anúncio de futuros ministros </h3>



<p>O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, comparou o processo de transição entre os governos Bolsonaro e Lula a uma corrida de revezamento. “Isso aqui é uma continuidade, uma corrida de revezamento. Um vai passando o bastão para o outro”, disse Alckmin ao anunciar, hoje (22), em Brasília, os nomes de deputados federais e senadores que vão compor os grupos técnicos temáticos responsáveis por discutir o que Alckmin classificou como os “temas mais relevantes do ponto de vista jurídico e orçamentário” para a gestão federal.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1494885&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1494885&amp;o=node"></p>



<p>Faltando 40 dias para a posse de Lula e Alckmin, o vice-presidente eleito assegurou não haver pressa para o anúncio dos futuros ministros. Segundo ele, a prioridade, no momento, é “resolver” o orçamento de 2023. Coordenador técnico do gabinete de transição, o ex-ministro Aloizio Mercadante complementou a fala de Alckmin afirmando que a equipe do futuro governo estuda reincluir a exigência de uma revisão periódica do teto de gastos na chamada Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Transição.</p>



<p>“Havia, na Emenda Constitucional nº 95, um dispositivo [prevendo] uma revisão do teto em 2026. Por ocasião da votação da PEC dos Precatórios [em 2021], esse dispositivo foi retirado pela equipe do atual governo, que postergou [a revisão do limite] para o futuro. O que agora está sendo discutido é a possibilidade de reinserção, por meio de Lei Complementar, de um dispositivo de revisão do Teto de Gastos, com data, forma e prazos”, comentou Mercadante, assegurando que a decisão final será anunciada em breve.</p>



<h2>Civis e militares</h2>



<p>Já Alckmin assegurou que os nomes dos integrantes do grupo técnico da Defesa devem ser anunciados até, no máximo, a próxima quinta-feira (24). Segundo o vice-presidente eleito, o grupo de trabalho será composto por civis e militares da Aeronáutica, Exército e Marinha. “Já temos um esboço com os nomes e vamos anunciar o grupo da Defesa no máximo quinta-feira”, disse Alckmin, atribuindo à Defesa um papel “estratégico, extremamente relevante”.</p>



<p>O Gabinete de Transição de governo é composto por 31 grupos técnicos. Temáticos, cada grupo produzirá um relatório final contendo um diagnóstico da respectiva área. O documento deverá conter informações sobre o funcionamento e a atuação dos órgãos e entidades da Administração Pública Federal, identificando riscos e apontando aspectos sensíveis da gestão que mereçam ser apurados pelos órgãos de controle.</p>



<p>Os grupos devem entregar, até 30 de novembro, um diagnóstico preliminar, com alertas dos órgãos de controle, uma análise da estrutura de cada área e uma lista preliminar com sugestões de atos normativos que devem ser revogados a partir de janeiro de 2023.</p>



<p>Até 11 de dezembro, os grupos devem apresentar um relatório final, com análise dos programas implementados pela atual gestão, assim como dos programas das gestões do PT que foram descontinuados.</p>



<h2>Parlamentares</h2>



<p>&#8220;Esses são os parlamentares, dos vários partidos políticos, que vão integrar o grupo parlamentar técnico da transição&#8221;, informou Alckmin. Até o momento, havia 285 nomes confirmados na transição, a grande maioria de pessoas voluntárias sem cargo remunerado.&nbsp;</p>



<p>Veja a lista completa anunciada pelo vice-presidente:</p>



<h2>Agricultura&nbsp;</h2>



<p>Senador Irajá Abreu (PSD-TO)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Tito Marques Cordeiro (Avante-BA)&nbsp;</p>



<h2>Desenvolvimento Social e Combate a Fome&nbsp;</h2>



<p>Deputada Federal Carol Dartora (PT-PR)&nbsp;</p>



<p>Deputada Federal Dulce Miranda (MDB-TO)</p>



<p>Senadora Theresa Nelma (PSD-AL)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Washington Quaquá (PT-RJ)</p>



<h2>Centro de governo&nbsp;</h2>



<p>Senador Jaques Wagner (PT-BA)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal José Guimarães (PT-CE)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Lindbergh Farias (PT-RJ)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Márcio Macêdo (PT-SE)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Reginaldo Lopes (PT-MG)</p>



<h2>Cidades&nbsp;</h2>



<p>Deputado Federal Afonso Florence (PT-BA)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Hildo Rocha (MDB-MA)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Jilmar Tatto (PT-SP)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Leônidas Cristino (PDT-CE)&nbsp;</p>



<p>Deputada Federal Luizianne Lins (PT-CE)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Márcio Jerry (PCdoB-MA)&nbsp;</p>



<p>Deputada Federal Natália Bonavides (PT-RN)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Waldenor Pereira (PT-BA)</p>



<h2>Ciência e Tecnologia e Inovação&nbsp;</h2>



<p>Deputado Federal Expedito Netto (PSD-RO)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Leo de Brito (PT-AC)&nbsp;</p>



<h2>Comunicações&nbsp;</h2>



<p>Deputado Federal André Figueiredo (PDT-CE)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Orlando Silva (PCdoB-SP)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Rui Falcão (PT-SP)</p>



<h2>Cultura&nbsp;</h2>



<p>Deputado Federal Alexandre Frota (Pros-SP)&nbsp;</p>



<p>Deputada Federal Benedita da Silva (PT-RJ)&nbsp;</p>



<p>Deputada Federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Marcelo Calero (PSD-RJ)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Túlio Gadêlha (Rede-PE)</p>



<h2>Desenvolvimento Agrário&nbsp;</h2>



<p>Deputado Federal Bira do Pindaré (PSB-MA)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Bohn Gass (PT-RS)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Célio Alves de Moura (PT-TO)&nbsp;</p>



<h2>Desenvolvimento Regional&nbsp;</h2>



<p>Deputado Federal Gervásio Maia (PSB-PB)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal José Ricardo (PT-AM)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Júlio Cesar (PSD-PI)</p>



<p>Deputada Federal Marília Arraes (Solidariedade-PE)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Milton Coelho (PSB-PE)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Newton Cardoso Jr. (MDB-MG)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Paulo Jose Carlos Guedes (PT-MG)&nbsp;</p>



<p>Senador Rogério Carvalho (PT-SE)</p>



<h2>Direitos Humanos&nbsp;</h2>



<p>Deputada Federal Rejane Dias (PT-PI)&nbsp;</p>



<p>Deputada Federal eleita Duda Salabert (PDT-MG)&nbsp;</p>



<h2>Educação&nbsp;</h2>



<p>Deputada Federal Alice Portugal (PCdoB-BA)&nbsp;</p>



<p>Deputada Federal eleita Ana Pimentel (PT-MG)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Danilo Cabral (PSB-PE)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Idilvan Alencar (PDT-CE)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal eleito Reginaldo Veras (PV-DF)</p>



<h2>Esporte&nbsp;</h2>



<p>Senadora Leila do Vôlei (PDT-DF)&nbsp;</p>



<h2>Igualdade Racial&nbsp;</h2>



<p>Deputada Federal Talíria Petrone (PSOL-RJ)&nbsp;</p>



<p>Deputada Federal eleita Daiana dos Santos (PCdoB-RS)&nbsp;</p>



<p>Deputada Federal eleita Dandara Tonantzin (PT-MG)&nbsp;</p>



<h2>Indústria, Comércio e Serviços&nbsp;</h2>



<p>Deputado Federal Zé Neto (PT-BA)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Sidney Leite (PSD-AM)&nbsp;</p>



<p>Senadora Zenaide Maia (Pros-RN)&nbsp;</p>



<h2>Infraestrutura&nbsp;</h2>



<p>Senador Acir Gurgacz (PDT-RO)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Edilázio Júnior (PSD-MA)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal José Priante (MDB-PA)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Henrique Fontana (PT-RS)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Sebastião Oliveira (Avante-PE)&nbsp;</p>



<h2>Justiça e Segurança Pública&nbsp;</h2>



<p>Deputada Federal eleita Adriana Accorsi (PT-GO)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Tadeu Alencar (PSB-PE)&nbsp;</p>



<p>Valtenir Pereira (MDB-MT)</p>



<h2>Juventude&nbsp;</h2>



<p>Deputado Federal eleito Miguel Ângelo (PT-MG)&nbsp;</p>



<h2>Meio Ambiente&nbsp;</h2>



<p>Deputado Federal Alessandro Molon (PSB-RJ)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Célio Studart (PSB-CE)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal João Carlos Bacelar (PL-BA)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Nilto Tatto (PT-SP)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Rodrigo Agostinho (PSB-SP)&nbsp;</p>



<h2>Minas e Energia&nbsp;</h2>



<p>Deputado Federal Odair Cunha (PT-MG)&nbsp;</p>



<h2>Mulheres&nbsp;</h2>



<p>Deputada Federal Erika Kokay (PT-DF)&nbsp;</p>



<p>Deputada Federal Lídice da Mata (PSB-BA)&nbsp;</p>



<h2>Pesca&nbsp;</h2>



<p>Deputada Federal eleita Ana Paula Lima (PT-SC)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal José Airton (PT-CE)</p>



<h2>Planejamento, Orçamento e Gestão&nbsp;</h2>



<p>Deputado Federal Mauro Benevides (PDT-CE)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Pedro Paulo (PSD-RJ)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Renildo Calheiros (PCdoB-PE)&nbsp;</p>



<h2>Previdência Social&nbsp;</h2>



<p>Deputada Federal eleita Maria Leal Arraes (Solidariedade-PE)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Ricardo Silva (PSD-SP)&nbsp;</p>



<h2>Relações Exteriores&nbsp;</h2>



<p>Deputado Federal Arlindo Chinaglia (PT-SP)</p>



<h2>Saúde&nbsp;</h2>



<p>Deputado Federal eleito Bruno Farias (Avante-MG)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Chico D&#8217;Angelo (PT-RJ)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal eleito Daniel Soranz (PSD-RJ)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal eleito Dimas Gadelha (PT-RJ)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Eduardo Costa (PSD-PA)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Jorge Sola (PT-BA)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Luciano Ducci (PSB-PR)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Wellington Prado (Pros-MG)&nbsp;</p>



<h2>Trabalho&nbsp;</h2>



<p>Deputado Federal Afonso Motta (PDT-RS)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Daniel Almeida (PCdoB-BA)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Rogério Correia (PT-MG)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Vicentinho (PT-SP)&nbsp;</p>



<h2>Transparência, Integridade e Controle&nbsp;</h2>



<p>Deputado Federal Alencar Santana (PT-SP)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Danilo Capiberibe (PSB-AP)&nbsp;</p>



<h2>Turismo&nbsp;</h2>



<p>Deputado Federal André de Paula (PSD-PE)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Felipe Carreras (PSB-PE)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Luís Tibé (Avante-MG)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Wolney Queiroz (PDT-PE)&nbsp;</p>



<p>Deputado Federal Zeca Dirceu (PT-PR)</p>



<p></p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<p></p>



<p>  </p>



<p></p>
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		<title>Portal IF3M &#8211; Recomposição do Orçamento para 2023 é prioridade, diz Alckmin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 21:26:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[transição]]></category>
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					<description><![CDATA[Vice-presidente eleito anunciou equipe econômica da transição A recomposição do Orçamento para garantir a manutenção]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Vice-presidente eleito anunciou equipe econômica da transição</p>



<p>A recomposição do Orçamento para garantir a manutenção de programas sociais e de serviços públicos é prioridade da equipe de transição, disse hoje (8) o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin. Ele anunciou há pouco os nomes que vão compor o grupo técnico que analisará a economia na transição para o futuro governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Os trabalhos foram repartidos entre economistas que ajudaram a criar o Plano Real e economistas ligados ao PT.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1492854&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1492854&amp;o=node"></p>



<p>Farão parte desse grupo os economistas André Lara Resende, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no governo Fernando Henrique Cardoso e um dos formuladores do Plano Real; Pérsio Arida, ex-presidente do BNDES e do Banco Central; o professor da Universidade de Campinas (Unicamp) Guilherme Mello; e Nelson Barbosa, ministro da Fazenda no segundo governo Dilma Rousseff.</p>



<p>Em pronunciamento, Alckmin lembrou que a definição dos nomes que coordenarão a transição não significa a ocupação de cargos ou de ministérios no próximo governo. O vice-presidente eleito também confirmou que Guido Mantega, ministro da Fazenda de 2006 a 2014, participará da transição, mas em outro grupo técnico.</p>



<p>Apesar de os economistas pertencerem a correntes divergentes, como liberais e desenvolvimentistas, o vice-presidente eleito e coordenador da transição disse que as visões não são necessariamente opostas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote">
<p>“Não são visões opostas, mas complementares. É importante ter num grupo técnico visões que se complementam, se somam. Essa é uma fase transitória para discutir, elaborar propostas, definir questões”.</p>
</blockquote>



<h2>Bolsa Família</h2>



<p>Em relação ao Orçamento para o próximo ano, Alckmin disse que, nos próximos dias, sairá a definição para recompor as verbas do Bolsa Família de R$ 600 (mais R$ 150 para famílias com crianças) e para as dotações para educação, saúde, obras e serviços públicos.</p>



<p>A equipe de transição discute se a autorização para estourar o teto de gastos em cerca de R$ 175 bilhões sairia via uma proposta de emenda à Constituição ou por meio de uma medida provisória que garanta créditos extraordinários (fora do teto) com autorização do Tribunal de Contas da União e da Justiça.</p>



<p>Para o vice-presidente eleito, a questão social é a mais importante neste momento. “O que é mais urgente é a questão social. Garantir o Bolsa Família de R$ 600. Implementar os R$ 150 para família com criança de 6 anos. Por quê? Porque, se a gente for identificar a pobreza absoluta, a fome, onde a questão social é mais grave, afeta mais essa família com criança pequena”, declarou.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/dp9cXphEI_G8mriMzwpkhZ-pUJo=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/08112022-pzzb1586.jpg?itok=k0f2jd9C" alt="O vice-presidente eleito e coordenador da Transição, Geraldo Alckmin, apresentou em coletiva nomes que comporão os grupos técnicos da transição" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/></figure>



<h6>Coordenador da transição, Geraldo Alckmin, anuncia equipe &#8211;&nbsp;<strong>Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</strong></h6>



<h2>Outros grupos</h2>



<p>Alckmin assinou hoje as portarias que instalam o Gabinete de Transição e distribuem as coordenações. Ao todo, há 31 grupos temáticos, como economia e desenvolvimento social, e comitês políticos comandados por presidentes de partidos aliados ao novo governo. Os trabalhos ocorrerão no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília.</p>



<p>A área de assistência social será comandada pela senadora Simone Tebet (MDB-MS); pelas ex-ministras do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Márcia Lopes e Tereza Campello e pelo deputado estadual mineiro André Quintão (PT-MG).</p>



<p>Segundo Alckmin, os conselhos políticos serão compostos por representantes dos seguintes partidos: PT, PSD, PSB, Agir, PROS, Avante, Solidadiedade, PV, PSOL, PCdoB e PDT.</p>



<h2>Agenda</h2>



<p>Após a instalação do Gabinete de Transição, Alckmin reúne-se com os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, nas residências oficiais dos dois. Em seguida, o vice-presidente eleito se reunirá com o presidente da Comissão Mista de Orçamento, deputado Celso Sabino (União Brasil-PA) e com o relator do projeto do Orçamento de 2023, senador Marcelo Castro (MDB-PI).</p>



<p>O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, chegou a Brasília por volta das 17h. Ele passará a noite na capital e amanhã (9) terá reuniões com os presidentes dos poderes Legislativo e Judiciário. Estão previstos encontros com Lira e Pacheco.</p>



<p>Lula também se reunirá com os presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber; do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes; e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministra Maria Thereza de Assis Moura.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<p></p>
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