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	<title>Yanomami &#8211;  Portal IF3M</title>
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	<title>Yanomami &#8211;  Portal IF3M</title>
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		<title>Portal IF3M &#8211; Ataque a tiros em aldeia yanomami mata criança e deixa cinco feridos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2023 18:34:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma criança morreu e cinco indígenas ficaram feridos durante um ataque a tiros a uma]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Food-Ads-Feed-Ad-Square-41.png" alt="" class="wp-image-5886" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Food-Ads-Feed-Ad-Square-41.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Food-Ads-Feed-Ad-Square-41-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Food-Ads-Feed-Ad-Square-41-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Food-Ads-Feed-Ad-Square-41-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto : Divulgação</figcaption></figure>



<p>Uma criança morreu e cinco indígenas ficaram feridos durante um ataque a tiros a uma aldeia yanomami na região de Parima, em Roraima. Um helicóptero foi enviado de Boa Vista para auxiliar no atendimento às vítimas.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1541915&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1541915&amp;o=node"></p>



<p>O Ministério dos Povos Indígenas (MPI) não informou quem foram os responsáveis pelo ataque, mas disse que eles fugiram do local. Servidores do MPI se deslocaram para a aldeia, junto com policiais federais, militares e agentes da Força Nacional de Segurança.&nbsp;</p>



<p>“O MPI reforça que segue trabalhando com as demais esferas de governo buscando a completa retirada dos garimpeiros das terras indígenas. Essa atividade degrada não só o meio ambiente, mas ataca o modo de vida e toda a organização social dos povos indígenas”, informa a nota do ministério.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" loading="lazy" width="225" height="225" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png" alt="" class="wp-image-5569" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download.png 225w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/06/download-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></figure>



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			</item>
		<item>
		<title>Portal IF3M &#8211; Militares vão distribuir mais de 12 mil cestas básicas aos yanomami</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2023/05/08/portal-if3m-militares-vao-distribuir-mais-de-12-mil-cestas-basicas-aos-yanomami/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 18:47:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cestas Básicas]]></category>
		<category><![CDATA[Militares]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena Yanomami]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[Militares da&#160;Aeronáutica, do Exército e da Marinha voltam a distribuir&#160;a partir de hoje (8)&#160;alimentos destinados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Food-Ads-Feed-Ad-Square4-1.png" alt="" class="wp-image-4449" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Food-Ads-Feed-Ad-Square4-1.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Food-Ads-Feed-Ad-Square4-1-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Food-Ads-Feed-Ad-Square4-1-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Food-Ads-Feed-Ad-Square4-1-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: EBC/TV BRASIL</figcaption></figure>



<p>Militares da&nbsp;Aeronáutica, do Exército e da Marinha voltam a distribuir&nbsp;a partir de hoje (8)&nbsp;alimentos destinados às&nbsp;aldeias localizadas no interior da Terra Indígena Yanomami, em Roraima e parte do Amazonas.</p>



<p>Mais de 12 mil cestas básica, disponibilizadas por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) serão transportadas nos próximos dias, para o enfrentamento à situação de emergência em saúde pública e insegurança alimentar, na chamada Operação Yanomami.</p>



<p>Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), cada cesta contém até 21,5 quilos e é composta por arroz, leite em pó integral, farinha de mandioca, castanha-do-Brasil, flocos de milho, sardinha e carne dessalgada.</p>



<p>De acordo com a Aeronáutica,&nbsp;mais de&nbsp;430 mil quilos de alimentos, medicamentos e outros suprimentos&nbsp;já foram entregues às comunidades, com o apoio militar, desde o dia 3 de fevereiro, quando o governo federal deflagrou a&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/decreto/D11405.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Operação Yanomami</a>&nbsp;que estabelece “medidas para enfrentamento da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional e de combate ao garimpo ilegal no território Yanomami a serem adotadas por órgãos da administração federal”.</p>



<p>Embora a&nbsp;investida de garimpeiros e madeireiros contra&nbsp;o território Yanomami e suas consequências sejam denunciadas há tempos, a grave crise humanitária que as comunidades desta etnia vem enfrentando nos últimos anos chamou a atenção da sociedade em geral e da imprensa no início deste ano.</p>



<p>A divulgação de imagens de crianças e adultos indígenas yanomami desnutridos e da informação motivou o governo federal a implementar, na segunda quinzena de janeiro, uma série de ações para socorrer comunidades locais e retirar os não-índios da área destinada ao usufruto exclusivo indígena.&nbsp;</p>



<p>O&nbsp;Ministério da Saúde informou que,&nbsp;nos últimos anos&nbsp;ao menos 570 crianças indígenas morreram por desnutrição e outras causas evitáveis, e que&nbsp;só em 2022&nbsp;foram confirmados 11.530 casos de malária no interior da terra indígena,</p>



<p>A pasta&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-01/ministerio-da-saude-declara-emergencia-em-saude-em-territorio-yanomami" target="_blank" rel="noreferrer noopener">declarou</a>&nbsp;Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional para combater a falta de assistência sanitária&nbsp;aos&nbsp;yanomami.&nbsp;Militares das Forças Armadas foram mobilizados para distribuir alimentos e prestar atendimento médico aos moradores de comunidades de difícil acesso.</p>



<p>A Aeronáutica passou a <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-01/fab-inicia-controle-do-espaco-aereo-yanomami" target="_blank" rel="noreferrer noopener">limitar&nbsp;o acesso aéreo à área, visando impedir a chegada de novos garimpeiros</a> e, principalmente, o abastecimento dos que já estavam ilegalmente na região. Além disso, as <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-02/dino-afirma-que-100-homens-da-forca-nacional-chegam-amanha-em-roraima" target="_blank" rel="noreferrer noopener">forças de segurança terrestres foram reforçadas</a> para retirar os não-indígenas da reserva.</p>



<p><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/dnn/anterior_a_2000/1992/Dnn780.htm" target="_blank">Homologada</a> há 31 anos, a Terra Indígena Yanomami abrange uma extensa área de Roraima, além de uma parte do estado do Amazonas, totalizando cerca de 9,6 milhões de hectares, onde, segundo o governo federal, vivem mais de 30,4 mil habitantes. Cada hectare corresponde, aproximadamente, às medidas de um campo oficial de futebol.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<p><strong>Leia mais</strong>:</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Portal IF3M &#8211; Governo envia comitiva à Roraima após ataque em terra yanomami </title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2023/05/02/portal-if3m-governo-envia-comitiva-a-roraima-apos-ataque-em-terra-yanomami/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 13:33:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal enviou uma comitiva interministerial a&#160;Roraima após ataques registrados na Terra Indígena Yanomami.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Untitled.jpg" alt="" class="wp-image-4297" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Untitled.jpg 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Untitled-300x300.jpg 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Untitled-150x150.jpg 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Untitled-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Fernando Frazão</figcaption></figure>



<p><audio src="https://tts-app.ebc.com.br/media/tts/202760.mp3"></audio></p>



<p>O governo federal enviou uma comitiva interministerial a&nbsp;Roraima após ataques registrados na Terra Indígena Yanomami. Segundo lideranças indígenas, três yanomami foram baleados na tarde do último sábado (29) – uma das vítimas, um agente de saúde que atuava na comunidade, morreu no local.&nbsp;</p>



<p>O envio da comitiva foi confirmado pela ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, em seu <a href="https://twitter.com/GuajajaraSonia/status/1652711944317546496?cxt=HHwWgMC90biwzu8tAAAA&nbsp;" target="_blank" rel="noreferrer noopener">perfil no Twitter</a> e visa a reforçar “ações de desintrusão de criminosos”. Em outro <em>post</em>, ela pede reforço por parte do Ministério da Justiça e Segurança Pública e da Polícia Federal (PF) para apurar informações sobre o caso.&nbsp;</p>



<p>“A situação de invasores na Terra Indígena Yanomami vem de muitos anos e, mesmo com todos os esforços sendo realizados pelo governo federal, ainda faltam muitas ações coordenadas até a retirada de todos os invasores do território.”&nbsp;</p>



<p>Em nota, a PF informou que, com o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB) e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), enviou, na madrugada de ontem (30), duas equipes ao local “com o intuito de investigar o ocorrido e interromper eventuais agressões que ainda estivessem em andamento”.&nbsp;</p>



<p>“Indígenas teriam entrado em confronto e trocado tiros com garimpeiros na data de sábado (29)”, destacou o comunicado. “Durante as diligências, a PF apurou indícios dos crimes cometidos contra os indígenas, ouviu testemunhas, realizou perícia de local de crime e aguarda a elaboração dos respectivos laudos e relatórios para prosseguimento das investigações”.&nbsp;</p>



<p>O corpo do indígena baleado foi encaminhado para o Instituto Médico-Legal (IML) para elaboração de laudo. “Outras diligências seguem em andamento para a identificar, localizar e prender os autores dos crimes, enquanto as ações de desintrusão dos invasores das terras indígenas continuam no âmbito da Operação Libertação”.&nbsp;</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



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		<item>
		<title>Portal IF3M &#8211; Força Nacional vai apoiar PF em ações na TI Yanomami, em Roraima</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2023/04/18/portal-if3m-forca-nacional-vai-apoiar-pf-em-acoes-na-ti-yanomami-em-roraima/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 15:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crise humanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Força Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Justiça e Segurança Pública autorizou o emprego da Força Nacional para apoiar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Food-Ads-Feed-Ad-Square17-1.png" alt="" class="wp-image-3928" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Food-Ads-Feed-Ad-Square17-1.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Food-Ads-Feed-Ad-Square17-1-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Food-Ads-Feed-Ad-Square17-1-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Food-Ads-Feed-Ad-Square17-1-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Marcelo Camargo</figcaption></figure>



<p>O Ministério da Justiça e Segurança Pública autorizou o emprego da Força Nacional para apoiar ações da Polícia Federal na Terra Indígena (TI) Yanomami. A informação consta da <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mjsp-n-356-de-16-de-abril-de-2023-477644192">Portaria nº 356, publicada hoje</a> (18) no <em>Diário Oficial da União</em>.</p>



<p>Os agentes vão atuar por 90 dias na região, participando de atividades e serviços “imprescindíveis à preservação da ordem pública, na segurança das pessoas e preservação do patrimônio, em caráter episódico e planejado”, diz a portaria assinada pelo ministro Flávio Dino.</p>



<p>De acordo com o documento, o contingente a ser enviado vai obedecer a um planejamento definido pela diretoria da Força Nacional de Segurança Pública.</p>



<h2>Balanço das ações</h2>



<p>As ações de enfrentamento à crise humanitária do povo yanomami já resultaram no desmonte de mais de 290 acampamentos de garimpeiros na terra indígena, retirada de 70 balsas, quatro aeronaves, 11 barcos, destruição de 145 motores e o bloqueio de R$ 68 milhões da cadeia do garimpo.</p>



<p>Os <a rel="noreferrer noopener" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-04/mais-de-290-acampamentos-do-garimpo-foram-retirados-de-terra-indigena" target="_blank">números foram apresentados pelo secretário</a> de Acesso à Justiça do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Marivaldo Pereira, durante audiência pública da Comissão Temporária do Senado que acompanha a situação dos yanomamis em Roraima, na semana passada. A audiência foi convocada para apresentação de um balanço das ações executadas pelo governo federal e debate de soluções para a crise.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



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]]></content:encoded>
					
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		<title>Portal IF3M &#8211; Sala de rádio em Boa Vista é janela de comunicação com os yanomami</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2023 13:52:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Boa Vista]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[radiocomunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[Local recebe informação de 78 postos de saúde da terra indígena Na pequena sala, há]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3>Local recebe informação de 78 postos de saúde da terra indígena</h3>



<p>Na pequena sala, há basicamente mapas e cronogramas de visitas às comunidades indígenas afixados na parede e uma mesa com um equipamento de radiocomunicação. Ali, todos os dias, das 7h às 19h, um operador de rádio fica sentado e se comunica com o povo yanomami.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1510371&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1510371&amp;o=node"></p>



<p>Apesar de singela, essa sala no Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami e Yek’uana (Disei-YY), em Boa Vista, é o único canal de comunicação em tempo real com a maioria das comunidades da terra indígena yanomami, tanto em Roraima quanto no Amazonas, áreas em que não há sinal para aparelhos celulares.</p>



<p>É por ali que entram as demandas do povo yanomami, tanto em relação à saúde quanto a outras emergências e qualquer outro tipo de necessidade de comunicação. O contato dos indígenas com o Disei-YY é feito a partir de&nbsp;78 unidades de saúde espalhadas pelas&nbsp;comunidades.</p>



<p>Por esta pequena sala em Boa Vista chegam, por exemplo, as informações sobre casos graves de saúde que necessitam de remoção para hospitais da capital.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" loading="lazy" src="https://imagens.ebc.com.br/QYR9Ejmz07hOKrbPvpXwrfKsuOM=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/img_9339.jpg?itok=VnK5w0NU" alt="Boa Vista (RR), 14/02/2023, O presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Ye'kuana - Condisi-YY, Júnior Hekurari Yanomami, fala sobre a questão dos indígenas Yanomami no Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami e Yek'uana - DSEI YY." width="840" height="561" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></figure>



<h6>Presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Ye&#8217;kuana Júnior Hekurari Yanomami &#8211;&nbsp;<strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong></h6>



<p>“Os yanomami procuram essas estações, passam as informações para os profissionais de saúde e o profissional de saúde passa pra cá. Passam informações sobre remoções. Quando uma mãe se recusa a vir para a cidade, minha equipe vem pra convencer, porque eles têm medo de avião, de a criança morrer aqui, de a criança não retornar pra comunidade”, explica o presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Yek’uana (Codisi-YY), Júnior Hekurari Yanomami.</p>



<p>Com as informações em mãos, são acionados os recursos logísticos necessários, como aeronaves e equipes médicas, para chegar até aquela comunidade e transferir o paciente para Boa Vista.</p>



<p>A central de rádio recebe também pedidos de medicamentos, além de denúncias de ameaças de garimpeiros e conflitos. “Chega tudo aqui. A gente ouve e corre para resolver esses problemas”, conta Júnior.</p>



<p>Como a sala não funciona 24 horas, demandas ocorridas durante a noite, só podem ser resolvidas na manhã seguinte. E, segundo Júnior Yanomami, mesmo nos horários de funcionamento da sala, algumas vezes não conseguem estabelecer comunicação com a terra indígena. “Às vezes só pega dez horas da manhã, às vezes uma hora da tarde”</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" loading="lazy" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-5.png" alt="" class="wp-image-2132" width="840" height="561" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-5.png 463w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/02/image-5-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 840px) 100vw, 840px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Iolanda Carvalho, na sala de radiofonia do DSEI, em Boa Vista &#8211; Rovena Rosa/Agência Brasil</strong></figcaption></figure>



<h6></h6>



<p>A operadora de rádio Iolanda Carvalho conta que muitas comunidades não conseguem se comunicar diretamente com a central, por ficarem em territórios remotos. Nesse caso, é preciso que outras unidades de saúde façam a mediação.</p>



<p>“Tem polo que é tão fraca a propagação, que tem que pedir pro outro ajudar, porque a gente não ouve. Então, às vezes, é até difícil a comunicação chegar certa aqui, porque envolve muita gente&#8221;, afirma.</p>



<p>Nove postos de saúde contam também com um aparelho de telefone público (orelhão), mas nem todos estão funcionando, conta Júnior.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



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		<title>Portal IF3M &#8211; Garimpo amplia conflitos entre povos yanomami</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2023/02/14/portal-if3m-garimpo-amplia-conflitos-entre-povos-yanomami/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 11:48:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[armas de fogo]]></category>
		<category><![CDATA[bebidas alcoólicas]]></category>
		<category><![CDATA[Conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[extração do ouro]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[Confrontos são amplificados com bebidas e armas A invasão do garimpo ilegal às terras&#160;no oeste]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3>Confrontos são amplificados com bebidas e armas</h3>



<p>A invasão do garimpo ilegal às terras&nbsp;no oeste de Roraima&nbsp;gerou não apenas problemas ambientais, sanitários e confrontos diretos entre garimpeiros e indígenas, mas também amplificou&nbsp;conflitos entre os próprios povos yanomami. Questões como a cooptação de jovens indígenas pela atividade de extração do ouro, a disseminação de&nbsp;bebidas&nbsp;alcoólicas&nbsp;e a proliferação de armas de fogo foram responsáveis pelo aumento da violência entre comunidades.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1510177&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1510177&amp;o=node"></p>



<p>“Os invasores contribuíram muito para crescerem mais os conflitos yanomami. Os garimpeiros levaram muitas armas de fogo para as comunidades. Ano passado, tivemos um problema muito grande em Xitei, onde adolescentes de 12, 13 e 14 anos beberam e mataram uns aos outros, com [revólver calibre] 38. Está muito tenso porque os garimpeiros armaram muito os yanomami”, diz Júnior Hekurari Yanomami, que preside Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Ye’kuana (Condisi-YY).</p>



<p>Segundo Júnior, entre as&nbsp;regiões&nbsp;onde a violência&nbsp;intertribal&nbsp;aumentou depois da chegada dos garimpeiros estão Tirei, Xitei e Homoxi. De acordo com ele, alguns dos invasores dão armas para os yanomami, inclusive, para que os indígenas façam a proteção ao garimpo contra comunidades que são contra a atividade de mineração do ouro.</p>



<h2>Missionário</h2>



<p>O&nbsp;padre italiano Corrado Dalmonego&nbsp;viveu 14 anos entre&nbsp;os yanomami&nbsp;da região do Rio Catrimani. Fluente na língua yanomami, a mais falada entre os povos originários do oeste de Roraima, o padre integra o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), entidade vinculada à Igreja Católica que lida com questões indígenas.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" loading="lazy" src="https://imagens.ebc.com.br/LZUI07EmosYHnbpI8os8UCCDGW0=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/img_8168.jpg?itok=8hMuRM7o" alt="Boa Vista (RR), 12/02/2023, O missionário do Conselho Indigenista Missionário - CIMI, padre Corrado Dalmonego, fala sobre a questão dos indígenas yanomami.." width="840" height="560" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></figure>



<h6>Missionário do Conselho Indigenista Missionário, padre Corrado Dalmonego viveu 14 anos entre os yanomami. &#8211;&nbsp;<strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong></h6>



<p>Também mestre em antropologia e cursando um doutorado na área,&nbsp;padre Corrado&nbsp;diz que&nbsp;o acesso dos yanomami a armas de fogo leva os conflitos a outro patamar.</p>



<p>“Existem comunidades com relação de aliança e outras com relações mais ou menos conflitivas, mas os conflitos entre as comunidades yanomami muitas vezes são resolvidos de forma não violenta. Diálogos tentam restabelecer conciliações. As ‘vinganças’ são muito limitadas, focadas para certas pessoas, que eles chamam de ‘unokai’, que eles traduzem para o português como criminoso, assassino. Então, muitas vezes os conflitos se resolvem em ações pontuais”, diz o padre.<br><br>“Se antes os ataques eram realizados com flechas disparadas de longe – e disparar uma flecha já demonstrava a coragem de uma pessoa –, com as armas de fogo e as munições que o garimpo oferece, isso provoca um aumento exponencial da violência”, enfatiza.</p>



<h2>Choque de gerações</h2>



<p>Padre&nbsp;Corrado também chama a atenção para os conflitos dentro da própria aldeia, que são exacerbados pela presença do garimpo nessas terras.&nbsp;“O aliciamento que o garimpo traz, sobretudo, aos jovens, que se deixam aliciar mais facilmente ao garimpo, provoca conflitos internos nas comunidades, entre lideranças e jovens. E isso reverbera também em conflitos intercomunitários, entre comunidades [yanomami] diferentes que já vivem tensões”.</p>



<p>Tony Gino Rodrigues, pertencente à etnia macuxi, também nativa da região de Roraima, trabalhou 12 anos como agente de saúde nas terras yanomami. Para ele, as riquezas do garimpo atraem a atenção dos mais jovens, que querem, por exemplo,&nbsp;ter&nbsp;acesso a novas tecnologias como os aparelhos celulares (que eles vêem nas mãos de garimpeiros, mas também nas mãos daqueles que estão ali para ajudar, como profissionais de saúde).</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" loading="lazy" src="https://imagens.ebc.com.br/Voil6PzcVPuEOenfgeTXNpJWqBs=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/img_8557.jpg?itok=FfWgMlfc" alt="Boa Vista (RR), 13/02/2023, A liderança indígena do povo macuxi, Tony Gino Rodrigues, fala sobre a questão dos indígenas yanomamis." width="839" height="560" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></figure>



<h6>Liderança indígena do povo macuxi, Tony Gino Rodrigues, fala sobre a questão dos indígenas yanomami. &#8211;&nbsp;<strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong></h6>



<p>“Isso desperta o interesse de qualquer ser humano. A nova geração está interessada em obter aqueles bens que estão chegando. E qual é o processo mais fácil para conseguir um telefone? Pelo garimpo. E isso também vale para outros tipos de alimentação que eles vieram experimentando ao longo da vida, como o arroz, o sal, o açúcar, o café. Tudo isso, eu só posso adquirir com dinheiro. E, se eu não tenho um emprego, não consigo adquirir.”</p>



<h2>Aparente riqueza</h2>



<p>Segundo&nbsp;o padre Corrado, o garimpo traz apenas uma “aparente riqueza”, que pode atrair alguns dos indígenas, já que eles recebem pagamento em ouro para prestar serviços aos garimpeiros, como carregar combustível pelos caminhos da floresta. No entanto, acabam gastando o ouro, com bebidas e prostituição, tudo a preço superinflacionado, nas ‘currutelas’, como se chamam os vilarejos construídos pelos garimpeiros perto dos locais de extração do minério.</p>



<p>A bebida alcoólica, consumida nas ‘currutelas’, por exemplo, acirra conflitos e tensões que são subjacentes, já que pode ser o estopim para novas brigas, com&nbsp;agressões e assassinatos.</p>



<p>“Você tem a contaminação do mercúrio, o desmatamento, a falta de alimentação em grande escala, porque as caças vão para mais distante.&nbsp;Hoje, a quantidade de garimpeiros dentro da floresta era quase a mesma quantidade de yanomami. Você quase dobra a quantidade de caça. Quando chega o garimpo, você deixa de cultivar, deixa de caçar, ou seja, você deixa&nbsp;o modo de vida tradicional para partir para uma vida que foi levada lá para dentro e que ninguém explicou como se comportar dentro desse meio”, explica Tony Rodrigues.</p>



<p>Júnior Yanomami vê um&nbsp;futuro difícil pela frente, mas tem esperança de remediar os estragos provocados pelo garimpo nas terras de seu povo. “É preocupante, e a gente vai&nbsp;ter&nbsp;muito trabalho para consertar esses conflitos que aconteceram [principalmente] nos últimos quatro anos, mas a gente vai consertar”, afirma Júnior.</p>



<p><em>*Colaborou Ana Graziela Aguiar, da&nbsp;<strong>TV Brasil</strong></em></p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<p>    </p>



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			</item>
		<item>
		<title>Portal IF3M &#8211; Indígenas yanomami mostram impactos sociais graves do garimpo ilegal</title>
		<link>https://portalif3m.com.br/2023/02/13/portal-if3m-indigenas-yanomami-mostram-impactos-sociais-graves-do-garimpo-ilegal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 12:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Garimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Impactos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[Extração de minérios causou desorganização social de comunidade A presença do garimpo ilegal no Território]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3>Extração de minérios causou desorganização social de comunidade</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/02/new-music-studio-1180-×-1080-px-3.png" alt="" class="wp-image-2106" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/02/new-music-studio-1180-×-1080-px-3.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/02/new-music-studio-1180-×-1080-px-3-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/02/new-music-studio-1180-×-1080-px-3-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/02/new-music-studio-1180-×-1080-px-3-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Fernado Frazão / Agência Brasil</figcaption></figure>



<p>A presença do garimpo ilegal no Território Yanomami causa múltiplos impactos na vida social dos indígenas. A crise humanitária é mais visível no estado de saúde delicado, especialmente de crianças e idosos, como visto nas últimas semanas, mas alcança ainda dimensões culturais desse povo. Na última semana, a reportagem da&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>&nbsp;visitou algumas vezes a Casa de Saúde Indígena (Casai), em Boa Vista, e também esteve no próprio Território Yanomami, no Polo Base de Surucu, entre&nbsp;quinta&nbsp;(9) e&nbsp;sexta-feira (10). Durante as visitas,&nbsp;conversou com os indígenas e especialistas para entender melhor como eles percebem esses impactos.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1509984&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1509984&amp;o=node"></p>



<p>&#8220;Água suja para comer, estraga o peixe. Crianças muito fracas. Água bebe-se suja e barriga dói muito&#8221;, diz&nbsp;Enenexi Yanomami, que tenta descrever a situação vivida por seus parentes na terra indígena. A&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>&nbsp;encontrou o jovem indígena, de 21 anos, na entrada da Casai. Segundo ele, já passavam de 60 dias sua estadia na capital para acompanhar familiares doentes. O retorno ao território, que depende de transporte aéreo, não tinha previsão. &#8220;Faltam mais horas de voo para Surucucu&#8221;.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para ele, a presença do garimpo é o que tem causado os danos que afetam seu povo. &#8220;Agora, tem que tirar garimpo. Quando tirar, tranquilo. Tem muito garimpo lá, [tem que ser] proibido&#8221;.&nbsp;</p>



<p>Mãe de duas crianças internadas na Casai, Louvânia Yanomami já perdeu a conta de quanto tempo está longe de&nbsp;sua terra. Sem previsão de alta, ela recebeu alerta dos médicos de que, se voltar, pode colocar a vida do filho menor em risco. A criança, que tem entre 1&nbsp;e 2 anos, apresenta quadro de desnutrição severa e inchaço do abdômen.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" loading="lazy" src="https://imagens.ebc.com.br/j2dazA8jZPVQndyOBsLTfEvkR-I=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_mg_9008.jpg?itok=grUjAvv0" alt="Surucucu (RR), 09/02/2023 - Indígenas yanomami acompanham deslocamento de equipes e material da Força Nacional do SUS no aeroporto de Surucucu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" width="837" height="558" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Surucucu (RR), 09/02/2023 &#8211; Indígenas yanomami acompanham deslocamento de equipes e material da Força Nacional do SUS no Aeroporto de Surucucu &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></figcaption></figure>



<h6></h6>



<p>&#8220;Eu estou muito cansada, tem muita gente aqui [Casai], dá pra perceber. É uma situação difícil. Não vou deixar porque é meu [filho] e não posso levar porque ele vai morrer&#8221;, relata, angustiada, com ajuda de um intérprete. Em janeiro, a Casai chegou a abrigar mais de 700 pessoas, mas o local tem capacidade para pouco mais de 200. Houve uma redução dessa superlotação, mas o espaço ainda registra a presença de mais de 500 pessoas, segundo balanço da semana passada do Centro de Operações de Emergências (COE) do governo federal.&nbsp;</p>



<p>Quem também reclama dos danos ambientais trazido pela exploração ilegal de minérios é Arokona Yanomama, com quem a reportagem conversou na Casai. Ele cita como o maquinário pesado de dragas e tratores afugenta animais de caça e polui a terra. &#8220;Cheiro ruim. Morre caça, morre tudo. A terra não é boa, é muito feio. Máquina de fumaça entrou, por isso cheiro muito ruim. Contaminaram terra, contaminaram água, poluíram peixe&#8221;, relata. Agora, para caçar um porco do mato, ele tem que andar por pelo menos 50 quilômetros para se afastar da área mais deteriorada.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2>Referência perdida</h2>



<p>&#8220;O garimpo vai justamente atacar a cadeia alimentar básica dos yanomami. Eles são um povo de mobilidade territorial, vivem da caça, da pesca, da coleta e da agricultura. Nada mais triste, então, do que um caçador yanomami não&nbsp;ter&nbsp;caça para suprir a família&#8221;, explica a antropóloga Maria Auxiliadora Lima de Carvalho. Ela trabalha há mais de 20 anos com o povo yanomami, em Roraima.</p>



<p>&#8220;O povo yanomami nunca precisou de doação de alimentos para sobreviver. Todo esse cenário de vulnerabilidade foi provocado. O maior mal ainda é a presença do garimpeiro, do garimpo&#8221;, afirma o secretário especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Weibe Tapeba, que visitou o território na última&nbsp;quinta-feira (9).</p>



<p>Até mesmo alguns dos rituais mais sagrados dos yanomami estão sendo drasticamente abalados pela atividade garimpeira e a desassistência generalizada em saúde dentro do território. É o caso das cerimônias fúnebres. Os yanomami não enterram seus mortos. Eles cremam os corpos de seus familiares falecidos e, depois, trituram os ossos até virar&nbsp;pó. O processo pode levar semanas e, muitas vezes, inclui&nbsp;uma fase final em que a comunidade realiza um ato de tomar mingau de banana com as cinzar do ente falecido.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" loading="lazy" src="https://imagens.ebc.com.br/ilZLL4TDS7PS0GLLtd35J5fp24M=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_mg_9417.jpg?itok=gXzQCxSp" alt="Surucucu (RR), 09/02/2023 - Mulheres e crianças yanomami em Surucucu, na Terra Indígena Yanomami.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" width="838" height="559" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></figure>



<h6>Surucucu (RR), 09/02/2023 &#8211; Mulheres e crianças yanomami em Surucucu, na Terra Indígena Yanomami &#8211;&nbsp;<strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></h6>



<p>&#8220;Os yanomami fazem questão dos rituais fúnebres, mas os mortos são tantos que não está havendo nem tempo para chorá-los&#8221;, afirma&nbsp;a antropóloga. Essas cerimônias podem incluir também a presença de visitantes de aldeias diferentes e, nesses casos, os anfitriões costumam oferecer um animal de caça, o que tem ficado escasso nas regiões afetada pelo garimpo.&nbsp;</p>



<p>A entrada&nbsp;do álcool na cultura yanomami, que não é recente, mas tem se agravado, é outro fator desestabilizador. O kaxiri, bebida&nbsp; feita de macaxeira cozida, não alcoólica, e muito tradicional, passou a ser fermentada pelos indígenas para ficar com alto teor de álcool, por influência dos garimpeiros, ainda durante a primeira invasão ao território, no fim da década de 80. &#8220;Isso fez aumentar casos de violência contra as mulheres&nbsp;e de violência de uma forma geral&#8221;, explica Maria Auxiliadora. Também interferiu na produção agrícola, fazendo com que indígenas aumentassem a plantação de macaxeira para produzir a bebida, ampliando o ciclo do consumo de álcool nas aldeias.&nbsp;</p>



<h2>Juventude assediada</h2>



<p>A antropóloga também observa outro tipo de desestruturação comunitária causada pelo garimpo. No primeiro grande surto de garimpagem ilegal na Terra Indígena Yanomami, a partir da&nbsp;segunda&nbsp;metade da década de 80, a maior parte da população de indígenas era formada por adultos. Atualmente, no entanto, a base da pirâmide etária ficou bem mais numerosa, com forte presença de adolescentes e jovens. No entanto, a grande maioria das escolas dentro do território foi&nbsp;desativadas pelo governo do estado.&nbsp;</p>



<p>&#8220;As políticas públicas não chegam para esses jovens. E eles são jovens, querem aventuras. Com isso, o garimpo assediou enormemente essa juventude, com acesso a armas, que eles apreciam muito, e outros objetos&#8221;, acrescenta a especialista.</p>



<p>Ela cita o caso de assédio sexual de garimpeiros contra as mulheres indígenas, que observou durante trabalho de campo na comunidade, onde permaneceu por vários anos, entre 2002 e 2009. Segundo a antropóloga, as denúncias que vêm sendo reveladas agora, com a explosão de garimpo no território, são bem prováveis.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Com o garimpo o tempo todo e cada vez mais, é bem possível que eles tenham feito sedução. Elas gostam muito de sabonetes, óleo para cabelo, comida. Então, essa troca por relação sexual, seja consentida&nbsp;ou não, é desigual, porque há posições de poder bem claras&#8221;, argumenta.</p>



<p>O governo federal investiga o caso de 30&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/direitos-humanos/audio/2023-02/governo-busca-identificar-meninas-yanomami-gravidas-para-prestar-apoio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">meninas yanomami</a>&nbsp;que estariam grávidas de garimpeiros que atuam ilegalmente no território.</p>



<h2>Esperança</h2>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" loading="lazy" src="https://imagens.ebc.com.br/85h9VJj2ra8Uaxm6u3WlvrnVuE4=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_mg_8946.jpg?itok=MaeD2gcK" alt="Surucucu (RR), 09/02/2023 - Indígenas yanomami acompanham deslocamento de equipes e material da Força Nacional do SUS no aeroporto de Surucucu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" width="838" height="559" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></figure>



<h6>Surucucu (RR), 09/02/2023 &#8211; Indígenas yanomami acompanham deslocamento de equipes e material da Força Nacional do SUS no aeroporto de Surucucu &#8211;&nbsp;<strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></h6>



<p>Em meio ao caos vivido pelos yanomami, a esperança no futuro passa pela reativação das escolas na região, fechadas há mais de uma década.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>&#8220;Aqui tinha escola, eu ainda lembro&#8221;, afirma Ivo Yanomami, tuxaua (cacique) na comunidade de Xirimifik, com mais de 200 pessoas, grande parte crianças e adolescentes. A aldeia fica a cerca de 15 minutos de caminhada da pista de Surucucu.</p>



<p>A demanda pela retomada das escolas indígenas dentro do território será levada ao governo federal, assegurou o secretário de Saúde Indígena, Weibe Tapeba, durante visita que fez à região.</p>



<p><em>*Colaboraram Flávia Peixoto e Ana Graziela Aguiar, repórteres da&nbsp;<strong>TV Brasil</strong>.</em></p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<h2>Leia mais</h2>



<p>Portal IF3M – <a href="https://portalif3m.com.br/2023/02/12/portal-if3m-pequena-vila-na-regiao-do-paredao-e-rota-de-fuga-de-garimpeiros-em-rr/">Pequena vila na região do Paredão é rota de fuga de garimpeiros em RR</a></p>



<p>Portal IF3M – <a href="https://portalif3m.com.br/2023/02/12/portal-if3m-salario-minimo-deve-ter-novo-reajuste-no-dia-1o-maio/">Salário mínimo deve ter novo reajuste no dia 1º maio</a></p>



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		<title>Portal IF3M &#8211; Pequena vila na região do Paredão é rota de fuga de garimpeiros em RR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Feb 2023 19:59:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[garimpeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena Yanomami]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Reislândia]]></category>
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					<description><![CDATA[Local é ponto de parada entre o rio Uraricoera e Boa Vista Com casas simples,]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3>Local é ponto de parada entre o rio Uraricoera e Boa Vista</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" loading="lazy" width="1000" height="1000" src="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/02/new-music-studio-1180-×-1080-px.png" alt="" class="wp-image-2089" srcset="https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/02/new-music-studio-1180-×-1080-px.png 1000w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/02/new-music-studio-1180-×-1080-px-300x300.png 300w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/02/new-music-studio-1180-×-1080-px-150x150.png 150w, https://portalif3m.com.br/wp-content/uploads/2023/02/new-music-studio-1180-×-1080-px-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Rovena Rosa | Agência Brasil</figcaption></figure>



<p>Com casas simples, ruas poeirentas, alguns poucos estabelecimentos comerciais e igrejas, e localizada a duas horas de carro de Boa Vista, Vila Reislândia é um dos principais pontos de parada dos garimpeiros que deixam os locais de mineração ilegal de ouro na região do rio Uraricoera, nas terras yanomami.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1509908&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1509908&amp;o=node"></p>



<p>Depois de uma viagem de barco que pode durar alguns dias – ao custo de dois e cinco gramas de ouro – segundo relatos de garimpeiros, eles precisam desembarcar em um ponto chamado de “beira” e ainda encarar uma esburacada estrada de terra de quase 40 quilômetros a bordo de uma caminhonete, em um trajeto que custa R$ 250, para chegar à pequena vila.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/E0CycIM2RPCiY6b1nKCjG6XEIzE=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/img_7747.jpg?itok=yHkriR2q" alt="Vila Reislândia (RR), 11/02/2012, Vila Reislândia, região também conhecida como Paredão, é passagem para quem vem das áreas de garimpo ilegal de ouro no rio Uraricoera." title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></figure>



<p>Vila Reislândia (RR), 11/02/2012, Vila Reislândia, região também conhecida como Paredão, é passagem para quem vem das áreas de garimpo ilegal de ouro no rio Iraricoera. &#8211;&nbsp;<strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong></p>



<p>A área onde fica Reislândia é mais conhecida como Paredão. Ali já funcionava como ponto de chegada e saída daqueles que buscavam o sonho de enriquecer na região do Uraricoera, rio que corta as terras yanomami e vai desaguar no Rio Branco, já na capital Boa Vista.</p>



<h2>Rota de fuga</h2>



<p>Mas, com a Operação Libertação, que reúne forças governamentais para acabar com a atividade garimpeira ilegal nas terras yanomami, o local virou uma efervescente rota de fuga. Ali, dezenas de motoristas de aplicativo fazem fila, próximo a um posto de gasolina, para ajudar a evacuar os garimpeiros da região.</p>



<p>Uma corrida até Boa Vista custa R$ 150 por pessoa em uma viagem coletiva. O clima entre os motoristas é de desconfiança em relação à imprensa e aos carros de polícia que eventualmente circulam por ali, mas também de competição entre eles. Quando uma caminhonete chega da “beira”, com um grupo de garimpeiros, os motoristas disputam a corrida.</p>



<p>Alguns esperam horas pela oportunidade de conseguir a “corrida”. Vários deles haviam pernoitado em Reislândia e, ao meio-dia deste sábado (11), ainda esperavam os primeiros clientes garimpeiros chegarem da “beira”.</p>



<p>De repente, uma caminhonete surge na estrada, vindo do rio, e entra em velocidade pela rua principal de Reislândia, mas não para no posto de gasolina onde os motoristas de aplicativo estão concentrados. Um deles, possivelmente de forma já previamente acertada, segue a caminhonete até uma casa de madeira.</p>



<h2>Três garimpeiros</h2>



<p>Ali, três garimpeiros descem da caminhonete com seus poucos pertences e acertam a corrida até Boa Vista. O paraense Marco Rogério Brandão, de 51 anos, é um deles.</p>



<p>Há dez anos trabalhando como garimpeiro, sendo os últimos sete meses nas terras yanomami, ele deixou o garimpo na última quinta-feira (9), mas, devido a problemas no barco, que quebrou o motor duas vezes, só conseguiu chegar dois dias depois na Vila Reislândia, pagando 3 gramas de ouro para o barqueiro (aproximadamente R$ 900 na cotação de hoje).</p>



<p>Brandão planeja se estabelecer agora em Itaituba, no Pará, outra cidade garimpeira, onde sua família tem uma propriedade rural. Mas ele diz que não quer mais saber de garimpo. Seu plano agora é ajudar o pai já idoso a cuidar da roça.</p>



<p>“Eu queria uma vida melhor pra família. Tenho uma filha aqui [no Brasil] e outra na Venezuela. Antes do garimpo, eu trabalhava com roça. Naquele negócio da pessoa querer ter uma vida melhor, entrei no garimpo. Eu sei que tem muitos que querem tirar proveito em cima da gente, que estão lá pra roubar, essas coisas. Eu, graças a Deus, não”.</p>



<p>O garimpeiro conta que os últimos dias foram tensos. Tinha medo de ser preso ou maltratado pelas forças policiais. “Decidi sair há mais ou menos uns cinco dias. A gente tinha televisão no barraco e via as notícias. E eu disse: “rapaz, vamos simbora”. Tem muita gente [lá dentro] que diz: “eu não vou [embora]”. Mas pra eles nós somos criminosos. E criminoso sabe como é tratado, né?”.</p>



<p>Uma de suas principais angústias foi não ter conseguido ganhar o que pretendia. “Tá certo que eu entrei sem nada, mas vou sair sem nada… Eu até queria ter o bastante pra eu trazer, porque eu saía de lá carregando nem que fosse a pé. Eu queria ter um quilo de ouro comigo. O pouquinho que eu ganhei, [vendi no próprio garimpo e] fizeram transferência por pix”.</p>



<p>Outro que está no grupo é um venezuelano que, por sua condição de imigrante, não quis se identificar. No Brasil há seis anos, ele diz trabalhar nas terras yanomami há mais de dois. “Vou voltar pra Venezuela. Porque pagar aluguel aqui, não dá”.</p>



<p>Ele conta que chegou a tentar se inserir no mercado de trabalho formal brasileiro, mas não conseguiu. A opção foi tentar a vida no garimpo. Mas, depois de ter que fugir das terras yanomami, assim como Brandão, não quer mais saber desse tipo de trabalho.</p>



<p>Já o maranhense Aldecir Ferreira da Silva, de 60 anos, que trabalha com garimpo há mais de 40 anos, demonstra insatisfação com as ações policiais para expulsar garimpeiros das terras indígenas. “O cara vem ganhar um dinheiro pra pagar o estudo do filho, pra comprar o que comer, e o que tá acontecendo aí? Nós ‘tava’ ali trabalhando e agora ‘tem que vim’ embora todo mundo&#8230; Isso é errado. Eu tava há sete meses aí. A ordem [dos policiais] é pra [gente] ser preso. Quem não fica preocupado em ser preso? Por isso eu vim embora. Todo mundo tá preocupado com a prisão”.</p>



<p>Os três aceitam conversar, mas não querem ser fotografados pela reportagem. Estão cansados e só pensam em sair dali. Fazem um almoço rápido numa pequena pensão e depois caem na estrada, inicialmente, rumo a Boa Vista, e depois para algum lugar, longe das terras yanomami.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



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